Coleção pessoal de servamara

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Eu quero celebrar a graça, a benignidade Divina, de ter me agraciado com o dom de amar;

Eu sou o amor, eu vivo o amor, eu transpiro amor, eu contagio o outro com o meu inesgotável amor.

Na minha verdadeira essência eu sou o amor.

O amor que se revelou na cruz do calvário e se perpetuará eternamente dentro do meu ser!

Amado, amado, se és o meu amado, não me deixe, entre sombras, a te buscar.

Saudade é um amor ainda habitando em nós, mas um dia...ele terá de nos deixar, arrumar as suas malas, para que outro morador habite em nosso coração.

Há caminhos que parecem puros, cheios de vida aos nossos olhos; mas no levam pra à beira do precipicio; e a internet ajuda e dá um empurrãozinho final...a nossa maior queda, e o nosso maior declínio espiritual. Pv 16:25

Eu quero celebrar a graça, a benignidade divina, de ter me agraciado com a vida, com o dom de amar;
Eu sou o amor, eu vivo o amor, eu contagio o outro ser com meu inesgotável amor!
Na minha verdadeira essência, eu sou o amor; o amor que se revelou na cruz do calvário e se perpetuará eternamente dentro do meu ser.

Como meu olhar não fico a zanzar, tenho um alvo definido a alcançar; ao lado do Senhor estarei com meu olhar adorador a lhe fitar!

No silêncio das nossas maiores angústias, ausências, saudades... Você encontra o inaudível, aquele que se revela quando as outras vozes se calam dentro de nós.

Acertar é ...esquecer as nossas diferenças, nos aquecer com as nossas semelhanças, e nos deleitar com este amor generoso que emerge de dentro de nós diante do ser amado

O que nos move, nos inspira, e nos faz persistir em viver, é a busca do amor, pra jamais esquecer.

Quando você perder o que julgas imperdível; encontrás Àquele que te buscas a tanto tempo.

O galo a cantar...a prenunciar...O Juízo iminente e a necessidade de nossa vigilância, súplicas e orações; para que não estejamos dormindo, o sono da morte; e sejamos supreendidos com a volta do nosso Supremo Redentor, já batendo na nossa porta!

Só o amor que legamos ao Senhor, e ao nosso próximo, faz eternizar a nossa breve e efêmera estadia na terra.

Sua voz se calou, mas a minha voz não, ela não se cansa de falar, bradar; sou feliz, com tua memória habitando em mim; com a herança que me legastes; após a tua partida, sem se despedir de mim!

Eu não ando de bicicleta, sou acelerada para ser feliz; ando altaneira a correr; caindo, me levantando, transpondo e superando obstáculos que emperram o meu viver!

As bolhas, os calos nos pés da bailarina me ensinam que a arte de viver é perseverar em aprender a voar!

Nunca esqueça a criança que você foi; permita que ela ressurja e compreenda o inexplicável, o eterno; Como uma folha em branco que permite sem nenhuma resistência, que o Senhor escreva sabiamente no livro da sua vida.

No silêncio da madrugada, no coaxar do sapo, o inaudível se revela a me ensinar.

Ah, a criança leal, que habita em mim, não compreende, não aceita partidas; ela só entende de encontros, chegadas, abraços, sorrisos, celebrações, entrelaces, e muito amor!

Ela é a fiel, eterna, namorada, que brinca e sorri da minha solidão!

Eu sou uma borboleta que voa...atraída pela luz do Senhor, a me alumiar, guiar!
Na sua presença, sou livre, dedilho entre os meus dedos...
As cores do mundo que me rodeia.

Assim como as bolhas de sabão, que a menina brinca, se diverte, quer afagar, tocar, prender... e o momento passa;

A minha felicidade se esvaiu...quando eu quis pegar entre os meus dedos, o momento, que sonhei, vivi e tanto me apeguei!