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Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar

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⁠No cajado da sabedoria, o entender 'e raso, o compreender; profundo. Tal como a relva que alimenta as ovelhas, mas o ruminar, acaba por sacia-las.

⁠As vezes o problema não é o que falamos, mas sim como falamos!

⁠⁠Um homem que deseja ser bem sucedido na vida, deve começar a ver todas as mulheres como irmãs!

“Não tenha medo de falhar,
veja cada erro
como um passo em direção
ao sucesso."

"Meu coração
te reconheceu...
como lar."

“Quem aprende a se valorizar ensina o mundo como deve ser tratado.”

"Me trate como opção, viro lembrança."

Remorso é o filho do pecado com a culpa e tem como parente próximo o arrependimento.

Nem tudo precisa concordar para coexistir. Nem todos vão pensar como tu, nem viver como tu. E está tudo bem.
A convivência não depende de concordância, mas de tolerância. Podemos ser diferentes… e ainda assim existir lado a lado. Respeito é liberdade.

Cícero Romão Batista, há 182 anos, permanece como chama viva; fundou uma cidade que, há 115 anos, vem semeando trabalho e esperança ao povo do Nordeste. Apenas a minha Igreja Católica parece não enxergar o milagre que se ergue diante de nós.


Benê Morais⁠

As máscaras que caem de um viram a real face do outro, tome cuidado como age.

- Espelhos de Carne

⁠A filosofia vê a caverna como conceito de escuridão e ignorância, luz e conhecimento.
A teologia vê a caverna como sinônimo de fraqueza e medo. Ausência de Deus.
Ao meu ver, ambas dizem a mesma coisa, com roupagem diferente.

⁠O senhor comunismo se alimenta de poder, e nessa sede insana, usa hoje artistas modernos, e como nos primórdios, porém o que era distração (pão e circo), virou educação. Os reis da cocada, alguns czares, bilionários de lá e de cá, bancam os "influenciadores" com suas fortunas roubadas do povo.
Entidades criadas para lavagem de dinheiro, ong's, shows pela paz, pela lacração, pelas ideologias e afins, arrastam multidões de analfabetos, enquanto pregam suas mentiras.E enchem os bolsos dessas celebridades que no final acabam presos na mês teia.
O choro é livre, diz a imprensa lacradora!
Segue o baile!
G.M.

Quer eu escreva ou desenhe...
Pois escrita são fonemas
O dito é parte da prosa...
Bem como os dizeres são expostos o desenho causa indignação...
Ou...
É uma expressão de irá e ironia
Num fato fatídico a irônica resenha.
No fardo ser rejeito ou expurgo.
Diante das letras a desatino.
A soberba falácia torna se ato de arte...
O artísta é um ator deu uma história dramática.

Às vezes não somos vistos como apenas mais um na multidão, pois não tenho rosto lindo nem sou apenas relevo o conhecimento e busco aprender.

Conhecido apenas pelo meu ser, sigo meu ser num caminho solitário. Não busco a Glória daqueles que são obras do ocaso, tendo o simbolismo sua dádiva.
Arremeto cada sonho num mundo atroz.

Não é por acaso que sistemas educacionais de países como a França, Inglaterra, Japão e EUA, por exemplo, destacam instituições universitárias de grande prestígio, com o objetivo político precípuo de formar seus respectivos dirigentes. Nessas instituições, se educam os futuros líderes na afirmação dos valores nacionais; na sublimação do respeito e da valorização de seus antepassados e da sua história; na consolidação de uma enérgica auto-estima; no estímulo a tudo o que promove e prestigia a sua gente, os seus costumes e a sua cultura..."Les Grandes Écoles", na França; Oxford e Cambridge, na Inglaterra; Tóquio e Kioto, no Japão e não menos que uma dúzia de universidades nos EUA - entre elas, Harvard, Chicago e Stanford - são estruturadas, também, com esse fim"
J. BAUTISTA VIDAL - De estado servil...

Ele é o Domingo,
esperado como descanso,
que seja calmo, que seja paz.
Dia de amor e esperança em Deus,
tempo de renovar a fé,
acolher a vida com gratidão.
Que seja abençoado,
luz suave que aquece o coração,
um sopro de serenidade para começar a semana.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

A negação da existência de um Criador, senhores, não nasce — como muitos pretendem fazer crer — de um rigor científico absoluto, de uma demonstração irrefutável. Não! Ela emerge, frequentemente, de um processo interno, psicológico, quase íntimo, em que o indivíduo, confrontado com a dureza da realidade, tenta reorganizar o seu próprio entendimento do mundo.


