Conselho para uma Pessoa Orgulhosa

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Viver já é uma vitória digna de toda gratidão. Agradeço a Deus por me conceder a oportunidade de poder compartilhar um oceano de conhecimentos diariamente com cada um de vocês todos os dias.

A palavra constrói uma mente livre, e esta, por sua vez, rompe todas as correntes.

O homem perigoso não é o que empunha uma espada,
mas o que destrói mentiras, sistemas e ideias corruptas.⁠

A verdadeira adoração não está ligada a um lugar, a uma música ou a um momento específico, mas a um estilo de vida. Adorar é viver em obediência diária, é permitir ser moldado pelo Oleiro, é andar em unidade e refletir Cristo em tudo.Isaías 29:13 nos alerta sobre uma adoração apenas externa, de aparência, que honra a Deus com palavras, mas está distante em essência.Entretanto, a verdadeira adoração acontece quando nossa vida se torna um altar, quando nossas atitudes glorificam a Deus e quando entendemos que não somos nós que O moldamos, mas somos transformados por Ele.

Que as nossas vidas sejam uma brasa ardente, dispostas a queimar por Cristo.

Se Elias tivesse mantido os olhos apenas em Deus, teria pedido a morte debaixo de uma árvore por causa das ameaças de Jezabel? A depressão nasce quando a pressão das circunstâncias sufoca a esperança, e o medo começa a falar mais alto que a fé. O profeta que fez fogo descer do céu agora tremia sozinho numa caverna, porque até homens usados por Deus podem desmoronar quando a alma perde forças para confiar.

Boa educação e bons valores familiares ajudam, mas não garantem uma vida sem corrupção... A palavra final sobre as tuas decisões vem da tua índole, a tua causa interna.

Numa sociedade onde o social é sinônimo de festa, bandalha e libertinagem, socializar se torna uma questão de princípios!

Às vezes o individualismo não é uma escolha! É uma imposição! Como socializar com seres que já abandonaram a humanidade?

Atualmente, pensar é uma realização! Raciocinar é transcender! E humanistas são exceções num mundo cheio de egoístas!

Na sociedade capitalista, todos somos produtos rotulados e pertencentes a uma marca, fugir disso é pirataria!

Construir uma marca dá trabalho. Não construir uma dá ainda mais.

Existe um jardim no meu coração, e nela surgem várias flores, mas só uma é a verdadeira flor.

Não alcançamos o céu de uma vez; subimos por pequenas escadas chamadas escolhas.

A Presciência de Deus e a Responsabilidade Humana


Uma Defesa Contra a Predestinação Incondicional


Pelo Teólogo Jalison Santos




Introdução


Entre os maiores debates da teologia cristã está a discussão sobre a salvação do homem. De um lado, o calvinismo sustenta que Deus, por Sua vontade soberana, escolheu alguns para a salvação e deixou outros destinados à condenação eterna. Do outro lado, o arminianismo defende que Deus oferece graça a todos os homens e que a salvação é recebida mediante a fé.


Ao analisar as Escrituras, defendo que Deus não predestinou indivíduos para o inferno nem escolheu arbitrariamente quem seria salvo. Antes, Deus, em Sua onisciência eterna, conhece antecipadamente aqueles que responderão à Sua graça por meio da fé.


A presciência divina não causa os acontecimentos; ela apenas revela o perfeito conhecimento de Deus sobre todas as coisas.




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I — A Presciência Divina Não É Determinismo


Os defensores da eleição incondicional utilizam frequentemente:


\text{Romanos 8:29: Porque os que dantes conheceu, também os predestinou...}


O termo grego utilizado para “conheceu” é:


> προγινώσκω (proginosko)






Que significa:


conhecer de antemão;


saber previamente;


possuir conhecimento antecipado.




O texto não afirma que Deus obrigou alguém à salvação. O versículo apenas declara que Deus conhecia antecipadamente aqueles que estariam em Cristo.


A predestinação mencionada por Paulo não trata da escolha arbitrária de indivíduos para céu ou inferno, mas do propósito eterno de Deus para aqueles que creriam.


Assim, a presciência pertence aos atributos naturais da onisciência divina. Deus sabe todas as coisas sem necessariamente causá-las.




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II — Deus Não Predestinou Homens Para a Condenação


Se Deus tivesse criado homens exclusivamente para serem condenados eternamente, isso levantaria sérios problemas quanto à justiça e ao amor divino revelados nas Escrituras.


A Bíblia afirma claramente:


Deus deseja que todos se salvem;


Cristo morreu pelo mundo;


o evangelho é oferecido universalmente.




Paulo declara:


> Deus quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade.






Pedro também escreve:


> Deus não quer que ninguém pereça, mas que todos venham ao arrependimento.






Portanto, a condenação não ocorre por um decreto eterno irresistível, mas pela rejeição consciente da graça oferecida por Deus.




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III — João 3:16 e o Alcance Universal da Graça


Um dos maiores testemunhos contra a limitação absoluta da graça é encontrado nas palavras do próprio Cristo:


\text{João 3:16: Porque Deus amou o mundo...}


A palavra grega utilizada para “mundo” é:


> κόσμος (kosmos)






Que, em seu sentido natural, refere-se à humanidade, ao mundo inteiro.


Logo, o amor redentor de Deus não foi destinado apenas a um grupo secreto de eleitos, mas revelado ao mundo.


O texto continua afirmando:


> “todo aquele que nele crê”.






A condição apresentada não é um decreto oculto, mas a fé.




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IV — A Graça de Deus e a Resposta Humana


A salvação é inteiramente pela graça. Nenhum homem pode salvar-se a si mesmo. Entretanto, a graça divina não elimina a responsabilidade humana.


Deus chama.
O homem responde.


Deus oferece salvação.
O homem pode aceitar ou rejeitar.


A existência de convites universais ao arrependimento demonstra que há verdadeira responsabilidade moral no homem.


Se não existisse possibilidade real de resposta, os convites bíblicos perderiam seu sentido.




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V — A Harmonia Entre Soberania e Livre Arbítrio


A soberania de Deus não destrói a liberdade humana.


Deus continua soberano mesmo permitindo que o homem faça escolhas reais.


Seu conhecimento eterno contempla todas as decisões humanas sem anulá-las.


Assim:


Deus é soberano;


o homem é responsável;


a graça é necessária;


e a fé é o meio pelo qual recebemos a salvação.






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Conclusão


A doutrina da predestinação não deve ser interpretada como um decreto arbitrário que condena homens antes mesmo de nascerem.


A presciência divina revela o perfeito conhecimento de Deus sobre aqueles que responderão à Sua graça.


Cristo morreu pelo mundo.
A graça foi oferecida a todos.
E todo aquele que crer será salvo.


Portanto, Deus não escolheu alguns para a vida e outros para a perdição eterna. Antes, em Seu amor, ofereceu salvação universal por meio de Cristo, preservando tanto Sua soberania quanto a responsabilidade humana.


— Pelo Teólogo Jalison Santos

"Sempre haverá uma dor...incurável."

Sobre o amor:
O amor é uma companhia entre os dois.

Há coisas caras que não tocam o coração, enquanto uma simples lágrima pode valer uma vida inteira de aprendizado.

Uma mãe, longe, chora… mas a filha sente como se morresse a cada lágrima.

Mãe e filha são uma só dor quando a distância insiste em separar.