Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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O mundo não gira em torno de ninguém. E quem age como se girasse, só mostra o quão pequeno é.

Pare de agir como se o mundo fosse feito só de você. Você é sem graça.

Como pode um carniceiro comer ervas e uma erbiveros comer carne, não tenhas dúvidas de teu caminho, se por ventura agrada a Deus, então, podes ter certeza que é o correto.

Nem o próprio mundo sabe o que quer , como é que você vai dar ouvidos ao mundo!?

Desista da ilusão de aspirar vivenciar atos de heroísmo aonde você sai como o herói após vencer inúmeras batalhas. Inimigo é inimigo, nunca muda até a vida e a morte vos separar. Siga enfrente, o relógio fará o mesmo.

Maria João, Um Anjo que Partiu Cedo Demais
Eu, como peregrino que acredita que a peregrinação não é apenas uma jornada física ou sagrada, aprendi que caminhar também é buscar uma espiritualidade que nos transforma e nos torna viajantes em direção a Deus.
A perda de minha sobrinha Maria João, uma jovem guerreira de apenas 24 anos, fez nascer em mim uma dor que nenhum caminho havia conseguido me mostrar. Ela perdeu a vida lutando, acreditando que os chamados de sua profissão não esperavam apenas pelo dever, mas pelo coração. Maria João era um anjo sem asas, vestindo a farda da coragem, sempre pronta para levar esperança ao cinza de qualquer tempestade. Sua partida levou uma jovem cheia de vida, sonhos e possibilidades, deixando em nossa família um vazio que nenhuma palavra consegue preencher.
Diante dessa perda, voltei cerca de quarenta anos na trajetória da minha vida e reencontrei outras despedidas que o tempo jamais conseguiu apagar. Primeiro, meu irmão João, aos 29 anos, vítima de leucemia. Um batalhador, dono de um coração imenso e sempre disposto a ajudar o próximo. Depois, minha querida mãe, Belmira, que partiu aos 53 anos. Uma mulher que considero uma fortaleza e que, ainda aos 17 anos, teve coragem de deixar o Brasil para viver um grande amor em Portugal. Em seguida, perdi meu pai, que, embora tivesse enfrentado um câncer, acabou sendo profundamente abalado pela depressão após a morte de minha mãe.
Quando meu coração começava a encontrar algum acalento, veio outra tragédia: meu sobrinho António, o Tó, partiu aos 18 anos, vítima de uma overdose de drogas. Gosto de imaginar que, de alguma forma que somente Deus conhece, ele foi ao encontro de seu pai, meu irmão João.
Depois de tantas perdas, pedi a Deus que me livrasse de novas notícias ruins. Os anos passaram, e a vida também me presenteou com momentos maravilhosos, tantos que seria impossível enumerá-los sem correr o risco de esquecer algum. Foram esses momentos que me ensinaram a agradecer, a caminhar e a compreender que a vida, apesar de suas dores, continua sendo um presente de Deus.
Mas hoje percebo que ainda sou extremamente frágil. Posso ter caminhado milhares de quilômetros, enfrentado chuva, frio, calor, cansaço e longas distâncias, mas nada me preparou para a despedida de Maria João. Descobri que existem distâncias que nenhum peregrino consegue medir com os pés. Existem caminhos que não se percorrem com as pernas, mas com a alma.
Por isso, hoje não tenho grandes respostas. Tenho saudade, lágrimas e fé. Resta-me implorar a Deus que conforte toda a minha família e agradecer aos milhares de portugueses que, profundamente comovidos, manifestaram solidariedade, respeito e compaixão diante da nossa dor pela perda de Maria João.
Ela partiu muito cedo, mas deixou uma história, uma coragem e uma lembrança que continuarão caminhando conosco. Talvez seja essa a única maneira de compreender a partida de quem amamos: o corpo vai embora, mas aquilo que a pessoa plantou em nossos corações permanece.
Hoje, o peregrino que tantas vezes escreveu sobre superar limites precisa reconhecer que encontrou um limite que não consegue ultrapassar sozinho. Por isso, não peço a Deus que apague a minha saudade. Peço que me dê forças para transformar a dor em oração, as lágrimas em gratidão e a ausência em memória.
Porque existem caminhos que não foram feitos para serem vencidos. Foram feitos para serem percorridos com fé.
Peregrino Nino Carneiro

O poeta, escritor e compositor brasileiro Bruno Michel Ferraz Margoni, conhecido artisticamente como Michel F.M., acumula uma série de prêmios literários, honrarias institucionais e reconhecimento internacional ao longo de sua trajetória cultural. [1, 2]

Abaixo estão detalhados os principais reconhecimentos e distinções concedidos ao autor:

🌍 Reconhecimento Internacional

Biblioteca Nacional da França (BnF): Teve textos oficialmente integrados ao acervo de Literatura em Língua Lusófona da instituição.

Exposição Artística: Expôs as suas obras e trabalhos na cidade de Paris no ano de 2016. [1, 2]

🏆 Prêmios Literários e Concursos

Michel F.M. foi laureado em diversos certames de poesia e literatura, com destaque para:

Concurso Literário Motus: Vencedor da edição de 2021, promovido pela Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA).

