Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
Dádiva de um sonho
Flor Azul
Era meia noite...
E o céu brilhava entre as estrelas...
E no meu quarto...
Despi me e deitei me...
Confusa em meio a tantos devaneios...
De repente sinto um perfume no ar...
E como sempre...
Ele está lá...
Com uma Flor Azul em suas mãos...
A flor dos meus sonhos...
Olho assustada para a porta e ela continua trancada...
...Se aproxima de mansinho e já não sinto medo...
Me beija suavemente, enquanto coloca a flor em meus cabelos...
Acordo na manhã seguinte...
Nua, sozinha, com os lençóis em desalinho...
Meio atordoada...
Começo a acreditar...
Que tudo não passou de um lindo sonho...
Mas o cheiro da Flor Azul ainda está no ar...
Me cubro com um lençol...
Vou até a janela...
Olho para fora e nada vejo...
E nesse exato momento...
A Flor Azul cai do meu cabelo...
O tempo passa com rapidez...
Daquela noite não me esqueço...
Os sonhos são engraçados...
Pois, estão sempre a um passo da realidade...
Um dia abri a porta procurando uma saída...
E o encontro com a Flor Azul em mãos...
Novamente...
Invadindo a minha vida...
És o astro das manhãs, mesmo quando os céus choram, és a ti que esperamos, mesmo com a beleza das inúmeras estrelas, és o teu calor que aguardamos, o que seria da vida sem o teu calor? Não existiria vida.
Por vezes, imaginamos que queremos um resultado, quando o recebemos, tentamos modifica-lo para poder o adequar a nós e não nos adequarmos.
A morte é algo inexplicado, sabemos que todos os dias estamos mais próximos do término das nossas vidas, mas jamais conseguimos nos apartar do medo do incompreensível, do encontro sem volta, da escuridão que a humanidade vive em saber o que lhe espera.
vi do horizonte brotar uma rosa
feito arrebol na mansidão da aurora
nas tempestades de onde brotou o sol.
Silêncio, silenciosamente
a vida se cala profundamente
no entreter das horas
no último canto das aves candoras
na desilusão do anoitecer
a vida, simplesmente a vida
um dia irá amanhecer.
eu que sonhei um mundo que ninguém jamais sonhou e quem sonhou morreram amargamente, a diferença é que estou vivo e senti o doce sabor amargo em vida, não é querendo fazer drama e muito menos teatro, sonhei que eu era o melhor amigo do mundo e que meus amigos eram irmãos, irmãos que nunca tive, não importa, somos o que somos, devemos viver mediante essa autenticidade, os sonhos para mim são pérolas, ouro, algo valioso que ninguém pode diminuir esse valor, são sonhos e que lutei a minha vida toda para vivenciá-los, é como as pessoas que cheguei até amá-las e fui rejeitado, que prevaleça o amor que eu não tive e que os sonhos sejam realidade, não os que eu sonhei, mais para aqueles que hoje estão no êxtase de vivê-los intensamente...
não podemos fracionar a saudade, é um sentimento uno que está ligado diretamente a quem amamos e isso é precioso numa vida de transitoriedade, devemos saber seletar quem merece homiziar o nosso amor grandioso para que um dia possamos tranquilamente sentir saudades...
em uma vida de solidão e de silêncio, só escuto as vozes dos pensamentos e os ecos de minha tímida poesia, já cansei de amar pois as pessoas antes de tudo devem ser amadas, meus augúrios é de um doce sabor antigo na metamorfose do amargor e da despedida e meus pensamentos contrariados ainda escrevem - amor de minha vida...
