Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Como é incômoda esta gente que tem mania de julgamentos. Sei não, sempre fui um pouco fechado, àspero, errado, tão eu, tão meu, mas desde sempre compreendi que cada um tem um pecado em si. Um dia tu também vais compreender que todo mundo é um pouco assim, meio aspero, meio-amargo, chato. Que ninguém é de ferro, bonito por perto. Ninguém tem sempre o cheiro de flores, todos erramos nos gestos, nas falas, nas cartas, nos versos. Um dia, tu e eu vamos notar e entender que somos apenas humanos, como é triste esta coisa de julgar, ser julgado. Um dia tu e eu iremos aprender que da vida alheia não se cuida, do sentimento alheio não se menospreza, o coração alheio não se machuca… Que nem tudo é o que parece, que nem tudo que reluz é ouro, que as brincadeiras são cheias de verdades, e as mentiras, são cheias de corações de brincadeira (tão triste esta gente que leva sentimentos alheios na brincadeira, a vida não é feita de sentimentos contados, de fazer o que se quer, o que se gosta, o que se faz), todos nós somos inocentes, todos nós somos culpados desta vida que sempre roda como ciranda de pedra, que nos tira as dores, que nos dá as costas. Tão bom seria esta gente, tão bom seria este dia se as mentiras me doessem menos nos nervos, se eu não fosse tão julgado, se todos estes juízes virassem sapos. Tão bom seria esta vida, se todos, todos nós, ficássemos um pouco mais calados…
Para mim o teu sorriso é como as estrelas
Para mim o seu olhar tem a luz da lua
Se pudesse eu daria todo o universo pra te amar
Por favor não vá
Prefiro me aventurar, fazer minhas loucuras e ser feliz, a ser como os que falam mal de mim: Se fazem de certinhos, querem ser o bom exemplo mas no fundo são INFELIZES!
Eu vivo MESMO, não me importo com o que falam de mim porque o que pensam de mim não é problema meu.
Mantenha a mente aberta e absorva a experiência, e se doer, valeu a pena!!!
Te digo
Somos os dois
Asim como o ar que está
Flutuando livre na imensidade
Ouço sua voz, sonho contigo
E é o meu anjo de paz
Me deixa voar
Ao seu lado sempre quero estar
Suas asas me lavam a alma
Tens o corpo e a alma que emana sensualidade, vontade, seu olhar é intenso como se procurasse verdade ou visse alem da realidade mostrada, pois você menina amostrada, ousada com a modernidade da cor da clareza da alma, pois trás também a simplicidade revelada em cada gesto em cada atitude confiada. Gosto de você de graça esta menina de beleza rara de cor bronzeada onde o sol irradia e a lua ilumina .
Raquel Guimarães
É inegável como a verdade pode ser brutal às vezes. Só dá pra admirá-la. Geralmente passamos a vida acreditando em nós mesmos. "Eu tô bem", dizemos. "Tá tudo bem". Mas às vezes a verdade pega no pé e não tem santo que a faça desgrudar. É aí que percebemos que às vezes ela nem chega a ser uma resposta, mas sim uma pergunta. Mesmo agora, estou aqui pensando até que ponto minha vida é convincente.
Poucas coisas marcam tanto um leitor como o primeiro livro que realmente abre caminho ao seu coração.As primeiras imagens,o eco dessas palavras que pensamos ter deixado pra trás, nos acompanham por toda a vida e esculpem um palácio em nossa memória ao qual mais cedo ou mais tarde - não importa os livros que leiamos, os mundos que descubramos, o quanto aprendamos ou esqueçamos - iremos retornar.
O grandão
Ficamos frente a frente como num duelo, ele ali enorme, colossal e omnipotente e eu tão pequenina.
Ele parecia muito mais zangado do que eu pensava, ia e vinha em secções de ondas violentas que faziam um barulho ensurdecedor.
No entanto, dentro de mim uma paz, sentia nos meus pés o granulado da areia, o vento a bater na minha face trazendo o doce aroma da maresia.
Eu e ele, o Grandão, finalmente tinha chegado a hora.
Abri os meus olhos, e com toda a minha sabedoria de gente pequena o fitei com olhos de desafio.
"Eu não tenho medo de você" Disse baixinho, era verdade não tinha medo.
Ele pareceu ficar ainda mais zangado.
E foi então que eu corri, as minhas pernas pequenas tornaram-se gigantes, os meus braços viraram asas, eu voava e os meus pés estavam no chão.
Foi então que os nossos corpos se fundiram, eu e ele, éramos um só, ele abraçou-me, pegou-me nos seus braços e me levou ao céu.
Todo ele estava em mim, como sempre estivera, sentia o seu calor na minha pele, e sorria, me perdi de amores pela sua imensidão azul.
"É Grandão, agora somos só nos dois..."
Eu e o Mar... Somos feitos do mesmo elemento.
Não lembro exactamente a idade que tinha nesta altura, mas lembro de cada pormenor daquele momento, o momento que eu e o meu Grandão começamos a caminhar com o mesmo passo.
E mesmo quando estou na selva de pedra, escuto o bater das tuas ondas e é feita a melodia.
E se completa 1 ano . . .
Eu queria que o tempo voltasse atrás, só para sentir como naquela noite, seu toque suave, seu beijo envolvente e seu corpo penetrante.
Eu queria mais uma vez, me envolver em seus braços e sentir no seu abraço o teu corpo me querer.
Percebi que já te amava quando apenas um atraso seu era o bastante para que a indiferença em mim se dissolvesse por termer que você não viesse mais.
Percebi que já te amava quando só uma frase sua era o bastante para fazer com que uma noite comum, começasse por encanto a iluminar-se.
E já era tarde para voltar atrás . . . procurei por um momento a indiferença em mim, mas estava cego de amor, paixão e coração encarcerado.
