Conquistar Menina que Ja tem Namorado

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Aí você diz para si mesma que não vai mais cometer aquele erro, quando vê já fez novamente. É aprendizado ou é burrice?! As vezes me sinto como o apóstolo Paulo.

Quando você já fez tudo pela pessoa e ela ainda se acha no direito de te desrespeitar como se pissasse em seu pescoço. Faça um favor a si mesmo. Deixe esse titanic no fundo do mar

⁠As pessoas querem dar lição de moral em quem já perdeu pai, mãe, quatro irmãos e um filho único na idade mais bela.

Eu já li e você também já deve ter lido que a verdade liberta...


Isso significa que é melhor viver sem um véu sobre o rosto.


(conversa com uma jovem)

Compreender o amor exige tempo, entrega e maturidade. Só quem já amou profundamente — enfrentando as complexidades desse sentimento — ganha a autoridade necessária para pronunciar um "eu te amo" verdadeiro.

⁠Quem decide recomeçar, já venceu o passado.

⁠“Existe um momento em que o sujeito percebe que permanecer preso à repetição já não alivia a falta. É no campo da decisão que surge a virada de chave: não a de esquecer o outro, mas a de se libertar da necessidade dele.”

"Quantas vezes você já pediu perdão pelo mesmo pecado hoje?"

"Você já pensou que o excesso de culpa pode estar afastando você de Deus?"

"Se Deus já te perdoou, por que você continua se condenando?"

Para que lutar, se já não há alento
que avive a chama exânime do peito,
nem esperança que, por entre as ruínas,
ouse novamente florescer?

Tudo se foi.

Assim como a derradeira claridade
se desfaz no ocaso,
quando o Sol, fatigado de iluminar os homens,
recolhe seus derradeiros fulgores
e entrega os céus à cólera da tormenta,
também em mim se extinguiu a luz.

E aquele astro, outrora tão fulgente,
que entre miríades de estrelas
resplandecia como um presságio divino,
já não derrama sobre mim
sequer um tênue vestígio de sua luz.

Vejo-o ainda —
perdido na vastidão celeste,
além dos confins de meu alcance —
mas tão distante,
tão inexoravelmente distante,
que nem mesmo o desejo
poderia transpor a abóbada que nos separa.

Não há mais alvorecer.

Não haverá a brisa amena
das manhãs em que a própria natureza
parecia entoar cânticos de júbilo.

Não haverá o orvalho sobre as flores,
nem o perfume das matas despertando,
nem o canto das aves anunciando
o nascimento de um novo dia.

Tudo se foi.

E as folhas que outrora verdejavam
sobre os ramos da existência
agora se desprendem, uma a uma,
ao sopro inclemente do outono.

Caem.

Silenciosas, pálidas, desprovidas de seiva,
arrastadas pelo vento cruel
que as conduz para um solo sem memória.

Assim também definha o meu ser.

Pouco a pouco,
a derradeira clorofila de minha alma
abandona aquilo que ainda resta de vida;
e aquilo que outrora fora verde,
viçoso e pleno de seiva,
torna-se pálido, quebradiço e estéril.

Já não sou árvore.

Sou o que dela restou
depois que o inverno passou.

E busco, ainda,
nas profundezas obscuras da terra,
algum vestígio de minhas antigas raízes;
um fragmento sequer daquilo que fui,
uma memória adormecida sob o solo,
uma centelha que me restitua
ao princípio de minha existência.

Mas nada encontro.

Nem o néctar mais sublime
destilado do seio da Mãe Natureza,
nem a seiva primordial
que alimenta os troncos milenares,
nem o sopro fecundo que desperta
as sementes sepultadas no ventre da terra
seria capaz de devolver-me ao caule.

Porque há um instante
em que até as raízes esquecem a terra.

E quando isso acontece,
não existe primavera que possa restaurar
aquilo que a própria existência condenou ao fim.

