Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
“Conhece-te a ti mesmo” de Sócrates, como se já aconselhasse Narciso. Porém Sócrates sabia perfeitamente que quem se conhece não cessa de aprofundar-se e de se ultrapassar. Se os antigos dizem: “Conhece-te” e os cristãos dizem: “esquece-te” é que eles não falam do mesmo eu. E só é possível conhecer um com a condição de esquecer o outro.”
Eu te amo, como quando olho o mar com as ondas mais altas nos meus sonhos e aprendo a surfar.
Mesmo se for um tsunami, eu te amarei até meu último suspiro, meu amor 💘
CORAGEM NÃO É CHEGAR SEM MEDO
“Eu nunca quis ser lembrado como alguém que não teve medo. Só quero que, quando tudo terminar, possam dizer que o medo não decidiu por mim.”
— Dorian, personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
Imagino que escrever um livro, é como construir uma casa. Começa com o alicerce e lentamemte términa a obra.
Dio Morais
Fora das sombras.
Porque ta óbvio que o problema sou eu.
Mas óbvio como a luz do sol.
E o que eu faço com isso, o que eu faço comigo?
Pra que eu sirvo?
Será que eu sirvo?!
Ou será que eu só sou um desperdício de alguém que poderia ter sido?
Uma tentativa que deu errado.
Uma pedra no sapato.
E o que eu sou pode ser consertado?
Ou será que eu sou apenas um fardo.
Aquele mesmo velho fardo de antes.
É aquela sensação cambaleante
Em meio a minha existência frustrante.
É a perguntar do por que,
e o que eu tô fazendo aqui?
Eu só queria seila,
não ser a EU que não gostaram.
Nem uma sombra dos erros passados.
Eu queria só ter aquele abraço.
Eu queria ser lembrada em uma foto imoudurada em um belo quadro.
Eu queria ser aquela saudade no finalzinho de um domingo.
Aquele sorriso que carrega um carinho.
Eu queria ser o pensamento mais bonito em todas as manhãs.
A melhor música em diferente sons e tons.
Eu sou queria ser a "eu" dele.
Ou melhor a "minha"
Como se ele dissesse em alto e bom som minha.
Minha melhor amiga, minha melhor pessoa, minha melhor companhia, minha felicidade,
Minha escolhida, minha grande virada na vida...
Aquela que parece que é presente.
Algo que Deus mesmo mandou pra gente.
Para nunca duvidar que ele nós abençou. com essa pessoa que tranforma o seu mundo, que traz a cor. Que devolve o sorriso, que traz amor, que é abrigo
É necessário e urgente ensinar a Serenidade em todas as Escolas Básicas do Mundo como Estratégia de prevenção e combate dos crescentes casos de Ansiedade e Depressão no Mundo!
O HOMEM NÃO PODE FUGIR DOS FENÔMENOS DO SEU ORGANISMO!
Assim como,
Um Peixe no oceano não pode fugir da agitação da água causada pelo vento, mas deve abrigar-se em atenção até o fim da agitação!
Também,
Um Homem não pode fugir dos Fenômenos que estão a ocorrer no seu Organismo, mas deve abrigar-se em contemplação dos Fenômenos até desaparecerem!
Os Fenômenos que ocorrem no Organismo Humano são as Sensações, os Pensamentos, as Emoções, os Sentimentos e as Intuições!
O consumo de droga é uma das principais formas adoptadas pelo Homem para fugir das suas Emoções e Sentimentos que categoriza como negativas!
Visualização de Objecto Abaixo dos Pés (VOAP) como técnica de Relaxamento: Conceito, origem, utilidade e Contraindicação
1. Conceito
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa que se baseia no sentido da visão e que consiste em fixar o sentido de visão num determinado objeto ou numa determinada imagem de objeto abaixo dos pés.
2. Origem
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento criada por Amâncio Maurício Xavier Rêgo e deriva do método de desenvolvimento da Autoconsciência designado método FADPAILFA que se encontra descrito no Artigo intitulado "A Alma Humana: Uma caracterização reflexiva e um modo de existência".
3. Utilidade
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento altamente poderosa com efeito rápido contra Ansiedade, Insónia e Hipertensão Arterial resultante de estresse.
