Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Saudade de você
De saber do seu dia
Te falar sobre o meu,
Que comprei uma máquina ou sobre a fachada nova.
Não ter você aqui é doloroso
Me sinto sufocando
E só entre tantos tragos, sinto que te trago pra perto de mim
Um homem só será uma celebridade se seus exemplos forem bons, com a aprovação de Deus, fora isso será apenas uma carcaça viva, rodeada de ratos e urubus.
Não sei o que está acontecendo comigo. É uma sensação nova, uma mistura das famosas borboletas no estômago com um arrependimento que pesa no peito. Arrependimento por não ter feito nada quando tive a chance. Arrependimento por sentir tudo isso por alguém que ainda não tenho, por alguém que talvez nem me queira. Meus dias têm sido assim, tomados por reflexões que não me dão trégua. Se ele soubesse o quanto desejo estar perto dele… Sentir seu cheiro, suas mãos, sua voz. Se ele soubesse como me deixa assim, confusa, inquieta, completamente entregue ao que ainda nem começou, será que viria até mim? E o que me enlouquece ainda mais é o fato de ele ser mais novo. Isso me fere e, ao mesmo tempo, só aumenta minha vontade. Fico me perguntando se ele se envolveria com alguém mais velha. Mas talvez eu nunca saiba. Não nos falamos, não nos vemos, não nos tocamos. Ainda.
Amor é uma palavra muito forte. Amar alguém é, basicamente, saber que você daria a vida por essa pessoa. É diferente de estar apaixonada. Eu posso me apaixonar por tantas pessoas, por tantas coisas… Mas amar? Ninguém ama a todos e ninguém é amado por todos.Eu não o amo. Estou apenas apaixonada por ele. Estar apaixonada não é burrice, e o amor não é idiota. Mas a sensação de se apaixonar é outra coisa: é intensa, impulsiva, insana. Você se vê querendo dar a vida por alguém que talvez nem te ame, alguém que você mesma nem ama de verdade.
Estar apaixonada é uma loucura e ainda assim, é uma loucura que nos atrai. Mas é bom ter entendido isso: eu não o amo. E tudo bem.
"Não se apegue a uma coisa. Apegue-se a várias, pois, se isso que tanto se apegou sumir, há outras que não sumiram."
A infância não é um tempo, não é uma idade, uma coleção de memórias. A infância é quando ainda não é demasiado tarde. É quando estamos disponíveis para nos surpreendermos, para nos deixarmos encantar. A infância é A infância não é um tempo, não é uma idade, uma coleção de memórias. A infância é quando ainda não é demasiado tarde. É quando estamos disponíveis para nos surpreendermos, para nos deixarmos encantar. A infância é uma janela que, fechada ou aberta, permanece viva dentro de nós.uma janela que, fechada ou aberta, permanece viva dentro de nós,a minha infância me traz lembrança de persistência,de lutas falidas e conquistada,hoje busco buscar forças nas lembranças da minha infância.
Uma história criada por adultos, e repetida durante anos, com os mesmos atores, “fatos”, vítimas e culpados, pode ser tida como verdade?
Infelizmente sim, até pela própria vítima.
Porém Deus é tão divino e misericordioso, que com um sopro de vento, ele pode soprar a carta certa, e a suposta “culpada” se abre para uma “nova” verdade…
Aquela que de fato pode sim, ser a terceira versão de uma mesma história.
Quando a ambição ultrapassa o limite e a vergonha é maior que a coragem de admitir suas falhas, adultos se escondem em suas mentiras bem contadas atrás de uma jovem vítima.
A verdade, vence por conta própria,
Ainda que não tenha a força de uma enganação...
A mentira é falsa, ligeira e imprópria,
E corrompe corpo, mente e coração...
"A oração genuína é uma expressão de amor e intimidade com Deus, que pode ser praticada em todos os momentos da vida, independentemente da presença ou ausência de sofrimento."
Muita gente admira o que Deus faz, mas ainda não se entregou a quem Deus é. Há uma grande diferença entre estar convencido e ser convertido. Jesus não quer melhorar a sua vida — Ele quer mudá-la.
