Comer
Artigo Quinto da lei contra o Cristianismo – Comer na mesma mesa que um padre é proibido: quem o fizer será excomungado da sociedade honesta. O padre é o nosso chandala – ele será proscrito, lhe deixaremos morrer de fome, jogá-lo-emos em qualquer espécie de deserto.
Sabe quando bate a fome e a vontade de comer, é daquele jeito mesmo, a gente tenta resistir mas a tentação é maior, a ideia é ir degustando pelas beiradas, quando nos damos conta já estamos devorando tudinho.
~ #Sampaio88
Segunda vez em Blumenau
“O galo tem um peculiar orgulho: porque, além de “comer” todas as galinhas; ainda acorda a vizinhança”.
Quero acordar de manhã e poder ficar mais 5 minutos na cama, quero poder comer sobremesa antes da comida, quero poder sair a noite quando ninguém mais está na rua simplesmente para caminhar e sentir uma brisa leve em meu rosto, quero descer a rua de skate sem saber andar nele, quero poder cantar alto na rua nem me importar com as pessoas, quero pintar a cara e desfilar por ai como uma criança, quero jogar um prato no chão quando estiver com raiva, quero comprar duas caixinhas de bis e comer tudo sozinha na mesma hora, quero ir pra praia e fingir que me afogo só pra se preocuparem comigo, quero chorar em paz no meu quarto sem ninguém perguntar o porque daquilo, quero pular a janela e andar no telhado só por diversão, quero ficar acordada até amanhecer, quero pintar o cabelo de uma cor incomum. Quero esquecer tudo que me faz mal, tudo que me preocupa, quero apenas ser feliz.
1) Gula - Consiste em comer além do necessário e a toda hora.
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2) Avareza - É a cobiça de bens materiais e dinheiro.
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3) Inveja - Desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa.
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4) Ira - É a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável.
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5) Soberba - É caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha auto-suficiente.
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6) Luxúria - Apego aos prazeres carnais.
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7) Preguiça - Aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico.
"Podes ficar aqui? Não vás embora, precisarei de mais alguns minutos,
horas, dias, semanas, meses, anos,
eternidades para te esquecer..."
DANI
Gerada e nascida Daniela.
No frio era enrolada em cobertor de flanela.
Gostava de comer pipoca em tigela,
Enquanto eu contava uma fabela.
Mais crescida não teve varicela.
Tinha medo de andar sozinha em viela.
Falava como uma tagarela,
E odiava pão com mortadela.
No colégio era sempre sentinela
Com aqueles que traziam balela.
E bastava sua piscadela,
Para saírem pela janela.
A mim você é como uma aquarela,
Despejando lindas cores em uma tela.
Serás sempre a mais bela,
Mesmo esposada, minha donzela.
Rodemir de Oliveira 22/07/09 22:04 hs
Não preciso comer, beber ou repôr minhas energias.
Às vezes, o simples fato de estar amando já é suficiente para me manter ativo.
Colega: nunk pede nada para beber e comer;
Amigo: abre o armário e se sente em casa;
Colega: pede alguma coisa emprestada e devolve em uns dias;
Amigo: tem 1 guarda-roupa cheio de coisas suas;
qroo naum um amigo desse..kkk
incovenienteee..:P
fuiiê..indu!!
As dores de amores são as mais idiotas possíveis. Tanta gente sem comer, sem ter onde morar e você ali gritando por outro idiota que nem te quer.
Ninguém vem perguntar se você esta bem, se tem o que vestir ou comer. No entanto, quando o interesse bate, em instantes eis que surge aquele tão desinteressado amigo.
O que se faz de amigo, de bom e querido, o que te julgava pelo modo de agir, se vestir e até mesmo pelo corte de cabelo. É tão fácil julgar alguém, difícil é estar ali sendo analisada, recebendo comentários maldosos. Difícil é se colocar no lugar de quem recebe julgamentos, saber o que sente, ou viver 1/3 do que vive ou passa em sua vida. É tão doloroso saber que as pessoas são maldosas, usam umas as outras para atrair atenção, atrair conversas.
Seria mais fácil, se todos soubessem viver com as próprias qualidades e defeitos, seria mais fácil cada qual viver sua vida, ao invés de se intrometer na vida alheia, se não for para ajudar. -NayaraAlmeida
O que é o amor (Como é o amor?)
Que cara ele tem? Que tipo de roupa usa?
O que gosta de comer? É do dia ou da noite?
Será que gosta de ler? Usa óculos?
Tem fome ou já está satisfeito?
É de verão ou de várias primaveras?
Como ele se comporta quando está com frio?
Como anda atrás da gente? Se é que anda, porque ele pode voar.
O que é o amor?
É branco, é verde, é possível de tocar?
Ele é grande ou pequeno, tem a cara da verdade?
Tem curvas ou é uma linha reta?
Tem cheiro de flor?
Tem gosto de fruta ou de biscoito amanteigado?
A gente escolhe ou é escolhido?
Vem de calça, vem de saia? É salto alto que usa ou rasteira?
Vem da mata, vem do mar? Como é a expressão do seu olhar?
É firme? É doce? É ausente ou tão presente capaz de sufocar?
O que é o amor?
Tem o som do vento ou de rock and roll?
Como é o seu sorriso?
Como passeia pela rua? Pisando forte ou dançando por entre postes?
É rico ou pobre?
O que é o amor?
Se fosse bicho, seria peixe? Seria pássaro?
Se fosse humano, seria homem? Mulher ou criança?
É sábio? É burro?
Mora em casa ou apartamento?
Será que come feijão? Será que toma banho de borracha no verão?
Como são suas mãos? Longas, pequeninas?
Quentes, frias? Sedosas, ásperas?
Será que sabe desenhar ou faz rabiscos sem direção?
Já morou na lua? E numa casa na árvore, morou?
Gosta de usar cotonetes?
Quando se irrita franze a testa? Quando canta é desafinado?
Como é o amor?
É o que usa camisa azul ou o que segura o guarda-chuva?
Está parado na estação ou olha solitário pela janela de um vagão?
E suas palavras, são como sonhos de padaria?
Ele grita para todos ou susurra a um só ouvido?
Faz promessas? Se faz, as cumpre?
É narigudo, esquisito ou belo?
Usa meias furadas? Dorme de lado?
Gosta de brincar de dados?
Tem impressão digital? Será que vota nas eleições?
Prefere caminhar na chuva ou se esconder na caverna?
Que cara tem o amor?
Que tal um encontro?
Eu vou de verde e você “o amor”, leva uma rosa vermelha e segura pelo caule com a mão esquerda.
Se apresenta para mim, me diz como é, me mostra seu rosto, me conta do seu gosto, me deixa saber como você é e dessa forma eu prometo, não te erro nunca mais em nenhum outro encontro.
Em tempo de crise é preciso investir nos pobres. Eles tem necessidade de trabalhar, comer, vestir, morrer, viajar. É o consumo e não a produção que dita uma economia.
Hoje, acordei de um sonho.Por isso, vou beber um refrigerante, comer um chocolate que suje os dentes, que suje os dedos, que adoce a boca, que me faça feliz o dia inteiro
