Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Amar-se, exige certas renúncias usando a cabeça; obedecer ao que o coração deseja é uma delas, sim, porque em algum momento é a cabeça que decide, o coração tá pouco se importando se a pessoa é a certa ou não, pra ele basta o encantamento. Amar-se é querer quem também lhe quer. Dar-se valor é por o coração no lugar dele e ensiná-lo que ele não pode ter o que bem desejar. O coração é um eterno aprendiz que só aprende apanhando, depois fica feliz da vida. Um safadinho isso é o que ele é.
Deus: só um meio para o meu fim de sucesso ou tenho entendido que eu sou um meio para o sucesso do plano dele na terra?Deus, alguém que sirvo ou algo que uso?
Senhor, em simples oração peço-te,
olhai pelas almas naufragas,
indiferentes, sem sorte e desviadas,
fazei com que permitam-se
a felicidade, amar e serem amadas
A luz da lua é algo que nos encanta,
surge de repente e prende o olhar,
é poesia tanta, tanta,
para o poeta é verbo amar
Conjugue seus verbos na primeira pessoa do singular e siga suas ações. Ame, sorria, trabalhe, divirta-se etc...
A vida é isso : sempre em movimento é que a podemos sentir.
De forma sutil, fazemos uma coisa que é impossível: AMAR uma pessoa à distância. O pior: insistimos dizendo que é possível!
Já imaginou qual o limite do carinho? Um homem, 22h da noite num ônibus lotado, protege o seu buquê de flores de um terrível fim: ser amassado pelo vaivém cotidiano dos engravatados, dos bem-arrumados e dos nem tão bem-arrumados assim. Ele desce da condução e corre loucamente pra casa, esquece o cansaço de um dia inteiro de trabalho, abre a porta e encontra sua namorada arrumando a mesa do jantar.
Ele esquece suas preocupações, seu dia difícil, porque ali, nos braços de quem ama, ele encontrou o seu pedacinho diário do paraíso. As histórias de pessoas comuns, suas vidas simples e sem a mesma emoção de um dublê de cinema, esconde uma beleza muito sutil e calorosa.
Para o desejar, criou - se o espaço.
O Laço, o nó do embaraço.
Para o bem querer, criou - se o mar.
Sóbrio, tênue à vagar.
Para o sonho, criou - se o ar.
Essência da vida, o mundo a cantar.
Para o carinho, criou - se o chão.
União dos sentidos, pousar da canção.
E para o amor, criou - se um alguém.
Misterioso, sereno, quando vem se dispersa, se move depressa, conversa.
Quando ama, não quer mais ninguém.
Tudo que há, mais do que um ato de amor, foi criado.
Criado, vibrante, brilhante, apaixonado.
"Situações desesperadas pedem medidas pensadas", disse o rapaz contrariando a versão original do ditado popular. Mesmo com a camisa branca com resquícios de ketchup, a moça ria descontroladamente das medidas nada pensadas, desesperadas e desajeitadas que aquele garoto utilizava para resolver o problema.
Depois de mil e uma fórmulas químicas que ele havia tentado, o resultado final foi uma camisa bem manchada, risos e um brinde a momentos estranhos e únicos como esse.
Molho de tomate era capaz de criar situações "apaixonantemente" hilárias.
Ela é fogo, ele é gelo.
Curtia seus dias dançando sob a lua, no anoitecer e nas madrugadas. Sempre que possível, festas faziam parte de sua tabela de planejamentos. Enquanto ele pouco saía. Gostava de seus livros, da sua própria bagunça e pensamentos escritos em bolas de papel na lixeira. Certa vez, ele foi até um barzinho que tocava Raúl, Paralamas e outras músicas que gostava. Levantou - se até a máquina e escolheu um música.
"Eu amo Engenheiros do Havaii", a voz dela por trás de suas costas, segurando uma moeda (imagino que para utilizar a máquina também) . Sem muita reação, ele confirmou o mesmo.
Após horas de conversa leve e noções sobre o gosto musical, o rapaz que vivia em sua caverna e a moça das baladas e luzes de neon, dançaram juntos.
Fogo e gelo, provaram que os opostos se atraem, de fato.
"Eu acho que isso é ilegal, podemos até ser presos", disse a moça preocupada com o que poderia acontecer caso os dois entrassem na fonte que ficava bem no meio da praça da cidade em um frio de 15°.
Cuidadosamente, ela calculava o peso das ações, enquanto ele era completamente desprovido de juízo.
"Amor, nesse momento eu sou a lei. Se não pular, serei o jure, e logo em seguida o executor, porque eu mesmo vou te jogar aí dentro".
