Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
"A ambição da esquerda é reduzir o ser humano a uma coleção de ressentimentos, medos e apetites."
Roberto Motta
@rmotta2
Fique certo de que, quanto mais uma alma é querida por Deus, tanto mais deverá ser provada. Por isso, coragem e sempre para frente!
É através dos erros que aprendemos a acertar.
Cada tropeço carrega uma lição, cada queda ensina a levantar mais forte. A vida não exige perfeição, ela apenas nos dá novas chances de crescer, amadurecer e seguir em frente com mais sabedoria. Porque quem nunca errou, também nunca descobriu o verdadeiro valor de um acerto.
Ian N.T
Um dia desses,
quando eu estiver embriagada
Lhe mandarei uma mensagem
Direi tudo o que penso
Direi tudo o que sinto
Você promete fingir que não leu?
A mente é como uma agulha coberta de lama, e Deus é como um ímã. A agulha não pode se unir ao ímã a menos que esteja livre de lama.
Tudo tem uma última vez na vida, mas sabe qual o engraçado de tudo isso?
São poucas, muito poucas, as coisas na qual você vai saber que é o teu último toque. escassas, as vezes que você vai saber do último "tchau" que deu a quem ama. Quase nula, as vezes que você saberá ao guardar o seu brinquedo, que é a última vez que brincará. Irrisórias, as vezes que você vai saber que este será o seu último dia nessa terra. Tão insignificante, as vezes que saberá que é a última vez que escuta uma música, que sai com seus amigos, recebe um presente de sua vó, faz uma festa de aniversário ou simplesmente sente o calor de um abraço.
Por isso, ouçam-me:
dancem mais, cantem mais, corram mais;
abracem, beijem, chorem, gritem, festejem mais;
saiam mais de casa, vejam mais, ouçam mais, criem mais memórias.
Aproveitem cada dia, sabendo que ele verdadeiramente, pode ser o último de suas vidas.
**Entre Dois Amigos**
Augusto olhava a noite pela janela com uma inquietação difícil de esconder. Havia em seu silêncio uma espécie de fadiga antiga, como se carregasse pensamentos que já haviam amadurecido demais dentro dele. Depois de alguns instantes, falou em voz baixa:
— Há uma coisa que me inquieta profundamente: a sensação de que nascemos para uma única forma de existência e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava lentamente o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
Augusto manteve os olhos voltados para a rua vazia.
— Falo daquilo que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
O silêncio que se instalou não era desconfortável. Havia nele certa reverência, como se ambos reconhecessem que algumas reflexões exigem espaço antes de serem tocadas novamente.
Augusto prosseguiu:
— Talvez o grande problema seja esse desvio constante. Nascemos artistas, não apenas no sentido do ofício, mas na maneira de perceber o mundo. E, no entanto, passamos a vida tentando nos adaptar a papéis: marido, cidadão exemplar, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos com atenção.
— E você acredita que isso seja um erro?
— Não exatamente um erro. Talvez uma incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a própria essência.
Miguel recostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive completamente fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço por isso.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu discretamente.
— Isso soa mais como orgulho do que filosofia.
Augusto negou com serenidade.
— Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. Trata-se apenas de reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos nos encaixar à força, alguma coisa em nós acaba se rompendo.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso breve, quase cansado.
— Tentei. Com disciplina, inclusive. Acreditei que bastava insistir, repetir hábitos, cumprir funções… como um ator aprendendo um papel.
— E o que aconteceu?
— Percebi que a vida, quando não é verdadeira, transforma-se num teatro sem plateia.
Miguel permaneceu em silêncio por alguns segundos antes de responder:
— Talvez todos estejam representando. Alguns apenas têm mais consciência disso do que outros.
— A diferença — disse Augusto — é que certos homens sabem que jamais poderão sair do palco.
— E você se considera um deles?
Augusto desviou o olhar para a rua escura.
— Sei que não consigo viver longe daquilo que me constitui. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas exige tudo em troca.
Miguel assentiu lentamente, absorvendo aquelas palavras.
— E não existe conciliação possível?
— Existem tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, agora mais denso e mais humano.
Depois de algum tempo, Miguel falou novamente:
— É curioso… o mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que existe algo essencial que nos define.
Augusto voltou-se para ele com calma.
— Não insisto. Apenas reconheço.
— E quem não reconhece isso?
— Talvez viva melhor.
— E você prefere o quê?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo sobre a mesa.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo antes de concluir:
— Nesse caso… talvez não sejamos artistas.
Augusto olhou para ele com uma serenidade quase melancólica.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez naquela conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.
O conservadorismo masculino é uma dissonância cognitiva: homens ensinados a acreditar no próprio protagonismo entram em conflito com a realidade de que mulheres são tão ou mais capazes que eles. Para tentar preservar o ego e a crença sobre a própria identidade, tentam reforçar ideias machistas, mesmo que sejam distorções da realidade
A Bíblia é como uma espada forjada pelo próprio Deus, feita de um material indestrutível, a verdade eterna.
Mesmo que receba golpes, críticas ou tentativas de distorção, não se quebra, porque sua essência não é humana, mas divina.
Quem a empunha, encontra força, defesa e clareza em meio às batalhas da vida.
A visualidade da aparencia é bebida como o ultimo copo d'água.
É uma luta constante para mostrar ao outro uma imagem que você nega a si mesmo.
Quando tudo acabar e vai acabar, nos juntaremos ao infinito.
Acompanharemos o tempo como uma mãe acompanha seu filho....
Acorde a hora que desejar, saia pra onde quiser e puder, com pessoas ou sozinho, dance uma música que você escolha ou não dance, faça e assuma as consequências ou não faça. Aprenda, ninguém vai viver sua vida por você, ela é única, é um único disparo com várias possibilidades.
A visualidade da aparência é querer de forma forçada mostrar para o outro uma imagem camuflada, onde a real está escondida negada por si próprio.
A falsidade é uma forma de ser tão deplorável pôs ela mostra que a verdade definida por você sobre alguém, algo ou qualquer coisa é ocultada pelo simples fato de você não conseguir ser, falar ou agir da forma que realmente queria.
Acenda a lamparina, um lampião, a lanterna, uma vela ou mesmo um fósforo.
Se olhe no espelho arrume o cabelo, ajeite o sorriso, um que seja simplório.
Saia pra andar, correr, pensar, sentir, não se prenda a sua cruz.
Saia do escuro espante a solidão que tenta te abraçar enquanto apaga sua luz.
Quem define o que é certo ou errado é Você. Fazer o que se quer é uma decisão imparcial. Se esse fazer não for oprimir ninguém, a ninguém fará mal.
