Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov

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⁠O peso de uma gota d'água tem o poder de dar alma à vida ou afogá-lo em seu próprio ego.

Inserida por MarcioGermano1969

⁠O amargo é pouco atraente, mas impossível de ignorar. Nada dura uma vida inteira.

Inserida por MarcioGermano1969

⁠Uma metade de mim dá vida ao seu sorriso, a outra metade simplesmente se encanta em te ver sorrir.

Inserida por MarcioGermano1969

⁠Meio século de vida me parece estranho. Faço da vida apenas o que dá sentido a ela. Envelhecer nunca esteve nos meus planos, ter a idade do meu coração me faz cegar o externo e enxergar o que é invisível aos olhos, do tempo que ainda tenho: que não seja curto e nem longo demais, mas que seja intenso.

Inserida por MarcioGermano1969

As pessoas que emanam boas energias, nos contagiam e tornam nossas vidas mais leve.
Nos guiando para um estado de espírito mais elevado.

O sentido da vida é encontrado primeiramente em Deus e depois na vocação.
Em Deus descubro o sentido da existência e da eternidade, já na vocação o sentido da utilidade no mundo.
Porquê e para quê existo é fundamental para uma vida de felicidade e satisfação plena.

Inserida por efesios_graffics

Pense Positivo
Pense na Realização de seus sonhos
Quando algo está no seu caminho o universo conspira sempre a favor, mas você precisa fazer a sua parte, manter foco no objetivo e pensamento construtivo, pronto a executar algo que te levam a ele.
Como uma planta precisa diariamente ser regada, os sonhos também deve ser nutridos e buscar ações que te levam de encontro a ele, superando obstáculos que poderão surgir no seu caminho.

Louise Figueiredo

Inserida por louisefigueiredo

Quem sabe, talvez, o que tenha mudado não tenha sido nós, mas, a forma como enxergamos, hoje, o desprovido, dentro de nossos sucessos... Hoje, sabemos que as vitórias, muitas vezes, estão, realmente, escondidas em algum canto de nós mesmos. Estamos à espera delas, por nossa conta e risco... Portanto, ao invés de desesperarmos, temos que ter a calma, que vem da alma, pois, ela traz a efervescência e a busca pelos aclamas do passado e não pelo fracasso, que, muitas vezes, nos apavora... As vitórias chegam bem no meio do verão... O fracasso aparece bem no meio do inverno... Sabemos que as conquistas virão, e muitas. E são importantes, desde que sejam invades construtivos... Todas as vitórias têm o seu valor, mas, daí, a serem erradas, seria um grande erro... Pois, usurpas jamais serão erradas... Elas são, sim, um aprendizado para o nosso eu. Podemos até mudar algo, que, em nosso eu, ficou no passado... Achamos que estavam erradas, mas, podemos reinventá-las, sem que elas passem incólume por nossas vidas... No caminhar dos aplausos, são aprendizados para acostumarmos com nós mesmos... Tão iguais e, no entanto, tão diferentes do que fomos...

Inserida por MarilinaBaccarat

O tempo não para ,ele continua ,assim como sim como os peixes seguem pela correnteza

Inserida por weslleypereiramacedo

Que toda nossa motivação para mudar seja para algo sólido, como mudar para encontrar o direcionamento certo e entender nosso propósito na terra.

Inserida por VagnerFernandes88

A rotina mata alma, é como um veneno lento. Aquilo que antes o encantava agora é comum. A rotina o derruba para baixo, e quando você planeja uma mudança, desiste em seguida, já que a rotina consome a sua energia.

Inserida por RayannaRutigliani

NÃO FALTA ninguém no jardim. Não há ninguém:
somente o inverno verde e negro, o dia
desvelado como uma aparição,
fantasma branco, de fria vestimenta,
pelas escadas dum castelo. É hora
de não chegar ninguém, apenas caem
as gotas que vão espalhando o rocio
nestes ramos desnudos pelo inverno
e eu e tu nesta zona solitária,
invencíveis, sozinhos, esperando
que ninguém chegue, não, que ninguém venha
com sorriso ou medalha ou predisposto
a propor-nos nada.

Esta é a hora
das folhas caídas, trituradas
sobre a terra, quando
de ser e de não ser voltam ao fundo
despojando-se de ouro e de verdura
até que são raízes outra vez
e outra vez mais, destruindo-se e nascendo,
sobem para saber a primavera.

Ó coração perdido
em mim, em minha própria investidura,
generosa transição te povoa!

Eu não sou o culpado
de ter fugido ou de ter acudido:
não me pôde gastar a desventura!
A própria sorte pode ser amarga
à força de beijá-la cada dia
e não tem caminho para livrar-se
do sol senão a morte.

Que posso fazer se me escolheu a estrela
para ser um relâmpago, e se o espinho
me conduziu à dor de alguns que são muitos?
O que fazer se cada movimento
de minha mão me aproximou da rosa?
Devo pedir perdão por este inverno,
o mais distante, o mais inalcançável
para aquele homem que buscava o frio
sem que ninguém sofresse por sua sorte?

E se entre estes caminhos
– França distante, números de névoa –
volto ao recinto da minha própria vida
– um jardim só, uma comuna pobre –
e de repente um dia igual a todos
descendo as escadas que não existem
vestido de pureza irresistível,
e existe o olor de solidão aguda,
de umidade, de água, de nascer de novo:
que faço se respiro sem ninguém,
por que devo sentir-me malferido?

Não sejais como o homem que morria de sede no deserto,
que ao deparar-se com uma rosa e com um cacto,
preferiu o perfume da rosa
e desprezou o cacto
que poderia salvar-lhe a vida ao saciar a sua sede.

Mas um dia será demasiado esforço, excessiva dor, e você esquecerá como se esquece um compromisso sem muita importância. Uma fruta mordida apodrecendo em silêncio no prato.

Sou um ser distinto para cada pessoa que me conhece. Sei-o, vejo-o. E nada me embaraça tanto como estar ao mesmo tempo com pessoas para quem sei que sou um tipo diferente.

Lembro como era bom compartilhar minha felicidade com os amigos, falar pelos cotovelos sobre alegrias que soavam até ofensivas àqueles que não entendiam o que se passava no interior de um corpo em festa. Eu costumava ser uma alegoria ambulante. Agora a festa terminou, os copos estão espalhados pelo chão, os pratos sujos, silêncio absoluto, ficou o vazio devorador de uma solidão impossível de ser contada.

Baixou a cabeça como quem vai chorar. Mas não choraria mais um gota sequer, decidiu brava. E contemplou os próprios pés.

Os nossos atos marcadamente habituais acabam por formar em redor de nós como que um edifício sólido; açambarcam as nossas forças de tal modo que tornam difícil um desvio de intenções.

Às vezes você é tão bobo, e me faz sentir tão boba, que eu tenho pena de como o mundo era bobo antes da gente se conhecer. Eu queria assinar um contrato com Deus: se eu nunca mais olhar para homem nenhum no mundo, será que ele deixa você ficar comigo pra sempre? (…)E quando já não sei mais o que sentir por você, eu respiro fundo perto da sua nuca, e começo a querer coisas que eu nem sabia que existiam. Eu preciso disfarçar que não paro mais de rir, mas aí olho pra você e você também está sempre rindo. Você quebrou minhas pernas, me fez comprar um vestido cheio de rendas e babados, tirou as pedras da minha mão. Você diz que me quer com todas as minhas vírgulas, eu te quero como meu ponto final.

Como é triste a tua beleza
Que é beleza em mim também
Vem do teu sol que é noturno
Não machuca e nem faz bem.