Coleção pessoal de RivaAlmeida
Nossos filhos: “O caminho deles está nas mãos de Deus, e Ele sabe o que é melhor para os pequenos”
Esse amor que nos constrange, que nasce e nunca termina. Que missão é essa que recebemos da vida? Missão bela que nos faz comprometidos! O caminho para eles trilharem… seguimos sempre em dúvida… como instruí-los?
Educá-los no amor e na fé em Deus, e quando forem maiores não andarão perdidos?
Sabemos muito pouco sobre nossos filhos, quando pequenos vamos nos ajustando a eles, os conhecendo-os e fazendo para eles o que achamos que é melhor.
No entanto, eles não vêm com manual, nós perdemos, “erramos”, mas mais que tudo, aprendemos com eles; coisas até então não vividas.
A sabedoria de Deus nos faz passar, durante nossa caminhada, por situações importantes, que serão essenciais para o ensinamento dos nossos filhos. Tudo está interligado, e nada sai dos eixos.
Deus tem um plano para cada bebê; uma jornada, missão, função e provação; “os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir” – Salmo 139:16.
Que possamos dar o nosso melhor, mas descansar no amor muito maior que Deus tem por eles, maior que os nossos próprios.
Sua função como mãe é auxiliar, entender o coração e a alma tão única que Deus criou. Cada um com seus talentos, dons e prisões. Não tentar impor nada, mas saber ser maleável para que a autenticidade do seu filho possa emergir. Grandes dificuldades, a princípio, se tornam grandes virtudes futuras.
O caminho deles está nas mãos de Deus, e Ele mais do que ninguém sabe o que é melhor para os pequenos. Descanse o coração, e saiba mais uma vez que “tudo coopera para o bem deles” – Romanos 8:28.
A vida adulta não é nada fácil, são muitas responsabilidades e problemas para resolver e, na maioria das vezes, a única ajuda com a qual podemos contar é a nossa própria.
No entanto, quando temos filhos, tudo isso ganha um significado mais profundo.
O cansaço, o estresse e a lista enorme de coisas para fazer se tornam irrelevantes, quando recebemos abraço e o beijo de nossos filhos, ao chegamos em casa ou quando os observamos dormir com uma tranquilidade inspiradora. Saber que eles estão bem é suficiente para que tudo em nossas vidas valha a pena.
Nossos filhos são nosso maior incentivo, os motores que nos dão forças para continuar nos momentos mais difíceis e os responsáveis para tudo fazer sentido, mesmo nos momentos mais difíceis. Quando temos filhos, temos os melhores companheiros de jornada do mundo!
Uma das melhores coisas da vida de uma mãe e de um pai é receber um “boa noite” dos filhos antes de dormir, seguidos de um “eu te amo”. Essas palavras são como uma mágica, porque têm o poder de aquecer nossos corações e nos dar forças para encarar o amanhã com um sorriso no rosto, porque, apesar de tudo, temos uma pessoinha, só nossa, que nos ama do jeito que somos e que merece o melhor que pudermos oferecer.
O relacionamento com nossos filhos é um dos mais especiais que teremos na vida, porque é uma troca de aprendizado constante.
Nós os ensinamos a crescer e viver bem no mundo e eles nos ensinam a como nos tornar pessoas melhores, mais pacientes, educadas, empáticas e sábias, enxergando as coisas mais simples da vida como as mais importantes.
Nossos filhos são anjos enviados por Deus para as nossas vidas, que nos oferecem a oportunidade de experimentar um pouco do amor que Ele sente por nós e tornam cada um de nossos dias mais completos e significativos.
Mesmo com os muitos desafios, ter um filho é uma grande realização. De fato, muitos pais dizem que só encontraram sua missão de vida quando olharam nos olhos de seus filhos pela primeira vez.
Nesse momento, todas as suas dúvidas foram convertidas em certezas e tudo o que viveram até então passou a fazer sentido.
Nossos filhos são presentes dos céus e devem ser tratados com muito amor, atenção e cuidado. Portanto, valorize todos os sorrisos, os abraços e os “boa noite” de suas crianças. Coloque-os para dormir todas as noites com a certeza de que são amados por você. O amor é a herança mais valiosa que eles podem receber, porque jamais poderá ser tirada deles.
Temos o costume de considerar as crianças obedientes e calmas como o exemplo ideal a ser seguido, mas nem sempre nos questionamos se essas pequenas pessoas, que estão na fase de brincar, cair e aprender, realmente são felizes quando observam o mundo “do lado de fora”, por mais confortável que isso seja para as pessoas ao seu redor.
