Coleção pessoal de RivaAlmeida

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Alguma vez você já se perguntou se está utilizando devidamente o seu tempo? Se está fazendo boas escolhas? Se ele não está passando em vão?

Sim, essa é uma pergunta comum, pois vemos o tempo passar e muitas vezes não nos damos conta de como ele é precioso. Não há dinheiro que pague os bons momentos que passamos com nossos entes queridos, por exemplo.

O tempo é nosso bem mais precioso, pois ele não volta. Não temos qualquer ferramenta ou dispositivo que nos faça voltar no tempo, apenas as nossas memórias, sejam elas boas ou ruins.

Devemos nos questionar sobre a nossa missão aqui. Não é um trabalho fácil, mas os nossos dias devem ter significado, devem representar o melhor que pudemos ser.

A cada dia Deus nos dá uma nova oportunidade de fazer diferente, de buscar e conhecer qual a nossa missão, seja com nós mesmos ou com os outros, com os animais, com o meio ambiente.

Caso você não encontre um significado, pense que somos todos um e que cada um de nós faz parte de um Todo.



Somos imprescindíveis para o funcionamento do Universo. Ninguém está aqui por acaso! Você uma parte importante do Todo, por isso, faça a sua parte valer a pena!
Portanto, busque a sua essência e sua missão neste tempo. Faça acontecer, não espere o tempo passar, pois ele não volta. É uma moeda de troca muito preciosa!

Faça bom uso do seu tempo, seja uma boa pessoa para você e para a humanidade. Construa algo de que se orgulhe, algo que represente o bem para o maior número de pessoas.

Costumo dizer que existem pessoas más, mas 99,99% são pessoas boas. Queira estar do lado das pessoas boas e não aumente o percentual do outro lado.

Como cantou Renato Russo: “É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade […]”
São tantos questionamentos, tantas perguntas soltas, tantas dúvidas doídas, tantas respostas vãs. Viver é uma escolha ousada e paciente. Passamos anos cruzando medos com coragem, lançando esperanças e ganhando força, travando batalhas e dissipando pesares.

Assisti recentemente ao documentário: “The story of us” com Morgan Freeman, e especialmente no episódio 3, que fala sobre o poder do amor, eu me senti envolvida pelas diferentes – e de certo modo semelhantes – histórias. Retratam casos de pessoas que movidas por uma força sem tamanho, são capazes de mudar destinos de desconhecidos, de ressignificar dores, de permitir a própria felicidade e de outras pessoas por acreditarem e optarem por um caminho, ora torto, e tão belo que é o do amor.

O amor é capaz de tudo suportar, de fazer confiar, de intensificar propósitos, de inspirar vidas, de mostrar que, com a união em busca pelo melhor, do outro e do mundo, seremos melhores para nós mesmos. Que não existem limites, barreiras e nem questões vagas quando nos permitimos responder com amor. Guerras tornam-se desprezíveis, os valores nobres, as buscas outras.

Quando percebemos que não se trata de um sentimento, e sim de um modo de vida, que transpira movimento e realização – deixamos de tantas expectativas e indagações.
O amor é capaz de remover capas, desnudar reservas, desmistificar poderes, enlaçar distâncias e converter resistência. Porque mostra um caminho incerto, mas sem possibilidade e nem desejo de regresso. Escancara sensibilidades, aprimora nossa irmandade e corrobora a compaixão. Como cantou Renato Russo: “É um não contentar-se de contente. É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade” […]

No documentário, o amor foi confiado por quem apostou sem garantias, quem insistiu por incontestabilidade, quem se dedicou sem medida e quem fez muito com o pouco que dispunha, sem esperar por nada. E talvez seja realmente isso que seria capaz de sacudir a humanidade. A caçada por paz, o rastreio da felicidade, a investigação dos porquês; passam de perseguição para desprendimento, de prisão a desapego, de indignações a entendimento. Qualquer que seja a pergunta, amor é a resposta.



Sem precisar separar afeto de caridade, sem necessidade de defender o sagrado do profano, nem contextualizar escrituras ou destrinchar versos de Camões, tenho que concordar com as estrofes de “Monte Castelo”, por perceber que tão simples e atemporal é o amor. Tão presente e silencioso, tão misericordioso e valioso. Tão grande e poderoso…

Lute. Acredite. Conquiste. Perca. Deseje. Espere. Alcance. Invada. Caia. Seja tudo o quiser ser, mas, acima de tudo, seja você sempre.

Faça do autoamor a sua bandeira! No fim das contas, pessoas vêm e vão, mas você fica. Trate-se bem. Trate-se com amor.

Há uma frase que eu gosto muito e que diz assim: “Não há inimigo fora de ti.” Em linhas gerais, talvez o segredo de tudo o que fazemos ou deixamos de fazer na vida não seja tão secreto assim. Está em nós. Em mim. Em você. Naquela pessoa que você encontra todos os dias no elevador, na fila do pão, no ponto de ônibus, na pista de caminhada, mas que você nunca perguntou nem o nome, muito menos olhou dentro dos olhos ao dar um bom dia (será que deu?). Porque é estranho. Esquisito. Desconfortável.

Assim como a grande sacada de tudo isso: é você o seu próprio vilão. É você o seu próprio herói. “Não há inimigo fora de ti”, lembra?
Ao mesmo tempo em que essa verdade liberta, ela dói. Porque às vezes tudo o que a gente precisa é de alguém – ou de alguma coisa – que nos livre da angústia de estarmos simplesmente com a gente mesmo. Já não experimentamos solitude. A roupa bonita e a casa arrumada só fazem sentido se formos receber visita ou se o plano é o de sairmos com alguém. Ir ao cinema sozinho, jantar sozinho, viajar sozinho, passear sozinho. Estranho. Solitário. Solidão. Será?