Quando rezo as conversas de um pecador, peço à Deus o socorro, não à mim e nada pra mim, mais por aqueles que sinto amor. Do que adianta seguir a rotina, se só vejo despedidas de quem tanto amo, pois esses amores clamo, são os verdadeiros amores da vida.
acorda pai, para que dormir numa hora dessa, onde todos estão correndo de um lado e para o outro, acorda, não durma, pois dormir faz com que fechamos os olhos pra vida, acorde, e vá sentar na calçada como sempre fez,pois ainda é cedo, o sol agora que está se pondo, se acorde, por favor, se acorde e viva, pois ainda quero te chamar de pai e ser escutado, só isso, te chamar de pai e você ouvir...pois eu não tenho super poderes anão ser rezar, eu só posso fazer isso, estudei minha vida toda e só isso posso fazer, te amo....
meus pés tocarão o chão de ruas dobradas em esquinas, iluminada pelo sol adormecido nas água do mar, iluminado pela luz da noite e pelas lágrimas de um tímido luar.
a vida arrisca a sorte no destino das cartas de Tarot e a rebeldia desafia a morte que se faz na arte um mondo novo de horror, a cada rosa que eu despedaço sinto o cheiro de você, amor.
e no silêncio de meus passos, nas palavras caladas que o coração intui, nas esperas pelo sol em frias madrugadas, vou viver o amor, esse esquisito ardor que da vida flui.
Uma das minhas preocupações não é com relacionamentos, já é um assunto superado, não sei amar e isso é muito complicado, minha preocupação é fazer minha mãe feliz e não estou conseguindo, vou esforçar-me até conseguir, não quero morrer sem essa missão, pois se eu morrer sem alcançar esse mister, vou dizer a Deus, não vivi, não tive vida...
Se pode desenhar o natal e pintá-lo com lápis de cor? ladrilhando com meus destinos e bordando com meus sonhos em tingimentos que vão-se desbotando nos painéis de minha vida.
Algumas coisas vamos perdendo e vou enxugando minhas lágrimas com outras lágrimas, vitórias ainda pardacentas no equilíbrio de minhas contradições, e o mosaico tecido de minha vida vai ficando de uma só cor que riscam ilusões.
As lutas vão se borrando e vou contornando os pedaços com altivez e bem disposto, e em cada canto clareando com o suor de meu rosto, só pensando em desistir e tentando mais uma vez.
E se pode desenhar o natal e pintá-lo com lápis de cor? o mosaico pardecido, cinzento, mas, renascido, para mais um ano está colorido, meio alegre e destemido, recosturado de amor.
E se pode desenhar o natal, ainda sentindo dor? disfarçado de alegria e com lápis de cor.
Vi no horizonte brotar uma rosa
Na mansidão da aurora
Onde brotou o sol.
Silenciosamente
o acaso se cala rapidamente
Ao entreter das horas
Nas vozes ritmicas das aves candoras
Há desilusão no anoitecer
a vida, simplesmente a vida,
sempre irá reamanhecer
Reamanhecer no beijo esquecido
No abraço evitado e no “eu te amo” temido
Nas palavras engolidas, no olhar desviado
No amor sufocado e nas lágrimas contidas
A vida renascerá no caminhado desviado
Quando o café amargo for por você adocicado
E, então, ao sabor do beijo dado e do abraço apertado
Do “ eu te amo confessado” e das lágrimas sentidas
A felícia irá brotar, e o sol enamorar uma rosa frágil chamada de VIDA!
O canto angorento das aves bordou o horizonte do universo em uma saudação melancólica que prenunciava a vida em sua predileção assombrosa e apocalíptica do fim, cortado pelo arco íris que limita o belo e o triste, ainda há de se ouvir o canto do carão festejando o inverno, sob o olhar penetrante da coruja que bisbilhota os quatro cantos do mundo no recôndito da ilusão, a vida é um sonho.
Somos metafisicamente iguais, percorremos aerovias distantes, escrevemos chatismos delirantes e choramos por amor, chorar por amor ainda é romântico, absurdo poético!
Quantas poesias lhe dediquei, quantas saudades encravadas no peito de onde se ver o sangue jorrar lentamente, quase imperceptível, que teu silêncio seja a minha oração e a minha absolvição em uma confissão sem fim.
Eu sou uma palha, benta no domingo de ramos, que desatina as tempestades dos desencantos e acena para o começo de uma nova era, refazendo os caminhos trilhados em busca da felicidade, onde o vento sopra em desencontros, mas sou palha benta e tenho um canto em cada canto das ruínas e paraísos da existência.
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