Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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Minha alma respira liberdade, anseia novas paragens, contempla novos (re)começos, desconstruções e (re)construções contínuas... Alquimia da vida! Uma itinerante em busca da própria essência, da compreensão dos processos mais profundos. Transmutando experiências negativas em oportunidades, transcendendo obstáculos, criando uma nova realidade. Vivo da poeira dos sonhos, das interrogações; mas, sobretudo, das reticências...

Você chora tanto por quem te faz triste, que esquece daqueles que te fazem feliz.

Então fazemos assim: eu vou ali conquistar meus sonhos.
Assim que terminar, te busco aí!

Amor

Amar pela segunda vez o que foi nosso é
tão surpreendente que constitui outra primeira vez.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.

...da inocência da infância até à velhice extrema, continuará exatamente assim, só atribuindo interesse e grandeza àquilo que está a serviço da sua pessoa e da sua importância."

(in "Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas", Editora Siciliano, 1994. – Fonte: Templo Cultural Delfos)

"A busca sempre me leva ao recomeço. Quando ela chega o seu final ela nunca me responde tudo o que eu conheço."

Quando se ama! o perdão, chega antes do própio pedido.

Alma

Prisioneira do corpo, a alma vive em guerra com o carcereiro.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.

Dai, Senhor, o mais fino paladar
a quem tem por missão alimentar.

(In: Poesia Errante, 1988.)

Se há dois testamentos, o antigo e o novo, conviria instituir
um terceiro, para acabar com as contradições entre eles.

( In: O Avesso das Coisas - 6º Edição, 2007.)

"Os bens do poeta: um fazedor de inutensílios, um
travador de amanhecer, uma teologia do traste, uma
folha de assobiar, um alicate cremoso, uma escória
de brilhantes, um parafuso de veludo e um lado
primaveril”.

( excerto "XII - Sábia com trevas", no livro "Arranjos para assobio" (1980), em 'Poesia completa: Manoel de Barros'. São Paulo: Editora Leya, 2010.)

Arquitetura

A arquitetura diverte-se projetando construções
para esconder os homens uns dos outros.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.

“Os patos prolongam meu olhar... Quando passam levando a tarde para longe eu acompanho”...

(Extraído do "Livro Sobre Nada" (Arte de Infantilizar Formigas), Editora Record - Rio de Janeiro, 1996, pág – projeto releituras)

Quando as trevas se desfazem diante da luz, quando o ódio é vencido pelo amor, quando a morte se encontra com a vida, quando os projetos humanos caem por terra e se deixam levantar os projetos divinos e, principalmente, quando se abrem os olhos e não não se consegue ver mais nada, o ideal é seguir o coração, pois "Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos".

Saint-Exupery, Antoine de, O Pequeno Príncipe.

A mulher casada não deve esquecer nunca que seu marido depositou em suas mãos a honra de seu nome e o futuro de seus filhos.

Sei que fazer o inconexo aclara as loucuras. Sou formado em desencontros. A sensatez me absurda. Os delírios verbais me terapeutam.

Manoel de Barros
Meu quintal é maior do que o mundo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.

Nada há de mais ruidoso - e que mais vivamente se saracoteie com um brilho de lantejoulas - do que a política.

Eça de Queirós
Notas contemporâneas

O verdadeiro amor é eterno, infinito, sempre semelhante a si mesmo; é igual e puro, sem demonstrações violentas; vê-se de cabelos brancos, sempre jovem no coração.

"No imenso mar, o coração de um homem nunca navega sozinho quando uma mulher existe para ser a sua linha do horizonte, pois é no colo dela que ele irá descansar quando aportar."

A fragilidade dos que amam é infinitamente superior à arrogância dos que se limitam a pretender.