Condenar
Deus não condena, não perdoa, nem abandona, pois condenar é injustiça, perdoar é faltar com o cumprimento da lei de Justiça e abandonar é negar a qualidade de Pai.
Condenar algo que um semelhante faz no presente, cuja mesma ação você já foi protagonista no passado, é, no mínimo, falta de memória e de compreensão.
Ou é dizer: faça o que eu acho certo, não o que eu faço errado...
Ou: faça o que eu falo e não faça o que eu faço...
Ou então argumentar: Ah! Mas eu, naquela época... rsrsrs
O Respeito mútuo ao momento de cada um é a melhor forma de entender suas ações, sejam elas no passado, presente ou futuro.
Podem condenar meu corpo,
promulgar minhas faltas,
até me destruir pelo que fiz e disse em me expressar na forma de um palavrão, porém minha alma e espirito estes prevalecem impávidas, aceitem ou não,
Toda vez que você pensar em julgar, tirar conclusões e até mesmo criticar e/ou condenar alguém, seria interessante se lembrar... que eu...você...o outro...enfim...todos nós...temos histórias de vida...algumas que machucaram...abriram feridas...se tornaram cicatrizes...e existem algumas também, que não cicatrizaram...que continuam feridas...que a gente até aprende conviver com elas...mas que vira e mexe, sangram...causam dores que maltratam...muitas vezes, dores profundas...intensas...
Bacana aprender a respeitar o outro...bacana aprender a ter cuidado com o outro...bacana, aprender a não criticar...não condenar...e bacana demais...mas demais mesmo...é aprender se colocar no lugar do outro...e entender...que muitas vezes...o que dói em você...tem grande possibilidade de doer no outro também...Portanto...
Culpar os eleitores brasileiros pela péssima qualidade dos políticos é como condenar a bota que pisou e matou a formiga.
Teus atos vão te condenar, por muito tempo, na mente dos tolos... reconhecer um erro não te redime dele mas possibilita mudanças, mudanças em ti, porque a mente dos tolos só muda com o tempo.
Se julgar é uma atitude involuntária e automática, condenar não. Para condenar alguém é necessário conduta volitiva, ou seja, vontade consciente que objetiva tal fim.
Condenar toda uma ideia levando em consideração alguns dos seus executantes, é o mesmo que condenar a religião por conta de muitos que estão à frente dela.
Posso julgar suas atitudes, mas não posso condenar um caminho que esta traçado pra ti. Por ego ter... E não altruísta ser.
Para quem se acostumou a julgar o outro, sua consciência sempre encontra a quem condenar, ainda que pela própria consciência, o tal condenado se sinta livre. Em outras palavras, consciência é igual roupa curta: depende do manequim de cada um, e o que é apertado para alguém, pode ficar largo em outra pessoa.
Não vou condenar ato impensado de um ser chamado bicho homem, mas, não admito tentar compreender como pode achar que sou um ser tolo.
Somos nós mesmos que criamos nossos próprios caminhos... E nunca adiantará condenar e crucificar alguém, por decisões erradas que veio de se mesmo. Somos nós que damos o veredito, de nossas decisões!
Refletindo conclui que não posso condenar e ridicularizar uma parcela de nossa população na qual enxerga como única realidade e prazer, o próximo show ou festa da moda!
O passado condena e me vangloria, o futuro que me condenar e me vangloriar, mas só o presente decidirá se vou ser maior que o ontem e se tenho condições de ser ainda maior amanhã.
