Corpo
Não Entendo Porque as Pessoas Importam Tanto Com a Aparência: Altura,Corpo,Tamanho, Beleza,Idade,Cor...
A Mulher Não Vai Ser Escolhida Por Causa da Beleza,Corpo,Inteligência, Talentos, Profissão,Formação,Riquezas...Ela Vai Ser Escolhida Pela Pessoa Certa Por Causa do Seu Coração Humilde e Obediente e Por Ter Esperado em Deus.
Quem se entrega a Deus de corpo, Alma e Espírito, e tem o coração aberto para ouvir a Sua voz, recebe dEle o desejo de fazer a Sua Vontade. Esses fazem a Obra sem murmurações, com a Alegria de serem usados por Deus e de poder honrá-Lo, santificando o Seu Nome com suas vidas retas.
A exposição do corpo em algumas situações é necessária, em outras aceitável culturalmente, em certos momentos tolerável e em outros inaceitável ou até um crime! Mas como a Bíblia a classifica em cada uma dessas situações é o que realmente interessa...
"CORPO DE DOR"
ÓH ! Corpo de dor:
Se tu soubesses quão as dores do teu interior...
Quão difícil suportarias a finitude de teu ínfero exterior:
Dirias: bendita cinzas que te indicaram a Vida, transgredida;
Gerando o pecado de alma arrependida;
Para ganhar eternidade jamais consumida !
Corpo nu...
Sândalo da vida
Magia...
Maciez madura...
Sorriso maroto...
Palavras jogadas ao som...
Mega é o tom...
Na muralha de quatro paredes...
Sorrisos...risos
Olhar de soslaio
Risos... Sorrisos.
TU é CArinho!
Minha menina que coisa linda.
Vem descendo pela avenida.
Corpo escultural,
Menina monumental.
No rosto brilha sorriso meigo.
Seu coração ameiga.
Os olhos um mel avermelhado
De um quase lustroso amendoado
Na alma a beleza estonteante
Isso eu posso dizer
A isso eu chamo conhecer
Natasha filha minha
Te amo minha toda linda..
Eu lembro de você!
Lembro-me das manhãs ao acordar
Seu corpo nu a me olhar
Lembro-me da sua boca em minha boca a beijar
O eco do falar de sua frase a me tocar
Frase que saía da boca, mas que antes a alma expelia.
- “Paixão, hoje eu já te disse que amo você”?
Lembro-me dos versos cantados
Do dedilhar do violão
Ainda lembro!
Seis meses no tempo passou.
E no coração somente saudade ficou.
Quando cumprimos a nossa tarefa evolutiva aqui na terra, o corpo ao pó volta, mas a alma não.Ela é eterna. Um presente de Deus.
Sinto falta do abraço molhado
Do respingo trolado
Eu respiro dobrado.
Sinto falta do corpo colado
Suor marinado
Lábios molhados
Sinto falta do mexer
Do estimular
Do esquentar
Do enriquecer
Sinto falta dos seus lábios
Moço do sorriso largo
Do cabelo platinado
Que do céu não pode descer.
O que fazer quando o corpo está em um lugar, a mente está em outro e o coração vagueia sem rumo, arrastando-me para o marasmo?
Seu corpo é só o seu cartão de visita, o que importa mesmo é o seu caráter, sua essência, fidelidade e lealdade.
ANA SÍLVIA
o mar engoliu seu corpo,
numa manhã dominical,
o mar lambeu seus desejos...
o mar comeu seu sonho...
o mar bebeu suas paixões...
o mar levou seu olhar
cheio de promessas...
a primavera de um porvir
cheio de flores...
o mar também se apaixonou
e fez mais uma sereia...
ah, mas se eu sonhei demais
não foi só culpa minha
seu corpo fomentou a minha fantasia
e se eu quis ser feliz perdoa
nunca mais vou sonhar assim,
nunca mais vou querer ser feliz
nunca mais vou pensar
que a vida pode ser boa
AÇUCENA
Um dia eles se casariam,
Mas o rio levou seu corpo
E das rosas que ela colhia
Às margens do rio
Germinou açucena...
Ele ficou tão triste,
Que virou poeta
E quando morreu
Transformou-se em beija-flor
E sai as margens do rio
Beijando as flores,
Procurando Açucena.
EPÍSTOLA APOCALÍPTICA SOBRE ESSA BOLHA DE OCEANOS
Não fosse eu um corpo etéreo, um alien grafite,
Na nebulosa; labirinto intracelular cósmico,
Um vírus, um bacilo no azul marinho gasoso
Da inviável via láctea, efêmera vaidade,
Desfilando colar de constelações
E jogando poeira de estrelas nos nossos bolsos...
O terror cósmico dessa solidão intergalática,
Trazendo auroras boreais
De tempestades solar apocalípticas...
Rebelde sagitário se dilui na acidez sideral
E júpiter se avoluma em gases, aqui no meu quintal...
Atormenta-me a fobia de te ver na esquina,
pefil frágil e andrógino,
Túnica lilás, bastão incandescente e cabelos de ouro,
Cantando “chuva púrpura” profetizando um armagedom,
Fazendo-me imaginar,
Praga, New York e Belford Roxo, roxas de melancolia
Solidão e medo da alcaida,
E possíveis ataques norte-coreanos...
Mas não é isso que me leva a consultar
O zodíaco e previsões climáticas,
Que me fazem supor catástrofes e cataclismas
Sobre a caatinga esparsa e escaldante
De Jericoacoara e quixeramobim...
Se eu não fosse essa lua de insegurança,
E assimilasse ensinamentos de epístolas, salmos
E o sermão da montanha...
Mas sou apenas um cervo feérico, numa floresta primitiva,
Contemplando estrelas sob a noite eterna
Há mil anos luz de um dinossauro,
Tentando entender a ternura débil e insana de um t-rex
Estudando a sua caça e farejando sangue
Percebo que o que me sustenta sobre esta esfera,
Sobre esta bolha de oceanos,
Que viaja trágica e inconsequente,
Entre meteoros, meteoritos e cometas reluzentes,
Na harmonia do sistema planetário
E no descompasso de moléculas de hidrogênio e oxigênio
Realizando o milagre da vida...
Ainda é essa eterna e inexplicável força estranha...
BRISA SUAVE
Quando o fogo consumiu
O corpo de Joana D’Arc
Uma brisa suave soprou
Para aliviar todos os espíritos,
A dor de todas as almas,
Que viram suas glórias
Nos campos de batalhas...
Aquela cinza se espalhou
Sobre o solo francês,
Germinando bravos guerreiros...
Sua espada brandiu em outras mãos,
Venceram outras batalhas,
Fazendo surgir uma França
Justa e gloriosa...