Assim permaneço:

ignoto entre os homens,
estranho até para mim mesmo,
sem aurora, sem primavera, sem raízes,
condenado a contemplar de longe
a luz que um dia me pertenceu.

E talvez esta seja a mais cruel das mortes:

não morrer quando a vida abandona o corpo,
mas permanecer vivo
quando já não existe em nós
lugar algum
onde a vida possa retornar.

Eu estou triste.
tão triste que já nem sei mais onde começa ou termina.
é um cansaço que não passa com descanso,
é um peso que não se explica
só se sente.
eu estou tão triste
que até existir parece esforço demais.
e o mais difícil de admitir
é que não é sobre querer ir embora…
é sobre não aguentar mais ficar assim.
eu estou cansada de estar triste.
cansada de tentar e não sair do lugar,
cansada de sustentar algo dentro de mim
que já não se sustenta sozinho.
tem dias que a vontade não é viver,
é só desaparecer um pouco…
silenciar tudo isso que não cala.

Tem coisas, e pessoas que nos desgastam tanto que, quando percebemos, já viraram um ciclo de repetições.
Batem, insistem, fazem a gente abrir a porta… mas, quando a gente abre, não permanecem, não cuidam, não fazem questão.


E esse movimento cansa.
Cansa a ponto de tirar a vontade de reagir, de falar, de tentar de novo.


A gente vai perdendo o interesse, a motivação…
e, quase sem perceber, escolhe o silêncio, se afasta, fecha um pouco mais a porta por dentro.


Não é frieza, nem falta de sentimento.
É excesso de desgaste.


É o corpo e a alma entendendo que nem toda insistência merece acesso,
e que insistir em certos ciclos dói mais do que soltar.


Então nasce o medo de abrir de novo…
mas junto com ele, nasce também algo importante: o cuidado.


Porque, às vezes, abrir mão não é desistir
é, finalmente, se escolher.

E tenho aprendido que certas belezas passam despercebidas aos olhares apressados que já determinaram um certo padrão de rotina tornando a visão um simples hábito de olhar com os olhos do mundo!
Aprenda a ver com o coração e a vida terá um novo sentido!

Você já se divertiu em um parque de diversões, onde ninguém sabe seu nome, e por um instante o mundo esquece sua história, e você também?

"Estou reorganizando
minha vida, mas as peças
já não se encaixam como antes.
Mudaram de forma.
Ou talvez quem tenha
mudado tenha sido eu."

Certo dia, alguém me abordou e perguntou:
— Já imaginou nós dois juntos?
A minha loucura combinando com a tua?
E ainda acrescentou:
— Talvez a gente acabasse no noticiário das 18h.

Desde esse dia, decidi manter uma distância segura dos loucos.

“Perdida entre o que digo, o que não quero dizer, o que já disse e tudo aquilo que ainda preciso dizer.”

NÃO TE VOU DIZER ADEUS


A porta já tinha batido. As lágrimas já tinham secado. As palavras, aquelas palavras, já não tinham mais sentido. Nada mais faria sentido, pois já não estavas ao meu lado.


Que outras palavras diria, se para ti tudo estava acabado? Não te disse adeus, aliás, nem me despedi. Olhei apenas nos olhos teus, que marejados de lágrimas falavam para os meus, em palavras, meu Deus, que no peito tanto senti.


Não te quis dizer adeus, talvez por não acreditar que essa despedida fria fosse para sempre ficar. Deixei a porta aberta, a luz do quarto acesa, a tua foto à minha frente e o nosso jantar, ainda quente, esquecido sobre a mesa.


Espero ainda até hoje, esperarei todos os dias, enquanto o coração quiser. Pois o amor às vezes esconde-se, no entanto, nunca foge. E o nosso, não era um amor qualquer.


Por alguma razão não o disse, pois li nos olhos teus. Desde então, eu sei que esse amor ainda existe. Por isso não me despedi, chorei apenas, e não te quis dizer adeus.

⁠Eu já te disse hoje?

Te amo até tocar no céu. 💕