Eu só comecei a realizar os meus sonhos na vida quando eu parei de condicionar a minha felicidade a qualquer outro lugar que não esteja dentro de mim. Quando eu parei de culpar o outro pela forma como eu me sentia ou deixava de me sentir, pelas coisas que eu fazia ou deixava de fazer, pelas escolhas que, a bem da verdade, eram minhas, de mais ninguém.

Eu só comecei a efetivamente assumir as rédeas da minha vida quando eu parei de viver de “e ses” e de “quando isso acontecer, aí sim…” e passei a valorizar o agora.
Quando eu escolhi me amar e me respeitar apesar e justamente por causa dos meus defeitos. Quando aceitei e abracei as minhas vulnerabilidades. Quando entendi que sou falha, que não sei tudo, que não vi tudo, que não vou dar conta de tudo. E que está tudo bem.

Eu só comecei a viver relacionamentos mais saudáveis e mais empáticos com os outros – no amor, no trabalho, nas amizades, nas parcerias – quando aprendi a reconhecer e a exaltar o meu valor. Quando comecei a querer me arrumar e a me ver bonita para mim. Quando passei a enfeitar a casa e a mesa para mim. A cuidar do meu corpo e da minha mente para mim. A ser uma companhia querida e agradável para mim.

Sim, é válido e muito importante nos perguntarmos sempre: “Eu gosto de Fulano? Gosto da forma como Fulano me trata? Gosto de como me sinto quando estou com Fulano? Gosto de como me comporto? Mas, na mesma medida, será que você já se perguntou o quanto você se gosta? De que forma você se trata? De como você se sente quando a sua única companhia é você mesmo? De como você se comporta quando ninguém vê?”



Se você não se sente em paz com a sua própria companhia, confortável dentro do seu próprio corpo, preenchido com seus próprios silêncios, verdadeiro na sua própria pele, feliz simplesmente sendo você, sem máscaras, disfarces, justificativas e poréns, dificilmente você será uma boa companhia para alguém ou se sentirá confortável, preenchido, verdadeiro e feliz dentro do mundo, principalmente quando as necessidades de conexão e de pertencimento, inerentes ao ser humano, são tão grandes a ponto de nos afastar de nós mesmos, da nossa essência, dos nossos valores, das nossas buscas, de quem a gente realmente é.

Seja você a pessoa que você gostaria de ter como melhor amigo, aquela que você sempre deseja estar perto, que o faz sentir-se em que casa, que lhe traz paz, que lhe faz o bem.
No fim das contas, pessoas vêm e vão, mas você fica. Trate-se bem. Trate-se com amor. Você não precisa de ninguém para “salvá-lo” ou “fazê-lo feliz”.

Tudo bem, ninguém é uma ilha. É na conexão que nos reconhecemos e nos fortalecemos como seres humanos, mas você não precisa de nenhum salvador ou herói que não seja você mesmo. “Não há inimigo fora de ti.”

Precisamos aprender a cuidar melhor de nossa fé, de tudo aquilo que pedimos a Deus. A oração é a nossa linha direta de comunicação com o Divino.
Você já parou para pensar em tudo o que tem hoje em sua vida? Todas as suas conquistas e realizações? Já agradeceu pela saúde de sua família, o trabalho que ama, a pessoa leal ao seu lado? Talvez você não se lembre disso, mas todas essas coisas um dia foram apenas um desejo em sua mente, um pedido pelo qual você orou a Deus e esperou receber.

Muitas vezes, vivemos a vida em piloto automático, focados apenas em cumprir todas as nossas funções no trabalho e na família, e deixamos de reconhecer quantas coisas boas entram em nossos caminhos todos os dias e quantas orações são respondidas e incorporadas em nossa realidade.

Parece que estamos fechando os olhos para as coisas que mais desejamos, perdendo a capacidade de reconhecer quando as bênçãos de Deus são enviadas para o nosso caminho, e isso é realmente preocupante, porque mostra que nem sempre damos valor a tudo aquilo de bom que existe ao nosso redor.

Precisamos aprender a cuidar melhor de nossa fé, de tudo aquilo que pedimos a Deus. A oração é a nossa linha direta de comunicação com o Divino.

É através da oração que contamos a Deus nossos problemas, falamos sobre nossos objetivos e pedimos por tudo aquilo que queremos que se manifeste para nós.
E da mesma maneira como nos empenhamos em pedir, Deus se empenha em nos entregar.

Todas as coisas boas em sua vida, um dia, já foram uma oração a Deus. Ele ouve tudo o que você pede com muita atenção e se empenha para lhe entregar coisas muito melhores do que pediu. Com Deus, não existe meio termo ou meias bênçãos, ele oferece o melhor para seus servos, e é preciso que aprenda a valorizar até mesmo as pequenas coisas boas em seu caminho, para que possa caminhar todos os dias em direção a uma vida ainda mais abençoada.

Tire um tempinho para analisar a sua vida atual. Quanto do que você tem hoje um dia foram apenas uma ideia distante em sua mente? Uma coisa que você pediu a Deus sem ter certeza de que realmente chegaria até você? Provavelmente algumas delas.