4. Contraindicação
A Visualização de Objeto Abaixo dos Pés (VOAP) é uma técnica de Relaxamento que pode causar a Hipotensão Arterial, por isso, não pode ser recomendada para os que sofrem de Hipotensão Arterial!
MECANISMO DA ANSIEDADE:
Quem pode quebrá-lo? E como quebrá-lo?
O Mecanismo da Ansiedade envolve 4 componentes sequencialmente dependentes; os componentes são: Situação, Pensamento, Pensar e Ansiedade.
O Mecanismo da Ansiedade começa com uma Situação que se torna Pensamento no Cérebro e o Sujeito Homo sapiens realiza o ato de Pensar amoldando-se ao Pensamento e surgindo a Ansiedade.
As Situações e os Pensamentos sempre vão existir e os Medicamentos ou as Drogas agem apenas sobre os efeitos da Ansiedade, por outro lado, a Terapia Cognitivo-Comportamental funciona mecanicamente modificando os Pensamentos para originar novos comportamentos.
O Mecanismo da Ansiedade revela que a Ansiedade surge essencialmente através do ato de Pensar. Assim, o componente que deve ser manipulado para quebrar o Mecanismo da Ansiedade é o Pensar.
Manipular o Pensar é substituir o ato de Pensar pelo ato de Atenção.
Ninguém pode manipular o Pensar para o outro!
Somente o próprio Sujeito Homo sapiens, como Gestor dos Fenômenos do seu Organismo, é que pode manipular conscientemente o seu Pensar.
Por isso, modificar as Situações ou os Pensamentos ou os efeitos da Ansiedade para originar novos comportamentos não é estratégia radical contra a Ansiedade.
Portanto, a estratégia radical contra a Ansiedade é de consciencializar o Sujeito Homo sapiens através da Educação para perceber-se a si mesmo como um Sujeito Gestor do seu Organismo, para compreender o ato de Pensar e suas consequências e para substituir conscientemente o ato de Pensar pelo ato de Atenção que origina a Serenidade.
O próprio Sujeito Homo sapiens do Organismo Humano é quem pode quebrar o Mecanismo da sua Ansiedade substituindo o ato de Pensar pelo ato de Atenção.
Como se chama a ferramenta para controlar Pensamentos e Emoções?
A ferramenta para controlar os Pensamentos e as Emoções chama-se Atenção!
A Atenção pode ser realizada observando os Pensamentos, as Emoções, os efeitos das Emoções e os movimentos respiratórios!
A ALMA E AS FUNÇÕES EXECUTIVAS
A Alma Humana, vista como o Eu Puro e considerada inútil para a Psicologia por William James (1890), é a Variável Independente fundamental para a ocorrência das Funções Afetivas, Cognitivas, Executivas e Motoras no Organismo Humano!
Porque de acordo com Luiz Pasquali (1999), é a Alma ou o Eu Puro que Sente e Conhece e Age!
"Somos conduzidos como gado ao matadouro porque, em algum momento da história, abrimos mão de nossa identidade. Antes inquestionável, hoje ela é volátil; aderimos a ideologias e seguimos, de forma efêmera, abrindo mão de valores e assimilando outros."
Como foi bom ter tido o privilégio de te encontrar e viajar, em teus abraços a me confortar.
A saudade nunca irá deixar de me lembrar que a viagem era sem volta.
Na beira do mar a forma do seu corpo estava lá, e eu quis dar um coração bem mais forte pra você.
A lembrança iminente de sua presença a onda apagou, mas você vive dentro de mim, no universo, em tudo que vejo e em cada manhã que nasce, em cada flor que brota.
Obrigado por me deixar te amar.
O Arquiteto Supremo do Cosmos difere daquilo que imaginas. Ele é o Ser por excelência, tal como nós nos mantemos fiéis ao reflexo da Sua verdade.🕊
A paixão vem como um furacão arrasador,
e por vezes se dissipa como um relâmpago que nem chegou, mas foi visto.