Muitas crianças são educadas de uma maneira limitante, que ao invés de as incentivarem a se abrirem, falarem de seus sentimentos, as incentiva a se esconderem dentro de si mesmas, o que as coloca em um estado de angústia que com o tempo suga sua identidade e motivação.
A educação e a obediência parecem seguir um padrão imutável em muitas famílias, o que pode fazer as crianças sentir-se incompreendidas e muitas vezes até mesmo não amadas. Para muitas crianças, é muito comum ouvir que a única maneira de terem sucesso e felicidade é através da obediência, e assim, elas se distanciam cada vez mais de quem realmente são para cumprir ordens, e os pais não sabem o quanto isso pode fazê-las.
Uma coisa que precisa ser entendida é que uma obediência conseguida através de ameaças, de medo, não é pura e não irá cumprir a sua missão. Ensinar os filhos desde cedo que devem diminuir a si mesmos para agradar a vontade de outras pessoas pode causar um grande dano à sua saúde emocional. Em algum momento essas crianças deixarão de acreditar que são especiais e merecem ser felizes do jeito que são, e acabarão por permitir que qualquer um as manipule como achar melhor.
As consequências da educação autoritária na vida das crianças
As crianças podem ter diferentes personalidades. Podem ser extrovertidas e curiosas, daquelas que tocam e perguntam sobre tudo o que veem, ou podem ser mais discretas e reservadas, mantendo-se na sua até encontrarem algo que realmente desperte o seu interesse e as faça brilhar os olhos, e não há nada de errado com nenhuma dessas maneiras de ser.
No entanto, existem crianças que parecem se esconder, evitar contato visual e até mesmo a criação de novas conexões com as pessoas em suas vidas. Elas parecem se sentir mais seguras e confortáveis dentro de si mesmas. Essas crianças não têm vontade de explorar, perguntar, aprender… e sempre aceitam aquilo que lhes é imposto. Isso sim é preocupante.
É necessário estabelecermos limites e normas para nossos filhos, isso é essencial para sua formação de valores e caráter. No entanto, também devemos permitir que tenham liberdade de se expressar abertamente, porque aqueles que apenas aceitam tudo, sem questionar e mostrar sua opinião recebem uma educação autoritária e obedecem não por respeito, mas por medo.
As crianças devem entender o motivo de existirem regras, e o porquê elas precisam ser seguidas. Se apenas impormos o que desejamos, sem empatia para explicá-las, acabaremos criando pessoas dependentes, que não saberão fazer as próprias escolhas, e sempre precisarão ser guiadas por alguém.
Devemos criar crianças felizes e saudáveis e não limitadas por uma educação tóxica
Muitas vezes, os pais usam o poder e a autoridade que têm sobre os filhos para poupar tempo e fazer com que os obedeçam com mais rapidez, e na grande maioria das vezes, isso funciona, mas também traz consequências.
Essa educação baseada na urgência, na pressa, traz muitos efeitos nas vidas dos filhos, tornando-os reclusos ou inconformados, rebeldes, e perdemos a oportunidade de estabelecer um relacionamento saudável com eles, baseado na confiança e respeito.
Nem sempre é fácil nossos filhos nos obedecerem, especialmente quando por muito tempo as coisas foram baseadas em ameaças e castigos. No entanto, às vezes a resposta pode ser muito mais simples do que parece. Assim como exigimos respeito, precisamos também respeitar nossos filhos, confiar neles e incentivar sua autoestima e autenticidade.
Mostramos respeito aos nossos filhos quando dedicamos um tempo todos os dias para ouvi-los, fazer-lhes perguntas, ensinar-lhes com amor. Quando não impomos nossas vontades, mas ouvimos e levamos em consideração suas opiniões. Dessa maneira, a educação deixa de ser tóxica e se torna colaborativa, empática, com as crianças compreendendo o porquê de as coisas serem como são, e absorvendo as regras com naturalidade.
Nenhum pai quer criar filhos distantes. Queremos que nossos filhos sejam presentes (de sua própria maneira) e propensas a aprender e ver o mundo de uma forma positiva. Por isso, precisamos fazer nossa parte para promover uma educação saudável e afastar os malefícios do autoritarismo.