Nada do que pedimos a Deus fica sem resposta, e quando reconhecemos o quanto ele é fiel a nós através da gratidão, criamos ainda mais bênçãos para nossas vidas.
Portanto, ainda que hoje você tenha outros objetivos e dedique-se a coisas diferentes, nunca deixe de agradecer tudo o que lhe foi entregue por Deus e nunca feche os olhos para todas as suas orações que foram ouvidas.

Troque suas reclamações por gratidão e treine seu coração para dar mais atenção ao que você já tem do que ao que ainda não conquistou. Todas as bênçãos que você pediu estão sendo entregues no momento certo, e quando você aprender a reconhecê-las e valorizá-las, não sentirá a necessidade de pedir a todo momento, porque confiará nos planos de Deus para a sua vida.

Eu reconheço que tudo o que tenho hoje já foi apenas um pedido em uma oração, e sou grata por isso. E você?!

Devemos sempre nos preservar, poupar palavras, porque muitas vezes o silêncio diz muito mais do que um grande discurso.

Guarde esse conhecimento consigo e sempre que pensar em revidar, silencie. Você verá quanta diferença essa escolha fará em sua qualidade de vida.

“Em muitos momentos da vida o silêncio é a resposta mais sábia que podemos dar a alguém. Por isso, prepare bem a palavra que será dita.

Palavras apressadas não combinam com sabedoria. Os sábios preferem o silêncio. E nos seus poucos dizeres está condensada uma fonte inesgotável de sabedoria.

Não caia na tentação do discurso banal, da explicação simplória.

Queira a profundidade da fala que nos pede calma. Calma para dizer, calma para ouvir. Hoje, neste tempo de palavras muitas, queiramos a beleza dos silêncios poucos.



Não diga as coisas com pressa. Mais vale um silêncio certo, que uma palavra errada. Demore naquilo que você precisa dizer.

Livre-se da pressa de querer dar ordens ao mundo. É mais fácil a gente se arrepender de uma palavra, do que de um silêncio.

Palavra errada, na hora errada, pode se transformar em ferida naquele que disse, e também naquele que ouviu.

Em muitos momentos da vida, o silêncio é a resposta mais sábia que podemos dar a alguém.

O silêncio é a única resposta que devemos dar aos tolos. Porque onde a ignorância fala, a inteligência não dá palpites.”

Se quisermos escolher pessoas realmente boas para termos ao redor, que agregarão em nossas vidas, não devemos buscar perfeição, mas sim caráter.

Espere perfeição de coisas, não de pessoas. Para sermos felizes, não precisamos estar perto de pessoas que nunca erram, mas de pessoas que, mesmo em seus erros, nos mostram que a vida é melhor ao seu lado.

Muitos de nós, quando escolhemos pessoas para ter ao nosso lado, seja em amizades ou em relacionamentos românticos, buscamos aquelas com menos erros e defeitos, porque fomos levados a acreditar que a vida é mais feliz quando estamos com pessoas “perfeitas”.

O que deixamos de considerar é que não existe nenhum ser humano perfeito, todos temos forças e fraquezas, características boas e ruins e, muitas vezes, uma pessoa que aparenta ser exatamente aquilo que procuramos, pode ser a escolha mais errada que já fizemos na vida.

Se quisermos escolher pessoas realmente boas para termos ao redor, que agregarão em nossas vidas, não devemos buscar perfeição, mas sim caráter.
Beleza se vai, dinheiro se perde e sorte muda de lado. No final das contas, o que realmente permanece com cada um de nós são os nossos valores e aquilo que fizemos de bom para o mundo.

Quando colocamos a perfeição, seja ela em qual for, como uma prioridade em nossos relacionamentos, viveremos sempre frustrados e sozinhos, reclamando de como as coisas nunca dão certo, e como todas as outras pessoas em nossas vidas parecem ter encontrado alguém para ter ao seu lado, menos nós.

A verdade é que ninguém tem um relacionamento perfeito. Não existem pais perfeitos, filhos perfeitos, parceiros perfeitos. O que existem são pessoas que, mesmo com toda a sua imperfeição, são capazes de fazer nossos mundos muito mais felizes.

Não importa quão pacífica a vida de outra pessoa pareça, tenha certeza de que ela também discute e sofre de incompatibilidades com as pessoas ao seu redor.
A vida realmente começa a fazer sentido quando adquirimos a sabedoria de que ao invés de tentar mudar as pessoas que temos por perto, a menos que se trate de um relacionamento tóxico, devemos mudar a nós mesmos e a nossa forma de enxergar tudo o que nos acontece.



Os defeitos sobre os quais reclamamos em algumas pessoas ao nosso redor podem se tornar as características que mais sentiremos falta quando elas não estiverem mais em nossas vidas. A perfeição é uma questão de perspectiva, e quando aprendemos a aceitar que as falhas fazem parte de todas as pessoas que amamos, encontramos sempre um bom motivo para mantê-las ao nosso lado.

Espere perfeição de coisas, não de pessoas. Para sermos felizes, não precisamos estar perto de pessoas que nunca erram, mas de pessoas que, mesmo em seus erros, nos mostram que a vida é melhor ao seu lado.
Portanto, quando for escolher as pessoas que deseja ter em sua vida, não busque pessoas perfeitas, porque elas não existem. Busque pessoas que fazem o seu mundo mais feliz. Dessa maneira, você nunca errará!

Quando deixamos de nos importar com aqueles que vivem nos criticando ou querendo criar conflitos entre nós e outras pessoas, tiramos um grande peso de nossas costas e a vida começa a fluir de maneira muito mais positiva.

