Consciência
Quando o eu pensante está imerso na experiência da não existência, a própria consciência não pensa em [eu] em si, e Freud chegou a dizer que [eu] não tem lugar na consciência. Em um sentido imaginário, existe a expectativa de que [eu] não funcionará como um objeto no espaço existencial. O desconhecido do mundo simbólico construiu um plano a partir da função errônea da retórica ortodoxa da filosofia socrática e plantaniana. A análise aí não é satisfatória. Para Lacan, ciência é o processamento da linguagem em termos das narrativas nela descritas. Como o prefácio de Lacan, [eU] é composto de pai e vizinho, e a própria linguagem é um corpo que contém um sujeito extenso. Não é simplesmente um símbolo familiar, mas um símbolo que existe nas lentes da projeção generativa essencial que forma o sujeito da linguagem embutido no desejo é o elemento autônomo subjacente. Seminário II de Lacan: [EU] da Teoria e das Técnicas Psicanalíticas de Freud.
A consciência do pensador coloca o sujeito em uma situação imaginária, que inclui emoções frágeis no prazer.
Freud até disse que [eu] não tem lugar na consciência. No sentido imaginário, [SELF] não pode ser usado como um objeto no espaço de existência. O mundo simbólico constrói um plano baseado nas falsas funções da retórica e filosofia socrática ortodoxa
De Platão. A análise aí não é satisfatória. Para Lacan, ciência é criação de linguagem. Em uma família composta por pai e vizinhos, a fala é o corpo do sujeito. E se não for apenas um símbolo familiar, mas um símbolo existêncial? Para Lacan, a captura do sujeito é um símbolo de autonomia projetado em torno do objeto imaginário de desejo no nível linguístico. Seminário II de Lacan. Teoria e técnica psicanalítica de Freud.
Você está ressentido? A consciência libertará. Você guarda rancor? A consciência solucionará. Você tem ansiedade? A consciência cuidará. Você sente fraqueza? A consciência te fortalecerá? Você busca conhecimento? A consciência fornecerá as ferramentas adequadas. A natureza sempre permite que você avance mesmo com dura penas.
Uma razão insuficiente
Refletimos sobre o infinito por causa da consciência da morte, ou seja, de nossa finitude. [...] Por sermos seres finitos especulamos sobre o infinito e deus, pois se fôssemos infinito não haveria o quê e para quê especular.
Obs (s): Infinito como sinônimo de eterno, ou melhor, algo além da compreensão de espaço-tempo ou qualquer conjectura, hipótese, e teoria científica, e até mesmo sistema filosófico. [..] Para além de qualquer vislumbre humano.
Segunda abordagem:
O arranjo linguístico nos impossibilita observar a unidade em cada abordagem filosófica, pois o é basilar a toda disciplina, dando a ela premissas e objeto (s) de investigação (s), objeto (s) tal (s), explicitado em suas premissas, ou implícito a ela, visualizado após a correta dedução. Seja o clássico silogismo aristotélico, as lógicas heterodoxas, ou às mais voltadas à matemática e suas aplicações, quase sempre em computação, como por exemplo, a álgebra booleana, ou a filosofia analítica com B. Russell e a posterior L. Wittgenstein, ou a abordagem dialética, e também as inúmeras escolas de filosofia desde a antiguidade clássica, todas elas têm em comum, como função determinante ou premissa fundamental, ou vetores contidos no mesmo espaço vetorial, daí a sua disposição nele serem suas nuances na história, o próprio uso da razão, ainda que não a se possa definir. Essência, o que é, sua realidade é material, derivada dela, o que é informação, interpretação, o mental, substância, causa primeira, diferentes nomes e definições que se complementam e apontam sempre para a mesma coisa, o seu sentido é, isto ou algo além, aquém disto tudo, metafísica, revelação, reminiscência e etc…Tudo se resume a uma só dúvida, é somente? E atentando-se à nossa indeterminação ao se debruçar no possível entendimento do transcendente teológico, fica em aberto às grandes questões da filosofia, pois o está, apenas isto ou …? Sendo assim, precipitado seria qualquer afirmação, pois jaz filosófica. O que aparentemente temos, é uma indeterminação, no conceitual de SPI, mas como somos seres finitos, orgânico, não sabemos se ao mais infinito chegaríamos a alguma conclusão, o que me parece ser bastante razoável propor que, dado a nossa condição evidente, o sistema da possível verdade é no mínimo, para nós, um SI.
