Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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" A quem interessa minha derrocada?
Como é mesmo meu nome?...
Eu me chamo luta. Eu me chamo paixão...
Sou a voz que amarga o pranto, não canto...Sou a escoria de quem me julga, sou
o tempo de quem me condena. Quanto a pena, que pena não suavizar o doce de quem saboreia o melhor. Que pena o cavaleiro mascarado, com sua espada justiceira, se esconder atrás da capa. Capa do insano poder, que marginaliza a luta de quem sucumbe em paz.De quem amordaçado deseja dias melhores. De quem na prisão da vida ousou atirar-se. De quem não quis simplesmente sonhar...
...
" Prefiro a incerteza da coragem, a covardia da prisão."

Oscar.

Penso na vida como um sopro,
Como uma onda, como um lugar...
Penso que vale a pena, mesmo pequena. Celebrar...
Sei que o tempo é assim, infinito,
Mas, num grito, lá se vai...


Criar altares, dinheiro e poder,
Porém sua glória passageira não verá,
O amor passar velhinho,
Pra quem soube, olhar a lua de manhã...

“” Como é doce ser feliz..
Não, doce engorda.
Então acorda
Pra ser feliz é preciso de um pouco de loucura...””

"" Risque e rabisque
Mas não traduza
Envolva a trama
Como quem seduz na cama
Amarre as peças
Sem perder o jogo
No final nada mal
Se puder colar
Se puder pintar
Se atreva
Se não puder
Escreva...""

Ir além, dar um passo a mais
subir no monte e olhar a exuberância da vida
como um eco ter várias existências
liberto em palavras, ser imortal
como um rio, ser puro
idêntico ao mar, desejado
infinito como os desejos
lindo como o beijo
azul feito de céu
doce incomparável
Ter além de mim mesmo
um sonho
uma vida intensa
ser criança de vez em quando
adulto quando precisar
água para purificar
mas o que somos na vida,
senão um tempo que passa
enruga e amassa
e como passa ligeiro
esvai como fumaça
levando pelo vento, o tempo
aquele que passou por nós...

Carta a uma amiga que sugeriu em uma rede social, querer se casar .
depois de notar como foram as investidas dos rapazes e senhores, verifiquei que poderia ter uma chance, pois agiria assim:

Prezada (nada de querida num primeiro momento) amiga, lendo seu perfil de postagens, percebi algo que me chamou bastante atenção, que gostaria de se casar. Confesso que de imediato viajei na ideia, pois também comungo do mesmo desejo. Assim gostaria de candidatar-me para me conhecesse melhor e permitir-me também conhecê-la um pouco mais.A principio as suas fotos e seu modo de agir, mostram uma mulher interessante e especial. Pois bem, quero convidá-la para logo mais à noite sairmos para um jantar, passarei com meu motorista particular em sua residencia por volta das 21:00 hrs (prefiro com o motorista, pois assim podemos quebrar o gelo do primeiro encontro), ficando um pouco mais à vontade, podemos inclusive apreciar o céu maravilhoso e perfumado de nossa amada (peguei do Greca) Curitiba. A ideia é poder saborear um vinho todo especial em sua presença, bem como curtir amenidades, levando um papo qualquer. Desprovido da necessidade de dirigir, podemos nos tocar levemente com as mãos enquanto conversamos,quem sabe começa aí um relacionamento mais apurado e gostoso.Como sou um homem fino e educado (modéstia à parte) fique tranquila, jamais a colocarei em uma circunstancia constrangedora. Óbvio que devemos deixar as coisas seguirem o rumo natural.Saliento porém que tenho um pequeno problema, pois sou muito rico e confesso que isso às vezes causa inconvenientes, mas estou confiando em seu charme e delicadeza, para esse detalhe não mudar qualquer intenção. Ao chegarmos no restaurante,meu maior desejo será vê-la brilhar, nos passos que a conduzirão à nossa mesa.(acho que estou apaixonado).Espero que seja uma noite extremamente agradável e reveladora..
Para terminar, espero não ter causado uma impressão falsa e descabida, pois tenho certeza que além das estrelas que posso lhe dar, ainda tentarei conquistar o mundo para fazer dele, um reinado, onde só você será a minha rainha.( já estou aceitando o convite de casamento)
Para comemorar e eternizar o encontro, levarei um presente que ficará como recordação do momento vivido. uma joia que espero, aprecie bastante, apenas como um mimo. (a joia fica por conta da sua imaginação)
Rapazes, mandar recadinhos, tipo oi gatinha , estou aqui... ou o "Lacrou". me ajudam bastante, por favor continuem...
Mulheres gostam de sucesso, carinho, romantismo e amor.
e para isso me preparei a vida inteira

" Se acabar o dinheiro
como ficará o respeito
se acabar a fé
como ficará a esperança
se acabar o diálogo
como ficará a convivência
e se acabar o amor
como ficará a vida???

