Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Os escritos são a descendência da alma assim como as crianças o são do corpo.

O estilo não é a roupa, mas a pele de um romance. Faz parte da sua anatomia como as entranhas.

Mas a bela juventude é como um sonho frágil, / que dura pouco: sobre a cabeça do homem / logo pende a funesta, a horrível velhice, / que o torna, ao mesmo tempo, disforme e desprezado, / envolve os olhos e a alma, destrói-os e ofusca-os.

Apto para governar está quem ama tanto o seu povo como se ama a si próprio.

O amor deve considerar-se como um grande poema, cujo primeiro canto é o casamento.

Muita luz é como muita sombra: não deixa ver.

A coragem vai-se buscar tanto à desesperação como à esperança; não se tem nada a perder ou tem-se tudo a ganhar.

A experiência é como uma mulher a quem todos rendem homenagem sem tratar de averiguar se o seu passado é irrepreensível.

O amor retorna sempre ao coração nobre / como o pássaro aos ramos da selva; / a natureza não fez o amor antes do coração nobre, / nem o coração nobre antes do amor.

Se é preciso na paz preparar a guerra, como diz a sabedoria das nações, indispensável também se torna na guerra preparar a paz.

Como Deus não pode alterar o passado, é obrigado a depender dos historiadores.

A mulher considerar-se-ia desgraçada, se a natureza a tivesse feito como a moda a faz andar.

O poema deve ser como a estrela que é um mundo e parece um diamante.

O homem pode adquirir conhecimento ou se tornar um animal, como ele quiser. Deus faz os animais, o homem faz a si próprio.

Uma pátria compõe-se dos mortos que a fundaram assim como dos vivos que a continuam.

É tão perigoso esconder qualquer coisa dos amigos como nada lhes ocultar.

Assim como as crianças, que no escuro tremem de medo e temem tudo,
nós, na claridade, às vezes temos receio de certas coisas
que não são mais terríveis do que aquelas que as crianças temem
no escuro e pensam que acontecerão a elas.

Como provar,
no favo do teu corpo,
o mel das tuas coxas?

Pois bem, que é que o autor coloca nos seus livros? O que ele não é e gostaria de ser, como nos sonhos. Os livros são desejos recalcados, atos falhos.

Os fatos são como os sacos; quando vazios não se têm de pé.