Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
" O Espiritismo não disse ainda a sua última palavra... "
O Moinho de Vicq-sur-Nahon”, publicado na Revista Espírita 1867, mês de abril:
[…] estamos longe de conhecer todas as leis que regem o mundo invisível, todas as forças que este mundo encerra, todas as aplicações das leis que conhecemos. O Espiritismo não disse ainda a sua última palavra, muito longe disto, não mais sobre as coisas físicas do que sobre as coisas espirituais.
(...)E na solidão me agarro a qualquer coisa que ainda resta desse amor pra sentir sua presença novamente, seja como for(...)
(...)As lembranças, que chegam sempre em noites tão vazias... Que mexem tanto com minha cabeça e quando o sono vem o dia ja nasceu...
A distancia que tira pouco a pouca a esperança de ter você comigo novamente e reviver aquele nosso grande
amor(...)
Nordestinos saíram de sua terra ;
Porque só seca era.
Ao chegar em São Paulo,viam que arranjar emprego era difícil.
Exigia sacrifício!
Foram na rua pedir esmola.
Mas muitos voltaram pra sua terra com somente uma sacola
CANÇÃO DO EXÉRCITO
Nós somos da Pátria a guarda,
Fiéis soldados,
Por ela amados.
Nas cores de nossa farda
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
Em nosso valor se encerra
Toda a esperança
Que um povo alcança.
Quando altiva for a Terra
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor.
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor.
Como é sublime
Saber amar,
Com a alma adorar
A terra onde se nasce!
Amor febril
Pelo Brasil
No coração
Nosso que passe.
E quando a nação querida,
Frente ao inimigo,
Correr perigo,
Se dermos por ela a vida
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
Assim ao Brasil faremos
Oferta igual
De amor filial.
E a ti, Pátria, salvaremos!
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor.
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor.
Retirado do Livro Hinos e Canções Militares, Edição de 1976.
Vamos viver a mística.Pois, a mística é o que distingue a nós militante dos ativistas, a indignação e a sensiblidade constroi um homem mais forte e capaz de transformar a realidade com um ardor que só um homem profundamente místico do ponto de vista da solidariedade pode ser.
- Eu quero, Franz. Pode escrever uma peça só pra mim.
Era Ottla, a caçulinha, quem falava. Franz pegou-a no colo com muito carinho. Ele amava aquela irmãzinha.
- Então você quer uma peça só pra você? Por que não? Vou escrever uma em que você vai fazer um papel muito bonito.
- De princesa? - perguntou Ottla.
- Não, querida. De sapo.
E todos começaram a rir da cara desapontada que Ottla fez
Existem dias que sempre aparece alguém para te chatear, mas nesses dias Deus coloca alguém para te alegrar!
Melhor do que a alegria que aformoseia o rosto é encontrar a fonte de ternura no amor, onde a alegria se alegra e descobrir que Deus assim a fez para nos dar de presente ao alcançar a plenitude da compreensão de seu valor.
" A ética da alteridade consiste basicamente em saber lidar com o "outro", entendido aqui não apenas como o próximo ou outra pessoa, mas, além disso,como o diferente, o oposto, o distinto, o incomum ao mundo dos nossos sentidos pessoais, o desigual, que na sua realidade deve ser respeitado como é e como está, sem indiferença ou descaso, repulsa ou exclusão, em razão de suas particularidades."
Esse é o problema, quando percebemos que estamos envelhecendo queremos voltar no tempo. Mas voltar no tempo não é permitido. Só temos essa vida. Só temos o hoje.
E foi tudo tão lindo. Os dias foram todos perfeitos. Eu, você, tudo. Fizemos promessas e mais promessas, só não sabíamos que nunca iriamos cumprir. E eu não sabia que era tudo de mentira, tudo uma farsa. Eu acreditei, digo, acreditei em tudo que você disse e em tudo que eu sentia. Fui tola durante tanto tempo. E você se foi, sem ao menos se importar com o que eu iria sentir. Você seguiu a sua vida, não deve nem se lembrar de mim, já se passaram tantos anos. E todos os dias eu sento na varanda do meu quarto e observo a lua, como nós dois fazíamos juntos. Depois de você, eu passei a sentir mais, e foi horrível. Ah, eu senti tanto quando você partiu, lembro-me como se fosse hoje, você dizendo que não dava mais e que estava sufocado por meu ciúme doentio e totalmente desnecessário. Mais pra mim não era ciúmes, era cuidado mesmo. Cuidei tanto pra você não ir, mas você se foi do mesmo jeito, de nada adiantou o meu cuidado, foi só perda de tempo. Desculpe-me se eu nunca fui o suficiente pra você, se nunca te fiz feliz como você me fazia.
Eu adorava tudo em você, e quando digo tudo, é tudo. Eu adorava tuas manias, ate mesmo aquela irritante de ficar soprando o cabelo quando ele ficava atrapalhando tua visão. Adorava o teu cheiro, que me fazia viajar e parar em outra galáxia. Adorava quando você cantava, com aquela tua voz, tão desafinado mais ao mesmo tempo tão meu. Eu te adorava por completo, te amava também. Amava não, amo.
Mais do que adianta agora, você seguiu o seu rumo. E eu continuo aqui, parada, chorando e lembrando tudo. Porque eu não consigo ser como você, que esquece tão rápido de tudo? Porque eu não fui o suficiente pra você? Porque você fingia me amar, quando na verdade, estava comigo só por estar? Ah, você me dizia cada coisa linda, porque você tinha que dizer tudo aquilo? Hoje, tudo aquilo me dói sabia? Dói por tua causa, por você ter sido exatamente perfeito em uma hora e do nada mudar e decidir em embora. Se tu conseguiste me esquecer, eu vou tentar fazer o mesmo. Eu sei que mesmo não querendo, quando tu vais à tua sacada e vê aquela lua cheia, tu se lembras de mim. Mais, foda-se, agora é cada um por cada um. Eu por mim e você por você. Eu em busca da felicidade, e você em busca de outro alguém.
O escritor não é diferente dos outros, só pensa diferente pois não tem vergonha de mostrar seus sentimentos mais singelos ou obscuros
"De certo modo, eu o amava, mas havia uma outra parte de mim. Uma que não se entendia e que era maioria no meu coração; uma parte sonhadora que escolhia assassinar-se ou não: se talvez fosse rosa demais para esse mundo humano – talvez morresse ali mesmo e agora, de morte súbita e consciente? Não, não. Não podia. Era linda demais e eu a amava."
"Os humanos gostam de pensar que se pudessem arrancar o amor de seus corações o fariam, quando não são correspondidos, mas no fundo sabem que o que os prende ao amor é o simples fato de querer estar preso."
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