Prêmio Apontador (Evidências Literárias): Recebeu o Título de Referência Literária na 1ª edição do prêmio.

Outras Premiações de Poesia: Vencedor do Prêmio Poesia Libertária, Prêmio Rima Viva, Prêmio Ecos da Palavra e do Prêmio Poesia Livre. [1, 2, 3]

🎖️ Honrarias e Condecorações

Medalha Máximo Gorki: Condecorado em reconhecimento ao seu mérito literário.

Comenda da Ordem Literária Scriptorium: Laureado com esta distinção honorífica. [1, 2]

🏛️ Distinções e Títulos Acadêmicos

O escritor também possui forte inserção em instituições de letras, ocupando posições de prestígio:

Academia Intercontinental Sênior de Literatura e Arte (AISLA): Membro-Fundador e Acadêmico Imortal.

Ordem Literária Omnium (OLO): Membro-Fundador e Acadêmico Imortal.

Academia Independente de Letras (AIL): Membro Vitalício e Acadêmico Imortal, onde ocupa a Cadeira número 193 (patroneada como Conectatum). [1, 2]

"Pelos caminhos encantados procurei você e num respirar senti seu perfume exalar...como é bom sentir seu perfume junto a mim...como é bom saber que o amor existe e estamos a senti-lo.
O amor é algo indefinível...algo que sentimos e não sabemos porque sentimos...Amar e ser amado...eis a alegria da vida...que a tudo brilha...tudo encanta...para jamais se acabar...sendo infinita por todo o sempre da humanidade."💕💐

💕✨️"...neste momento...tendo o silêncio como testemunha...as lembranças afloram e desnudam um passado recente...reacendendo e revivendo um tempo que não volta mais..."✨️💕

"Teus olhos... são como um sonho que encanta...a alegria que desponta...na beleza do teu olhar.
São olhos profundamente belos...como flores que cobrem o mundo...em eterno despertar.
Encantado fico...com a certeza que jamais vi tanta beleza...resumida num só olhar.

Para avançar é preciso ter coragem de abandonar o que você adotou como verdade.

Sobre voltar pra casa


Parece que tudo é mais pesado aqui,
como se eu tivesse voltado ao lugar de onde um dia eu parti.


Por dois anos eu corri, tentando escapar,
mas voltei para o passado que eu tanto quis deixar.


Voltei pras lembranças que eu quis apagar,
pras dores da infância que eu não quis carregar,
pros abusos que eu nunca deveria enfrentar,
pra tudo que eu passei tentando esquecer e superar.


Voltei pra depressão que um dia me afundou,
pras noites em que ninguém viu quando meu coração gritou.
Pros momentos em que eu sofri calada,
mesmo cercada de gente, me sentindo abandonada.


Voltei pros monstros que me faziam tremer,
pros medos que cresceram sem me deixar viver.
Pros julgamentos de quem deveria me acolher,
pro ódio de quem deveria me proteger.


Voltei pra um lugar onde minha dor era frescura,
onde meu sofrimento virava drama e minha tristeza, loucura.
Onde aquilo que me feria era tratado como exagero,
e eu aprendi, pouco a pouco, a esconder o que eu sentia por inteiro.


Voltei pra um lugar onde eu não me sentia importante,
onde estar cercada nunca impediu que eu me sentisse distante.
Onde eu gritava por dentro sem ninguém perceber,
onde eu aprendi a sorrir quando tudo que queria era desaparecer.


Voltei pro meu desespero mais profundo,
pro lugar onde eu já não reconhecia meu próprio mundo.
Pro lugar de onde Ele um dia me tirou,
e que, mesmo sabendo de tudo, eu mesma escolhi voltar.


Eu queria enfrentar, queria finalmente vencer,
queria olhar pros meus monstros sem voltar a tremer.
Mas esqueci que eles ainda sabiam me encontrar,
conheciam minhas feridas e sabiam onde tocar.


Eu esqueci que monstros também sabem esperar,
que conhecem nossos medos e sabem como nos quebrar.
E agora eu lembro, com o coração cansado de lutar:
algumas batalhas não exigem coragem para voltar.


Talvez eu tenha confundido enfrentar com permanecer,
como se voltar para a dor fosse a única forma de vencer.
Mas hoje, entre lágrimas que eu não consigo esconder,
uma coisa eu consigo finalmente dizer:


Eu não deveria ter voltado...

Tudo o que vivemos aqui — de bom e de ruim — tudo o que produzimos e colhemos como frutos do nosso esforço, é para o nosso bem-estar, para uma melhor qualidade de vida enquanto aqui estamos.

Mas, de tudo o que vivemos e produzimos, uma parte pode e deve ser compartilhada com alguém ou com algumas pessoas que não tiveram a mesma sorte de alcançar tais benefícios.