Aprenda ser sério consigo mesmo, ninguém utiliza a consciência do outro para manifestar seus objectivos ou alcança-los.
A DEUS seja dado a honra a glória o louvor. A nossa vida damos consciência de sermos conscientes, para que possamos nos direciona por um caminho de superações.
Não há lugar
Não há lugar e não há nada que minha consciência não toque, nesta mesma ânsia de ser tocado; não há paisagens que minha imaginação não anteceda, crie, ou fabrique; não há nada que me possua por mais tempo, mas por hora, vezes ou outra há um desejo que me consome, me arrebata e me quebranta e tudo isto para nada, não há lugar...
A filantropia revela duas coisas: Quando vem do rico; consciência pesada ou dó. Quando vem do Estado; falsa justiça e oportunismo político. Ambas, não exterminam pobreza nem desigualdades, só nutrem o eterno ciclo da boa ação e da solidariedade; que entre os pobres, chama-se caridade.
O bolsonarismo não passa de uma bolha recheada de trabalhadores que supostamente tem consciência de classe,e com carros, casas e viagens financiadas.
O enigma da existência humana é que, apesar de sermos dotados de consciência, estamos fadados a encarar a nossa própria finitude em um mundo que se perpetua além de nós.
Quando temos consciência dessas verdades podemos descansar nas misericórdias do Senhor. Ele nos fala através da sua Palavra e nos ensina o caminho em que devemos andar. Que Deus nos ajude a amar e confiar na sua santa Palavra.
Encaremos os fatos. Nós nascemos, vivemos e morremos. Todos nós temos a nitida consciência que não havia sofrimento antes de nascer.E a única certeza de que todos iremos um dia deixar de viver.
Não haverá mais nada depois de morrer.
O que acontecerá depois de deixar de viver, será o mesmo que sentia antes de nascer.
☆ ALÉM DA ANSIEDADE. . . (1)
Á pessoa que convive com á ansiedade, e, tem consciência de sua condição, sabe o quanto é difícil avaliar situações do cotidiano, e, mesmo ás mais complexas, com á isenção ideal.
O processamento das situações na mente anciosa, ocorre de forma á tornar ás circunstâncias potencialmente ameaçadoras, á identicar riscos, quando não, conforme o grau de ansiedade, se beira o quadro da paranoia, onde então, tudo e todos estão interessados em lhe causar mal, conspirar, perseguir, sabotar. Nada inspira confiança.
Caminhamos para mais longe, e, então, chegamos ao delírio, fantasia imaginada, que se torna uma crença inabalável .
Esse convencimento de algo, resiste á qualquer evidência externa contrária.
Como exemplo, á pessoa se imagina perseguida por alguém de seu circulo, ou não, e, nada vai demovê-la do contrário.
Que intensa e poderosa é á ansiedade.
Seguimos com essa amplitude que ela alcança, para nos debruçarmos na depressão, e, estresse, muitas vezes decorrentes de uma ansiedade intensa. Á intensidade da ansiedade pode estressar e deprimir.
Fiz essa descrição preliminar, para em vários textos, poder buscar ás razões,
biológicas, químicas, sociais, traumas, pré disposição, enfim, até onde chegaram os estudos acerca de um tema de saúde tão relevante.
Como um sentimento natural e normal, pode ter sido alterado de tal maneira, que torna obscuro, sombrio, perplexo o nosso viver. O que ocorreu, e, que momento, ou situações alteraram de forma contundente á nossa experiência de viver, em sentido totalmente amplo.
Seguirei adiante com minhas reflexões, e, colocarei um número ao lado do título. Até mais.
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