Coleção pessoal de servamara
Dispense as anuências, concordâncias, não fique refém da opinião de outrem ; não abra mão das suas convicções, nem tampouco das suas maiores indagações; pois elas começam a surgir, quando você deixa, de lado, as mesmices corruptas, as concupiscências da carne, dos olhos; permitindo ser conduzido por um pensar diferente...
E uma nova visão espiritual se delineia, você sendo guiado pelo Espírito Santo numa inigualável viagem; incursão, dentro de si mesmo, em busca do teu verdadeiro eu, ser; num volver que eclode um novo homem, filho de Deus!
Esconder os sintomas de sua doença, rasgar o diagnóstico do Médico dos médicos, não obedecer as Suas prescrições; não faz você retornar ao seu estado anterior, sadio, sem o cancro pernicioso que se alastra no seu ser, o pecado.
Estou propensa a tentar carregar todos os pingos de água;
a fim que ecloda o sol da paciência em meu ser, viver!!
Na vida, e principalmente no amor, temos de colocar as cartas na mesa; não dá para ludibriar com a carta mais valiosa, o Ás, a fidelidade é inegociável; o respeito é o Rei que comanda a sintonia harmoniosa; o Coringa é deixado de lado, jamais pode haver prostituições, amassos, beijos, ficar, pra se deleitar, defraudar o templo sagrado do Espírito Santo.
Devemos ser sinceros, dignos, fiéis, e sempre dispostos, a jogar limpo, pra ganhar o coração de uma Dama virtuosa, rara, especial, escolhida e amada.
Um abismo intransponível separa um homem santo de um homem devasso, ímpio; dois destinos escolhidos e bem delineados: a luz e o regozijo eterno ou a sombra das trevas, ranger de dentes, gemidos aterrorizantes sem fim.
A escolha é tua, qual é o local, que queres passar a eternidade???
Retrato em branco e preto, a qualquer tempo, revela a sombra intrínseca do brilho colorido de uma estrela, guerreira, anônima!!!
Linguagem é o conjunto de preciosos diamantes bailando na minha frente; cabe a mim, ter a sabedoria de tocá-los, ordená-los e ofertá-los as pessoas; como presentes, embalados, na maneira escrita e na maneira falada; nunca devemos ser igual aos macacos, e trocar bananas por diamantes; jogando as cascas gosmentas no chão, pra que os nossos leitores escorreguem nas nossas maiores insanidades, aberrações.
A sombra da linguagem coloquial não pode ser a desculpa, pra dar lugar aos guinchados, assobios, sem nenhum discernimento, bom senso.
A Sombra do Beneplácito de Deus me inclinarei, descansarei; dormirei sem medo do uivo do usurpador; não preciso de cama, nem de colchão, nem de travesseiro, nem de cobertor; Seu Ser me preenche, sana todos os meus desejos, as minhas necessidades de ter, sem ser.
Com Ele, ao meu lado, o meu sonho não tem mais começo, nem meio, nem interrupções, nem fim...
É eterno regozijo, celebração!
O maior frisson que a alma pode almejar é ter Deus como o Seu maior deleite, adoração e celebração; a sombra descansa em paz, agradecida, ajoelhada
Passado é a sombra das águas que nos molhou, afagou; você já partiu... e eu ainda estou aqui, me banhando no mesmo manancial; mar, sendo atraída pelas vagas que tentam me levar pra bem junto de ti.
O amor é um calendário perpétuo, de janeiro a janeiro, ele é uma eterna viagem, encantamento; refletindo nuances de fidelidade entre almas, parceiros de cumplicidades, intermináveis segredos.
A luz nunca declina na sombra da infidelidade.
Tempo é a sombra do sol que declinou rapidamente.
Eu busquei me aquecer num breve nuance do ocaso do amor, que me ofuscou ardorosamente
No silêncio dos incomunicáveis, a sombra da criança, me ensina a crescer, apesar da dor e do ostracismo.
Atualmente as pessoas se relacionam com o outro ser, como se ele fosse um sabonete, no começo, o banho é muito prazeroso, se deleitando com ele, a sua maciez atrai, o seu perfume seduz; com o passar do tempo o aroma não o inebria mais, e já é o momento de descartar, buscar outra novidade, atrativo...
A era dos descartáveis não se contenta , em apenas, usufruir dos bens, dos apetrechos demasiadamente, depois expurgá-los rapidamente; ela se estende, permeando de uma forma impactante e insana, os relacionamentos pessoais, amorosos; o outro ser é a sombra do prazer, e não a real fonte de conhecimento, de amizade, de amor, de respeito e de dignidade.
O amor é como um pássaro dourado que jamais pode ser contido no espaço pequeno, apertado de um coração humano, gaiola abstrata; ele sempre está voando rumo a outra paragem, lugar; paraíso disponível, a quem tem coragem de vencer os emaranhados liames que nos prende, tolhe, aos apegos terrenos...
A eternidade é verdadeira morada do pássaro dourado; ele, com seu canto mavioso, tenta deixar o seu rastro de sabedoria onde voa, pousa, cativa...
