Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
Nunca estivemos tão tecnologicamente conectadas e tão emocionalmente desconectadas como nessa segunda década do terceiro milênio.
"" Quero teu ouro
essência plena
como lembranças de um fogo
que nunca a morte temeu
enquanto luz
levará ao passado
lembrado nas cinzas...
de algo maior
que um dia sem querer
se perdeu
Eu lembro dessa cena como quem lembra de um filme ruim que eu nunca escolhi assistir, mas que ficou rodando na minha cabeça como reprise maldita de domingo à tarde. Porque tem coisa que não faz barulho, não quebra nada por fora, mas por dentro… minha filha… faz um eco que parece morar na gente sem pagar aluguel. E olha, banheiro de trabalho já não é exatamente um spa cinco estrelas, né? Eu entro ali querendo dois minutos de paz, um respiro da correria, um intervalo digno entre uma obrigação e outra… e de repente, sem aviso, vira palco de tensão, de alerta, de instinto gritando mais alto que qualquer razão.
E o mais absurdo, quase cômico se não fosse trágico, é como o meu corpo entendeu tudo antes da minha mente. Eu ali, sentada, tranquila, vivendo um momento absolutamente comum, quando do nada bate aquele incômodo estranho, aquela sensação de que tem algo fora do lugar, como quando o silêncio fica barulhento demais. Aí eu olho… e pronto. O mundo não acaba, mas dá aquela travada constrangedora, como internet ruim na hora errada. Não era só um olho. Era invasão. Era desrespeito escancarado numa frestinha ridícula de fechadura, uma coisa pequena por fora, mas gigantesca no impacto.
E naquele segundo, eu virei outra pessoa. Estrategista, calculista, quase uma agente secreta do próprio corpo. Me cobri, apaguei a luz, me recolhi como quem tenta desaparecer do mapa. Tudo em silêncio. Tudo sozinha. Porque nessas horas não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem roteiro bonito. Só tem eu e o instinto de sobreviver à situação do jeito que dá.
E depois… ah, o depois. O depois é pior. Sempre é.
Porque o problema não fica no que aconteceu. Ele se instala no que fica. Naquela pergunta insistente, irritante, que pinga igual torneira mal fechada: por que eu não falei? Por que eu não denunciei? Por que eu congelei? E eu respondo com a honestidade de quem sentiu na pele, no feminino, no íntimo: porque eu não fui ensinada a reagir, eu fui ensinada a suportar. A calcular, a medir, a prever reação dos outros antes da minha. A pensar no constrangimento, no julgamento, no “será que vão acreditar em mim?”. É um peso invisível que cai justamente em cima de quem já estava sendo invadida.
E a ironia, porque a vida adora uma ironia bem colocada, é o tal do “funcionário de confiança”. Confiança de quem, exatamente? Porque claramente não era confiança de caráter. Era confiança de costume, de rotina, de conveniência. Aquela confiança preguiçosa que ninguém questiona… até o dia que deveria ter questionado antes.
Mas no meio disso tudo, eu também reconheço uma coisa que às vezes a gente ignora: a minha força. Sim, força. Porque eu não fiquei vulnerável pra sempre. Eu mudei minha postura, cortei contato, levantei um limite silencioso, mas firme, daquele tipo que não precisa de anúncio, mas deixa claro: daqui você não passa mais. E talvez, naquele momento da minha vida, foi o que eu consegui fazer. E tudo bem. Tudo bem reconhecer isso sem me transformar na vilã da minha própria história.
A gente romantiza demais a coragem, como se ela sempre viesse gritando, denunciando, causando escândalo. Mas tem coragem que é quieta. Que é discreta. Que é feita de afastamento, de olhar que não cruza mais, de porta que se fecha, de respeito exigido sem uma única palavra.
E no fundo, o que mais revolta nem é só o ato. É essa tentativa ridícula da culpa de se instalar depois, como se eu tivesse que ter feito mais, sido mais, reagido melhor. Mas não. O erro nunca esteve em mim, ali, vivendo a minha vida. O erro sempre esteve do outro lado da fechadura.
E ainda assim, fica a lição, daquelas que ninguém quer, mas aprende. A minha intuição não falhou. Ela nunca falha. Quando algo parece errado, geralmente é porque está gritando errado, só que sem som.
E me diz… quantas vezes eu já me calei só pra manter uma paz que nem era paz de verdade? Pois é. A vida ensina. Às vezes com delicadeza… e às vezes na frestinha de uma porta maldita.
E já que você chegou até aqui, aproveita e clica no link da descrição do meu perfil pra conhecer meus e-books. A leitura é gratuita pra assinantes Kindle, e olha… lá tem muito mais dessas verdades que a gente vive, mas nem sempre fala.
