Constrangimento
Para evitar constrangimentos futuros é melhor não alimentar
esperanças em algo que está longe de sua capacidade acional.
Todas as vezes que você exige algo de alguém, colocando-o sob o constrangimento de dizer não, você está praticando um abuso.
Exigir algo de alguém não é necessariamente um abuso. No entanto, quando a exigência é feita de forma a colocar a pessoa em uma situação constrangedora caso ela diga não, isso pode ser considerado uma forma de abuso emocional. Isso ocorre porque a pessoa se sente pressionada a ceder à exigência, mesmo que não queira, por medo de ser julgada, rejeitada ou sofrer outras consequências negativas.
Importante:
É importante ressaltar que este é apenas um exemplo. Existem muitas outras situações que podem ser consideradas abuso emocional, dependendo do contexto e da relação entre as pessoas envolvidas.
Momentos da história em que nos transformamos em transtorno e constrangimentos... Não, não é desdenho, mas sim a vida nos falando que estamos em um caminho errado;
Corrija sua consciência moral antes que surja algum constrangimento decorrente da manifestação da ignorância mental.
Obrigado ao constrangimento,
Sou grato pelas humilhações;
A difícil fase, face ao descontentamento,
Cria e resolve as perseguições.
E criará...
Família.
Não é quem divide sangue. É quem divide silêncio sem constrangimento.
Quem fica quando não sobra nada bonito pra oferecer.
Quem te chama à razão sem te diminuir.
Quem segura a barra quando você já largou tudo por dentro.
Família não é perfeita, é funcional.
Se dói o tempo todo, não é laço, é peso.
Se exige que você se apague, não é amor, é controle.
O resto é discurso pra enfeitar abandono.
Com certeza um dos maiores constrangimentos possíveis na vida contemporânea é não ser cutucado de volta.
O constrangimento que faz o artista criar a obra de arte, que é o seu universo. No princípio, Deus foi constrangido pelo tédio e criou o mundo. E o Diabo, constrangido pelo tédio celestial, criou a liberdade.
Quando vimos ao mundo, vivemos de modo direto e sem constrangimento as nossas necessidades físicas e psíquicas. Se não nos dão leite, choramos e gritamos. Fazemo- lo também quando as fraldas estão molhadas. E exprimimos diretamente o nosso desejo de contato físico e de calor humano. Freud chama a este "princípio de prazer" “id”. Quando somos bebês somos quase apenas “id”. - Continua! - O “id” está presente em nós durante toda a vida, mas pouco a pouco aprendemos a controlar os nossos desejos e a adequar-nos às circunstâncias. Aprendemos a adaptar as pulsões instintivas ao "princípio de realidade". Freud diz que construímos um eu (ou ego) que tem esta função reguladora. Mesmo se desejamos algo, não podemos simplesmente pôr-nos a gritar até que os nossos desejos ou necessidades sejam satisfeitos.
As convenções morais do mundo externo parecem ter penetrado em nós e terem-se tornado parte de nós. A isso chama Freud “super-ego”. - Queria dizer consciência? - Num passo, Freud diz efetivamente que o Superego se coloca perante o Eu como consciência moral. Mas aquilo que importa a Freud é que em primeiro lugar o superego nos dá sinal de si quando temos desejos "indecorosos" ou "inconvenientes", principalmente se se trata de desejos eróticos ou sexuais
Falar em Deus ou orar, ainda, continua a ser motivo de vergonha, constrangimento ou repulsa para muitos.
Perdoe-me
Nunca tive a intenção de causar-lhe tanto desconforto
Constrangimentos
Traumas
O fato foi que eu errei
Eu exagerei
Fui inconsequente
Absurdamente infeliz
Não enxerguei as tuas insatisfações
Nem me dei conta do tamanho das minhas indelicadezas
Nada que eu fale explicaria minha verdade
Devo ser mesmo um ser humano cruel
Talvez eu seja pior que isso
Talvez eu seja um aprendiz de poeta
Um poeta amador
Aquele que não sabe fingir que sente dor
Pode ser também que eu tenha um coração devasso
Um coração repleto de poemas não lidos
Será que é uma reação do que eu sinto sem saber que sinto?
E se eu for um insensivel?
E não tenha percebido
O teu grito
O teu desespero
A tua dor
Muitas vezes, agimos por falta de razão ou CONTENÇÃO
Por isso perdemos a capacidade do equilibrio.
O senso do ridículo
Acredito que eu não seja tudo isso
Eu apenas cometi enganos e desenganos
Tudo foi por força dos meus desejos
Mas posso melhorar
Preciso melhorar
Vou desde já rasgar meus versos atrevidos
Conter meus impulsos
Policiar minhas atitudes
Despoetizar meus afetos indevidos
Perdoe-me,
Por ter sido demasiadamente intenso
Por ter roubado.
Tua paz
Teu olhar
Tua poesia
E toda inspiração
De verdade...
Perdoe-me,
Por perder a noção de tanto mal que lhe causei.
Um jornalista perguntou a Madre Teresa: “A senhora não experimenta um certo constrangimento quando as pessoas dizem à queima-roupa que a senhora é santa? “ – Este é meu dever, e também o seu.
Alguém avisa para os seres humanos que envelhecer não é nenhum constrangimento muito menos pecado, envelhecer é uma dadiva de Deus
Tempo de amor
Tempo de recompor
Tempo de novo tempo
Lamento por qualquer constrangimento
Falo de sentimento e outras coisas que deixo guardado aqui dentro , um sentido de viver na direção do meu prazer
