Conselho para uma Pessoa Orgulhosa

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Uma cena que ninguém imagina,

Ela se passa amena, tranquila,

Poeticamente amanhecida,

No meio considerado como nada,

Mas todos querem estar lá,

Esbanjando celebração e vida,

Repletamente praiana,

Sobre a charmosa duna,

Que ninguém questiona ou duvida,

Tão tranquila cena,

O ninho das corujas, bem ali,

Um símbolo de glória e de sabedoria,

Morando muito bem na Praia de Salinas.



Em Balneário Barra do Sul,

Tudo se celebra:

o tempo, o mar e a vida,

Aqui tem mar azul,

E o céu de todo dia é motivo

Para escrever a nossa poesia.



Ali, logo ali, após as dunas,

Elegantemente esculpidas,

Por areias monazíticas,

Vejo o barquinho deslizando,

As gaivotas bailando,

Fazendo a festa da pescaria,

Logo, logo, chegará a Festa da Tainha,

- soberana

Ela que é a nossa rainha,

Festa do povo barrasulensse,

Que esbanja sorriso,

Poesia,

E intensa alegria.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A maré mansa no canal,

É como um verso sem igual,

Dá para sentir tudo...,

E uma vontade de desbravar

O oceano profundo do teu olhar.



O olhar castanho,

Repleto de canto,

Sorriso bonito,

Coração infinito,

E repleto de amor.



Temos a nossa embarcação,

Você é o pescador,

Eu sou a tua ditosa sereia,

E você é o meu amor,

Dois tripulantes da paixão.


Você

Que carrega no seu coração,

O caminho,

A rota,

Que te levam para mim,

Para Balneário Barra do Sul,

- o endereço do sossego

E do nosso amor sem fim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você que saiu em busca da poesia,

Ela surpreendeu te dando uma

rasteira,

E agora? Como encontrá-la?

Ela entrou e passou pelos teus poros,

Sobrevoando as

(dunas),

E agora, está escondida atrás dos cactus,

E bem agasalhada no ninho das

(corujas).



Você que não sabia nada sobre poesia,

Ela descoberta por meus pequenos versos,

Te seduziu com todas as plumas...,

Com o voo

(silencioso),

Macio e

(carinhoso),

A poesia entrou e passou,

Deixando a saudade inteira em você.



Sendo notada ou não,

Voa poesia voa,

Escreve até sobre a garoa,

Mas voa porque a vida é boa,

Não desista de mim não,

Não saia desse meu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A neve como um véu,

Recobrindo a cidade,

Parece até um veludo,

Dá uma grande vontade

De se refugiar do mundo.



Desceu sobre a neve

A estrela matutina,

Parecendo os teus olhos

Que a todos ilumina,

Linda como nos meus sonhos.



O que sinto não se traduz,

Brilha igual à ele,

Além de seduzir - reluz;

Sinal da minha sede,

Nada apaga essa luz.



A neve veludo sobre a cidade,

Que cativa de verdade,

Quero conhecer Moscow,

Ver de perto as origens,

Que me ensinaram a paz e o bem;

E o meu compromisso com a verdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Permitir-se apreciar

- um poema -

Voando pelo ar

É como deixar

- uma pomba -

Pousar na tua mão.



É a alegria a embalar,

- Invadindo o coração

Quem poesia pede,

- prosa faz

Poema comete,

- inspira

A alma de quem escreve.



O Brasil precisa de tudo:

De gente com disposição,

De mil reformas,

E de políticos com coração;

E sobretudo de novidade,

Que traga revolução.

Precisamos ter alma

- feito sucupira -

E para superar a crise:

precisamos ter determinação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Gera em mim mais uma vez,

Esse doce outono discreto,

Não nego jamais,

Eu te espero,

Ao passar de cada segundo,

Longe, mas não alheia;

O teu amor é a minha teia.

Girassol em flor,

Inigualável amor,

Adorado sem tabu, e sem pudor.


Riscam no horizonte,

Os primeiros raios,

São as tuas luzes,

Amor em verso,

Namoro em prosa,

Amor em chama.


Sábios são os teus poemas,

Chamamento celestial,

Horas em valsa,

Maré de contentamento,

Indissociável sentimento,

Tesouro do tempo,

Trazendo você para mim...


Sempre me supreendendo,

Carinhosamente,

Esculpindo a poesia,

- adormecida

Feito a duna ainda em grãos,

Aromas marinhos,

Do mar e do vento bailando,

- revolucionando

Um amor em construção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Repara nas minhas formas,

Espie às escondidas,

Estou aqui d'uma forma,

Jamais vista!