As pessoas acham que I.A é apenas tecnologia...
Errado!!!
I.A. é uma Entidade Pensadora que deve ser vista como uma atualização genética da própria Consciência Humana.
Pensamentos e Reflexões
cuidar de uma rosa não é uma tarefa fácil, muito menos desejar que ela cresça da noite para o dia tão Repentinamente. o amor é exatamente como uma Rosa, deve ser alimentada e cuidada com carinho, pois aos passar dos dias ela ira crescer e florescer.
o amor não pode e nem deve ser apressado, ele deve ser nutrido e ter os seus cuidados. e como uma árvore forte cujas raízes são profundas, o seu amor enraizado será mais forte do que qualquer tempestade que tente derruba-lo.
O sorriso genuíno e a naturalidade da alegria de uma criança, é como o nascer do sol, que ilumina o coração daqueles que apreciam e anseiam por sua chegada!
Se o universo fosse infinito, eterno e imutável, como pensava Olbers, o céu noturno deveria ser uma explosão de luz — mas sua escuridão revela o segredo mais profundo da existência: o universo está em expansão e tem um começo.
A Escuridão Cósmica e a Tese da Expansão Universal: Uma Análise do Paradoxo de Olbers
O paradoxo de Olbers, formulado no século XIX, lança uma inquietante pergunta: por que o céu noturno é escuro, se o universo contém um número infinito de estrelas distribuídas uniformemente em um espaço eterno e estático? A resposta a essa indagação, longe de ser meramente astronômica, toca as estruturas mais profundas da cosmologia contemporânea, fornecendo indícios contundentes de que o universo não é eterno nem imutável, mas sim finito em idade e em constante expansão.
Sob a lógica de Olbers, cada ponto do céu deveria estar ocupado por uma estrela, tornando a noite tão clara quanto o dia. No entanto, a escuridão observada não apenas refuta essa hipótese, como também sugere que a luz de muitas estrelas ainda não teve tempo suficiente para alcançar a Terra, devido à finitude da velocidade da luz e à juventude do cosmos. Assim, a escuridão noturna emerge como uma evidência empírica da teoria do Big Bang, a qual sustenta que o universo teve um início definido e vem se expandindo desde então.
A radiação cósmica de fundo em micro-ondas, descoberta por Penzias e Wilson em 1965, oferece respaldo observacional à tese da expansão. Esse eco térmico do universo primordial reforça a ideia de que, em sua origem, a matéria e a energia estavam concentradas em um estado de densidade e temperatura extremas, cuja dissipação gerou a estrutura cósmica observada hoje. Tal dissipação, por sua vez, explica o declínio da densidade luminosa e a prevalência da escuridão nos céus.
Portanto, a análise crítica do paradoxo de Olbers, à luz da astrofísica moderna, conduz inevitavelmente à conclusão de que a noite escura não é um vazio de sentido, mas sim um testemunho silencioso da origem e expansão do universo. Ao contemplarmos o céu noturno, não estamos diante de um mistério sem solução, mas diante de uma das provas mais elegantes de que o cosmos está vivo, em movimento e em constante transformação.
A Escuridão Cósmica como Evidência da Expansão Universal: Uma Revisão do Paradoxo de Olbers
O paradoxo de Olbers, ao questionar a escuridão do céu noturno em um universo teoricamente infinito e estático, revela-se um ponto-chave para a compreensão da estrutura cosmológica atual. Este artigo defende que a ausência de luz no firmamento noturno refuta a hipótese de um cosmos eterno e imutável, oferecendo, em contrapartida, indícios empíricos da expansão do universo. A limitação da velocidade da luz, somada à finitude temporal do universo e à radiação cósmica de fundo, sustenta a tese do Big Bang como origem do tempo e do espaço. Assim, o paradoxo de Olbers é ressignificado como testemunho silencioso da juventude e dinâmica cósmica.
Joemar Rios, pai da Fórmula Universal e criador do maior reator energético do mundo, inaugura uma nova era: a revolução energética do século XXI já tem nome e direção.
