Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Verão
Estação do sol
Verão também
Que o calor é perene
Mas pode ser que verão
À tarde
Chuva...
Solene.
Morrerei engasgada de palavras
Ouvi dizer que todos os poetas
Morreram engasgados
Pensei engasgados
Morrerei escrevendo tudo .
Mas nunca será o suficiente
Sou inundada de dentro pra fora
Permeada de caos e contradições
Tão finitas quanto eternas .
Um relógio de cordas
Programado já repetição
O eu caótico frustrado
Com fleches de memória .
Inerte da história , na contra mão
Infinitas palavras deslocadas
Extraídas soberbas de me .
A Inveja Nasce na Intimidade, as Pessoas Querem te ver Bem, Mas não Querem te vem Melhor do que elas. Sempre é Bom Conhecer Pessoas Novas, Todos dos Dias.
Um homem sem perseverança perde tempo, material e credibilidade. Ele lança fora as oportunidades venturosas.
ODE AOS PEIXES DE VERA CRUZ
Aos peixes em solo firme eu digo:
Saltou para a terra em criatividade
Rastejou em lama em sua vitalidade
Sempre esteve comendo fora d'água comigo.
Esperançosos ao rio do futuro
Elegem anzóis ao topo da cadeia
Lembram-se e esquecem-se que já foi de aldeia
Adaptam-se milhões de anos ao muro.
Permanecem na esperança desde os antepassados
Antigos que um dia nas águas rasas nadaram
Ancestrais que todos os dias aos poucos andaram
Nas azedas poças estavam sempre adoçados.
O samba na nadadeira antes do pé!
A novidade das mãos sempre em toque
Afluentes culturais do Chuí ao Oiapoque,
Folclore, danças polonesas e arrasta-pé.
Tantas cores no manto verde e o cantar alto,
Falam como araras, e que saudade da ararinha azul
Reco-reco forte como vós do norte ao sul
Amo odiar e odeio amar este mar alto.
Vontade tenho de puxar-lhes as escamas
Comem iscas na água, comem incas no solo
Pirajuçara do bem, fisgada no no colo
Namorado nas ideologias em chamas.
Em redes antes dos coronéis
Pescas nas caravelas de Portugal
Escravidão em embarcação surreal
Repetem golpes nos futuros papéis.
Ó peixe que usa calças e é anfitrião
Simpático este cardume que agrada
Criatura gloriosa que por troca degrada
Luta lá de longe sem ver que é em vão.
Com cuidado, elevados peixes, sobreviveremos!
Brigamos, amamos, será que também sou assim?
Como os ratos de Noronha, a dor terá um fim
Cuide das águas, Linguados terrestres, pois evoluímos!
Depois que um político corrupto ganha as eleições com suas mentiras, não precisa mais das mesmas para enganar, uma vez que seus atos passam a ser uma triste realidade a vista de todos.
Na história do Aladim, tem um dialogo entre o vilão e ele assim,
- roube o povo, e será um ladrão...
Lula e sua turma sempre fizeram isso muito bem, por isso são chamados de ladrões.
- Roube um Rei, e terá o poder...
Está claro que tem alguém querendo tirar o poder de Lula, embora se poste como amigo dele, e o trate como Rei, o Rei dos ladrões.
Sentem-se os antigos abusos, vê-se a sua correção; mas veem-se também os abusos da própria correção.
Os bairros da cidade de Salvador-BA que foram originados dos antigos quilombos, jamais devem esquecer das suas antigas lutas no que tange ao preconceito racial, esses bairros devem levantar bandeiras contra todo tipo de preconceito, contra a misoginia, contra o elitismo classista.
O tempo não pode apagar as lutas, as histórias, as conquistas desses lugares... Devem ser lugares com o referencial de respeito ao próximo, não obstante, alguns destes, têm sido lugares carregados de hostilidade e falta de respeito aos antepassados.
Ao se medir com um obstáculo, o homem aprende a se conhecer.
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