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Concluir

Cerca de 261 frases e pensamentos: Concluir

“Cuidado, sua consciência o torna inteligente, educado e bonito.”
E, para concluir, sua autoestima lhe prova que está certo.

Inserida por DAmico

⁠Pensar
é um hábito necessário,
uma método eficaz e imunológico...
Concluir-se, uma dádiva
que nos resguarda e assegura - e não
somente diantede recorrentes
contrariedades - mas,sobretudo,
frente às facilidades
que tramam nos ludibriar
e corromper!

Inserida por maurotoledo

⁠... ponderar,
para muitos, pode significar
uma atitude deveras cansativa;
concluir, então, algo muito pior...
Talvez por isso, a maioria de nós
prefira vergonhosamente
ignorar!

_ Oscar Wilde.

Inserida por maurotoledo

⁠Maturidade é agir com responsabilidade tendo a constância para concluir tudo o que se começa, mesmo que necessite subir muitos degraus incansavelmente.

Inserida por ShalimarFarias15

METAS PARA 2015:

Concluir as que ficaram em 2014, resgatando os fragmentos deixados em 2013, porém planejadas em 2012 e se tornaram pedacinhos de sonhos em 2011 mas que se dispersaram em 2010 e que tentei soprar ao vento em 2009, e desgrudar as de anos anteriores, pois todas essas metas teimaram em ficar grudadas como glitter na palma da minha mão.

Inserida por Lulena

⁠Sou estrada! Arremato uma vida para começar nova jornada.

Até ser concluído o sigilo é o maior aliado de nossos sonhos

Inserida por Renatakwa

Não julgue ninguém pelo que os outros comentam , pois esses, podem te cegar a alma te tornando refém do ponto de vista alheio ... O amadurecimento só acontece quando você tira suas próprias conclusões, sem perder o controle sobre a sua vida por se importar demais com julgamentos...

Inserida por SoninhaCastro

Só loção?

- Não há solução!
- Ela concluiu,
Soluçando.

Inserida por FrancismarPLeal

⁠Eu, alguém que tanto defende a importância de fazer uso das oportunidades que Cristo nos proporciona diariamente, hoje me deparo com o estranho desejo de fixar os pés no chão e deixar que todas essas oportunidade passem, simplesmente deixá-las ir.
Mas uma essência, uma raiz que há dentro de mim, que surgiu na criação, quando Deus em sua perfeita vontade me formou, me faz permanecer de pé e caminhando, os passos não são mais os mesmos, hoje em alguns momentos eles são precisos em outros deixa levar-se pela impulsividade, pelos medos e receios e pisam falsamente, gerando com isso, instabilidade.
Concluo que apesar desses medos, dores e lembranças devo fazer como diz a poetisa Marcela Tais "Bom marinheiro só se faz com a tempestade no mar, que o ensina a velejar, são e salvo retornar. E a pipa só pode voar se o vento forte a empinar, com sua força arrastar seu corpo leve no ar. Viver é um risco que risca a vida, que você não arrisca, minha vó dizia: coloque o medo debaixo do braço e siga".

Siga!

Inserida por gmarques

É tão bom fazer um trabalho árduo e bem feito, para que, no final, poder contemplar dos bons espólios recebidos.