"Pais que não disciplinam os filhos terão que sustentá-los a vida toda”
Abaixo estão 31 frases criadas por Içami para os pais questionarem se estão criando filhos sem limites:
1. Fazer pelo filho o que ele próprio pode fazer sozinho.
2. Deixar de cobrar obrigações que ele tem de cumprir.
3. Engolir contrariedades, respostas mal-educadas, desrespeito aos outros.
4. Permitir que o filho imponha suas vontades inadequadas a todos.
5. Concordar com tudo o que o filho faz e diz só para não contrariá-lo.
6. Acreditar que “o filho não mente” ou “ele nem sabe o que faz”.
7. Permitir que o filho gaste o dinheiro do lanche em outras coisas.
8. Assumir para si as responsabilidades sobre o que o filho faz.
9. Silenciar quando percebe que o filho falsificou a assinatura dos pais.
10. Repetir muitas vezes a mesma ordem.
11. Dar tapas ou “surras pedagógicas”.
12. Ser conivente com suas delinquências.
13. Aceitar notas baixas, tarefas feitas de qualquer jeito.
14. Terceirizar a educação dos filhos.
15. Ignorar o lixo que o filho jogou no chão.
16. Permitir que os filhos dentro de casa façam o que não devem fazer no ambiente social.
17. Incentivar a tirar proveitos pessoais de qualquer vantagem que tiver.
18. Justificar as falhas dos filhos como erros dos outros.
19. Tolerar mentiras, traições, pequenos furtos etc.
20. Minimizar o cumprimento de regras, ordens e combinações estabelecidas.
21. Inventar desculpas por falhas próprias.
22. Mudar as regras existentes para favorecer os filho.
23. Permitir que experimentem drogas.
24. Fingir que não percebeu a ingratidão e o abuso que os filhos cometeram.
25. Instigar superioridade religiosa, financeira, familiar, etc.
26. Dividir o mundo em pessoas espertas e burras.
27. Ser cúmplice ou conivente nas transgressões e contravenções dos filhos.
28. Colocar o filho acima de tudo e de todos.
29. Ajudar o filho a “colar” nas provas.
30. Fazer a lição de casa do filho.
31. Ameaçar ou agredir professores ou pais dos amigos do filho por erros que são dele.
Depois de fazer essas perguntas a si mesmo, a quais conclusões você chegou? Como está desempenhando seu papel na criação de seus filhos?
Há quem continue pensando que abraçar muito os filhos, demonstrar-lhes afeto e carinho contínuos formará crianças malcriadas. Que faremos deles pequenos tiranos ingovernáveis.
Talvez por isso ainda escutemos frases como “é melhor se despegar o quanto antes delas”, ou que atendê-las de noite quando choram é um erro, e que é melhor deixar que se acalmem sozinhas. Temos que ir com muito cuidado diante destas crenças populares, que às vezes não costumam ter muita sabedoria.
O amor que se oferece com sabedoria, plenitude, liberdade e inteligência, nunca formará crianças malcriadas. Porque educar com emoção é educar através da alegria, e não do medo.
O maior causador da “malcriação” de uma criança está na verdade na falta de atenção, na despreocupação ou inclusive na comodidade.
Em recorrer por exemplo a oferecer o nosso telefone celular a uma criança de 2 anos para que se acalme, e esteja entretida um pouco enquanto nos ocupamos de outras coisas. Oferecer atenção, carinho e amor aos nossos filhos jamais fará com que fiquem malcriados.
Todos temos claro também que existem crianças exigentes que demonstram um alto nível de demanda. Querem atenção, reconhecimento, palavras e brincam de desafiar os nossos limites constantemente. Acreditemos ou não, o carinho continuará sendo a nossa ferramenta chave. Empregaremos um carinho inteligente.
O carinho sábio que sabe reconhecer a criança quando acerta, que impõe limites e que faz uso da orientação positiva nos seus erros, consegue educar uma pessoa mais segura de si, com menos frustração e maior autoestima.
Sabemos que educar não é fácil. Que cada criança tem um conjunto de necessidades e que os mesmos conselhos não servem nem sequer para dois irmãos.
Não formar crianças malcriadas depende de oferecer uma “atenção de qualidade e inteligente”. Por isso, é necessário levar em conta estes pontos:
Sim ao apego seguro e coerente
As crianças, em especial nos primeiros anos, necessitam de um apego com os seus pais para desenvolverem um vínculo seguro com esse primeiro contexto social que é a família.
Um apego seguro implica que sempre vamos reagir igual. Um bebê, quando chora, necessita ser atendido, uma criança quando faz uma pergunta espera ser respondida.
Se não atendemos, se não respondemos às suas perguntas, a criança tentará chamar a nossa atenção de mil maneiras possíveis. Os nossos filhos precisam de hábitos coerentes, e de um apego firme e construtivo onde se sintam seguros para descobrir o mundo. Dia após dia, irão avançando com maior independência.