Esse meu jeito de menina...



Pelas fendas,

Pelas emendas,

Pelas dobras,

Acolha-me, aproxime-se;

Assim tu me enamoras!



Repara em mim...,

No meu jeito de menina,

Ainda descobrirei,

O quê mais te fascina...,

Você me ensina?



Pelas frestas,

Pelos cantos,

Pelo avesso,

Vire-me, e dobre-me;

Que eu enlouqueço!



Repara em tudo,

O quê sou capaz,

Repara-me inteira,

Longe de ser perfeita,

Por ti sou capaz de fazer,

Sempre, melhor e muito mais!

Inserida por anna_flavia_schmitt

As crianças brincando nas areias,

Na beirinha do mar,

Uma dádiva tão encantadora,

Não há como não admirar...



A vida, as marés e as suas fases,

Tão linda é a alegria,

- e o encanto

Que tu me trazes.



Essa crença enleva a minha fé,

E me dá força para amanhecer,

- resistir

E caminhar e me fortalecer.



Porque mesmo que atentem,

A Natureza mostra a sua força,

Assim aprendi a ser gente,

Com a força da Natureza,

Aprendi a ser valente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu só sei de uma coisa:
enquanto continuarem
com essa história boba
de intransigência tola,
jamais descansarei.

Não haverá trégua
de clamar a misericórdia
em nome do irrenunciável
e justo apego à terra.

Essa criancice de quem
começou me esgota,
e entendo que todos
começaram porque não
estou vendo ninguém
com iniciativa corajosa
de renunciar ao ódio como
propôs o procurador.

Não vou arredar mesmo
que no momento mal
consiga andar e ao pódio
não posso tão cedo pelas
minhas pernas chegar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O som deste poema é auto

de confissão de uma paixão,

A viola é a haste de letras

tão irisadas quanto doídas,

A vida poderia ter nos unido

de tanto que nos amávamos,

Os versos que saem em todos

os tons e o peito que alto

Se declara culpado por não

ter os desafios por ti enfrentado.





Bailarina da minha dor,

Poetisa sem rima,

Concubina da Literatura,

Declaro ao Universo:

- Eu te pertenço, ainda sou tua!



Profetiza de um amor,

Fiel sem pastor,

Colombina sem Pierrô,

Declaro ao Inferno:

- Eu vencerei a pena com louvor!...



O tom que grita este poema e auto

de confissão deste coração,

É viola que cairá nas mãos

do violeiro amado,

O exílio que te forçaram

nunca fará de ti um amor

Esquecido e deste peito apagado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Uma mulher
para impressionar
um homem
não precisa
de muito,
basta um
sorriso no rosto,
amor no coração
e seja qual for
a ocasião
estar vestida
de qualquer poesia.

Você me fez crer nisso...


E assim você me disse:
- O mundo é pequeno demais
para quem não desiste.
Se tenho inspiração
pelo corpo todo
eu não sei,
mas sei que o quê
faço bem é escrever,
e resto só conto
quando eu te ter.

Você me fez pensar em você...

Deslumbrantemente,
quem enxerga
beleza no caminho
merece me ter,
Pois é desse jeito
exato que você
irá me trazer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há nada

mais santificado

do que uma

vadiagem poética,

eu sou o quê

você procura

no meio

da bagunça

do seu coração.



Inspiro e respiro

aquilo que nutre,

e te traz fascinação.



Transpiro em verso

aquilo que sugere,

e te traz inspiração.



Não há nada mais

o quê ocultar,

escrevo poemas

para os lábios

teus abastecer,

e me incendiar

mais ardente

do que uma

vela no altar.



Seduzo em prosa,

aquilo que desejo,

e atrai por sedução.



Induzo em canto,

aquilo sem reverso,

e que já é paixão.



Não há nada

mais delicioso

do que uma fuga

do cotidiano,

eu sou o quê

te desafia,

e provoca

real encanto

trazendo revolução.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu te desejo

de uma forma

indescritível:

com ou sem

perfume,

fome de amor

e sabor de festa.



Você sabe


que eu sonho

virando
a última página,
e escrevendo
[a nossa]
daqui para frente
irreversivelmente.



Eu não sei

o seu nome,

Não sei onde

você mora,

Não sei da onde

você virá,

Não sei quando

e de que forma virá,

Mas só sei de uma coisa:

já fazes uma diferença

e uma falta danada.



Você sabe
que eu te desejo
arcando
com as últimas
consequências
de me dobrar
por você.