Seguir em frente nunca foi sobre apagar pegadas na areia como se o mar tivesse vindo com a missão de me inocentar da minha própria história. Não. Seguir em frente, eu descobri, é olhar para cada marca que ficou e dizer com uma calma quase desconcertante: você existiu, mas não manda mais em mim. E isso… isso é um tipo de poder silencioso, daqueles que não fazem barulho, mas reorganizam tudo por dentro.
Eu escrevi demais. Meu Deus, como eu escrevi. Parecia que cada palavra era uma tentativa desesperada de dar forma ao que eu sentia, como se organizar frases fosse o mesmo que organizar o coração. E eu chorei… chorei como quem rega um jardim que já não tinha mais raiz viva. E sonhei então, nem se fala. Sonhei tanto que, se sonho pagasse aluguel, eu já teria uma mansão emocional mobiliada com expectativas irreais. Só que eu sonhava sozinha. E essa é a parte que a gente demora para admitir, porque dói menos romantizar do que reconhecer a solidão dentro de algo que a gente chamou de amor.
E no meio desse excesso de tudo, eu fui me perdendo de mim. Porque quando a gente ama demais sem retorno, existe um risco silencioso e perigoso de se diminuir para caber. De negociar limites, de aceitar migalhas com cara de banquete, de se tornar… menor. E eu sei, com uma clareza que só vem depois, que eu não caberia ali. Não porque eu não fosse suficiente, mas porque aquele espaço nunca foi feito para me receber inteira. E quando a gente tenta se encaixar onde não cabe, a gente se dobra. E se dobra de novo. Até quase desaparecer.
E aí veio a escolha mais difícil e mais libertadora: escrever tudo e enviar. Não guardar, não suavizar, não transformar em poesia bonita para consumo próprio. Entregar. Colocar para fora, como quem finalmente solta uma mala pesada depois de uma viagem longa demais. E a resposta… ah, a resposta. Ela não foi mágica, não foi romântica, não foi aquilo que uma versão antiga de mim esperaria. Mas foi exatamente o que eu precisava no agora.
Porque ela encerrou.
E às vezes, o maior ato de amor que alguém pode nos dar é justamente mostrar que importamos e que nos considera especial. Porque apesar de nada mais existir entre ambos, existe o respeito pelo que foi vivido.
Foi ali que a serenidade começou a nascer. Não aquela alegria explosiva, mas uma paz mais quieta, mais madura. Uma dor diferente. Uma dor que não fere, mas ensina. Que não prende, mas organiza. Eu consegui olhar para tudo que vivi e reconhecer: foi pouco, foi breve, foi quase nada… mas dentro de mim virou tanto. E isso não me faz fraca. Me faz humana.
Eu inventei versões, criei histórias, ampliei gestos. Transformei fragmentos em universos inteiros. E tudo bem. Aquela era a minha forma de sentir, de tentar dar sentido. Mas hoje eu não preciso mais sustentar essas narrativas. Eu posso guardar tudo isso como se guarda uma relíquia antiga: com respeito, com cuidado… mas sem uso.
Essa ideia de almas que talvez não tenham se encontrado no tempo certo é bonita, eu admito. Tem um charme quase poético pensar que em outra vida poderia ter sido diferente. Mas a maturidade chega e sussurra uma verdade simples: é nesta vida que importa. É no agora. E o agora não tem espaço para fantasmas bem alimentados.
Então eu guardo. Coloco tudo naquele baú empoeirado, lá no fundo, naquele porão interno onde ficam as coisas que já foram importantes, mas não são mais necessárias. Não jogo fora, porque fez parte de mim. Mas também não deixo na sala, ocupando espaço, interrompendo o presente.
Porque o presente… ele exige presença. E eu tenho alguém ao meu lado agora. Uma história real, construída, imperfeita e viva. E talvez o maior aprendizado de todos seja esse: amar de novo, não como quem repete, mas como quem evolui. Amar com mais consciência, com mais limites, com mais verdade.
No fim, se libertar nunca foi sobre o outro. Nunca foi sobre fazer alguém entender, mudar, voltar ou sentir. Foi sobre eu parar de me prender. Foi sobre escolher não continuar sentindo algo que já não tinha para onde crescer.
E essa escolha… ela muda tudo.
Se você ainda está aí, segurando algo que já acabou, eu te entendo. Mas chega um momento em que continuar sentindo vira uma forma de não viver. E viver, minha querida, exige coragem.
Eu escolhi viver.