Evite cair na estratégia mais fácil
Amar alguém é se preocupar com esse alguém, neste caso, os nossos filhos. E preocupar-nos e investir tempo nos nossos filhos jamais fará com que fiquem malcriados.
– Existem pais e mães que, para poupar tempo e evitar lágrimas ou birras, preferem “a saída mais fácil”: ceder.
– Se o meu filho chora porque não lhe dei leite no copo do seu irmão mais velho, acabo tirando o copo de um para dar ao outro. E de fato, pode ser que acabe antes e terminem as lágrimas, mas o que estarei fazendo, efetivamente, é ceder: “malcriar”.
– Visto que os amamos, precisamos ensinar-lhes a lidar com essas emoções. Que nem sempre pode-se conseguir o que se deseja, e que a raiva, as lágrimas, nem sempre são caminhos para conseguir os nosso objetivos.
– Nós lhes diremos que não, e pode ser que hoje chorem, também amanhã e depois. Mas seremos firmes e seguiremos educando a sua resistência à frustração até que, no final, entendam.
Não faça uso da chantagem emocional, use a inteligência emocional
“Você vai me matar de desgosto”, “Comporte-se porque senão vou parar de amá-lo”, “Se fizer isto todas as crianças vão rir de você”. Este tipo de chantagem emocional é uma péssima estratégia.
– Lembre-se sempre de que a palavra tem poder, e as crianças entendem muito mais do que pensamos.
– Evite a chantagem emocional ou daremos ao mundo, no futuro, hábeis chantagistas que farão os outros infelizes.
– Toda norma se argumenta, toda obrigação ou castigo deve ser explicada para que a criança a entenda.
– Atenda a suas emoções e tente fazer com que essa raiva, esse medo ou tristeza, se traduzam sempre em palavras.
Dedicar-lhes tempo, olhar para eles e na altura deles quando falam com você, e fazer com que cada uma de suas palavras seja a mais importante para você, jamais criará crianças malcriadas.
Dar-lhes reconhecimento e autonomia no dia a dia também não formará crianças malcriadas
Quando lhes oferecemos uma responsabilidade e lhes damos um pouco mais de liberdade, não estamos malcriando-os. Nós lhes ajudamos a crescer e assumir novos papéis, novos desafios.
– O apego nos primeiros anos de criação oferece segurança à criança para crescer e descobrir o mundo pelas nossas mãos.
– Dia após dia, essa mão irá se retirando pouco a pouco para guiá-los mais com a palavra, com o olhar sincero, com o abraço de quem sabe oferecer reconhecimento, amor e ânimo quando necessário.
Ajudar uma criança a crescer é dar a ela o exemplo todo dia, é oferecer tempo de qualidade e um amor sábio e pleno que não entende de chantagens, que busca educar crianças felizes para dar ao mundo adultos capazes, livres e maduros no futuro.
Como disciplinar seu filho de forma positiva:
Disciplina positiva é uma filosofia enraizada em conexão. Não é apenas um método de disciplina – mas uma maneira totalmente diferente de se relacionar com as crianças que nos permite manter um vínculo forte com elas, através das idades e estágios da infância, enquanto cria-se pessoas gentis e responsáveis.
Métodos convencionais de criação, muitas vezes, colocam o progenitor contra a criança, como se fôssemos adversários em uma luta sem fim, por poder e posição. Isso naturalmente leva à desconexão entre membros da família e descontentamento em casa. Felizmente, não tem que ser assim!
Ao usar disciplina positiva em sua casa, você pode manter uma conexão profunda enquanto trabalha junto a seu filho para orientá-lo ao longo da jornada, até a idade adulta. Com uma forte conexão, vem mais cooperação e, com isso, mais alegria e paz na família.
Muitas pessoas questionam se isso é ser permissivo, e a resposta é absolutamente não. Os pais permissivos não estabelecem e nem aplicam limites, os pais positivos o fazem. No início, pode ser desafiador aprender a aplicar limites sem recorrer a uma punição, mas tenha a certeza de que a ausência de punição não é a mesma coisa que a ausência de disciplina. As crianças assumirão a responsabilidade por suas ações, corrigindo erros, resolvendo os problemas que criam e aprendendo a fazer melhores escolhas no futuro.
Uma criança aprende a autodisciplinar fazendo. Uma vez que a mudança de paradigma é feita e você entende que toda disciplina é, simplesmente, ensinar, torna-se fácil guiar uma criança, sem punição.
Como usar disciplina positiva com seu filho:
Muitas vezes, é tentador responder ao mau comportamento com raiva, agressão, vergonha e meios convencionais de punição. Mas existe uma abordagem melhor – que não diminui seu filho e que aproveita a oportunidade de ensino que o mau comportamento apresenta. Abaixo estão três passos para a disciplina positiva.
