Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Na nossa história, algumas páginas são pesadas como concreto. Algumas são escritas com sangue em vez de tinta; às vezes, enquanto estamos escrevendo alguém bate na nossa mão, pois escrevemos essa história com outras pessoas. A nossa história é longa, certamente não está no começo e não sabemos como nem quando ela acaba; não sabemos o que é vírgula e o que é ponto final. Continuamos um caminho que já nos precede, já que não começamos nossa história pelo primeiro capítulo. Nesse trajeto — muitas vezes caótico e sem direção — temos algumas pistas que nos fazem repensar. Nessa história, há muitos apócrifos, fragmentos e rascunhos aos quais provavelmente nunca teremos acesso.
Um plano planejado é um risco que podemos perder, mas, se não arriscarmos, como saber se vai dar certo?
Se não der certo, não fique desesperado(a); aprenda com seus erros até você conseguir atingir seus planos.
A nossa liberdade está em nossa consciência, já que, por si sós, somos apenas matéria como qualquer outro objeto. Embora feitos de matéria, entendemos as nossas limitações e através do conhecimento, conseguimos trabalhá-las, modificando, até certo ponto, os sinais de pontuação que a vida impõe em nossas histórias. Não criamos as regras do jogo, mas aprendemos a usá-las a nosso favor; afinal, a mesma água que nos afoga é a que nos mantém vivos e o mesmo fogo que aquece é o que queima.
Isso nos leva a questionar a própria origem de nossas ferramentas. O termo "natural" é definido por boa parte dos dicionários como "aquilo que pertence ou é regido pelas leis da natureza". Por sua vez, a natureza é descrita como "o mundo material, especialmente aquele em que vive o ser humano e que existe independentemente das atividades humanas". Ocorre que, de certa forma, o ser humano, em sua essência, é algo que provém da natureza. Inclusive o cérebro, responsável por criar tudo o que é classificado como artificial, foi criado de maneira natural e é regido pelas mesmas leis.
Embora o cérebro tenha a capacidade de idealizar, tudo aquilo que é materializado deve seguir as leis da física; portanto, da mesma forma que tais leis regem o cérebro humano, regem também suas criações e manipulações. Onde surgiu, então, a diferenciação do que é natural? Se as leis da natureza são as mesmas que regem os seres humanos e suas criações ditas "artificiais", o conceito de natural seria ele próprio artificial?
Além do mais, o cérebro humano se enquadra nas características de "natural", visto que ele seria independente da atividade humana? A menos que ele materialize — ou melhor, que seja o princípio da atividade humana, o que é razoável supor. Pode-se dizer que o ser humano é fruto da reprodução de outros dois seres humanos, o que encerraria a questão biológica imediata; todavia, nem sempre foi assim. Sabemos que nem sempre existimos e que não somos eternos. Em algum momento, algo não humano originou o ser humano. Esse "algo", por definição, faria parte da natureza? Se sim, a consciência que nos dá liberdade é, no fim das contas, a própria natureza manifestando-se contra suas próprias limitações ?
como amei?
se nem a mim mesma amava, quase impóssivel de ser verdadeiro esse amor, por isso magoado foi.
aquilo que nem deseja a ti mesmo como desejas ao teu próximo?
Ideias são como fezes: o autor consome diversos frutos, processa-os em seu interior e os expele. Não é adequado ou sequer saudável consumir as fezes, mas o esterco é útil para adubar um terreno e produzir frutos que nos sustentem.
Assim como é na abundância que devemos acumular a água para os períodos de seca, é nas épocas de alegria que devemos fortalecer a fé, para que a tenhamos em grande quantidade nos momentos de adversidades.
Como a leve brisa que trás chuva em abundância e como o florescer, silencioso e belo. Assim é o agir de Deus...
E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?
Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar
ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.
Minha querida irmã,
Luciene Guedes
Todos os dias penso em como tenho sorte de ser sua irmã!
Você é uma mulher inigualável!!!
Se existir de fato outra vida quero voltar e ser novamente sua irmã,
você é leal, fiel e verdadeira.
Tua sensibilidade me faz acreditar, em dias melhores, te amo!
Sua irmã:
Márcia Guedes
O coração muitas vezes guarda cicatrizes que parecem profundas e eternas. Mas, assim como as flores que surgem após a chuva, também podemos encontrar o caminho da cura. É nesse espaço de fragilidade descobrimos a força do amor, seja ele recebido ou dado.
Curar o coração é permitir-se sentir, entrar em contato com a dor e, em seguida, com a mesma intensidade, abrir-se para a felicidade que chega em pequenas doses. É um convite a acolher as lembranças que nos formaram, mas sem deixar que elas nos definam. A cura acontece quando aprendemos a olhar para dentro com carinho, permitindo que a luz do amor ilumine nossos cantos mais escuros.
Cada gesto simples de afeto, cada palavra doce, cada sorriso sincero têm o poder de tocar nossas almas e promover a cura. É nas pequenas coisas que encontramos a magia do recomeço...
- Edna de Andrade
As misericórdias de Deus são como um rio que flui incessantemente, um manancial de amor e compaixão que nunca se esgota. Em momentos de angústia e desespero, quando sentimos que estamos sozinhos e perdidos, é esse amor divino que nos busca e nos envolve.
Independentemente das dificuldades enfrentadas, não há lugar tão distante onde Seu amor não possa nos encontrar. Ele penetra nas sombras da nossa dor e ilumina os caminhos mais sombrios, trazendo esperança e renovação.
Cada manhã é um novo convite para experimentar essas misericórdias, que se renovam a cada dia. Ao abrirmos nossos corações e permitirmos que essa graça nos envolva, encontramos força para seguir em frente e a certeza de que nunca estamos sozinhos. Essa é a promessa de um amor que não falha, que nos alcança e nos transforma de dentro para fora.
- Edna de Andrade
Às vezes, a vida parece exagerar nas provas.
É como se tudo viesse ao mesmo tempo, cobrando força onde só há cansaço, exigindo fé onde só existe silêncio.
Mas, no fundo, há uma sabedoria mansa por trás dos dias difíceis.
Eles não chegam para nos destruir — chegam para nos mostrar o que já é forte dentro da gente, mesmo quando a gente ainda não sabe.
Há dores que abrem espaços novos, há pausas que empurram a gente pra dentro, e é lá — bem lá dentro — que a gente descobre que mesmo machucada, a alma continua bonita.
Se hoje está pesado, respeite o peso. Respire. Diminua o passo.
Não é fraqueza sentir. É humanidade.
E o mais bonito: mesmo nos dias escuros, a esperança continua de luz acesa.
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