Conselho para uma Pessoa Orgulhosa

Cerca de 265944 frases e pensamentos: Conselho para uma Pessoa Orgulhosa

⁠Homem vacilão tem uma forma infantilizada e imatura de administrar términos de relacionamento. Primeiro chora, lamenta, pede perdão, quer volta, jura amor eterno e promete que vai mudar. Estalqueia a ex dia e noite. Até se aproxima das amigas dela que jurava ser má companhia, como uma forma desesperada de estar perto. Depois finge que não tá doendo, faz tudo para despertar ciúmes, vai pra farra com os amigos, toma porres homéricos, mas chora quando toca a música deles. Manda as flores que durante todo o relacionamento não mandou. Começa a gostar de poesia e até arrisca alguns versos de amor para ela. Alimenta falsas esperança por dias, às vezes, até por anos e jura que ela não vai encontrar outro igual a ele, que nunca vai esquê-lo, mas só quando toda possibilidade de volta está esgotada diz com certo desdém que foi livramento e não perda.

Inserida por ednafrigato

⁠O mundo não é um arco-íris. Tá mais pra uma bola de fogo cheia de prego… e adivinha? Você tem que chutar. Forte.

Não tem essa de cenário perfeito, momento certo ou garantias.
Vai doer. Vai queimar. Vai sangrar.

Mas se você tá esperando flores, vai acabar virando adubo.

Inserida por san_oni_chan


SONETO À MINHA MÃE

Andando, adentro ao templo, em desalento;
num nicho azul, uma imagem guardada!
É sim, a Mãe Sagrada, que elevada,
me faz vibrar em raro encantamento!

Me veio à mente um tempo nevoento,
de lida amarga, dura, carregada!
Mas, logo eu vi, na santa abençoada,
uma expressão de paz e acolhimento!

Porém, é minha mãe que eu vejo nela!
Então, imploro, com a fé que cura,
que eu volte a ser criança sem ciência!

Que nos seus braços, que a minha alma anela,
sem dor, sem medo, apenas em ventura,
eu volte logo ao tempo da inocência!


13/06/2025

Inserida por NelsonMedeiros

⁠O Mundo Segundo os Repertórios

“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”
“O verdadeiro sinal de inteligência não é o conhecimento, mas a imaginação.”
— Albert Einstein
"Tudo que o homem ignora não existe para ele." - autor desconhecido
Essa verdade, dita com a força de um sussurro eterno, resume o paradoxo da existência humana:
o mundo não é o que é — o mundo é o que cada um consegue ver.

Vivemos cercados de infinitos.
Infinitos saberes, culturas, sabores, sons, ideias, nomes, possibilidades.
Mas só existem, para nós, aqueles que conseguimos reconhecer.
Aquilo que não nomeamos, não sentimos.
Aquilo que não entendemos, não tocamos.
E aquilo que não estudamos, não vemos — ainda que esteja diante de nossos olhos.
Os repertórios de uma pessoa — suas vivências, leituras, referências, dores, conquistas, afetos e curiosidades — são as lentes através das quais ela percebe e interpreta o mundo.
Alguém que conhece mitologia enxerga deuses em cada tragédia.
Quem aprendeu história lê o presente como um eco do passado.
Quem leu poesia escuta metáforas no silêncio.
Quem nunca viu o mar, não sabe que o azul pode ser horizonte.
Do mesmo modo, quem nunca ouviu falar de justiça, não a exige.
Quem desconhece seus direitos, não os reivindica.
Quem nunca foi apresentado ao amor verdadeiro, pode chamar de amor qualquer ausência ruidosa.
É por isso que o saber é poder — não um poder que oprime, mas o que liberta.
Liberta do olhar curto, da mente fechada, da vida pequena.
Amplia os sentidos, estica a alma, expande a fronteira do possível.
Aumenta o mapa do mundo interno e, com isso, transforma o mundo externo.
Ignorar é viver num cômodo escuro de uma casa imensa.
Conhecer é acender a luz, quarto por quarto, até fazer morada na totalidade do ser.
E, como nos lembra Einstein, a mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original —
porque o verdadeiro crescimento não é apenas acumular informações,
mas imaginar novos mundos a partir delas.
Por isso, busque. Leia. Pergunte. Ouça. Experimente.
Pois cada nova ideia é uma janela aberta.
Cada livro é uma chave.
Cada conversa, uma estrada.
E cada saber conquistado é um pedaço do mundo que passa, finalmente, a existir para você.