Passo 1: Avalie a necessidade
Todo comportamento é uma indicação do estado interno da criança. O mau comportamento é uma sugestão de que existe uma necessidade subjacente. Quando avaliamos o que é necessário e abordamos, muitas vezes, o mau comportamento desaparece. Isso pode ser complicado com crianças pequenas e pré-escolares que ainda não podem verbalizar suas necessidades ou intenções, mas apenas entender que o comportamento é um apelo à ajuda e não um ato calculado de desafio à sua autoridade, pode ajudá-lo a ser compassivo e responsivo.
Às vezes, a necessidade é fácil de determinar, como a fome ou o cansaço, que podem ser curadas com uma refeição ou uma soneca. Outras vezes, o comportamento está sinalizando a necessidade de um novo limite ou a necessidade de aprender uma habilidade ou, possivelmente, que há alguma coisa acontecendo fora de casa que seu filho está tendo problemas para lidar. Por exemplo, uma criança que descobriu a alegria de saltar no sofá não está tentando comportar-se mal. Ela está brincando. Mesmo assim, você, provavelmente, não quer que ela pule no sofá, mas quando você diz a ela para parar, ela não para. Isto está sinalizando a necessidade de um novo limite.
Outro exemplo é uma criança em idade escolar que, de repente, mostra sinais de agressão ou exibe uma atitude desrespeitosa após a escola. Sim, o comportamento deve ser corrigido, mas este é um sinal claro de que algo dentro da criança não está bem. Descobrir o que está motivando a agressão ou o desrespeito e ajudá-la a resolver o problema, acabará com o mau comportamento.
Passo 2: Acalme a si mesmo primeiro, depois, seu filho
Os pais não disciplinados não podem disciplinar as crianças efetivamente, então, acalme-se primeiro. Mova-se de emocionalmente reativo para cognitivamente responsivo, antes de lidar com o problema em questão.
Uma vez calmo, ajude seu filho a se acalmar. O objetivo é envolver seu cérebro no andar de cima para que ele não seja mais emocionalmente reativo, mas capaz de raciocinar. Isso pode levar dois minutos ou vinte minutos, dependendo da criança e seu estágio de desenvolvimento.
O tempo em contato com você e exercícios calmantes, como leitura e desenho, é útil para acalmar o cérebro. Algumas crianças podem resistir por um tempo e preferir ficar sozinhas. Se isso funcionar para acalmá-las, ótimo. Não queremos forçar a separação, pois isso pode corroer a conexão, mas dar a seu filho o espaço que ele está pedindo é respeitar suas necessidades.
Você estará pronto para ensinar a lição, uma vez que seu filho estiver mostrando receptividade novamente.
Passo 3: Ensine e resolva problemas
Para crianças com menos de 4 anos, a resolução de problemas não é algo compreendido. O desenvolvimento cognitivo para trabalhar através deste processo ainda não aconteceu, embora certamente o pai possa conversar sobre isso. Para crianças pequenas, manter o limite removendo a criança da situação ou removendo o objeto que está sendo jogado, por exemplo, é suficiente.
Ensinar o que a criança pode fazer também é apropriado para crianças muito novas. “Eu não vou deixar você jogar na casa, mas você pode jogar no quintal.”
Quando seu filho estiver entre aproximadamente 4 e 6 anos, você poderá começar a ensiná-lo a resolver problemas. Faça as seguintes perguntas:
O que fez com que isso acontecesse?
Como isso fez você se sentir?
O que você pode fazer na próxima vez que isso acontecer?
Como você vai resolver isso?
Não basta ser inteligente, a criança precisa ter ética.” – Içami Tiba
A verdade é que nossos filhos podem estudar nas melhores escolas, terem tudo do bom e do melhor e muitas oportunidades de sucesso, mas ainda assim não irão muito longe se não forem pessoas éticas.
Parte fundamental da criação de um filho é ensiná-lo valores, pontuando desde cedo o que certo e o que é errado, plantando a semente da sabedoria em seu coração e ajudando-o a seguir o melhor caminho na vida.
Nesse sentido, damos muita importância ao tipo de educação que nossos filhos terão, muitas vezes gastamos o que não temos com boas escolas, esperançosos de que estimularão a inteligência e o pensamento crítico das nossas crianças, preparando-as para viver no mundo competitivo em que vivemos.
No entanto, muitas vezes desvalorizamos ensinamentos que devem ser aprendidos em casa, como respeito, tolerância, princípios e moral.