As pessoas desagradáveis são como empecilhos em nosso caminho, obstáculos que testam a nossa paciência e nos fazem exercitar a calma e a tolerância.

Em algumas ocasiões, precisamos ter essas pessoas por perto, porque o seu modo de ser nos desafia a desenvolver novas qualidades que nos levarão mais longe na vida, mas em outros casos estamos muito melhor quando apenas deixamos de nos importar com tudo o que dizem ou fazem.

Nossa pele, alma e espírito rejuvenescem quando passamos a dar valor apenas àquilo que realmente agrega em nossas vidas.
Muitos de nossos estresses e preocupações são derivados de coisas desnecessárias, que seriam melhor resolvidas se nós apenas optássemos por ignorar. Apenas vivemos felizes de verdade quando aprendemos a simplesmente fazer cara de paisagem e seguir nossas vidas, quando nos deparamos com pessoas que aproveitam todas as oportunidades para nos desmotivar ou plantar sentimentos negativos em nossos corações.

Em alguns momentos sentimo-nos obrigados a dar atenção a determinadas pessoas, por serem da família, do círculo de trabalho ou por serem muito valorizadas por aqueles que estão ao nosso redor, mas essa é uma ideia que precisamos tirar da cabeça. Não temos que manter ninguém que nos faz mal por perto, isso é autossabotagem e merecemos muito mais do que uma vida vazia.

Quando começamos a dizer mais “não” aos desagradáveis e mais “sim” a nós mesmos, descobrimos o que realmente é viver em paz, sem dramas desnecessários, preocupações infundadas e medos bobos.



Fomos ensinados que ignorar é algo ruim, uma falta de respeito com as outras pessoas, mas precisamos também aprender que, em muitas situações, também é uma atitude de amor-próprio e autorrespeito.
Então, quando estiver lidando com pessoas desagradáveis, ignore sem dó. Coloque a sua saúde mental e emocional sempre em primeiro lugar e não se permita perder a cabeça com aqueles que não merecem sequer um segundo de sua atenção.

Cuide muito bem de sua alma, sua pele, seu espírito. Você será o seu fiel companheiro até o fim, e precisa fazer sempre o melhor para si mesmo, ainda que isso signifique cortar muita gente de sua vida.

É muito fácil agradecer a Deus quando a vida vai exatamente como desejamos, quando tudo o que planejamos dá certo e os problemas parecem estar cada vez mais distantes. No entanto, o que realmente nos qualifica como pessoas de fé é a nossa capacidade de manter a confiança e o bom ânimo em meio às dificuldades.

Quando o caviar dá lugar ao arroz e feijão e a tranquilidade dá lugar aos momentos de tribulação, apenas as pessoas que realmente acreditam na justiça de Deus se mantêm firmes.
Muitos acreditam que os problemas são um sinal de que Deus as abandonou, não conseguem compreender que os momentos de dificuldade são, na verdade, oportunidades de nos fortalecermos para estarmos verdadeiramente prontos quando as bênçãos que pedimos chegarem em nossas vidas.

Quanto mais somos gratos por tudo em nossas vidas, mais coisas boas chegam em nossos caminhos, porque provamos que acreditamos que Deus está sempre preparando o melhor para nós, e que a simplicidade de hoje não exclui a grandeza que podemos alcançar amanhã.

Portanto, seja sempre grato por tudo aquilo que você tem. Olhe para a sua vida, para tudo aquilo que você já conseguiu conquistar, por todas as áreas em que está crescendo e veja que a mão dele está em tudo, que você nunca está desamparado.

Quanto mais gratidão demonstramos, mais abundância atraímos. Agradeça pela saúde de sua família, pelo teto embaixo de sua cabeça, pelos seus amigos e seus animais de estimação, mas agradeça também pelas dificuldades que você tem de superar e pelas perdas ao longo do caminho, porque elas demonstram que você está cada vez mais na direção certa.

Ao andamos pela vida com mais gratidão, nem mesmo os momentos difíceis parecem tão complicado assim, porque o sorriso se torna mais frequente, a esperança está sempre viva e vivemos com mais harmonia com as pessoas a nossa volta.

A esperança e gratidão em Deus torna tudo muito mais simples e bonito. O feijão com arroz é muito mais saboroso, a vida é muito mais empolgante, os relacionamentos são muito mais significativos e as dificuldades são muito mais motivadoras.



Viva a sua vida com mais alegria, respeito e motivação. Aproveite as fases boas e ruins da mesma maneira e seja sempre a melhor versão de si mesmo possível.

Deus se alegra ao perceber que não desanimamos a cada pequeno desvio no caminho, mas que buscamos evoluir a cada novo passo.
Aprenda a cada nova fase difícil superada e sempre contribua para que as pessoas ao seu redor também vivam melhor, isso lhe trará sabedoria e muita energia positiva.

Uma vida de felicidade, empatia e evolução é o que espera as pessoas que são realmente fiéis a Deus. Portanto, valorize por tudo o que você tem, e cada dia terá novas razões a mais para agradecer!

Quando acreditamos em Deus e confiamos nele, as preocupações se dissipam, o medo se vai e todas as dúvidas dão lugar à fé e a esperança.

A preocupação faz parte de nossas vidas, e até certo ponto isso é algo bom, porque em muitas situações é ela que nos faz recuar de situações negativas que certamente nos trariam algum grande prejuízo. No entanto, quanto se torna uma constante, pode acabar nos prejudicando seriamente e ficando no caminho entre os planos de Deus para nossas vidas.

