Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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Aqueles que confiam no Senhor são como montes de Sião que não se abalam, mas permanecem para sempre.

Bíblia Sagrada
Salmos 125:1.

O Ser Humano só é tão cruel, por vezes, porque trata a vida assim como ela o tratou.

O ódio, assim como o amor, torna os seus devotos crédulos.

Ler é como alimentar-se: sabor aos olhos, nutrição à alma, força aos pensamentos.

É engraçado como às vezes nos preocupamos muito com uma coisa e ela acaba não sendo tão importante

Os conflitos religiosos levarão o mundo ao extremo niilismo ou a uma superstição como a da Roma Antiga.

A sabedoria é como uma flor, de onde a abelha faz o mel e a aranha faz o veneno, cada uma de acordo com a sua própria natureza.

Amor, assim como Deus, é uma palavra que foi muito distorcida. Muita gente usa essa palavra para expressar nada. Dizem “eu te amo” quando, no fundo, sentem raiva. Mas, se pudermos ser mais honestos com o uso das palavras, reencontraremos seu verdadeiro sentido. Amor no seu estado mais puro é sinônimo de doação desinteressada; é o desejo sincero de ver o outro feliz, de ver o outro brilhar. Essa capacidade de se doar, essa capacidade de ser um canal de bênçãos para o outro, é a fragrância do divino no ser humano. É por isso que eu digo que Deus é amor, e que o amor é Deus.

O coração endurecido é como uma pedra de gelo, quando o calor do amor lhe abraça, ele se amolece e derrete, é fatal!

Ela o chamava de anjo. Ele a protegia como um.

Mesmo te querendo como eu te quero.
Mesmo esperando o que eu espero
eu preciso ir embora, eu vou te deixar.
Mesmo que eu jamais encontre alguém assim
Mesmo que eu queira você pra mim
eu preciso ir embora, eu vou te deixar

Não é a maneira como uma alma se aproxima da outra, mas na maneira como se afasta que reconheço seu parentesco e afinidade com a outra.

Serenidade pode ser definida como um estado de alma próximo do ponto de equilíbrio: nem euforia e nem tristeza, nem excitação e nem apatia..
Serenidade é conquista difícil, derivada de grandes avanços subjetivos.
Os mais serenos se desgastam menos e são mais agradáveis no convívio.
Um elemento básico para alcançarmos alguma serenidade consiste em livrarmos das mágoas e ressentimentos que povoam nossa subjetividade.
Nem sempre é fácil reconhecermos os fatos que nos provocam enormes ressentimentos: muitos foram causados por nossos entes mais queridos.
O maior problema é conseguirmos nos livrar das antigas mágoas e ressentimentos: qualquer pequeno avanço nessa rota já trará um grande alívio.
Conseguir esvaziar totalmente nosso "pote de mágoas" talvez seja tarefa impossível.
Porém, penso que é essa a direção que deveríamos seguir.

Tudo é simples como 1+1=2. Equações como essa, x² - (p-m)x + 3p - 4m=0 me distanciam. Sou do mundo das palavras, doces, retas e diretas.

- Vou fugir!
- Como assim? Pra onde?
- Qualquer lugar.
- Que besteira. Se é pra qualquer lugar, por que não fica aqui?
- Porque aqui tem pessoas que não nos acrescentam em nada e não nos permitem voar.
- Quanta idiotice! Se tem gente assim, é só se afastar delas. Ei, espera aí! Estou falando com você...