A vida é como as águas de um rio, elas vão, mas nunca voltam, podem até puxar de volta, mas ela nunca irá voltar, mais sempre vai ficar algo lá no fundo do rio. E a vida é como o rio, nunca nada vai voltar, mas ainda vão sobrar lembranças, lá, no fundo de coisas que um dia aconteceram. Teve uma mulher que um dia eu conheci, e cada minuto ao seu lado valeu a pena, e eu nunca vou esquecer-me de você. Digam o que quiser, eu nunca vou te esquecer!
Como gosto de conversar com pessoas invejosas e sem cultura e como assistir chaves nunca se canso do mesmo episódio.
Dizes que nunca senti ciúmes por ninguém
Que não sei o que significa esse sentimento
Como podes dizer isso a mim sabendo o que sabes
Os ciúmes que senti por ti foram uma mera representação?
Não digas tu o que não sabes
Pois eu sei o que são ciúmes, podes ter certeza
Possivelmente mais que a tua própria pessoa
Alguma vez sentiu.
“O seu relacionamento com Deus nunca será forte se, por exemplo, olhar para Ele apenas como um ser majestoso, grande e tremendo. É preciso tê-Lo como o seu melhor amigo.”
Nunca escolhi criticar a sociedade mais como sempre devemos olhar para a situação do nosso dia a dia e ficar calado em meio de tanta evolução do mundo onde pessoas verdadeiras sabia expressar opiniões ótimas no caminho até nossa mente em saber que estamos recusando a essa escuridão .
"O amor ele nunca morre ,algumas vezes o tempo que faz ele adormecer , na esperança de ser como antes .."
“Penso em mim
Insistir em uma pessoa que nunca deu certo é como andar descalço em cascalhos. Machuca, causa bolhas, as vezes até sangra. Acredito que o melhor a fazer é esquecer e seguir em frente. Deixar livre o coração para encontrar outro amor, enquanto vive. Deixar livre o coração. Por que quando a gente encontra a alma gêmea, o coração muda. E a pessoa que você insistia em ter não lhe interessa mais. As vezes na vida, você tem que esquecer o que você quer, para começar a entender o que você merece...”
Nunca desista
Se preciso lute
Sempre insista
E escute.
Escute...
Seu coração
Lute...
Como um leão
Não desista
Persista
Não chore
Ore......
Se cair
Levante
É só sorrir
E seguir adiante
Tentar e conseguir
Lutar e vencer
Nunca desistir
E sempre agradecer
06/07/2019
HÁ LIMITES PARA O INIMIGO
Não é de duvidar que o opositor de Deus nunca pôde atuar como gostaria...
- Se pudesse, a história da humanidade teria tomado outro rumo...
Então seu campo de atuação não tem a amplitude que gostaria e nem a liberdade que muitos de nós imaginávamos.
Isso se deve pela falta de atributos que só a Divindade Suprema ostenta.
Fato extremamente limitantes de suas ações atrozes no mundo...
Tanto isso tem sentido que podemos resisti-lo e contar com os louros da vitória, em Criato Jesus.
Ninguém conta com os atributos de Deus. - Muito menos o Imundo.
"Minha honra a outro não darei" - pondera
o Todo Poderoso. Não há Deus maior!
O Rei dos Reis sabe de todas as coisas, está presente em todos os lugares ao mesmo tempo e, tudo pode...
Um ente criado, querer usurpar o lugar do seu Criador, é muita ingenuidade ou "cara de pau"... Ainda assim convenceu um 1/3 dos anjos a ser igual a Deus.
Com mesmo artifício enganou o casal no Jardim do Éden; e não parou mais de fazer vítimas pelo mundo... Usando as mais variadas estratégias.
Quando a obra salvífica de Cristo acontece, o trabalho do "Usurpador" é truncado na vida da pessoa...
E não pode operar seus malefícios - com toda liberdade - em tal vida, pois a perdeu para o reino dos céus.
Que assim seja enquanto dure!
Deus estabelecendo limites da sua ação em nós...
"Mal algum chegará à nossa tenda" e a frustração do inimigo de Deus e nosso,é uma realidade doída demais pra ele.
Que doa o máximo que puder!...
Vivendo sob os domínios do Altíssimo... contamos com a proteção e poder, do Senhor, para vencer suas investidas.
Como cristãos, na condição de "filhos da luz", vivamos sob os cuidados do Nosso Senhor... Luz do Mundo.
- Território onde o adversário não "bota banca"; estamos "seguros" em Seu reinado de amor.
Na medida que nos afinizamos mais e mais ao Sumo Pastor de nossas almas, como servos e amigos,vigiando...
- Não seremos atingidos por suas setas malignas. - Embora tente.