A preocupação nos faz recuar, viver com medo e insegurança. Ela nos afasta de nossa fé e nos ensina a nos acostumarmos a uma vida sem graça, sem grandes riscos, mas também sem grande felicidade, gratidão, plenitude.

Ela pode parecer a escolha mais sensata em muitos momentos, mas a verdade é que quando passa a controlar todas as nossas atitudes, ela nos torna seres humanos limitados e nos afasta da maior força que existe no mundo: o amor de Deus.

Quando acreditamos em Deus e confiamos nele, as preocupações se dissipam, o medo se vai e todas as dúvidas dão lugar à fé e a esperança, porque sabemos que estamos colocando nossas vidas nas mãos daquele que nos ama de verdade e que organizará tudo para que apenas as melhores coisas cheguem até nós.

Preocupações não nos trazem nada de bom, mas a fé renova a nossa existência, faz-nos enxergar o mundo de outra maneira e esperar sempre pelo melhor, porque nada de ruim pode nos atingir quando fazemos de Deus a nossa rocha e vivemos nossas vidas com a certeza de que ele sempre estará à frente, guiando-nos e orientando-nos no melhor caminho.

Se você é uma pessoa que se preocupa demais com tudo, provavelmente nunca tem um momento para apreciar a beleza da vida, o sorriso das pessoas ao seu redor e o amor de Deus por você.
Certamente vive uma realidade limitada, que não lhe proporciona as coisas que você sabe que merece. Não é isso que Deus quer para você. Ele está só esperando a sua permissão para transformar a sua realidade e lhe trazer muitos motivos para ser feliz.



Então, substitua sua preocupação por fé e esperança, você não está sozinho. Deus é contigo, e você nem imagina as coisas incríveis que ele tem para sua vida.

Quando você depositar toda sua confiança nele, verá que não há motivo para se preocupar, porque ele é o caminho, a escolha certa, aquele que lhe mostrará o melhor lado da vida.

Leva tempo até que a gente aprenda que nosso valor não está nos elogios que recebemos ou nas decepções que não causamos, mas sim naquilo que a gente é realmente, independente das opiniões a nosso respeito.
Viver querendo agradar, desejando nunca desapontar ninguém, aspirando a perfeição, buscando corresponder a todas as expectativas, almejando jamais ser criticado… tudo isso cansa e provoca um desgaste enorme, uma perda de energia e um desrespeito tremendo por nós mesmos.

Leva tempo até que a gente aprenda que nosso valor não está nos elogios que recebemos ou nas decepções que não causamos, mas sim naquilo que a gente é realmente, independente das opiniões a nosso respeito.

É claro que não podemos viver isolados em nossas bolhas, centrados no próprio umbigo, desprezando todo o resto, mas de vez em quando é necessária uma boa dose de autoconfiança para dar um dane-se a toda e qualquer exigência a nosso respeito e adquirirmos uma fé enorme em nosso jeito único de ser e de escolher, independente do que esperam de nós.

Certa vez li uma frase que dizia mais ou menos assim: “Autoestima não significa “eles vão gostar de mim”. Autoestima significa “tudo bem se eles não gostarem””. E é exatamente isso.
Às vezes, a gente foca tanto no desejo de agradar, na vontade de ser aceito, na expectativa de ser amado, que se afasta do mais importante: nós mesmos. Quando nosso desejo de ser amado pelo outro supera o respeito que temos por nós mesmos, perdemos a capacidade de impor limites, de dizer “não”, de nos resguardar, de nos reservar o direito de seguir nosso coração.

Viver preocupado com o que as pessoas pensam a meu respeito, com o que as pessoas esperam de mim, com o que as pessoas desejam que eu seja… é uma das formas mais cruéis de se viver e se posicionar na vida. As pessoas podem achar o que quiserem, podem me amar ou me odiar, isso não muda quem eu sou.

Zele por aqueles que ama, respeite os que o cercam, honre sua família. Mas não se afaste de si mesmo só pelo desejo de agradar ou por não suportar as críticas.
Viver querendo agradar nos torna marionetes na mão de quem se vale da boa vontade alheia para satisfazer os próprios caprichos. Frustrações fazem parte da vida, e vez ou outra você vai frustrar ou decepcionar alguém, mas isso não coloca por água abaixo todo o valor que você tem. Aprenda a suportar a ideia de que você não é infalível. Você também erra, também tem limites, também é imperfeito, e está tudo bem.

Faça o seu possível e peça a Deus que cuide do impossível. Você não controla tudo, não dá conta de tudo, não é infalível. Absolva seus erros, perdoe suas limitações, respeite seu tempo. Aprenda a dar limites, a dizer “não” àquela solicitação, à andar no seu ritmo. Você irá descobrir que aqueles que te amam e te respeitam não deixam de estar ao seu lado quando algo não sai conforme o combinado. Ame-se o bastante para entender que nem sempre será aceito como gostaria, e está tudo bem. E, finalmente, não se cobre tanto. Entenda que mais importante que fazer tudo certo é conseguir se perdoar quando algo dá errado.

A fé é o oposto do medo. Enquanto o medo nos paralisa, a fé nos capacita, tornando-nos seres mais seguros, com um senso de propósito, que sabem que tudo nessa vida tem um significado.
Existem algumas situações na vida que parecem nos testar além de todos os nossos limites. Seja no trabalho, na família ou mesmo nos relacionamentos com os amigos, todos já passamos por algumas situações que nos fizeram sentir totalmente perdidos, descrentes em nós mesmos e sem saber se um dia encontraríamos uma solução.