E quando essa realidade não corresponde às suas expectativas — quando a dor, a frustração e o infortúnio se impõem —, o que faz esse indivíduo? Em vez de questionar suas próprias limitações, opta por descartar a hipótese de Deus. Não por tê-la refutado, mas por não encontrar nela utilidade imediata.


Ora, isso revela um equívoco fundamental!


Pressupõe-se, de maneira absolutamente distorcida, que Deus deva funcionar como um servo das vontades humanas — um agente corretor de erros, um solucionador automático de problemas. E quando essa expectativa infantil não se concretiza, instala-se não apenas a descrença, mas, muitas vezes, uma postura agressiva contra aqueles que creem.


Mas vejamos com clareza lógica: a ausência de prova não é prova de ausência! Esse é um princípio elementar, que qualquer raciocínio minimamente estruturado deve respeitar. Da mesma forma que a fé não se sustenta exclusivamente em evidências materiais, a negação também não pode se arrogar o monopólio da verdade.


O que se observa, portanto, não é uma superioridade intelectual da descrença, mas, em muitos casos, uma projeção de conflitos internos — uma tentativa de transformar frustrações pessoais em posição ideológica.


E aqui está o ponto central: a fé, para milhões, não é ingenuidade. É estrutura. É força. É reorganização da própria existência.


Por isso, o que se exige — não como favor, mas como princípio de civilidade — é a simetria intelectual: que ninguém imponha sua crença, mas que também ninguém desqualifique a fé alheia como se detivesse uma verdade absoluta.


Porque, no fim, senhores, tanto a crença quanto a descrença caminham sobre o mesmo terreno: o da limitação humana diante do infinito.

Tenho um caderninho de desejos e pensamentos, daqueles bobos que fazemos como as crianças que sempre somos; nele, encontrei meu próprio nome escrito em diferentes linhas. Uma, procurando significado; outra, querendo beleza; mais uma, repetindo sabedoria; e outra, mais profunda, rasurada várias vezes, com marcas úmidas denunciando o choro, almejando liberdade.


Pisquei algumas vezes e senti o almiscarado de minha pele se tornar sujo, como se o mero desejo de ser livre fosse indigno para alguém como eu. Outra gota pinga no papel; não é preciso da data para perceber que meus sonhos são atemporais e carregam minha essência perdida consigo. Uma risada em descrença sai embargada de minha garganta, e os nós de meus dedos ficam brancos, rasgando repetidamente não o papel, mas sim minha prisão interna.


A presidiária olha de um lado para o outro, seus olhos baixos percorrendo as grades intimidadoras que a cercam. Ao seu lado, uma garotinha de cerca de seis anos a observa de cima a baixo, demorando-se nas algemas que começavam a enferrujar em torno de seus pulsos. A presidiária ri em escárnio e lança um olhar particularmente rude em resposta. A menina, por outro lado, parece se divertir e balança os pequenos pés no ar antes de gargalhar.


A criminosa franze as sobrancelhas e se aproxima lentamente, como um predador à espreita, com os braços cruzados e uma curiosidade crescente. O olhar daquela garota era familiar, e seus dedos pequenos batucavam na parede mais próxima; o barulho, misturado às respirações descompassadas, era o único som do local.


A jovem ousa conversar com a mulher, balbuciando coisas banais e fúteis, como seus gostos favoritos, aquela série específica que, por um acaso, era a favorita da malfeitora, e até sobre o time de futebol para o qual ela torcia. O papo, no começo hostil e desconfortável, torna-se aos poucos acolhedor; e, assim que a mais nova ri pela milésima vez de sua própria piada sem graça, as algemas da mais velha caem em um baque único contra o chão. A liberdade, silenciosa e subjetiva nos pensamentos diferentes — mas tão iguais — das duas, finalmente chega.


Quando pisco novamente, outra gota molhada cai sobre o caderno, embaçando minha visão e me trazendo de volta à dura realidade, que, anormalmente, estava mais quieta que antes — perigosamente próxima da paz. Meus dedos esguios e trêmulos viram a página completamente encharcada e, mesmo com as palavras tortas e a grafia errática, sorrio de canto ao compreender: não sobrevivi, mas, enfim, vivi.

Pensante

⁠Eu como poeta não sou nada.
Não sou trovador, nem menestrel.
Nem xilografista na literatura de cordel.
Não sou cordelista e nem faço embolada.

Não sou repentista, nem tenho língua afiada;
não sou doutor, nem bacharel;
não sou embaixador, nem coronel;
não sou hipnólogo e nem sei contar piada.

Sou apenas mais um na multidão.
Sou o cidadão comum, irrelevante.
Nem Sócrates nem Platão

nem Marx nem Dante.
Do alto de minha humana condição,
apenas um ser pensante.