Ela gargalhou alto. "Não me desafie", disse ele. Ambos pularam, riram e se beijaram. Cúmplices de um "crime" quase perfeito. Que seria eternamente lembrado graças ao frio que sentiram assim que saíram da água.
Deitados sob o sofá - cama, assistindo um filme de velho oeste, ele se vira para a direção dela e subitamente diz: "eu vou te amar para sempre!".
Ela franziu as sobrancelhas e disse: "Jura? Não sei não, as pessoas sempre dizem isso e até falam de um amor para até depois da vida, mas aí terminam e dizem coisas como: "tô livre na pista!" Então faz assim, diz que me ama todos os dias, e a gente vai se amando até quando a vida quiser".
O rapaz olhou, primeiro espantado, depois rindo e disse: "Você é meio paranóica né?"
Ambos caíram na gargalhada até que ela falou: "Ok, eu me rendo. Vou te amar pra sempre também!"
E assim o "para sempre" foi feito.
Depois de 1 hora plantada naquele baile de formatura, ela já pensava em ir embora, achando que estava sendo completamente ignorada. Apesar de possuir uma beleza ímpar, desconfiava de seus próprios atributos, e quase nunca sentia-se com a confiança que deveria possuir.
O rapaz, vestindo um belo terno cinza, atravessa o salão em sua direção, sua postura revelava imponência e suavidade, dizendo: "Ei, desculpa pela falta de coragem dos meus amigos. Acho que sua beleza travou todos eles. Mas arrisco ouvir um "não" se vc não quiser dançar. Acho o risco bem válido." Ele diz sorrindo, estendendo a mão para ela.
"Então seria você o cavaleiro de armadura reluzente à me salvar?" Ela diz. E sorrindo ele responde: "Eu posso arranjar uma armadura se aceitar o convite."
Ambos riram da situação, dançaram por toda a noite, muita inovação nas histórias de amor que tomariam rumo a partir daquilo.
Depois de 1 hora plantada naquele baile de formatura, ela já pensava em ir embora, achando que estava sendo completamente ignorada. Apesar de possuir uma beleza ímpar, desconfiava de seus próprios atributos, e quase nunca sentia-se com a confiança que deveria possuir.
O rapaz, vestindo um belo terno cinza, atravessa o salão em sua direção, sua postura revelava imponência e suavidade, dizendo: "Ei, desculpa pela falta de coragem dos meus amigos. Acho que sua beleza travou todos eles. Mas arrisco ouvir um "não" se vc não quiser dançar. Acho o risco bem válido." Ele diz sorrindo, estendendo a mão para ela.
"Então seria você o cavaleiro de armadura reluzente à me salvar?" Ela diz. E sorrindo ele responde: "Eu posso arranjar uma armadura se aceitar o convite."
Ambos riram da situação, dançaram por toda a noite, muita inovação nas histórias de amor que tomariam rumo a partir daquilo.
Fazia um frio assombroso naquela madrugada. A janela, borrada pela neblina, e gotas de água que escorriam, revelavam o quanto era difícil sair de baixo das três camadas de edredom, e da única camada de abraço que vinha exatamente dela.
5:00 da manhã e o dever o chamava.
"Sério, amor. O frio já é desmotivante, se você não me deixar ir, eu não vou poder trabalhar." Disse ele, que em sua mente confinou o desejo de permanecer ali, naquele abraço angelical.
Ela abre apenas um olho, cara de sono e responde: "Relaxa, hoje é domingo. Você esqueceu de desligar o despertador de novo".
"Graças a Deus", ele pensou. Seria um pecado deixar ela sozinha na cama fria, isso o preocupava mais do que um dia de serviço perdido.
Por que vocês homens viram bebês grandes quando estão gripados" ela pergunta enquanto se direcionava até ele, segurando uma xícara de chá de maçã (seu favorito). O clima louco sempre o afetava. Jogava bola na chuva, abria a geladeira com o corpo quente, andava descalço pela casa, todas aquelas coisas que sua mãe sempre dizia pra ele não fazer. "Amor, não faça perguntas que eu não posso responder. Acho que nós homens odiamos ficar doentes. Quando a oportunidade surge, queremos só um pouco daquele mimo". Ele respondeu. E olhou para ele com uma expressão bem séria, mas depois libertou um sorriso no canto da boca, dizendo: " vai lá jogar bola na chuva, seu bebezão! "
Enquanto ela saía, ele desmarcava uma partida com os amigos através do celular.
Se uma mulher cuidadava de um homem manhoso, ela merecia total atenção. O que valeu alguns filmes, pipoca e todas as coisas que ela gostava, preparadas por ele, é claro.
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