Coleção pessoal de servamara

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Me abstenho da ilusão do livre-arbítrio; entrego a minha vida em Tuas mãos, Senhor; me livra de ser livre e praticar o que te desagrada, e o quê, me faz ficar bem longe de Ti, e da Tua gloriosa presença.

A cada novo desafio, aprimoro o pulo do gato; sou a ilusão que continua refletindo a luz.

O amor é a linguagem universal; só os sábios e os escolhidos, com perfeição, conseguem decifrar a decodificar a preciosa mensagem.

Não existe mais a ilusão da Torre de Babel.

Quando existe incompatibilidade entre as almas; nem é possível compartilhar um simples picolé juntos.

A ilusão da avareza encobre totalmente a liberalidade do encontro.

O amor é cultivado, alimentado, em pequenas brincadeiras, do dia a dia; a ilusão da seriedade se esvai ao primeiro pulo, ao menor afago.

A contemplação do porvir me inebria; a antevisão de mim mesma sendo adornada, agraciada com a coroa da vida; a ilusão da morte, as momentâneas trevas, se desvaneceram na presença da Luz..

Na profundidade do meu ser, eu sempre busco o élan para retornar a superfície; tendo a paciência de viver e conviver com a ilusão rasa, terrena e tão mundana.

A maioria das pessoas prefere o mouro, a ilusão dos aplausos, moucos e vazios da multidão; do que a exortação plena, única, sincera e eficaz de um (a) servo (a) obediente, temente a Deus.

Cuidado, sua maior galhardia não está nessa densa esfera terrestre!

Olhe para a cruz, onde nela foi fincada todos os nossos delitos, iniquidades; um Cordeiro imaculado foi imolado, sacrificado por todos nós...

Neste momento, imagine todos os sofrimentos, as humilhações e os escárnios que o Senhor Jesus Cristo sofreu pelo imensurável amor nutrido e concretizado, no seu maior ápice, no Calvário.

E sem jamais esquecer desses momentos, enquanto há tempo, contritos, constrangidos por esse amor inigualável, devemos produzir frutos dignos de arrependimento.

Tamanha doçura, sorvo, a cada dia; durmo plenamente saciada com a Tua presença ao meu lado.

Não sinto mais o desejo de sorver o fel dos prazeres abomináveis; diante da eclosão dos rios de água viva correndo do meu ventre, me purificando abundantemente.

Eternidade, apenas um fração de segundo, do Seu olhar sobre nós!

Pulsares, estrelas de nêutrons, meu coração pulsa como elas, ao compasso, ordem, orientação do meu amado Pai, Criador, Coração Pulsante, Uníssono, Eterno!

Quando nos afastamos da LUZ somos como espantalhos, só atraímos as trevas, negritudes, urubus, para nos depenar, lesar!

Meus pensamentos são livres como os pássaros voando...Mas pra que esta dádiva ocorresse e se tornasse realidade em minha vida, nossas vidas, foi preciso que o Ser mais livre se tornasse carne, preso a nossa esfera de dores e limitações, e se fizesse pássaro tolhido, abatido, por todos nós.

Para que deste modo, fossemos livres, livre-arbítro de escolhas, pensamentos, pássaros que voam.

Por que será que ainda existem pessoas que são pássaros engaiolados, presos aos pensamentos efêmeros, pequenos...?

Com sindromes de escravidão?

POR QUE ???

Eu sou uma flor que desabrochou nas mãos de um Jardineiro Fiel que acreditou em mim; mesmo quando eu estava despetalada, infiel, açoitada pelas tempestades da vida. Ele perseverou em me amar, tocar...Olha, que bela flor me transformei! Menina, flor, serva do Senhor Jesus, Amigo Fiel, a me acompanhar, cuidar.

A carne milita contra o espírito, e não discerne as coisas espirituais; ela só quer sentir, sentir, e nunca saciar...O espírito milita contra a carne, e só quer libertar a carne da prisão que ela mesma é sua carcereira e entregou a chave em mãos alheias, ao usurpador de seu corpo, alma. Antagônicos são os que militam na carne e os que militan no espírito; depende da nossa escolha quem irá prevalecer neste maior desafio, batalha travada, dentro do nosso ser!

Os urubus voam, pairam sobre os restos das suas presas, se deleitam nas suas carniças; algumas pessoas pensam, cobiçam, praticam, e se deleitam nas suas maiores aberrações, iniquidades!

O amor verdadeiro não consiste em meras palavras, ele se revela com todo o seu ardor, intensidade, no silêncio, no claustro sufocante, na labuta, na doação, no suor que emerge dentro de nós, no derramento de sangue, no sacrifício; na imolação de todo nosso ser na cruz, e diante do ser amado.

Muitas vezes sonhamos, imaginamos beijar o ser amado; mas por mais que este desejo seja realizado, sempre teremos ânsia, sede, de mais beijos, afagos...

Mas o Senhor Jesus ao se dá a si mesmo como sacrifício vivo, o Cordeiro Imolado na cruz; Ele nos deu um beijo eterno, e nele sanou toda a nossa sede, desejos, e selou não só os nossos lábios, mas as nossas almas, os nossos espíritos para a eternidade ao Seu lado, num abraço que jamais terá fim!

Perdão ofertado, concedido, é o estigma do amor de Deus por nós; bem-aventurados, aqueles que são absolvidos, lavados, pelo Sangue Precioso do Cordeiro. E de graça compartilham com o seu próximo a mesma graça que recebeu.