Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Sinto como se estivesse em uma viajem eterna dentro de um trem sem janelas, sem saber para onde estou indo, consumindo apenas o que me servem, a espera do trem bater e enfim acabar a viajem.
Preciso escrever para que o eu que desconheço possa me conhecer. É como se eu ficasse vazio e ao mesmo tempo me preenchesse.
Os poemas que escrevo são como filhos oriundos de um parto poético, alguns fiz força para surgirem; outros, nasceram suavemente. Todos eles ganham vida ao se misturarem nas experiências diárias de outros poetas, outros leitores(as), outras vidas. Como "filhos", os poemas que escrevo recebem um nome em seu início, uma história em seu corpo, e uma data de nascimento em seu final, não que ele tenha nascido e morrido naquele momento, mas porque a partir de ali ele passa a ganhar vida em outras vidas, e na minha própria, sempre que eu o observo novamente.
Sem sua presença tão querida, ficou somente a saudade. Fui eu que não entendi a real. Não há como explicar a razão.
Quando eu chegar no céu, primeiro questionamento que vou fazer é: Como é que vim parar aqui? Rs rs rs...
A tristeza de um coração partido por falta de compreensão é como uma brasa que queima e mata aos poucos!
COMO NOSSOS PAIS
É bonito ver pais carinhosos com os filhos, mas é ainda mais belo ver o carinho dos filhos pelos pais, justamente porque não é a ordem natural. Geralmente os filhos, em especial os adolescentes, têm vergonha dos pais... Mais vergonha em expressar sentimentos do que de pedir dinheiro... (Ainda bem que isso tende a inverter com o tempo). E com o tempo percebemos o quanto de tempo perdemos economizando carinho e atenção com os pais, em vez de economizar nas brigas e implicâncias.
Quando bate o medo de perdê-los, dá uma vontade imensa de voltar no tempo e tentar não ser tão idiota, em preferir muitas vezes estar na rua sozinho do que em casa com eles; ou trocá-los por pessoas que fingem se importar com a gente, as mesmas que cedo ou tarde nos irão decepcionar (tipo sem querer, querendo), porque alguém mais interessante vai aparecer e seremos trocados.
Então você cresce, forma a sua família e - como num passe de mágica - entende tudo o que antes parecia ser absurdo... De repente você se vê responsável pelo seu lar, se vê tendo as mesmas preocupações e “neuras” que seus pais tinham e passa a enxergar as coisas na mesma visão que você tanto criticou um dia. As coisas simples da vida passam a ter um valor superestimado e os medos que antes enfrentávamos rindo deixam de ser engraçados. É quando passamos a entender melhor (e na prática) a palavra ‘arrependimento’, vendo que temos uma coleção delas.
Na euforia da juventude que parece não ter fim e na aparente sensação de onipotência e onisciência que os hormônios naturalmente provocam, achamos muitas vezes que nossos pais são tolos. Mas tolos somos nós, quando não insistimos por aqueles que jamais desistiriam da gente. Pois um dia eles se vão, assim como a juventude, os hormônios, a vaidade... Tudo vai sendo tirado da gente, aos poucos ou de repente, e cada vez mais nos vemos como nossos pais, nos dando conta de que não somos deuses, nem heróis, não somos perfeitos, inabaláveis ou incorrigíveis, não somos únicos... Mas para os nossos pais, com toda certeza, somos insubstituíveis e isso já deve ser o bastante para que os amemos sem condições, ainda que às vezes eles aparentem, na nossa visão, não merecer.
Nossos pais de fato não são deuses, mas se tem uma coisa divina que eles tentam fazer- da qual nunca damos valor - é nos salvar de nós mesmos. Eles já foram filhos, e um dia, inevitavelmente, seremos como nossos pais.
FILHOS, SOB QUAISQUER CIRCUNSTÂNCIAS, AMEM E DEIXEM-SE AMAR!
Sem as águas do céu
Na terra gretada como os pés que lhe pisam, fazendo-se caminho para uma roça de desalento, lá vai o homem na vã tentativa de plantar seu pão! Mas o canto continuo do acauã em tom de lamentos desesperados, agoura, sem piedade meses de prolongado estio, ressecando a fé do lavrador! A caçula, sem forças nos braços mirrados de sua mãe, balbucia palavras ditadas pela fome. tendo a frente a última cabra que restou do pequeno rebanho, sem forças e sem leite. No coração do agreste, palpita o coração de um ser abandonado pela sorte, que faz do amor pelos seus, o único arrimo para continuar de pé! No meio dos arbustos tostados, o pequeno pássaro da máscara negra sobre os olhos, continua a gritar como as almas daqueles que sucumbiram, nesse canto abandonado do meu país!
Comecei a falar com ela de novo. Sinto uma mudança, não sei se é da forma como ela age, ou devido ao corpo que amadureceu. Ela continua com os olhos lindos e com aquele sorriso que me faz chorar. Chorar pelo facto que já não sorri por mim ou por causa de mim. Ela continua linda mesmo não sendo minha.
Eis que nosso amor é pra sempre é eterno ele é como pequenas e grandes estrelas pois ele é até a ultima estrela morrer, sabes o porque disso ? porque estrelas não morrem , e não existem ultimas estrelas pois a cada universo a cerca de infinitos de estrelas ou seja o nosso amor é infinito .
O teu sorriso não apenas me faz bem e feliz, mas como também me da forças novamente pra que amanha posso faze-la sorrir novamente .(Paulo Ricardo Borges Vebre).
As coisas mais simples do meu dia perderam a graça quando você se foi, como o simples fato de acordar sabendo que você não me desejaria mais o seu ''Bom dia meu amor'' e eu sorriria feito uma boba apaixonada, e seu ''Boa noite linda'' que me faria dormir em paz.
Um Farol
Meu amor era como um barco navegando
Perdido em um mar de indas e vindas sem fim
Sem destino, sem rumo, as cegas circulando
Mas aí eu te encontrei em um dia afim
O céu se abriu, a luz do sol surgiu
Cada rastro de incerteza não mais aflingiu
Pois era em ti onde sempre quis estar
Você se tornou meu farol, meu lugar de descansar.
A noite pode ser fria sem você aqui
Escura por não estar contigo ao seu lado
Nessas noites escuras e densas sem ti
É quando o farol brilha mais belo e iluminado
Um barco a deriva em um oceano vazio
Hoje a luz de um farol ilumina meu caminho
Essa luz pode não durar e um dia se apagar
Mas juro-lhe estar lá quando esse dia chegar.
Pois mesmo quando meu farol se apagar
A sua luz a de se manter viva e ainda queimar
Dentro do coração daqueles que a viram raiar
Pois esse amor a de para sempre durar
Agradecer.
Só o que posso é agradecer, e um dia fazer por merecer. Mereço eu essa dádiva?
Como tão miserável pecador, pode fazer jus a tanta riqueza?
Presenteou-me a Vida com tantos tesouros... Amores e Amigos, Felicidades e Ensinamentos, Mulher Amada e Filhos, Ofício digno e Perseverança...
Sim mereço, sim Merecemos...
Ainda que falhemos, o Amor de um Pai corrige.
Deus nos guia, ele nos conduz pela vida, cuida de nós a cada dia.
Eu sonho porque meu coração bate
Como asas do tempo impulsionadas
Para transformar a chama do combate
No mel do amor com formas descortinadas
Legado de Maria
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