Inserida por ogliariarthur

Não gosto de tampas

Tampas de cremes, de pasta de dente, tampas de rosca. Tenho um sério problema com esse tipo de tampas. Me nego a fica rosqueando aquilo. Geralmente, ou quase sempre, com pressa, encaixo errado e preciso recomeçar. Tirar a tampa torta, encaixar na posição correta e, com calma, girar até fechar. Aff! Pra quê? Gosto das tampas que a gente impulsiona e “plic”, abre. Aperta e “plac”, fecha. Tão bom, rápido e fácil!
Mas há aquelas que não tem como substituir. Tem que rosquear. Por diversas vezes não rosqueei a tampa de Toddy. Imagina o que aconteceu, né?! Na tentativa de pegar o pote pela bendita tampa, acabava ficando com ela na mão, vendo o pozinho marrom se espalhar no ar até chegar ao chão.
Eu conheço o processo de fechamento da rosca. Mesmo assim, EU não rosqueei. Eu deixei a tampa solta. Eu assumi o risco de deixá-la solta. EU não terminei o que havia começado. EU...
Agora é preciso que eu pare tudo e recomece.
Quantas vezes sabemos das consequências de não encerrar aquilo que começamos? De deixar processos inacabados, incompletos, “destampados”... Ainda assim, deixamos. Ficamos com raiva das “tampas”, quando, na verdade, a culpa foi nossa por não termos feito o que deveria ser feito. Culpamos o mundo pelo Toddy espalhado no chão da cozinha. Limpamos tudo com a força da raiva. Salvamos o pouco do achocolatado que ficou no pote, então, ao fechá-lo novamente, agredimos a pobre da tampa com tanta força e raiva que talvez ela tranque e não se abra nunca mais.
As roscas continuarão a existir, processos precisarão ser terminados e nós continuaremos aqui – gostando ou não – tentando encerrar tudo aquilo que começamos. Encontrando meios de dar um fim a todas as rocas que tomam nosso precioso tempo.
Ainda estou aprendendo a lidar com as roscas que aparecem na minha vida, mas, hoje em dia, faço questão de rosquear até o fim. Só para não ter que limpar o Toddy espalhado pelo chão.

Pollyanna Guimarães
Cachoeirinha, 5 de janeiro de 2019.

Inserida por profpollyanna

Num diálogo poético e filosófico, Lume e Névoa, duas vozes que coabitam o mesmo Ser, empreendem uma travessia íntima pelos territórios internos daquele a quem pertencem. Lume observa com reverência e ternura os movimentos profundos de quem carrega em si um fogo contido, uma centelha divina e indomada. Já Névoa, inquieta e interrogativa, questiona o peso de viver à margem, sem forma definida, oscilando entre luz e sombra.
Ambos revelam, em vozes distintas, a complexidade de um Ser que não se encaixa em molduras, mas vibra nas frestas; um ser feito de contrários que não se anulam, mas se reconhecem. Ao percorrerem memórias de dor, quedas, silêncio e reinvenção, os dois traçam o mapa não fixo de uma identidade em metamorfose constante, que prefere a travessia ao destino e a imperfeição como linha viva de evolução.
Mais pra o final, evocando o verso do cantante, Lume chega à conclusão de que "ano passado ele morreu, esse ano ele não morre mais", e ambos compreendem que, mesmo fraturado, o Ser ainda pulsa, ainda recomeça. E que habitar-se é, sobretudo, sustentar-se inacabado, como poesia moldada no silêncio.
O convite, agora, é para que quem se debruça sobre estas linhas aceite caminhar ao lado de Lume e Névoa. Talvez encontre, nas dobras dessa conversa, algo de si mesmo.

DO LADO DE DENTRO: CONVERSAS DE QUEM HABITA O MESMO SER

 LUME
Vem, Névoa.
Olha comigo mais uma vez esse Ser que também somos.
Às vezes, o olhar dele não se volta para o mundo.
Retorna, sem aviso, ao território quieto que pulsa atrás dos olhos.
Não busca forma nem resposta. Apenas reconhece, sem intermediação, aquilo que, mesmo escondido, continua a pulsar.
Não é espelho, nem testemunha externa.
É ver-se por dentro.
Ver-se por si.
E ali se enxerga.

 NÉVOA
Vejo, Lume.
Mas diga: como é difícil habitar alguém assim, que não cabe no centro, nem se acomoda ao meio?
É como se tudo nele vibrasse nas bordas.
Uma essência que escapa às formas, que se recusa à lógica, que desmonta a moldura.
E tu o chama de inteiro?

 LUME
Chamo de pleno no que pulsa, mesmo que nunca concluso.
Carrega em silêncio o gesto de um deus,
não o Deus que é verbo, mas uma centelha que se ergue por dentro,
soberana, indomada, feita de presença.
Um fogo contido que arde sem se exibir, senhor de si,
que só se aquieta diante do Senhor do Tempo,
esse imensamente maior, que o reconhece e o desarma em reverência.

 NÉVOA
Só a Ele?

