Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
O meu povo, o meu viver, porque para isto tenho nascido e mais do que isto é apenas uma historia que só se completa quando partir. PORTUGAL
carrega-mos dentro nós uma culpa ate a eternidade. Eu não consigo esquecer, porque entre o sono e o sonho tudo em mim é real.
Nas paredes as minhas pinturas tentam dar vida ao espaço, mas uma nuvem negra toma cada um dos visitantes e alguém entre eles lembra se de cobrir uma das minhas telas com um tecido negro o meu ultimo auto-retrato, que acabara de ser coberto.
Considero tudo que ouço.
Falo o mínimo sobre o que penso.
Se ouvir é uma virtude,
deixar de falar é uma ventura.
Nós sofremos porque nos afastamos de DEUS, mas se vc estiver com DEUS e estiver com uma vida nada boa, lembre-se que é nessas horas que você deve mostrar que crê realmente em DEUS. E que a vida de quem crê não é só no mar de rosas mais temos que andar nos espinhos pra saber-mos se temos FÉ.
“Minha perdição”
A desgraça de uma vida poética é ter seus atos enxergados de forma vil e barata, onde os aplausos não valem nada.
O convite para o belo banquete, a cobiça veemente, a ausência que se sente é a loucura proseando calmamente.
Os talheres prateados estão espalhados pela grandiosa mesa e seus convidados são aqueles que refletem sua imagem na prataria cara.
Olhe ao redor e veja uma vida fadada aos anseios dos idiotas, semelhante à velha anedota que só faz rir os inocentes.
A ironia do desperdício de palavras sensatas é como a bela flor pisoteada, aviltada e depositada de forma sutil naquela alma lavada.
Os ladrilhos já não estão sob meus pés, a caminhada na qual te falava deixou há tempos de ter sentido,nada mais afeta meus anseios.
As vozes que ressoavam em meus ouvidos conseguiram acalmar meu ímpeto incontrolável, foi como tempestade que dissipa em um piscar de olhos; neste instante a calmaria é minha glória.
Prisioneiro do amor.
Parece existir uma força superior a me dominar.
Como correntes invisíveis a me aprisionar.
Sinto-me assim acorrentado a ti.
Sem nenhuma saída, pois, não consigo fugir.
Sou prisioneiro de um sentimento chamado amor.
Que não sei porque vive a me castigar.
Dizendo que para ser feliz é preciso aprender a amar.
De viver nessa prisão eu nem reclamo.
Mas se for necessário gritar gritarei.
Ariele eu te amo, e amor igual ao teu jamais encontrarei.
Lagrimas de uma saudade
Parar cada sorriso de felicidade
Cada emoção, cada alegria,
Havera com certeza um dia
Uma lagrima de saudade
Lagrimas de uma saudade
De alguém... de algo ou de um dia
Seja como for...
Pra sempre vamos sentir...
As lagrimas do coração por essa saudade...
Strawberry Fields Forever.
E era impossível colocar um ponto final em uma história que nem sequer obteve vírgulas.
ahhh o amor!
As mídias vendem o que lhes oferecem e despejam sobre todos nós uma visão caótica, que nos intoxica dia a dia com seus conteúdos.
Compete aos humanistas uma reflexão das palavras que se estão a fermentar dentro deles mesmos para salvação da própria humanidade. Por vezes tudo parece tão vago, mas temos que considerar que é no sentido exato do vocábulo “vago”, que reside a própria ignorância. Desta forma, então vamos combate-la com a criação de bases estáveis de sustentação que erguem os blocos globalizados.
Afinal, que idéia tem hoje um artista sobre arte? Será que arte é apenas pintar uma tela, escrever um poema ou outra coisa qualquer que a envolve? Porque será que os artistas estão tão dispersos e ao mesmo tempo tão desanimados ao ponto de desacreditarem de seus potenciais? Será que a criação de um movimento não tem mais finalidade?
Quando me absorvo na análise destas perguntas, afim de obter respostas satisfatórias, tento trazer em mente outros tempos. Tempos esses, não muito distantes, que um movimento artístico fazia muito sentido, de forma que chegava a abalar as bases das velhas civilizações.