A verdade é que nossos filhos podem estudar nas melhores escolas, terem tudo do bom e do melhor e muitas oportunidades de sucesso, mas ainda assim não irão muito longe se não forem pessoas éticas.
A geração atual é sabotada de diversas maneiras. Em muitos casos, isso começa dentro de casa, e os pais não percebem.
O desejo de compensar a ausência, a falta de cuidado e de carinho com bens materiais ou mesmo com a permissividade desenfreada pode causar sérias consequências na vida dos filhos e, consequentemente, na vida da família de forma geral.
Não são poucas as famílias que procuram médicos para tratar condições como déficit de atenção nos filhos, acreditando que há algo de errado com eles, quando na verdade há problemas na forma com essas crianças são educadas. É claro que a grande maioria dos pais tenta fazer o seu melhor sempre, mas é preciso que haja uma reflexão sobre os valores que ensinados aos filhos.
Crianças precisam da presença dos pais, de sua sabedoria, orientação, amor e cuidado. Elas precisam de uma educação saudável, precisam saber como viver em um ambiente social, reconhecendo e respeitando as necessidades das pessoas ao seu redor e não passando por cima das outras pessoas para conseguirem ser atendidas.
Içami Tiba, psiquiatra e escritor abordou esse tema com muita sabedoria na seguinte frase:
“Muitos pais estão preocupados com o fato de seus filhos serem hiperativos, possuírem déficit de atenção, necessitando de um cuidado médico-psicológico especial. O que eu tenho observado é que a maioria dessas crianças são, na verdade, mal educadas, apesar de bem criadas. Criar uma criança é fácil, basta satisfazer-lhe as vontades. Educar é mais trabalhoso. Trata-se de prepará-la para viver saudavelmente em sociedade, o que significa que não basta ser inteligente, a criança precisa ter ética.”
Não é fácil educar um filho, descobrir quais são as escolhas certas e impedir que nossas crianças passem pelas dificuldades que passamos, mas ainda assim precisamos fazer um esforço para não nos perdermos no caminho.
O legado mais precioso que podemos transmitir aos nossos filhos é uma educação ética. Inteligência pode ser desenvolvida, sucesso pode ser alcançado, mas uma criação saudável nunca pode ser substituída. Tenha sempre isso em mente.
Grande parte do futuro de seu filho é determinada pela educação que ele recebe hoje. Seja consciente de seu papel e lembre-se sempre do que diz Içami Tiba: “Não basta ser inteligente, a criança precisa ter ética.”
Aplaudir as conquistas de uma criança é encorajá-la a crescer!
A vida das crianças é cheia de realizações. Cada descoberta é um evento significativo e influencia diretamente na maneira como percebem o mundo e a si mesmas.
Nesse sentido, para que elas possam crescer com um caráter positivo e inteligência emocional, sendo capazes de lidar com os momentos bons e ruins da vida, é necessário que tenham pais presentes, que as incentivem a todo momento e saibam reconhecer o seu progresso.
Entenda que coisas simples para você representam grandes conquistas para os seus filhos, porque eles estão vivendo essas experiências pela primeira vez. Celebre com ele a cada cor descoberta, a cada acerto nos exercícios da escola, a cada tarefa em casa executada com dedicação.
Reconhecer as conquistas de seus filhos é investir em sua autoestima, felicidade, segurança e reconhecimento. Suas novas descobertas são um reflexo de seu investimento em sua educação, saiba valorizá-los por isso.
Como o reconhecimento ajuda as crianças a crescerem?
Quando você recebe um elogio de seu chefe por um bom trabalho realizado, não se sente instantaneamente mais feliz e motivado a continuar trabalhando ainda mais para apresentar resultados cada vez melhores?!
É a mesma coisa com seus filhos. Quando você os elogia, parabeniza e incentiva, eles se sentem reconhecidos, e consequentemente motivados a continuar realizando novas descobertas. Todas as suas reações são muito importantes para eles, porque através delas as crianças conseguem medir o próprio comportamento.
Se você reagir de maneira positiva, elas entenderam que estão no caminho certo e devem manter o comportamento, mas se sentirem desaprovação, entenderão que precisam mudar.
Aplaudir as conquistas de seus filhos é encorajá-los a crescer.
Para que nossos filhos evoluam constantemente e alcancem novas conquistas, é preciso que sejam criados da maneira correta. Devem aprender a respeitar todas as pessoas ao seu redor, serem corajosos e não passarem por cima de ninguém para crescer, conquistando as coisas com o próprio esforço. Esses são valores que vêm dos pais.