Assim sendo,todos seus planos de nos atingir caem por terra e o nome do Senhor é glorificado em nós; - Por resistirmos suas investidas no dia do mal.
Não adianta nos tentar: a tentação estará sempre aquém da nossa capacidade de superá-la; - estando nós, firmados na Rocha Eterna.
Limites existem para serem respeitados... Ele sabe disso.
Em Jesus somos respeitados. "Maior é O que está conosco".
Deus é Soberano sobre tudo e todos; mesmo a contra-gosto, Sua soberania tem que ser obedecida até mesmo por Seu arqui-rival.
Amém!
31.05.19
Mil e uma
Dá-se início o crepúsculo
E vou como quem não quer nada,
Aos teus pés.
Nunca suplico, ou ao menos falo,
Ela por si só me entende,
Sinto.
Ouço
Sua respiração ofegante
E com desejo:
Ser mulher!
Eu a faço!
Não que precise do meu corpo,
Só queremos um bate-papo!
Ali,
Conversamos sobre tudo
Sem uma única palavra.
Olhares e toques
Sob calor ardente do quarto
O mundo nos-ouve,
(Apenas gemidos).
O que ouvimos do mundo?
(Os choros).
Na ânsia pelo experimentar pubescente
O sal do seu suor,
O Crespo do seu corpo,
Vejo o querer em seus olhos,
Enquanto reviram-se ao me olhar,
E aos poucos seus lábios fraquejam,
Como num desmaio,
Seu corpo dorme.
Música,
Tempo,
Excitação,
Continuam.
Enfim chegou o momento da entrega,
O diabo vem a nos cobrar,
O que a tempos prometemos-o,
Entregamos-o, ele odeia perder tempo,
Primeiro ela.
E depois eu.
E sem saber das horas ou dos dias,
Nos miramos,
Tomamos o que ainda está por acabar,
Somos mil e uma transas!
Sabe porque as coisas nunca voltam a ser como antes? Porque se nós mesmos mudamos, nada se conserva igual. Nós diante das velhas coisas, somos novos e nossas experiências são diferentes a cada novo eu, a cada metamorfose...
O Natal é a esperança de que há vida e de que ela nunca será plena se não colocarmos o amor como um dos pilares na nossa jornada...
No Natal, é necessário deixar brilhar não só os sorrisos, mas também a esperança
É preciso enxergar que o amor se faz presente e se objetifica en cada detalhe, os sorrisos das crianças são a prova....
A família reunida testemunha que a fé une e que a vontade de Deus é que os laços familiares resistam, apesar de qualquer obstáculo que os queiram destruir...
A felicidade demonstrada pelos sorrisos é a prova de que semear o bem só nos traz sorrisos e leveza na alma, e é nessa semeadura do bem que está a verdadeira magia do Natal...
Como cada árvore de Natal deve ser nosso coração: iluminado por todo o sentimento que nos faz melhores e cada vez mais brilhantes...
O natal representa o nascimento, a vida, a mudança, a esperança de que dias melhores são possíveis se as pessoas doarem tudo o de melhor que existe dentro de si...
O natal é a verdadeira magia que não pode se apagar em todos os dias do ano vindouro, pois sua magia é a essência do amor que Deus nos ensina a plantar...
Nasce uma utopia, mas nao morre a esperança de um tempo em que todos os dias pratiquem tudo aquilo que floresce em nós quando Jesus renasce em nosso coração ...
Os frankfurtianos NUNCA pensaram em como alimentar pessoas ou bichos, nunca pensaram em resolver problema NENHUM. Só pensaram em levar às últimas consequências o projeto marxista de destruir, pela crítica, 'tudo quanto existe' (sic). Felizmente eles jamais tiveram o poder de levar à prática suas idéias. Mas, idéia por idéia, eles são monstros incomparavelmente mais desumanos que Stalin, que se fechavam na torre de marfim para observar de longe, esteticamente, a destruição geral que eles mesmos fomentavam.
Aos dezessete anos, eu admirava os Horkheimers e Marcuses. Quem continua a admira-los aos sessenta ou setenta é um boçal definitivo, incurável, que nunca saiu da adolescência.
O que a Filosofia, ou a Matemática, ainda não explicam, a Fé justifica. E, como nunca saberemos tudo, a falta de fé torna o Homem ainda menos sábio.
Estilhaça-me! Arranca os pedaços que sobrou ou simplesmente ignore como fantasma o que nunca te arrancou suspiros...
- Relacionados
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Frases de saudade para dizer tudo o que o coração sente
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Frases de raiva que dizem o que você não consegue falar
- Adoro Você
- Frases sobre o Medo de Amar