Inserida por tamara_guglielmi

Estou muito mal, uma decepção amorosa, mas infelizmente não tenho com quem conversar. Tá doendo muito, é errado, mas machuca tanto! Pior que eu o vejo quase todos os dias. É muito complicado, mas creio que vai passar! Sei que a pessoa não gosta de mim. Eu achei que gostava, mas eu estava enganada. Na primeira oportunidade mostrou realmente quem é de verdade!

⁠Início do inverno
Uma estação que nunca me soube bem.
Quando chega, meus ossos choram —
de dor, de tanta dor —
como se lembrassem do fim que dei a nós.
Te sentir era como estar diante de uma lareira,
crepitando como fogos em noites de dezembro.
E aquela sexta-feira, que devia ser celebração,
virou apenas mais uma — sem você.
O inverno segue em mim,
com minha tristeza, minhas dores,
e uma saudade tua… absoluta.

Inserida por Sabrinamali



A natureza obedece uma única lei: o instinto natural de sobrevivência. Na natureza a violência e a injustiça não são vistos como amoralidade, mas como uma resposta natural e biológica para a autopreservação.

Inserida por ednafrigato

⁠A vida é um sopro divino, cheia de altos e baixos, onde cada instante é uma chance de recomeçar, aprender e amar. ✨💫

Inserida por Shadrachserra

⁠Um ataque de ansiedade é como uma tempestade repentina na mente — tudo parece desabar por dentro, mesmo quando, por fora, o mundo segue igual.

Inserida por Shadrachserra

⁠Acredita mesmo que se eu tivesse lutado para ter alguma coisaeu até hoje não teria nada? Agora uma coisa eu sei, se tivesse lutado nessa briga, pode ter cereza que até poderia ser possível não ter conseguido nada, mas colapsada eu ja estava.

Inserida por DaraAssis

⁠O Saleiro Espertinho

Ana era uma garota espevitada, cheia de energia e com um talento especial para pregar peças no namorado João — ou melhor, no Príncipe, como gostava de chamá-lo quando queria ser carinhosa (ou um pouco travessa).

Numa manhã ensolarada, Ana se aproveitou para trocar tudo de lugar no armário dos temperos. O açafrão foi para o lugar do orégano, o cominho para o do sal, a pimenta para o do açúcar — uma verdadeira confusão aromática.

Depois de terminar, saiu rindo baixinho, ansiosa para ver a reação do Príncipe. Mas, curiosa, voltou ao armário no dia seguinte para conferir se ele tinha colocado tudo de volta no lugar. Para sua surpresa, o armário estava como ele sempre deixou! O Príncipe percebeu a bagunça, mas parecia não ter gostado do “novo arranjo”.

Ana não se deu por vencida. No dia seguinte, voltou ao armário e decidiu fazer uma mudança mais sutil: mexeu apenas no saleiro. Só ele. Colocou o saleiro no lugar do açúcar, deixando o resto do armário intacto.

Quando o Príncipe entrou na cozinha para preparar o almoço, abriu o armário, pegou o saleiro e... parou. Olhou para o saleiro, olhou para o açúcar, coçou a cabeça e sorriu.

— Ana, você mexeu no saleiro de novo, né? — perguntou ele, já sabendo a resposta.

Ana, sentada na mesa com um sorriso de quem acabou de ganhar uma partida, respondeu:

— Só para você não esquecer que a cozinha é minha área de diversão!

O Príncipe riu e disse:

— Tá bom, você venceu essa. Mas cuidado, porque amanhã eu vou revidar!