Faz parte de sua missão ensiná-los quais valores devem conservar e em qual caminho orientar suas vidas. No entanto, para que possa oferecer toda a essa sabedoria e orientação, é fundamental que tenha esse conhecimento dentro de si mesmo, porque não podemos oferecer aquilo que não temos.
Portanto, trabalhe em si mesmo primeiro, cure-se de suas dores e enalteça suas alegrias para que possa oferecer a melhor educação que seus filhos merecem, com muito amor e sabedoria, reconhecimento. Faça com que eles se sintam amados e valiosos a cada etapa do caminho.
Seus aplausos significam muito para os seus filhos. Se você quer que eles sejam felizes e bem-sucedidos, seja sempre o seu maior incentivador!
Substitua os celulares e tablets de seus filhos por instrumentos musicais!
A forma como criamos nossas crianças mudou muito de uns tempos para cá. Agora, a estratégia adotada por muitos pais para acalmar seus filhos é dar-lhes um tablet ou um smartphone. Dentro desse contexto, as brincadeiras ao ar livre a atividades manuais ficam cada vez mais esquecidas.
Essa forma de criação é contestada pelo neuropsicólogo espanhol Álvaro Bilbao, que em seu livro “El cerebro del niño explicado a los padres” (O cérebro da criança explicado aos pais – em tradução livre), diz que, se queremos criar crianças mais inteligentes, devemos substituir seus tablets por instrumentos musicais.
Bilba acredita que as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Além disso, os pais têm um papel importante na inteligência de seus filhos. Um estudo que foi publicado na revista Psiquiatría Molecular afirma que 50% da inteligência da criança é determinada pelos genes, mas os outros 50% dependem dos estímulos que elas recebem.
“A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializa”, diz Bilba.
Abaixo estão listadas algumas estratégias defendidas por especialistas para desenvolver a inteligência das crianças:
Estudar música
Pesquisadores da Universidade de Toronto realizaram um estudo, publicado na revista Psychological Science, que relacionou o desenvolvimento cognitivo com o estudo e a aprendizagem de música. Para o estudo, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, durante um ano, canto, piano e expressão dramática. As crianças que se dedicaram a estudar música foram as que mostraram maiores padrões de inteligência.
Menor contato com a televisão
Anos atrás, filmes de desenhos animados que aliavam figuras desenhadas ao som da música clássica de compositores como Mozart e Beethoven eram muito populares. Diversos especialistas aprovavam esses filmes, afirmando que ajudavam a estimular a inteligência de bebês e crianças, mas essas teorias foram desmentidas por estudos internacionais. De acordo com a Associação Americana de Pediatria, crianças com menos de dois anos não devem ter contato com televisão.
Evitar jogos que afirmam ajudar no desenvolvimento cerebral
Recentemente vêm surgindo muitos jogos eletrônicos e aplicações móveis que afirmam ajudar no desenvolvimento do cérebro e da memória. No entanto, a maioria deles não são embasados cientificamente. Tenha cuidado.
Assistir a filmes/documentários em línguas estrangeiras
Crianças que são ensinadas a assistir filmes em línguas estrangeiras desde cedo tendem a adaptar-se mais facilmente a outros vocábulos e a outros sons.
Ler histórias com seus pais antes de irem para a cama
Quando os pais leem histórias para seus filhos antes de irem para a cama, é importante que convidem as crianças para participar. Por exemplo, o pai lê uma página e o filho outra, e assim sucessivamente. De acordo com um estudo canadense, este método ajuda as crianças a melhorarem sua capacidade de aprendizagem.
Todos nós queremos a felicidade e fazemos tudo o que estiver ao nosso alcance para conquistá-la. Porém, algumas vezes não conseguimos conquistar porque não fazemos coisas que nos fazem felizes. Quer ser feliz?
1. Amor-próprio
Seja o seu primeiro amor, pois quem não ama a si próprio é infeliz e vive em busca da felicidade nos locais errados.
2. Não crie expectativas
Criar expectativas é o mesmo que procurar infelicidade e frustraҫão. As coisas acontecem no tempo de Deus.
3. Desapegue
Não se apegue a pessoas, dinheiro e bens materiais porque o apego trás felicidade temporária. Quando as pessoas vão embora, você fica sem dinheiro e bens materiais, vem a infelicidade. Cada um é responsável pela sua felicidade.
4. Não tente agradar a todos
Se você não gosta de frequentar baladas, não frequente só porque quer agradar os seus amigos. Seja você mesmo sempre e nunca faça nada que realmente não queira.