 LUME
Não apenas. Inclina-se também à presença de uma Diva sutil,
que não exige poder,
mas influencia o curso do íntimo
com a mesma delicadeza com que a brisa atravessa o que é denso.
E assim, ambos, o Deus e a Diva, habitam extremos distintos,
mas que despertam nele o mesmo gesto silencioso de reverência:
um pelo peso, o outro pelo toque.

 NÉVOA
Então tu vês, Lume,
que mesmo com tamanha reverência interna,
ele permanece partido entre extremos?
Talvez, diriam os que escrevem o indizível,
que nele habite um deus, um louco, um santo,
um bem e um mal.
Como se o corpo fosse templo de contrários,
e o espírito soubesse dançar entre eles sem se despedaçar.
 LUME
Sim! Não há espelho que reflita todas as suas imagens.
Nem todas as versões cabem na superfície refletida.
O que se vê é só a pele do mistério.
O que importa vive entre as camadas.
Há uma delicadeza que atravessa,
mas também uma aspereza que resiste.
Um bem que titubeia,
um mal que às vezes acena como abrigo.
E quando o erro se insinua ou se estabelece,
a consciência se ergue em resposta,
nem sempre como correção,
mas como voo aprendido na queda,
orientado pelas cicatrizes das que vieram antes.

 NÉVOA
Então tu me dizes, Lume,
que ele vive nesse eterno vai e vem entre tropeço e despertar?
Um movimento que não se encerra?
Parece mais fuga que caminho...

 LUME
Não é fuga, Névoa. É caminho.
Como quem preferiu ser, como disse o cantante,
essa metamorfose ambulante,
não por inconstância,
mas por saber que de falha em falha se esboça o caminho do ser melhor.
A falha, afinal, não chega a ser imperfeição.
É traço vital, linha viva do que ainda pulsa em construção.
Ali, os opostos não se anulam,
mas se reconhecem como costuras do mesmo tecido.
O santo e o louco não duelam.
Entre eles, há uma dança que não se move no corpo,
mas vibra no silêncio do gesto.

 NÉVOA
Mesmo assim... será paz, Lume?
O juízo ali não silencia o instinto,
e a fé caminha ao lado da dúvida, tropeçando de leve.
É um desassossego sereno.
Paradoxo que não deseja paz,
mas profundidade, isso que vejo.

 LUME
É isso. A alma desconhece a gravidade.
Cai com elegância.
Levanta-se com sombra.
Deixa, na ausência, o traço sereno de uma presença que não se desfaz.

 NÉVOA
Mas repara, Lume: quando silencia...
é como se uma parte escutasse a outra.
Quando chega, o que está dentro se move para abrir espaço.
Quando parte, permanece como marca,
raiz deixada por si em si.

 LUME
É! São movimentos internos, quase imperceptíveis ao mundo,
mas que, dentro dele, provocam marés inteiras.
Passou por tempestades que não deixam marcas na pele,
mas tatuaram o espírito com signos secretos.
Conheceu subterrâneos sem nome,
lugares escuros, úmidos, densos.
Caminhou em trevas que evita nomear.
E mesmo assim, fez-se caminho.
Na lama, achou argila,
não o fim, mas o começo do que ainda pode ser moldado.
No breu, acendeu o sopro.
Na dor, encontrou o antídoto escondido na própria ferida.

 NÉVOA
Verdade. É como se carregasse mares que não espelham o céu,
mas que se agitam no subterrâneo dos ossos.
São marés densas de silêncios não ditos,
que só encontram repouso
quando tocam águas mais claras.
Um mar sereno que abriga
sem perguntar de onde vieram as ondas.
Uma escuta líquida, sem pressa.
Um abrigo raso, onde até a dor aprende a boiar.

 LUME
Pois é! Naquele interior onde coabitam o bem e o abismo,
a verdade não chega como raio,
mas como brisa.
Não mente,
mas pinta com delicadeza o que, se nu,
machucaria o que toca.
E mesmo sem se entregar por inteiro,
acende o que basta.