Às vezes, simplesmente não é a gente. Parece difícil de entender, quase como se um
bloqueio emocional nos cegasse os olhos para a realidade e colocasse todas as
nossas expectativas em um universo realmente paralelo. O timing não é o mesmo, a
vontade de dividir uma coxinha com catupiry ou os lençóis recém-comprados não é a
mesma, ou apenas o sentimento não fixou morada nos dois corações da mesma
forma. Não é inconcebível compreender a situação quando é com a sua amiga, sua
prima, ou sua colega de trabalho. Então porque é tão complicado assumir que a
pessoa que a gente gosta não consegue retribuir o sentimento?
Nenhuma negação é ao acaso, assim de surpresa. As pessoas transmitem indícios
(bem claros inclusive) de que querem fazer parte da nossa vida ou não. E ao contrário
do que muita gente pensa, muitas vezes a situação acaba com o nosso coração
partido, mas não é por maldade do outro, é porque a gente insiste em permanecer
numa relação sabendo que não existe reciprocidade. Como quando você começa a
sair com um cara ou uma garota e da sua parte foi paixão à primeira vista, enquanto
da outra é apenas uma oportunidade de te conhecer mais profundamente e sim dar
uma chance para que um sentimento bacana floresça. Pode virar um amor desses
arrebatadores, como pode não passar de alguns beijos divertidos na noite. O ponto é,
a gente sente a troca de energias e de vontades, então porque cismar com um
relacionamento que está fadado ao fracasso?
É exatamente como a Summer e o Tom, do filme 500 dias com ela. Você pode ser a
melhor companhia do mundo, a pessoa mais divertida para se sentar num boteco,
com zero frescuras, extremamente carinhosa(o), totalmente curiosa(o) entre quatro
paredes, a nora ou o genro que qualquer sogra pediu a Deus, mas simplesmente não é
você. Não é você que faz o outro revirar os olhos quando suspira a palavra amor. Não
é você que o impulsiona a pegar aquele ônibus lotado, naquele trânsito infernal, só
para te dar um beijo de boa noite. Não é você que o faz vestir de papai Noel na festa
de natal da família, só para ganhar um sorriso de bônus. Não é você que faz o mundo
dele girar do avesso, dar cambalhotas, e saltos ornamentais, todas as vezes que o
cheiro do amor no travesseiro o relembra de que existe alguém no mundo com uma
essência tão compatível com a dele. Apenas, não é você.
Duro, frio, e talvez racional demais, mas é assim que precisa ser. Quanto mais a gente
se engana, se esconde da verdade, investe em uma parceria que é completamente
unilateral, maior o nosso desgaste, maiores as nossas expectativas, e maior o tombo
semanas depois quando dermos de cara com a pessoa que a gente escolheu gostar a
todo custo, desfilando na rua com os olhos brilhando ao lado de outro alguém. Na
hora não adianta se martirizar, bancar a traída, a iludida, e se questionar o porquê de
ser ela e não você segurando aquele abraço. Estava evidente depois de uns bons
meses de encontros casuais que ele não assumiria um compromisso mais sério.
Também estava óbvio quando ela se esquivava da festa de aniversário do seu amigo
de infância ou de qualquer outro evento que significasse uma proximidade sufocante.
Você sabia, só não queria aceitar e nesse caso o sofrimento infelizmente, foi opcional.
A beleza do amor, dos encontros de alma, da reciprocidade, é justamente o fato de
serem presentes gratuitos, pequenos acasos afortunados do destino. Quando se
precisa mendigar, comprar, barganhar de qualquer forma que seja esse livre-arbítrio
de ser, estar e permanecer, toda a relação perde o propósito. Amor é muito “bate ou
não bate”. Se os sentidos se abraçaram, que sorte a de vocês! Caso contrário, uma vodca, um chocolate, e uma mesa rodeada de amigos, por favor. Por mais pessoas
que se sintam em casa no nosso ninho, e menos devaneios loucos que nos impeçam
de ver além da curva da estrada. Que as permanências sejam sempre sinceras e que
nunca nos falte sabedoria para acolher o inevitável.
“Tom: Você nunca quis ser a namorada de ninguém e agora é a esposa de alguém…
Summer: Me surpreendeu também.
Tom: Acho que nunca vou entender. Quer dizer, não faz sentido.
Summer: Só aconteceu.
Tom: É, mas é isso que não entendo. O que só aconteceu?
Summer: Só acordei um dia e soube.
Tom: Soube o quê?
Summer: O que eu nunca tive certeza com você.”*
Por menos diálogos dolorosos como este, e mais coragem de sair pela porta quando
os sinos da partida soarem. Que assim seja.
*Diálogo entre Summer e Tom no filme 500 dias com ela.

Como disse Cazuza, "O tempo não para"...
A gente quer mudar o destino, mas aí que vemos aquela roda-viva, que vem e manda o destino pra lá...
Eu não quero mandar no mundo, em você ou em mim, o prazer faz com que possamos viver juntos e separados, mas o amor, esse sim, dura para sempre.
A vida dá voltas, e nem sempre tudo é eterno... A gente corre contra o tempo, nada contra a corrente, mas no fim é o destino que traças nossos laços da vida. Que tal ser como um barco, uma arca, forte e resistente a todas as pressões. Se você quiser, posso ser sua arca. Navegue comigo?

Tem dias que a gente só quer ficar
em silêncio, quetinha em um
canto pensando... é como se nossa
alma precisasse silenciar para
poder entender o que se passa
dentro e fora da gente.

Das poucas coisas que detesto, não por gosto, mas por ser humano, é a ironia. Mente como a falsidade, provoca como o sarcasmo e judia com a felicidade de quem a recebe.

A melhor e a pior desculpa são uma só: a falta de tempo. Ora, se há tempo como pode haver falta? O que existe, mesmo, é falta de prioridade. Isso, sim!