Nesses momentos, em que passamos pelo caminho mais sombrio da vida, quando sentimos que estamos completamente sozinhos, existe uma única coisa que pode nos salvar, oferecer o consolo do qual precisamos e a mão para nos levantar do chão e nos colocar no caminho certo novamente: a fé.

Quando temos fé, independentemente de em que seja, enxergamos as situações em nossas vidas com maior significado. Não pensamos apenas que foram infortúnios colocados em nossos caminhos injustamente, mas percebemos que podem ser grandes oportunidades de crescimento, sabedoria e evolução.

Não adotamos uma atitude negativa quando algo não acontece da forma como planejamos, pelo contrário, escolhemos sempre olhar para a vida com esperança, com a certeza de que não estamos sozinhos e de que as coisas acontecerão da melhor maneira para nós.

A fé é o oposto do medo. Enquanto o medo nos paralisa, a fé nos capacita, tornando-nos seres mais seguros, com um senso de propósito, que sabem que tudo nessa vida tem um significado e que não partiremos deste mundo, até completarmos nossa missão.

As pessoas que vivem com medo estão sempre estagnadas, com medo de dar o próximo passo, e as que confiam na fé, podem voar!

A fé nos mostra que há sempre algo bom para chegar, não importa o deserto que enfrentamos no momento.
Ainda que seja desafiador, experimente trocar os seus medos e inseguranças pela fé. Permita ser dominado por esse sentimento e experimente a verdadeira paz de espírito que existe apenas nos corações daqueles que permitem que a vida siga o seu próprio fluxo, com a certeza de que o melhor está sempre por vir.

Tudo aquilo que acontece em sua vida é uma consequência das energias que você envia para o universo através de seus pensamentos e atitudes. Portanto, se quer uma vida mais próspera, feliz e segura, faça com que o seu comportamento seja um reflexo disso, substitua todas as incertezas, medos e inseguranças por fé.

Encontre alguma crença ou filosofia de vida que se encaixe com os seus princípios e procure adquirir mais conhecimentos sobre ele, para que possa todos os dias crescer em sua fé e se tornar um ser humano mais completo.

Quando temos fé, vivemos com a certeza de que não há problemas que não possam ser superados e vidas que não possam ser transformadas!

Os librianos têm uma energia única, uma personalidade conciliadora e um coração de ouro! Com um amigo libriano, você aprende o que realmente é lealdade e companheirismo.

Os librianos têm uma energia única, uma personalidade conciliadora e um coração de ouro. Eles fazem nossas vidas muito mais felizes! Quem comprova isso de perto são os seus amigos!

Quando você tem um amigo libriano, vive com a certeza de que uma situação de injustiça contra você nunca será aceita.

Ele estará sempre disposto a lutar junto a você – e por você – sempre que alguém tentar colocá-lo para baixo ou diminuir o seu valor.
Ao ter um libriano ao seu lado, você experimenta a segurança que vem ao saber que mesmo que o mundo o enxergue como o vilão, para ele, você sempre será uma boa pessoa e se esforçará para provar isso.

Com um amigo libriano, você aprende o que realmente é lealdade e companheirismo. Não importa quantas outras pessoas existam em sua vida, eles nunca o deixará de lado, nem trocará o vínculo poderoso que vocês têm por qualquer outra interação.

Eles sabem muito bem equilibrar os seus relacionamentos e dividir sua atenção e amor de forma madura e saudável.
Essas pessoas amam viver novas aventuras que lhes agreguem conhecimento e lhes tragam memórias únicas. Estão dispostas a compartilhar tudo isso com você, portanto, mesmo que você seja tímido e contido, com um amigo libriano ao seu lado, nada será difícil demais de experimentar, eles o ajudarão a conquistar a confiança que você precisa para viver com mais intensidade.

No entanto, para ter um amigo libriano, você precisa saber escutar a opinião de outras pessoas. Eles costumam ser muito sinceros e não deixarão de dizer que você está errado, apenas porque os amam. Librianos valorizam muito a verdade, e da mesma forma que gostam de ouvir sua opinião sincera, também falam sempre aquilo que pensam. Essa característica, apesar de ser vista por muitos como grosseira, na verdade é uma grande prova de amizade, porque só as pessoas que se importam de verdade conosco se arriscam em ser honestas em todas as situações.

Os amigos librianos muitas vezes podem agir como nossos pais, são um pouco mandões, mas o seu grande amor e cuidado para com a gente compensam os defeitos.
Eles também são grandes companhias para tudo o que fizermos, não importa o quão entediantes nossos dias sejam, sempre podemos contar com eles para fazer as piadas que só nós entendemos e para acharmos graça das coisas mais bobas da vida.
Nossos amigos librianos são realmente especiais e nos ensinam a enxergar a vida com olhos mais bondosos e otimistas, despertando em nós os sentimentos mais positivos e nos ajudando a nos tornar pessoas mais sábias e completas.

Se você tem um amigo libriano, saiba que ele é um grande presente da vida para você!
Se souber aproveitar tudo aquilo que ele pode lhe oferecer, descobrirá um lado muito mais especial de si mesmo e de tudo ao seu redor!