A gente vai, vai, vai
e quando vê
não tem mais como voltar...

"No altar da lei, o erro pode ser legitimado como certo, celebrando, sob os castiçais da justiça, uma nova solenidade."

A pessoa que mais te destratou.


Em um futuro não tão distante, ela não será citada como uma aliada do protagonista.


Mas sim, essa, um dia, essa vai fazer parte de um livro que contará sua história.

A visão de muitos que te menosprezam um dia saberão como eles poderiam ter sido feliz ao seu lado.

Pare de ficar a vida em valor, e passe a focar em valores.
pois no final o valor vai se esvair como passar dos gastos do dia a dia.
Já seus valores serão guardados e lembrados por gerações daqueles que te amam.

Sinto como se minha alma chora se
como se meu coração sangra se
Meus nao chorando,
Sinto como seu meu rosto se inunda se
de lagrimas, expondo a minha dor
sinto como se o mundo quiseste me engolir
e mas uma vez olho pro lado e to sozinha

O objetivo é uma fração do todo, alinhada às nossas percepções e como o entendemos em relação às circunstâncias. A perfeição é quase sempre um sinal que erramos ou que estamos ignorando algo, mas enxugar esse gelo não é inútil, já que, embora ele tenda ao infinito conforme o gelo derrete um espaço onde podemos viver com mais segurança e conforto é liberado, além de fornecer a água para nos manter vivos, bastando que a busca frenética por perfeição não nos afogue.

O que toleramos ensina a forma como as pessoas devem nos tratar.

Fazer o mal de propósito, como vingança, é um ato imaturo, egoísta e cruel — de quem só pensa na própria satisfação e é incapaz de amar de verdade.

Alma perdida

Às vezes sinto-me tão vazia
Como se nada mais pudesse sair de mim
Eu abro e fecho portas
Acendo e apago cigarros
Abro e fecho as mãos
Acendo e apago desejos

Nada mais sai de mim
Nem mesmo essas palavras
Elas saem do vazio
Que tomou posse do que fui
E quando é assim e nada sai de mim
Não vejo o início, não vejo o meio
E isso me acende o desejo do fim

Talvez eu tenha saído ou sido retirada
Por isso nada mais sai de mim
Seria um anjo caído?
Um andarilho sem rumo na estrada?
Alguém viu minha alma?
Acho que ela foi roubada
Quero senti-la de novo
Mesmo se estiver quebrada

No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.

O psicopata no jogo atravessava a sala como quem engole o próprio reflexo, os batimentos cardíacos 100 por hora riscavam o ar feito giz invisível, quase sem pulsação e ainda assim vivo demais, enquanto a cachoeira que mais se parece ao deserto do Saara despejava areia líquida sobre pedras que ardiam de frio, nada fazia sentido porque o relógio caminhava para trás e os passos ecoavam antes de tocar o chão, e no entanto cada detalhe obedecia a uma lógica secreta, pois o jogo nunca foi tabuleiro, era consciência, e o psicopata não era um monstro, mas a parte estratégica que aprende a sobreviver onde a água evapora antes de matar a sede, os batimentos 100 por hora não eram pânico, eram alerta, quase sem pulsação não era morte, era controle absoluto, a cachoeira desértica era o paradoxo da mente que chora por dentro enquanto por fora se mantém seca como o Saara, e assim o que parecia ruído se revela cálculo, o que parecia loucura se revela método, porque no fim o jogo é interno e cada grão de areia que cai da água invisível marca o tempo exato entre sentir demais e não sentir nada.

Nas ruas vazias da alma coletiva, o eco do silêncio coletivo se alastra como uma névoa densa, tecida por milhões de vozes caladas. Cada ser carrega um grito engolido — o operário que engole o cansaço, a criança que guarda o sonho partido, o amante que murmura promessas ao vento. Juntos, formam um coro invisível, onde o nada ressoa mais alto que o clamor.É um oceano de pausas, onde o ar vibra com ausências: mãos que não se tocam, olhares que fogem, corações batendo em uníssono mudo. O silêncio não é vazio; ele pulsa, ecoando feridas compartilhadas, solidões entrelaçadas como raízes sob a terra. Nesse vasto auditório sem paredes, o eco se multiplica, transformando o individual em hino universal — um lamento que cura ao ser sentido por todos.