Conselho para uma Pessoa Orgulhosa

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Achava que era uma forma de amor!

Porém, o amor verdadeiro não desaparece, não se finda.

Crença era de que era real, até que me deparei com muitas falsidades.

Nunca considerei que fosse uma ilusão, dado que parecia tão clara diante de mim.

Não era amor, já que o amor é compreensivo e não prioriza a si mesmo.

Não era, pois o amor envolve colaboração e troca.

Não era, pois quando é amor, sempre encontramos maneiras de resolver quase tudo, já que o amor é capaz de enfrentar qualquer desafio.

Acreditei que fosse, mas estava errado, porque quando é amor

Não se apaga

A ilusão se desfez e revelou a verdade.

O que pensei ser amor não era mais do que um reflexo de meus próprios desejos.

Mas aprendi que o verdadeiro amor é paciente, não busca interesses próprios e tudo suporta.

É parceria e reciprocidade, um equilíbrio que fortalece e não destrói. Agora, com essa experiência, posso reconhecer o amor verdadeiro quando ele aparecer. Já apareceu, você!

Honrar a saúde é honrar a vida e cuidar uma ciência sagrada.

Sou uma criança que envelheceu


Eu sempre quis meus brinquedos
mesmo que velhos e quebrados fossem.
Sou apenas uma criança
num corpo exausto de velho
que não resiste a uma boa gargalhada
sou assim mesmo...
(uma criança cheia de sonhos)


OLIVEIRA, Marcos de. Sou uma criança que envelheceu. In: OLIVEIRA,
Marcos de. Tristeza por Borboletas. Porto Alegre: Alcance, 2012. p. 16.

Primavera chegou!!!
A primavera é sempre radiante, é como uma criança cheia de vida, de cores, que nós traz esperança, renovação e fé que tudo vai florir em nossas vidas.
Gratidão Deus pelo meu filho João Arthur, o que seria de mim depois da morte da minha mãe em 2022, se não fosse meu pequeno grande homem, como ela o chamava. Ainda estou aprendendo a te criar, mesmo com tantas falhas e incertezas, saiba que hoje vivo porque Deus me deu você, e isso me basta, para lutar a cada dia para ser melhor como pessoa, como sua mãe e te dar o melhor meu filho. Grata, grata, grata.


22/09/2025

Era uma vez um quase-amor... Intenso, confuso, bonito, mas mal vivido. Não faltava sentimento — faltava coragem. Ela amava com presença, ele respondia com ausência. E nesse vai e vem, perderam um ao outro sem nunca terem se tido por inteiro.

Ela foi embora pra se proteger. Ele ficou, tentando disfarçar saudade com distrações. No fim, o que restou foi silêncio onde havia conexão, e um “poderia ter sido” que pesa mais que qualquer adeus.⁠

Cada vez que você se retira, mesmo devagar, recupera uma parte de si que estava perdida.

A verdade é so uma, mas tem três rostos.

Reflexão de uma mãe atípica, mãe solo:


Sabe o que é luxo mesmo?
Não é ter a última moda no guarda-roupa, nem viajar para lugares caros ou andar em um carro importado.
Luxo, para mim, é algo que a maioria das pessoas nem percebe que tem.


Luxo é conseguir tomar um banho demorado, sem precisar deixar a porta entreaberta com medo de não ouvir meu filho.
É conseguir sentar para tomar um café quentinho, sem precisar levantar correndo porque meu filho precisa de mim.


Luxo é ter com quem dividir as responsabilidades; mas, sendo mãe solo, muitas vezes o peso é só meu.
É desejar, por um instante, que alguém segure minha mão.
É ter com quem compartilhar a alegria das pequenas conquistas que, para o mundo, podem parecer simples, mas para nós significam um universo inteiro.


Luxo é ver meu filho feliz, se desenvolvendo no tempo dele, e sentir que, apesar das batalhas, estou conseguindo ser o porto seguro que ele precisa.
É poder respirar fundo e encontrar um pouco de paz, mesmo no meio do caos.


Para mim, luxo é acolhimento.
É respeito.
É empatia.
É sentir que a vida pode ser leve, mesmo quando os desafios tentam nos dobrar.


O resto? O resto é detalhe.
Porque o verdadeiro luxo de uma mãe atípica e solo é ter força, amor e coragem renovados todos os dias.

Numa noite de festa, as pessoas brilhavam como estrelas, e haviam muitas estrelas.
Mas somente uma iluminou meus olhos naquela noite, como ela se chamaria ?
Mesmo distante dela, seu sorriso iluminava meu dia.
Como ela se chamaria ?
Seu nome não sabia, mas a chamaria, de motivo de minha alegria;
E com certeza, entre milhares de constelações, essa estrela eu amaria.

⁠O tempo é um relógio que bate ao prolongar da vida tic tac invisível, mas uma coisa que aprendi com os girassóis é que até a espera se transforma em luz.

Vejo quem diz abraçar a causa animal, mas todo dia esmaga uma formiga.

o abandono de um pai é uma consequência que levamos para a vida toda,
por não receber um amor paterno achamos que o tratamento mais básico de um homem é aquele que nos faz sentir "a mulher mais sortuda do mundo"
e até a gente saber de verdade oque é ser a mulher mais sortuda do mundo,levamos muita porrada da vida,por culpa do amor paterno que jamais foi nos dado.

seus olhos castanho-escuros
me lembram uma noite estrelada.

O pecado é a resposta do mal a uma vida sem comunhão e serviço a Deus.

Parece que foi ontem... porque a mesma turma de antes tenta sair do sarcófago com uma fantasia diferente, enquanto o cadáver continua o mesmo.

O mal tem muitas faces, e uma delas é ignorar o próprio mal!

A novilíngua em ação, mais uma vez, pela mente irreal e contraditória: A "democracia" se não for de esquerda é golpe, mas se o golpe for de esquerda é "democracia".

A ideia de Deus é gigantesca, mas a inexistência dele é um abismo sem fim, uma vida sem esperança... O vislumbrar no escuro.

Assim como um nariz tampado sufoca o corpo pela falta de ar, uma mente fechada condena-se, lentamente, à asfixia da própria alma. Quando a defesa de uma marca de aromaterapia espelha o fanatismo do futebol ou a rigidez da política, trocamos a essência pela identidade vazia. O bosque é pleno porque abraça todos os aromas. Em sua harmonia, ele nos sussurra a verdade mais simples: a melhor fragrância é a do respeito.

Às vezes, o amor parece uma dança entre luz e sombra. Na euforia dos primeiros momentos, os sorrisos são garantia de felicidade, mas com o tempo, as tempestades se tornam inevitáveis.


É nesse espaço impreciso que encontramos a tristeza, como um lembrete sutil de que cada relacionamento é um reflexo de quem somos.