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas, ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” (Carl Jung)
A questão principal a ser respondida, ao se escolher um ramo profissional a se seguir, não deveria se relacionar tão somente às habilidades e competências das pessoas, mas, principalmente, ao fato de o indivíduo gostar ou não de gente. Quem não gosta de lidar com pessoas deve procurar uma ocupação que possa ser realizada isoladamente, com o mínimo de interação pessoal. Isso é fato.

Quando lidamos com o público, estaremos diante de seres humanos que carregam, em si, histórias diversas e que passam por momentos que nem sempre são bons.
Quase ninguém, por exemplo, procura um médico porque está se sentindo ótimo e feliz. Quem vai a uma consulta médica está doente, sofrendo, com dor e medo, ou seja, estará fraco e vulnerável, precisando de atenção, de força e de esperança. Ninguém, em sã consciência, opta por sofrer, por ficar doente e triste. Por isso é que não dá para aceitar situações em que o médico trata mal o paciente, com uma rispidez desmedida, sem ao menos olhar nos olhos de quem sofre ali na sua frente, sem nem tocar no paciente.

Da mesma forma, dá-se o relacionamento entre advogado e cliente, uma vez que a grande maioria das pessoas que procuram por serviços jurídicos está prestes a enfrentar batalhas judiciais desgastantes, que podem determinar a qualidade de suas vidas dali em diante. Quem nunca foi maltratado ao ser atendido em algum balcão de banco, em algum guichê de serviço público, entre outros? Como entender quando um vendedor parece querer expulsar da loja quem está ali exatamente para dar lucro ao estabelecimento?

Quem atravessa tempestades e enfrenta dificuldades possui menos força para se defender, para se posicionar, haja vista a sua autoestima já se encontrar alquebrada. Dificilmente, nesse caso, essa pessoa terá como fazer valer os seus direitos mínimos de cidadão. Por isso, é covardia descontar os próprios problemas em quem não tem nada a ver com eles, desaguando mau humor e cara feia frente a quem, muitas vezes, necessita exatamente do contrário, a quem somente gostaria de alguém que o enxergasse e lhe sorrisse.

Colocar-se no lugar de quem está ali na sua frente é o mínimo a ser feito quando se lida com pessoas.
Pessoas não são robôs, não são experimentos, não são de ferro, portanto, não são obrigadas a ter que enfrentar, além das próprias escuridões, o vazio desesperançoso de quem deveria lhes ajudar. Dá para ser útil sem ter que interagir com os outros, cozinhando na cozinha de um restaurante, pesquisando em laboratórios, entre várias opções.

Somente se proponha a lidar com gente quando você souber se comportar como gente. Simples assim.

Os almoços de domingo são uma tradição familiar que devemos preservar!

Na maioria das famílias, o domingo é conhecido como um dia de união, de estar juntos e compartilhar uma refeição simples, mas especial, que permite que todos os entes queridos possam estar unidos, compartilhando um momento tão especial de conexão e amor.

Seja na casa dos avós, de um dos filhos ou mesmo de um dos netos, o almoço de domingo é uma grande tradição no mundo todo, das famílias mais ricas até as mais simples. O conteúdo do almoço é importante porque faz parte da história da família, mas o mais valioso mesmo é o tempo de qualidade junto às pessoas que amamos, mas das quais nem sempre podemos estar perto, por conta da rotina sempre apertada.

“A família que come junta prospera junta. A hora das refeições tem sido historicamente uma época de união familiar. Além disso, se você está reunindo várias gerações, existe uma variedade de diversidade em termos de idades e interesses, e isso é muito bom para as crianças.”

Além de um momento para conversar sobre a vida de cada um, o mundo e contar as novidades, os almoços de domingo também reservam benefícios especiais para cada um dos membros da família.

“Os benefícios variam desde cognitivos (maior vocabulário em crianças mais jovens e melhor desempenho na escola) aos físicos (melhor saúde cardiovascular, baixas taxas de obesidade e maior consumo de frutas e vegetais), até psicológicos (menores taxas de depressão, ansiedade, distúrbios alimentares, menor abuso de substâncias e menos problemas comportamentais na escola).”

Mais importante do que o dia da semana em que ocorrem, o mais importante é que os encontros semanais aconteçam.
Ainda que não possa ser no domingo, um almoço ou jantar junto aos entes queridos durante a semana é fundamental para que toda a família possa se manter conectada, fortalecendo ainda mais o vínculo que a une.

Estar perto de nossos pais, irmãos, netos, sobrinhos, tios e outros entes queridos é uma bênção muito grande, e por mais que a vida seja corrida e que em alguns dias só desejamos ficar deitados em nossas camas, não podemos negligenciar os momentos com nossos entes queridos, porque nunca sabemos qual será o último.

A gratidão é o sentimento mais puro e nobre, que pode trazer muitos benefícios para a pessoa, pois está diretamente relacionada à felicidade. Quando somos gratos, passamos a compreender melhor a vida e todas as situações que nela se apresentam, fortalecemos nossos relacionamentos e nossa autoconfiança. E quanto mais agradecemos, mais fortes e otimistas nos tornamos!

A frequência vibracional da pessoa que pratica a gratidão aumenta e, por conta disto, os resultados são incríveis e até mesmo inacreditáveis para alguns!
Tudo passa a acontecer de forma harmoniosa e natural. Você passa a perceber que as pessoas certas aparecem, as que o incomodavam se afastam sem motivo aparente, as situações se resolvem mais facilmente, um dinheiro inesperado pode chegar até suas mãos, a harmonia reina em seu lar e/ou trabalho, a saúde melhora, o trânsito fluir melhor etc.