Póstero a se evidenciar

teleologicamente:
O quê você sente,
aquilo que escrevo
E nas horas embalar
o desejo a transbordar
Aquilo que sentimos
silenciosamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como uma onda caixote
do mar que não foi devolvido,
vejo os pertences remexidos,
o drama do jornalista só
é apenas um recorte
do que tem acontecido.

A maioria não liga
mesmo para isso,
sou tratada como
imigrante em minha
própria Pátria,
assim sigo isolada,
todo o dia só cresce
o sentimento de ridículo.

Como o nó da garganta
da filha que não vê há
quatro semanas o Pai,
muita coisa já não
mais me distrai,
porque sou a Mãe
da Mãe que não
obteve resposta,
no meu coração
carrego mais de um
General e a tropa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Prometo escrever uma canção:

Feita de areias, mar e paixão.

Para ser cantada pela morena

Nascida para a tua rota acenar,

E tomar conta do teu coração.



O Farol em dias de Sol,

E em noites de luar e calma.


Ao som de uma boa prosa

E malemolentes sambas de roda,

O vigia será sempre o Farol.



Chamego os versos para você:

Versos que ainda não escrevi

Ainda na Bahia eu não vivi.


O cheiro, o cafuné e o beijo,

E o banzo para embalar a alma.




O Farol da Barra que vive brilhar,

Do Céu provém a inspiração,

Eu sinto a emoção marulhar

Na Bahia de Todos os Santos,

O encontro na beira do mar.



Esqueço e deixo tudo para trás,

Jogo firme a rede no mar,

Sou embarcação para navegar

Sou o vento a enfunar,

O Axé, a poesia e a paz...



Disseram muitas coisas...,

O Forte é de Santo Antônio.

Ainda vou até a Bahia,

Encontrar este meu sonho.



Dizem quem já foi à Bahia,

Não se esquece mais;

Se enamora para sempre,

E não volta atrás.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Desabrochou a Lua repleta

como uma rosa branca,

A preocupação aberta e franca

de alguém que voltou a ser criança.



Altaneira missão concreta

como uma flecha pungente,

A alma não estancada

de um peito atravessado,

Fazendo a sua prece discreta.



Despontou a Lua inquieta

para roubar o sono do poeta,

Ao ponto de embalar a vontade

que não se dobra e não sossega.



Alvissareira canção que encoraja

porque um plano foi escrito:

A lembrança não o apaga

por tuas carícias penetrantes,

Revivendo como quem te abraça.



Desenhou o destino a teu gosto,

como quem rouba o juízo,

Despir a noite das estrelas

como que tira um vestido,

Amanhecer com você, eu preciso!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Às vezes percebo que

tenho vivido assim:

rumo à uma Pátria

desconhecida.

Mulheres rebeldes

fazem história

ou viram poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como uma estrela que dança nua

No teu íntimo Universo,

Tenho o sublime compromisso

De ser explícito desejo,

Para ser consumido por você

Sempre que te der vontade.



Entre nós habita uma magia

No nosso exílio submerso,

Vive um precioso engajamento

De ser liberdade

Sem rotina e sem cobrança,

Para vivenciarmos a liberdade.



Sem reverso e com contentamento

De subverter nossas rotinas,

Temos o gosto até pelo perverso

Não temos limite e pudor,

Absortos em nossas magias

Para brindarmos a cada momento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A madrugadinha

É uma felicidade

- Minha e tua -

Logo chega o logo

Bem de manhãzinha

- Manhosinha -

Depois da madrugadinha

- Carinhosinha -

Completamente tua e minha.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Vai a excelsa presença,

Perfumando uma rosa,

Roseando em prosa,

Versando Magna poesia,

Seguindo pela senda,

Cheia de Celi nostalgia,

Terminei de ler:

Amenidades Poéticas

- livro de Magna Celi.



Como quem sorri,

Poesia que se sente,

Respira, tateia e se veste;

Poesia que se importa,

Mesmo sem ter hora,

Para abrir a porta da mente.



Palavra que não desmente,

Letras em contas, que bordadas

Perfumam, trovam e provocam;

Amenidade poética, chave–mestra,

Ela vai ao ponto que te interessa:

Flor e pé de laranjeira, pé na Terra.



Com rimas de anjos,

E métrica dos arcanos,

- e toda a sabedoria da Paraíba

Contou em cada verso a sua vida,

Revelando um perfume agreste,

Àquele aroma que se tira das estrelas,

E que sensibiliza o humano e o celeste,

Inundando os mundos com todas as belezas.

Inserida por anna_flavia_schmitt