Consciência
Minha consciência é meu segurança particular, porque é ela que cuida do que entra e do que sai da minha mente. Meu inconsciente é minha residência, o lugar onde tudo que sinto, penso e vivo se acumula, mesmo sem eu perceber. Se meu segurança se distrai e dorme, se minha consciência perde a atenção, a mídia invade. Ela traz ideias, valores, medos e desejos que não são meus, ocupa minha residência sem pedir permissão e começa a me influenciar. Por isso, é minha responsabilidade manter meu segurança acordado, atento, protegendo o que deixo entrar na minha mente e no meu ser.
O inconsciente está em todo o nosso redor, enquanto a consciência é o que escolhemos focar nesse redor.
Estar inconsciente é estar distraído com o que acontece ao nosso redor, enquanto estar consciente é estar atento ao que acontece.
É impossível estarmos conscientes o tempo todo e em tudo. Nossa consciência escolhe no que queremos focar no momento. Por exemplo, se você está lendo esse texto, você está consciente nele, focado, e inconsciente ao seu redor. Assim que você se distrai, sua consciência muda para outra coisa ao seu redor. Nossa consciência escolhe o que queremos prestar atenção, seja no que olhamos, ouvimos, tocamos, sentimos ou pensamos, e ignoramos o que não queremos.
Existem várias coisas dentro do nosso inconsciente "já esquecidas", ou seja, coisas que não vemos mais importância, mas que continuam lá. Voltamos a dar importância a elas quando lembramos, geralmente quando é preciso trazer para o presente para resolver alguma situação ou para reviver sensações boas ou ruins. O que focamos, aprendemos, e quando aprendemos, deixamos de focar naquilo e passamos a focar em outras coisas dentro do inconsciente, de acordo com o que escolhemos prestar atenção.
Quanto mais tempo demora para tomar consciência da realidade, menos tempo tem para viver de verdade.
A morte!!!
Quando morremos, entramos em um sono profundo: perdemos a consciência de tudo e de todas as memórias. Permanecermos em sono pós-morte até que sejamos concebidos novamente. Ao nascermos, recebemos novamente o sopro da vida e teremos um novo ciclo de vida — como uma folha em branco. Não trazemos nada, lembranças ou ideias da vida passada. E assim a vida se repete. Não existe céu ou inferno, apenas um sono pós-morte.
Prof. Mendes
A consciência e um mar
Onde você pode
Se afogar, nadar ou boiar
Tudo depende do quão bom
Nadador você é..!
Amar é alinhar escolhas,
não repetir palavras.
Quando a consciência guia os passos,
a verdade se revela no viver,
não no discurso.
O amor reconhece quem caminha com integridade,e se manifesta no íntimo.
Nem toda dor quer palco.
Algumas só querem consciência.
Quando eu dei nome ao que doía,
a dor diminuiu
e eu cresci.
🌙🌱
Nada melhor do que aliar a inteligência cognitiva à consciência de classe: compreender o mundo é importante, mas reconhecer o lugar que ocupamos nele é o que transforma conhecimento em consciência.
A ignorância.... Quanto mais leio, mais estudo, mais tomo consciência do quào ignorante sou... Como é vasto o campo do conhecimento, como o nosso HD é limitado. Seria maravilhoso se pudéssemos scannear tudo que nos interessasse e pudéssemos satisfazer está imensa sede de saber e reduzir a ignorância.. Deus, este nosso arquiteto nos concedeu leitores ( olhos, ouvidos e dedos ) na medida certa da nossa capacidade de processamento.... Então, só nos resta subir um degrau por vez e buscar minimizar esta que é uma condição humana: a ignorância.. Este eterno estado de dúvida! " Podemos saber muito sobre muitas coisas mas jamais tudo sobre tudo".
Há, para aquele que observa com consciência, a nítida sensação de que existe, sim, um caminho mais correto — não como promessa concreta, mas como possibilidade latente. Uma ideia que atravessa o pensamento e, por vezes, se dissolve no campo dos devaneios.
A maturidade, no entanto, revela um paradoxo: aquilo que reconhecemos como verdadeiro raramente se manifesta no plano da realidade compartilhada, criando quase a sensação de que fazemos parte de uma trama sem desfecho real — uma espécie de “Caverna do Dragão”.
Torna-se evidente que, enquanto o modus operandi permanecer ancorado em dinâmicas de separação e na venda de esperança nas prateleiras do discurso, toda transformação será mero devaneio. O que se perpetua é um ciclo: ideias que alimentam expectativas, e expectativas que sustentam a continuidade do próprio sistema.
Desde tempos remotos, as ideias não são apenas instrumentos de compreensão, mas, sobretudo, de condução. Elas moldam comportamentos, organizam sociedades e, silenciosamente, delimitam o campo do possível. Das tradições religiosas às instituições de ensino, e agora aos algoritmos invisíveis que regem o ambiente digital, há um fio condutor: a tentativa constante de orientar a percepção — e, por consequência, a ação.
Nesse contexto, o indivíduo se vê diante de uma exigência sutil, porém constante: posicionar-se.
A neutralidade passa a ser tratada como falha, quase como heresia — como se não escolher um lado fosse, por si só, motivo de condenação.
Nos tempos atuais, a não adesão pode significar afastamento: de grupos, de oportunidades, de vínculos.
Assim, o pertencimento passa a carregar o custo da ignorância, enquanto a autonomia cobra o preço elevado da consciência — sobretudo quando não é exercida.
Recusar essa lógica não é um ato de rebeldia, mas de preservação íntima.
As convicções, quando genuínas, não se transferem nem se impõem. Elas emergem de um processo silencioso — uma alquimia entre observação, experiência e tempo. É no ato de plantar, no intervalo da espera e na inevitabilidade da colheita que se forma aquilo que chamamos de consciência.
A ideia de uma consciência coletiva plenamente integrada — uma “alma de grupo” — talvez ainda habite um horizonte distante. Não por impossibilidade, mas pela própria condição humana, que oscila entre reflexão e automatismo. Isso não é pessimismo, tampouco se limita ao campo político; é um fenômeno cotidiano: o movimento de muitos guiados por impulsos não compreendidos, facilmente induzidos.
E talvez a grande armadilha resida justamente aí:
em sucumbir a uma narrativa antiga, desgastada, quase primitiva —
que revela, no fundo, apenas a nossa recorrente fragilidade
diante de ideias que nunca paramos, de fato, para questionar.
Autor: Idelson Mafra
O DNA de uma liderança de valor está na capacidade de transformar consciência em influência, influência em desenvolvimento e desenvolvimento em valor.
Amanhã, não entregue ao silêncio a escolha que também é sua. Vote com consciência...reclamar depois não substitui a responsabilidade de participar hoje.
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