Uma bela frase atribuída ao escritor grego Esopo (620 a.C. – 564 a.C) diz que “a gratidão é a virtude das almas nobres”. Ele já compreendia que a gratidão é não é apenas dizer “muito obrigado”, mas é sentir essa energia fluir dentro de você e deixá-la crescer num misto de alegria, contentamento e fé de que tudo ficará bem, apesar de alguma situação não estar como gostaria naquele instante.

O que você precisa fazer diariamente? Se você tem o hábito de reclamar, simplesmente pare com seu péssimo hábito e comece já a treinar o seu cérebro para agradecer constante e absolutamente por tudo.
Seja grato a Deus, aos pais, antepassados, à Pátria, ao sol, calor, chuva, frio, chuveiro quentinho, chinelo, ônibus, coletores de lixo, escova de dentes, ventilador, ar condicionado, a vida, aos vizinhos (até aqueles que você não gosta muito) etc. Simplesmente, sinta gratidão.

Jesus sabia que o sentimento de gratidão sintonizava com as vibrações do Amor de Deus e, por isso nos deixou uma grande e valiosa lição a respeito. Quando olhava para o céu dizia: “Pai, eu lhe dou graças”. Assim, aconteceu com a multiplicação dos cincos pães e dois peixes para uma multidão de cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças (Mateus 14:19-21). A gratidão de Jesus gerou resultados positivos: pessoas saciadas e o recolhimento de doze cestos.

Na Bíblia, há outra situação de gratidão presente em Lucas 17, que narra o caso dos dez leprosos que foram curados por Jesus, entretanto, apenas o samaritano voltou para agradecer o restabelecimento da saúde, dando glória a Deus em voz alta ao prostrar-se ao chão aos pés do Messias.

O samaritano sentiu-se agraciado por Deus e preferiu voltar para encontrar Jesus e agradecê-lo do que primeiro cumprir a lei de Moisés e se apresentar aos sacerdotes.
Enquanto isso, os outros nove curados seguiram rumo ao cumprimento da formalidade.

Infalivelmente, a gratidão é a chave que pode abrir todas as portas para os bons acontecimentos em sua vida, contribuir para a materialização dos seus desejos e transformar completamente a sua realidade. Basta colocar em prática todos os dias.

Nunca, nunca, nunca fale mal dos outros; mas, principalmente, não fale mal de si mesmo, não fique contando suas misérias, problemas e tristezas para encontrar conforto na ‘pena’ alheia. Atrair os olhos da piedade é desejar e invocar sobre si condições dignas de piedade.

Indivíduos sem um ‘centro’ falam demais, estão sempre prontos a opinar, criticar, espalhar, reproduzir, acrescentar e fomentar falatórios de maneira irrefletida e desorganizada; eles não sabem, mas esta é a maneira mais rápida de se perder totalmente o Poder da Palavra.

Não manter a boca fechada é caminho certo para desperdiçar energia e vitalidade.

Ao ministrar cursos de Oratória, sempre insisto que inexiste melhor mecanismo de se ampliar essa capacidade do que ‘Calar a Boca!’. E manter a boca fechada não significa apenas não proferir palavras a esmo, mas estar atento a como nascem e se processam os pensamentos, a como eles podem ser canalizados e dirigidos favoravelmente.

Não raras vezes, uma ‘língua solta’ vem acompanhada de uma mente tíbia, um raciocínio raso e um temperamento descontrolado.

No Plano Astral, uma pessoa que não domina o Poder da Palavra apresenta-se em uma Aura turbulenta, onde as Forma-Pensamentos giram pra todos os lados sem lei e ordem. São soldados desgovernados, frágeis e completamente desarmados, susceptíveis a qualquer influência ou ataque externo. Trata-se espiritualmente de alguém que, desguarnecido, tende a sentir-se constantemente desanimado, desmotivado, cansado, oprimido e deprimido.

Quem não controla o Falar, não controla o Pensar e portanto não domina o próprio Existir.

Se cuidar e expandir a própria existência é o melhor Serviço que podemos prestar para a humanidade, ‘Calar’ é prática mais proveitosa que podemos aplicar em nossa própria vida.

Quem desenvolve a capacidade de Silenciar aproveita maravilhosas oportunidades de, no mínimo, não falar bobagens.

Parece algo óbvio e fácil mas não o é, a dificuldade em saber a hora de sair de cena, descer do palco e permitir que o Universo termine o espetáculo, é uma das razões para tanto stress e desajustes.

Quando se permite dominar pela ânsia de ‘responder a altura’, dar o troco, fazer-se ouvir, impor-se, gritar mais alto, se fazer presente a todo e qualquer custo vai se criando ‘ralos’ que sugam a Energia Pessoal

Desinstale do coração o hábito de reproduzir acontecimentos desagradáveis, tragédias, desastres e catástrofes; evite mergulhar nas ondas de raiva coletiva, de fofoca comunitária, de falatórios generalizados.

Aprenda a Silenciar.

Silenciar é manter a mente concentrada sobre o que é verdadeiramente importante para si, é abster-se de colocações desnecessárias e dizer apenas aquilo que condiz com o que se deseja ver manifesto no próprio Universo.

Silenciar é ser Grato.

Silenciar é colocar em palavras a Força, a Abundância, o Equilíbrio, a Saúde, a Iluminação, a Felicidade e o Bem.

Silenciar é também brigar pelos direitos, é ir pras ruas e entrar no campo de batalha se necessário for; mas é igualmente saber voltar ao estado de Paz e Centralidade.