Combate
A enfermagem forense pode ajudar no combate a "escravidão moderna" através de palestras educativas em escolas e universidades contribuindo também com a pesquisa científica na área de violências além de trabalhar na perícia judiciária e criminal.
As polícias são necessárias no combate às mais variadas formas de violências e devem ser imparciais. Logo, os jornalistas também mantêm neutralidade e têm o papel de informar todos os crimes à população, inclusive os que são cometidos por policiais. Por isso, a democracia sempre será o melhor para sociedade.
Na Enfermagem Forense, a saúde, a ética e a justiça andam juntas no combate as negligências e as mais variadas formas de violências e acidentes que podem ser cometidos por múltiplos fatores que precisam ser conhecidos e trabalhados pelos os enfermeiros forenses.
A força de vontade se assemelha a uma guerra: empunhar a arma e partir para o combate é simples; o verdadeiro desafio está em conquistar a vitória.
O tripé comunicação, diálogo e reconciliação cabe a todos nós no combate ao radicalismo e fanatismo. O combate frontal ao terrorismo cabe a polícia e as Forças Armadas. A Internet é um poderoso instrumento de educação social, e não para a senhora e os seus usarem dessa maneira.
Militar que combate ao entorno de uma usina nuclear não pode ser chamado de militar e nem tratado como militar, e sim pode ser tratado como terrorista e chamado por terrorista.
O combate a violência dentro e fora das escolas começa com o cultivo da comunicação não-violenta e com a apropriação dos instrumentos que protegem a nossa liberdade de expressão.
O maior fracasso da humanidade é botar mais dinheiro na manutenção da Guerra do que no combate à Fome.
Não existe combate
ao eufemismo que
alcance igual poder
da Raflésia atômica
de ter nascido poeta,
Não tente arriscar
e nem pagar para ver,
Quando tentar dominar
quem vai cair será você.
Todos os dias
A guerra não é mais declarada,
mas mantida. O inaudito
tornou-se ordinário. O herói
fica longe das lutas. O fraco
é deslocado para as zonas de combate.
O uniforme do dia é a paciência,
a condecoração, a pobre estrela
da esperança sobre o coração.
Ela é entregue,
quando nada mais acontece,
quando o fogo cerrado emudece,
quando o inimigo se tornou invisível
e a sombra do eterno armamento
cobre o céu.
Ela é entregue
pela fuga diante das bandeiras
pela valentia diante do amigo,
pela traição de segredos indignos
e a não obediência
de toda ordem.
Me parece que o lugar de combater a crueldade é onde ela está, e o lugar onde se presta socorro é onde ele é necessário.
Quando eu era mais jovem, uma espada não é nada mais nada menos que uma espada e um golpe não é nada mais nada menos que um golpe.
Quando comecei a introduzir-me nas Artes Marciais uma espada já não era mais simplesmente uma espada e um golpe já não era simplesmente um golpe.
Agora que cheguei à compreensão das Artes Marciais uma espada não é nada mais nada menos que uma espada e um golpe não é nada mais nada menos que um golpe.
A vida é como um carro a 300km por hora, a única diferença é que ela não tem freio, nem volante, apenas o acelerador e você tem que se manter no controle.
Levanta a cabeça soldado tu és um combatente forjado, mesmo que pareça difícil na guerra vale o sacrifício.
Amanhece o dia como qualquer outro. Liga-se a televisão como qualquer outra. Jornais televisivos entram no ar. Manchetes replicantes frustram as expectativas de um dia de paz: são os bandidos soltos de novo, os mesmos astros dos noticiários que repetem a ousadia de agredir a sociedade desarmada. São os mesmos protagonistas diários das iniquidades, se valendo da impunidade para derrotar um estado fraco, incapaz e alienado, e sobrepujar um governo inútil no combate eficaz. Bandidos mandam no país e governos elaboram cartilhas de espertezas, no intuito de ensinar as pessoas a manter a vida como bem maior, em custa da perda da soberania, do orgulho próprio, e da noção de direito. Não há responsabilização civil para o bandido, e pouco há de responsabilização criminal. Não é possível continuar assim!
