Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Poetizando
Um cantinho um violão
Uma rede pra balançar
A chuva a cair no chão
A mata pra se embrenhar
Um cavalo alasão
O sol rasgando o céu,
Na manhã de primavera,
A abelha fazendo o mel
Um mundo de cores e flor
Uma linda aqurela
Nuvens tal qual um véu
A singeleza do amor
A tez da manhã
O voou de um beija-flor
O espinho e a rosa vilã
Da mariposa a cor.
Se está pensando que não pode sair porque acha que é uma jovem senhora, saiba que está deixando de aproveitar a vida enquanto é jovem e quando for senhora, não terá mais tempo!
Há uma infinidade de situações na vida em que somos marinheiros de primeira viagem. É preciso perder o medo do novo e estar pronto em toda e qualquer situação.
Mais uma fria noite chegando,
o sol se pondo no horizonte.
Meu coração aqui, quentinho,
o peito aberto a sua doce espera,
para que nele repouse em sonhos
de estrelas cadentes, desenhando
os nossos nomes na escuridão da noite.
Não nos sujeitemos ao paralogismo, atenhamo-nos à validade lógica. Há uma tendência natural inerente à própria definição e ou conceituação do que é o vulgo uma propensão ao argumentum ad ignorantiam e, com isso, reiteradamente, ao argumentum ad ridiculum.
Às vezes, achamos que, quando as coisas não dão certo para nós (...), quando sofremos uma derrota, tudo terminou. (...) Não é verdade. É somente um começo. Sempre. (...)
Porque a grandeza vem não quando as coisas dão sempre certo para você, mas sim quando você é realmente testado, quando sofre alguns golpes, decepções, quando a tristeza chega, porque só quando se esteve no mais profundo dos vales é que se reconhece a magnificência de se estar na mais alta montanha.
Divagar sem pensar
Duas frações de segundos
Desatento a multidão
Onde vejo uma razão
Você no meu coração…
Um dos segredos da longevidade atrelada a uma vida feliz está em acolher, cuidar e amar ao próximo.
Não sei ainda bem o quanto de carinho que posso oferecer, mas, de uma coisa você pode ter certeza que quando eu estiver com você vou te proporcionar o melhor momento
No outono te quero amor
No verão quero queimadinha
Na primavera te quero uma flor
No outono te quero só minha
Canção d'amor sublime
Quero saciar tua sede
Mesmo à longa distância,
Uma lágrima de saudade
Vestida em tuas lembranças.
Teus versos d'amor sincero
Nesse frio da estação,
Me deixam toda contente
De robe ou mesmo roupão.
Desejos que vêm sutil
Me levam a fazer poemas
Preenchendo nossos espaços
Os sentimentos mais lindos.
Teus braços em minha cintura
Aconchego noite e dia,
Meu coração junto ao teu
Embalados numa canção
D’amor sublime, infinito.
Esta poesia é parte de um "Dueto" com o poeta Ademar Siqueira.