Como pássaros feridos, voamos sem direção, não temos abrigo, alguém que nos dê atenção. Estamos sem direção, voamos sem direção, nas asas da imaginação, nesse mundo cão... Encontramos um ninho, já tem ocupantes, continuamos voando sozinhos à procura de paz, um dia nos cansaremos, de voarmos contra os ventos, e as pedras que nos feriram, não mais nos atingirão...
Voltemos pra casa então, o paraíso é nosso ninho então, lá nos salvaremos da maldade então...
Deste mundo cão...
DOS RUMOS DO MUNDO TRANSITÓRIO
Como hei de sustentar // minha alma corrompida?
Como hei de conseguir // avançar no meu tempo?
A alma está inquieta: // são tempos transitórios,
tempos muito mutáveis, // onde o mundo me convida
ao grande baile da vida, // em cenário que é tosco,
e que é impregnado // de falsos sofismas.
Eu desci alguns níveis // para tentar compreendê-lo,
e por fim senti // uma enorme compaixão.
Procurei um salvador, // mas o que eu vi foi
a luta de "Eu" // versus o mundo.
O mundo que eu vi // era uma terra arrasada;
não havia ternura // e o colorido era opaco.
Desviei o meu olhar // para a outra banda do mundo,
e vi o caminhar // de um velho sábio que dizia:
"Tudo é pura mudança: // o amor, a paixão,
a integridade // e tudo quanto se toca!"
Eu perguntei-lhe: // "E a essência dos homens?"
A resposta veio forte // como espada de dois gumes!
"A essência," disse ele, // "já vem de outros mundos!"
A turbulência em mim // aumentou e não pude
entender o mundo // das coisas ao meu redor.
Tudo é um cenário // de cartas já marcadas,
e também um teatro // que é simples e barato!
Mas eu segui o meu caminho. // Quem sabe o que virá
nestes novos tempos? // Tempos sombrios de luta,
onde quase tudo // é tão transitório e temporal!
Eu insisto no amor // e na essência do perdão,
pois o que resta é // aquietar a minha alma
e aguardar os tempos // que ainda são vindouros;
sem ter muitas expectativas // para não dar vazão
à negra desesperança. // Hei de combater
de maneira intrínseca, // e afastar o bem precioso
da Vida, com sua essência, // dos rumos deste Mundo
das coisas que transitam // ao redor dos meus passos!
E se eu vier a falhar, // ao menos tentei...
As Extremidades de um Ócio Inabitável
O Ócio, prometido como santuário,
revela-se um deserto sem ecos.
Não é descanso, mas uma suspensão ácida,
onde o tempo não cura, apenas se estende.
Um ócio inabitável não possui janelas.
É o silêncio sem paz, a quietude sem centro.
É o lugar onde a alma, despojada de tarefa,
começa a roer os próprios limites.
Chegamos às suas extremidades,
onde a ausência de propósito se torna tão aguda
que se transforma em algo novo e terrível.
A Primeira Extremidade: A Vertigem da Consciência
De um lado, a fronteira se dissolve na Vertigem.
O excesso de tempo livre, desprovido de âncora,
lança o olhar para dentro, sem distração.
É ali, nessa margem, que a mente se confronta
com o volume inteiro de seus não-ditos e não-feitos.
O ócio cessa de ser vazio e se torna um espelho cego,
refletindo a forma pura da ansiedade.
O descanso vira vigília; a calma, tormento.
O ser não trabalha, mas sua consciência freme.
A Segunda Extremidade: A Apatia Gelada
Na extremidade oposta, a fronteira é de gelo: a Apatia.
O ócio se aprofunda tanto em si mesmo
que a vontade de ser, de agir ou de sentir, atrofia.
É a saturação da inatividade,
o ponto onde a ausência de estímulo
transforma a liberdade em paralisia.
O ócio, de promessa, vira destino.
Não há dor, mas tampouco há vida.
A existência se torna fina, transparente,
esperando apenas que o tempo, sem pressa, a esqueça.
O Ócio Inabitável é, portanto, a prova:
O Paraíso só é sustentável quando há um pequeno projeto.
A verdadeira quietude não reside na ausência de movimento,
mas na tensão vital entre o descanso e a criação.
E quem reside nessas extremidades,
sabe que o pior trabalho não é o esforço físico,
mas o esforço mental de dar sentido
a um tempo que se recusa a ter forma.
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