Conforto da Morte de um Filho
Sou uma pessoa muito prática. E o que você vê é tudo que há de mim. Não finjo ser algo que não sou, porque o que você vê é o que você leva. E eu amo as pessoas. Tenho um amor muito genuíno pelas pessoas. E sofro quando elas sofrem. Talvez eu seja mais dramática do que gostariam que fosse, mas eu gosto disso. É assim que eu sou.
Conheço o movimento do ser como não verdade última. Não reconheço quase nada acabado como verdade histórica, pois não estando eu lá, foram registrados em livros e documentos. Porém, quem me garante que foi fato? Toda organização estrutural venceu uma oposição no passado, logo há obscuridade na forma como foi escrito.
FILÓSOFO
NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA
Senhor eu posso te sentir
Deus eu posso te sentir
Tua presença faz-me feliz
Nada do que possa vir
É maior do que me diz!
Senhor eu posso te sentir
Irei sempre te seguir
Guardado estarás aqui
Pra sempre junto à mim!
És grandioso o teu poder
Na sua onipotência tudo podes ver
Minha consciência é feita de fé
Nunca desamparastes os meus pés
Óh! Senhor, às vezes, na escuridão
Posso não te ver
Mas sei que estás a me proteger
Sempre estarás aqui no meu coração!
Em todos os momentos sei que estás a agir
Senhor confio e creio em vos
Sem vos nada, nada...poderia existir...
Em cada ser, em cada um de nós
Não haveria força para prosseguir!
O sentimento maternal humano se expressa racional e instintivamente e perdura além da vida terrena. O sentimento maternal animal se expressa instintivamente e limita-se a alimentação e proteção da cria enquanto indefesa.
Ficando de costas para luz do conhecimento, pouca coisa se vê além da própria sombra da ignorância.
Enquanto existo num corpo
Enquanto existo num corpo
Eu deixo que me vejam
Porque me visto e caminho
Enquanto existo num corpo
Eu deixo que me ouçam
Porque as minhas palavras soam
Enquanto existo num corpo
Compartilho meu espaço
Porque convivo com você
Enquanto existo num corpo
Quem não me conhece
Ainda podem me conhecer
E quem me conhece
Pode me convidar para um café
Enquanto existo num corpo
Tantas coisas eu posso fazer
Posso usufruir a vida...
Enquanto existo num corpo
Acordo cedo e vou trabalhar
Às vezes, confesso
Que até tenho preguiça, mas vou
Enquanto existo num corpo
Tenho sonhos...
Tenho anseios e vontades
Faço projetos para minha vida
Enquanto existo num corpo
Reclamo das imperfeições
Uma ruga, uma cicatriz
Meu cabelo, meu nariz
Ou talvez viva me pesando
Para ver se engordei
Enquanto existo num corpo
Tenho a chance de decidir
E a elegância de escolher,
Entre reclamar ou agradecer...
Porque há quem não tenha
Essa mesma sorte...
Ou então não aproveitaram a vida,
Tanto o quanto deveriam, ou queriam,
Porque se preocuparam demasiadamente...
Porque se privaram de viver
Em nome da soberba e da ambição
Muitos até se esqueceram
Que poderiam amar e serem amados
Muitos renunciaram ao lazer
Porque acreditaram
Que quando fossem ricos
Poderiam fazer isso
Mas, não tiveram tempo,
Nem para uma coisa, nem outra
Porque veio a morte levando seu corpo.
Agora sem um corpo
O que faz um espírito?
O que faz a alma?
O que faz a parte sem matéria?
Viveremos eternamente
E na eternidade permaneceremos
Todas as almas...
Mas, sem abraço...
Sem forma...
Sem voz...
Sem calor...
Sem reflexo...
Somente o imenso vasto na imensidão...
Sem pulsar mais um coração
Porque não existe mais um corpo...
Então olhe para você e para mim
Me abrace enquanto puder
Converse comigo
Pergunte sobre o meu dia
Me conte as boas novas...
Viva a sua vida intensamente...
Aproveite - a, ame - a
Viver neste corpo que temos é uma dádiva,
Que um dia perecerá na terra
E não teremos mais um corpo,
Somente alma e Espírito
E não haverá mais um corpo...
Nossa vida na Terra é como uma viagem, sem data marcada para o retorno e que não podemos levar nenhuma bagagem material
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Atribuímos as nossas tentações à "fraqueza da carne", como se a carne tivesse vontade própria. A carne é matéria e a matéria não prevalece sobre o espírito.
Mãe! Muitas Mães recebem o mesmo tratamento dedicado a Deus, ou seja: desrespeito, descaso, ingratidão e esquecimento.
O Eu de Mim,
Quem me olha com os olhos,
A parecer serem os meus?
Hahaha, já sei,
Você é o eu de mim,
Que habita na minha essência,
Querendo me trazer a tristeza,
Você está enganada.
A tristeza já está indo embora,
Não sinto saudades dela,
Eu já estava cansada,
Da sua mania irritante,
De se intrometer em tudo,
De sujar tudo de cinza,
Pisando em silêncio,
Amassando a grama verde,
Com seus pés enormes.
Venha, pois eu já começo,
A vislumbrar a alegria,
Venha, aprender com a dor,
A respeitar a dor humana,
E, então, eu serei ,
O eu de MIM...
Poema de Marilina Baccarat de Almeida Leão,
Escritora brasileira.
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