E assim, entre saleiros trocados e risadas, Ana e seu Príncipe transformaram a cozinha numa verdadeira arena de brincadeiras, onde o amor e a diversão eram os temperos principais

Inserida por jbrogerio

⁠A Teia Invisível

Em uma pequena cidade cercada por montanhas, vivia Ana, uma jovem que sempre prezou pela independência. Desde cedo, aprendeu a confiar apenas em si mesma, acreditando que depender de alguém seria sinal de fraqueza. Construía sua rotina com disciplina, evitava pedir ajuda e mantinha as pessoas à distância, como se pudesse controlar tudo ao seu redor.

Certo inverno, uma tempestade inesperada atingiu a cidade. As estradas ficaram bloqueadas, a energia caiu e o frio apertou com força. Ana, sozinha em sua casa no topo da colina, percebeu que sua reserva de alimentos estava quase no fim. Tentou sair para buscar suprimentos, mas uma queda a deixou com a perna machucada, impossibilitada de andar.

Imobilizada, Ana sentiu pela primeira vez o peso da solidão e da vulnerabilidade. O orgulho que a acompanhava parecia pequeno diante da necessidade urgente de ajuda. Foi então que ouviu batidas na porta. Era João, seu vizinho, que havia notado a tempestade e decidiu verificar se todos estavam bem.

Sem hesitar, João entrou, cuidou da ferida de Ana, trouxe comida e companhia. Nos dias que se seguiram, ele ajudou a limpar a neve, a consertar o aquecedor e a reacender a esperança na jovem que tanto temia depender dos outros.

Ana entendeu que a força verdadeira não está em ser invulnerável, mas em reconhecer que, às vezes, a vida nos entrelaça em uma teia invisível de apoio e confiança. Depender de alguém não diminui a nossa coragem; pelo contrário, revela a coragem de aceitar que juntos somos mais fortes.

E assim, entre montanhas e tempestades, Ana aprendeu que a verdadeira independência nasce do equilíbrio entre o cuidar de si e o permitir-se ser cuidado.

Inserida por jbrogerio

A ausência de uma perspectiva de futuro faz o homem se prender ao passado⁠ e buscar nele o conforto que tanto necessita!

Inserida por robsoncanesso

⁠2024. Fevereiro reensinou o que uma pandemia inteira não foi capaz de relembrar. Lágrimas secam!

Inserida por srtacas

⁠A vida é uma jornada de progressão constante, um desenrolar diário que exige honestidade, disciplina e perseverança.

Haverá dias iguais, outros mais desafiadores e alguns melhores.

Um exercício diário de autoconhecimento!

Inserida por srtacas

⁠A Terra desfrutará de uma paz inefável, quando o homem provocar a extinção do homem.

Inserida por NiltonSantana

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Não tenha medo de viver.
Nunca esqueça que a vida é uma curta viagem…
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Tc.18042025/059

Inserida por Ana_Isabel_Bugalho

Às vezes, tudo o que precisamos é isso: um passo. Um sopro. Umanovapágina.

⁠(trecho do livro: Quando a Morte Sentou ao Meu Lado)

Inserida por MatheusTonet

⁠A vida é como uma mola. A força com que você a puxa é a força com que ela vai te bater

Inserida por histemi_teleioo

⁠Certa vez, ouvi um orador diante de uma multidão dizer:
‘Não sei a quem você machucou, decepcionou ou feriu. Mas hoje, eu lhe digo: siga em paz.’
Naquele instante, algo explodiu dentro de mim.
Que tipo de facilidade é essa que concede perdão a quem talvez nunca reconheceu o próprio erro?
Será que perdoar tão prontamente — sem uma reflexão, sem um pedido de desculpas — não alimenta uma geração que evita a responsabilidade?
Uma geração que acolhe argumentos vazios, que prefere o conforto de um perdão automático a encarar a dor da culpa e a necessidade do arrependimento?

O perdão é nobre, mas não pode ser banalizado.
Declarar “eu te perdoo” sem consciência pode impedir a evolução de quem precisa amadurecer.
E negar esse processo, em nome de uma falsa paz, é enfraquecer o pensamento crítico, é sufocar o aprendizado que nasce da dor.
Perdoar não é esquecer.
É entender, é aceitar, é permitir seguir…
mas sem ignorar a responsabilidade que cada um carrega pelas marcas que deixou.