 NÉVOA
Sim, ocorre que nem a poesia, nem a filosofia podem responder tudo, Lume.
Não se sabe ao certo se ser assim
tão cheio de frestas, de marés fundas e silêncios antigos,
é mais graça ou mais peso.
Não se sabe se há esperança para um ser que não cabe no centro,
nem certeza de que, passadas seis décadas,
ainda haja tempo para ser mais do que se tem sido.

 LUME
Eu sei. Houve perdas. Partes desfeitas.
Ao longo dos anos, e no último especialmente,
algo nele silenciou mais fundo.
Houve um cansaço que em algum momento pareceu irreversível.
Uma despedida muda de si para si.
Mas o que ficou em pé, mesmo sem firmeza,
ainda espera espera o instante em que a alma volte a respirar mais fortemente.
E, parafraseando o cantante, o que digo dele é que:
‘ano passado ele morreu,
esse ano ele não morre mais’.

 NÉVOA
Sabe? Habitar-se para ele nunca foi concluir-se.
É sustentar o inacabado com leveza.
E ali, onde tudo se contradiz
ou enfim se reconhece,
algo se acende,
não em luz plena,
mas em fresta viva, discreta,
onde o dentro começa a respirar por entre margens.
É por essa fresta que a claridade atravessa.

 LUME
Sim! E tudo o que foi vivido,
a dor, o delírio, o descompasso,
fez-se matéria de travessia.
E a travessia, moldada no silêncio,
virou poesia.
Poesia que se espalha pelas bordas,
como quem só revela o sagrado
a quem aprendeu a ver no escuro.

 NÉVOA
Sabe o que penso, Lume?
Nele há limites que nem a força mais íntima ultrapassa.
Há mistérios que nem a alma mais desperta ousa dominar.
E há passos, os derradeiros de cada travessia,
que só Deus, o verdadeiro, conhece o momento exato de conduzir.
Até para mim, que duvido, isso basta.

 LUME
E bastando, é paz.
Voltemos ao nosso silêncio.
Ele ainda tem muito a nos dizer

Inserida por WMAGNOR

⁠A melhor forma de terminar algo é parando de alimentar aquilo. É aí que tá o verdadeiro poder, porque onde a atenção vai, a energia vai também. Isso vale desde hábitos até relacionamentos.

Inserida por pensador

⁠Cheguei em algumas conclusões as quais devo suscitar em serem minhas.
Eis que as recomponho.
Alguns atos promovidos ou gerado pelos humanoides, acredito estarem no seu mapa genótipo e fenótipo.
Tudo no ãmago do núcleo celular.
E porque esta definição pessoal mental?
Revistos bilhões de vezes nas atitudes interpessoais e pessoais da grande massa, comportamentos instintivos.
Jamais haverá retorno ou evolução.
Será tão somente bis sobre camadas de gestos e engrossamento de todos os velhos hábitos.
Podem me chamar de desacreditada.

Inserida por dalainilton

⁠A aparência nos diz muito...
muito pouco do que se sabe sobre alguém;
A atitude nos diz muito...
muito mais do que se sabe sobre alguém;
Portanto, não nos cabe concluir análises sobre ninguém,
pois, entre a aparência e a essência,
há um SER inconcluso...
que também habita em nós. (05/02/2023)

Inserida por patricia_maria_camara

Reflita, decida e persista⁠

Inserida por ranielrico

⁠Quando você concluiu algo sobre alguma coisa, você acabou de limitar a energia daquilo à sua conclusão. Julgar é rotular e ao mesmo tempo é limitar a pessoa julgada à sua conclusão, impossibilitando-a de mostrar-se melhor do que ela pode ser. Portanto, ao julgar, você se limita a ver somente aquilo que já concluiu e se impede de ver os pontos positivos que possam existir!

Inserida por JulioLotus

⁠Descobri que na vida todo mundo tropeça, o que faz diferença mesmo, é quem levanta mais rápido.

Inserida por Leonardofn7

+Q Alquimista
Provei absoluto perfume em vários corpos. O resultado? A cada novo corpo testado, uma nova essência. Conclusão: a fusão de fragrâncias cria novas fragrâncias, e aperfeiçoa aquilo que já era completo.

Inserida por FranciscoFontes