Por isso, a primeira lição que a vida ensina é que tudo o que vivermos, produzirmos e colhermos aqui, é para esta vida. Que, ao deixarmos esta vida, tudo — absolutamente tudo — inclusive o seu corpo, ficará exatamente aqui, como nutrientes para esta terra.

Somos compostos de partículas de energia e, a cada fração de segundo, trocamos estas energias com o universo, com o planeta e com tudo o que existe, até o que projetamos. E, no fim, são mudanças e transformações.

A vida nesta terra, para cada ser humano — seja rico, seja desprovido de riqueza — é literalmente uma passagem.

De tudo o que a vida te proporcionar, viva e compartilhe com alegria, sem se questionar. E, se assim fizer, ao partir desta vida, terá feito o seu melhor.

Reflexão
Marcio Melo

Não sabemos, mas pensamos que sim.
É o orgulho que nos faz assim.
Como enxergar a nós mesmos do jeito que os outros nos enxergam?
Todos temos defeitos, e são eles que insistimos em perceber.
Já as qualidades bondosas e brilhantes são divinas, como a luz do dia: sentidas por todos, mas raramente notadas em sua essência.
Só enxergamos o que desejamos ver.
Só notamos o comum.
Em humanidade, somos um.
Não julgue.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre. 🙏🏾
Tenhamos fé!

Na linguagem dos mundos os instrumentos musicais, assim como os cantos, são linguagens ancestrais que. estabelecem a comunicação entre os mundos, entre os planos visíveis e invisíveis da existência. O corpo, por sua vez, torna-se território de manifestação dessa conexão: a expressão viva de uma comunicação que atravessa o som, desperta a memória ancestral e transforma-se em movimento, gesto e presença. O som chama, o canto estabelece o diálogo e o corpo responde. Nessa confluência, a música não é apenas ouvida: ela é sentida, incorporada e vivenciada como força de conexão entre a ancestralidade, o sagrado e a existência. Eli Odara Theodoro

Respeite a mente como sagrada.
Ela é o canal entre o humano e o divino.
Não a contamine com inveja, medo ou dúvida.
Respeitar o tempo da manifestação
é confiar no tempo de Deus.
A gratidão e o silêncio interior
mantêm o fluxo aberto.
Pense com pureza.
Fale com amor.
Espere com serenidade.
Porque o que é de Deus
amadurece sem esforço.
Quando você aprende a pensar do jeito certo,
sua cabeça para de ser inimiga
e vira aliada.
A ansiedade diminui.
A depressão perde força.
A confusão some.
E você passa a enxergar
o que realmente importa.
Com a mente limpa,
você erra menos,
se mete em menos problemas
e toma decisões mais firmes.
As coisas deixam de sair do controle
e começam a entrar no lugar,
uma por uma.
Pensar certo é andar certo.
E quem anda certo…
chega longe.

Se relacionar com certas pessoas é como amarrar uma pedra à cintura. Se você andar, terá que arrastá-la. Se a pedra rolar, ela o arrastará junto. Então, corte a corda. Solte a pedra.

“Se relacionar com certas mulheres é como amarrar uma pedra na cintura. Se tiver que andar, terá que arrastar o peso da pedra. Se a pedra rolar, ela te arrasta junto. Então, corte a corda e solte a pedra.”

— Urbano Cardoso

Hoje eu caio na real, de que não dá para esquece-lá.
Será que ela pensa em mim, assim como eu penso nela?
Será que ela derrama metade das lágrimas que escorrem sobre o meu rosto?
Havia dias que não conversava com ela, havia dias que eu não recebia o melhor bom dia, as melhores mensagens por mais bobo que fosse.
Esse dia tive a oportunidade de conversa com ela, mas nossas conversas já não são as mesmas, como duas conhecidas ou até mesmo duas estranhas, não havia mais aquelas preocupações que nos encantamos no começou e durante
a relação.
Ela que me aquecia e hoje está fria, mas quero poder me aquecer novamente e aqui dentro de mim está uma confusão, pois, meu coração diz que só você, só com você, posso arde , mas como , se o nosso caminho nos (distância)!
K.B

Ainda há tanta dor em mim, que já não sei mais como disfarçar

Será que um dia ela irá, ao menos, amenizar?
A solidão é um caminho longo.
E, confesso, ainda estou tentando aprender a caminhar por ele.

Sinto falta dos abraços.
Falta do que assistiríamos mais tarde, da sua voz nos chamando para jantar.
Agora, é só um vazio.
Um silêncio sem sorrisos, uma imensidão de dor, e o medo das lembranças que ainda virão.

A solidão é fria. É escura.
Tenho lutado para não deixar minha lanterna sem bateria,
porque ela é a única esperança de que um dia eu encontre algo — ou alguém — para me conectar de novo.

Estou exausta da dor que o mundo insiste em trazer.
Não estou suportando te perder.
E, sinceramente, não sei se irei suportar me despedir pela última vez.

Mas, dessa vez, mesmo com o peito rasgado,
eu decidi enfrentar a solidão.
E talvez, nela, eu consiga fazer o amor que sinto por você continuar existindo de alguma forma.

K.B."