Amo você, alma de minh´alma.
Por tempos eu almeijei teus lábios, e em delicados beijos roubados perder a conta dos inumeros beijos trocados.
Por tempos eu almeijei durmir em seus braços, e ao despertar com seus amassos, sentir seus afagos seguidos de olhares apaixonados.
Por tempos eu almeijei seu corpo desejado e desejante,
Por tempos eu almeijei você, mulher, amada, amante.
Por tempos eu vivi por um amor procurado, agora finalmente encontrado . . . e é simplesmente você.
Rebento
subtantivo abstrato
O ato, a criação, o seu momento
Como uma estrela nova e o seu barato
que só Deus sabe, lá no firmamento
Rebento
Tudo o que nasce é Rebento
Tudo que brota, que vinga, que medra
Rebento claro como flor na terra,
rebento farto como trigo ao vento
Outras vezes rebento simplesmente
no presente do indicativo
Como as correntes de um cão furioso,
ou as mãos de um lavrador ativo
às vezes mesmo perigosamente
como acidente em forno radioativo
Às vezes, só porque fico nervosa, rebento
às vezes, somente porque estou VIVA!
Rebento, a reação imediata
a cada sensação de abatimento
Rebento, o coração dizendo: Bata!
a cada bofetão do sofrimento
Rebento, esse trovão dentro da mata
e a imensidão do som nesse momento
Minha mente repete o seu nome infinitas vezes
como se fosse um velho disco arranhado.
Eu preencho meus dias com tarefas desnecessárias
eu saiu por ai e encontro pessoas com conversas estupidas,
eu riu de tudo por não entender nada.
Agoranada faz sentido,
Vou completando os dias e nada é tão importante
que eu possa dizer que valeu.
Quando caminho sozinha carregando no bolso
Nossas musicas preferidas
Eu revivo tudo de bom
e sorrio sorrinha até perceber que alguém
me junga insensata.
Eu não estou nem ai pra mais nada
O mundo é mesmo tão complicado.
Essa eterna adolescencia misturada com minha
Experiencia tem sido meu guia.
Tem dias que tudo perde a graça
Mas outros dias tudo faz bem pro meu coração.
Não tente me explicar mais nada,
nem me convencer que nossa guerra acabou
Pq antes tudo parecia encomodar
Mas agora tudo faz falta.
Mas ainda tenho a mim mesma,
e mesmo incompleta todo dia tento me lembrar quem sou
Para seguir esses dias sem sentir nada
Nem cair na besteira de tentar voltar
A maior das gauchadas
Que há na Sagrada Escritura,
- Falo como criatura,
Mas penso que não me engano! -
É aquela, em que o Soberano,
Na sua pressa divina,
Resolveu fazer a china
Da costela do Paisano!
Bendita china gaúcha
Que és a rainha do pampa,
E tens na divina estampa
Um quê de nobre e altivo.
És perfume, és lenitivo
Que nos encanta e suaviza
E num minuto escraviza
O índio mais primitivo!
Fruto selvagem do pago,
Potranquita redomona,
Teus feitiços de madona
Já manearam muito cuera,
E o teu andar de pantera,
Retovado de malícia
Nesta querência patrícia
Fez muito rancho tapera!
Refletem teus olhos negros
Velhas orgias pagãs
E a beleza das manhãs,
Quando no campo clareia...
Até o sol que te bronzeia
Beijando-te a estampa esguia
Faz de ti, prenda bravia
Uma pampeana sereia!
Jamais alguém contestou
O teu cetro de realeza!
E o trono da natureza
É teu, chinoca lindaça...
Pois tu refletes com graça
As fidalgas Açorianas
Charruas e Castelhanas
Vertentes Vivas da Raça!
A mimosa curvatura
Desse teu corpo moreno
É o pago em ponto pequeno
Feito com arte divina,
E o teu colo que se empina
Quando suspiras com ânsia
São dois cerros na distância
Cobertos pela neblina.
Quem não te adora o cabelo
mais negro que o picumã?
E essa boca de romã
Nascida para o afago,
Como que a pedir um trago
Desse licor proibido
Que o índio bebe escondido
Desde a formação do Pago?
Pra mim tu pealaste os anjos
Na armada do teu sorriso,
Fugindo do Paraíso,
Para esta campanha agreste,
E nalgum ritual campestre,
Por força do teu encanto,
Transformaste o pago santo
Num paraíso terrestre!
As pessoas perdem muito tempo buscando uma sensação inexistente para classificá-la como amor e esquecem de observar as pequenas coisas que o constroem.
Compassos e descompassos virtuais
Concebo a virtualidade como meio disponível para se criar significativos laços amistosos, apesar da distância geográfica.
Para muitos, revela-se como porta de acesso a um mundo de sonhos; de fantasias que desejam viver junto a seres utópicos – misteriosos habitantes das telas – dotados de refinadas qualidades e escassos defeitos...
Conscientemente, um campo onde - desprovidos do contato físico - precisamos redobrar os sentidos para lermos o oculto nas palavras trocadas, nas imagens distorcidas que inevitavelmente despertam sentimentos; um campo onde precisamos ouvir a voz do silêncio para captarmos a essência do outro, sutilmente, revelada nas entrelinhas do que escreve e/ou nas ondas que emite.
A cautela e a seletividade são poderosas aliadas tanto no mundo real quanto no virtual, visto que expressivo número de homens e mulheres mascara sua verdadeira identidade, devotando-se a jogos emocionais manipulados por uma criança interior profundamente ferida.
Sondarmos a essência do outro e nos revelarmos despojados de máscaras não é tarefa fácil, porém a prudência e a retidão demarcam caminhos para evitarmos provar, mutuamente, o gosto amargo da decepção...
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