5. Tenha um diário
Arrume um diário e comece a escrever tudo de bom que aconteceu na sua vida. Assim, sempre que se sentir triste, leia-o.
6. Tenha tempo para fazer o que mais gosta
Fazer o que mais gosta é importante, faz bem e traz felicidade. Portanto, organize-se para que tenha tempo para fazer o que mais aprecia.
7. Leia livros e textos inspiradores
A leitura enriquece o vocabulário e contribui para a aquisição de conhecimentos. Além disso, é uma fonte de felicidade.
8. Ajude a quem precisa
O dinheiro e os bens materiais não são as únicas formas de ajuda. A partilha de conhecimentos também o é.
9. Ignore os “pseudo-juízes”
Os pseudo-juízes não vivem a sua vida, não conhecem as suas lutas e muito menos conhecem a sua história. Por isso, ignore os pseudo-juízes e os seus falsos julgamentos.
Virgem
Virginianos costumam ser simpáticos e extremamente educados. Porém, quando alguém desperta o seu lado negativo, eles correspondem com a mesma intensidade. Seja consistente e estável perto dessas pessoas.
Peixes
Piscianos tendem a viver em seu próprio mundo. No entanto, ainda assim são atenciosos e solidários. Quando não recebem a mesma atenção que oferecem, chateiam-se, mas são sábios o suficiente para saberem que são os criadores de sua própria realidade e que apenas uma pessoa não pode estragar seu dia.
Libra
Librianos tendem a ser pessoas controladas, fiéis e puras. Eles enxergam a beleza em tudo, raramente se desviam de sua paz, mesmo quando estão chateados, enxergam a vida com muito otimismo! Se você tem um libriano em sua vida, é muito sortudo, porque eles adicionam equilíbrio e confiança em seus dias, além de fazerem tudo ao seu alcance para que você sempre esteja bem.
Não há quem não esteja reclamando dos tempos de hoje, seja em qual aspecto for. Viver não está fácil para ninguém e isso tanto na vida lá fora quanto aqui dentro de cada um. Assistir aos noticiários é agoniante, navegar pelas redes sociais é para poucos estômagos e o tédio longe da internet pontuam os dias atuais.
Parece que as pessoas estão cada vez mais se afastando da espiritualidade, da fé, ocupadas que estão com o consumismo material e com o melhor ângulo das selfies. Embranquecem os dentes, harmonizam a face, preenchem com botox as rugas, hidratam os cabelos, levantam pesos, correm maratonas. Acompanham séries, disseminam as fofocas dos famosos e tentam lacrar no twitter.
Nessa toada, infelizmente, muitos de nós resumimos nosso cotidiano a uma jornada trabalhista extenuante, entremeada por uma atenção exacerbada voltada à tela do celular.
Não nos esquecemos de fazer check in, de postar o prato de salada, de rebater comentários no face, de acompanhar a vida dos midiáticos em geral. Enquanto isso, quem vive com a gente, ali de carne e osso, sente solidão.
Na verdade, a solidão também está dentro de nós, enquanto interagimos virtualmente, uma vez que, por mais que troquemos mensagens cibernéticas com alguém, não há o que possa substituir a troca de energia viva entre pessoas ali ao lado umas das outras. Somos sentimentos, somos sentidos, toque, olhares, vozes, somos bem mais do que palavras digitadas em telas frias e robóticas.
Precisamos de gente com a gente. Precisamos de olhos nos olhos, mãos entrelaçadas, toques no corpo, toques na alma. Precisamos conversar e ouvir a nossa própria voz. Precisamos ouvir as outras vozes. Precisamos de interlocução no mundo, no real, na vida, ali juntinho.
Somos seres gregários, desde sempre, e isso nenhuma interação virtual é capaz de fornecer com efetividade.
Não podemos tão somente nos preocupar com nossa imagem, com nossa aparência, com nossa vida virtual. É importante pensar em nós mesmos, mas sem deixar de lado o que somos em relação aos outros também. Ninguém é uma ilha. Pode se preocupar com o cabelo, com as unhas, com os músculos. Pode se preocupar com a alimentação, com os cílios, com a brancura dos dentes.
Pode se preocupar com o peso do corpo, mas nunca deixe de atentar para o peso de suas atitudes, de suas palavras, de sua importância na vida das vidas que estão bem do seu lado.
É isso.
Abrace seus filhos e não trabalhe tanto: a mensagem emocionante de um pai que perdeu seu filho
Uma tragédia familiar norte-americana tem comovido a internet. O menino Wiley, de apenas 8 anos, morreu afogado enquanto dormia por conta de uma complicação causada por sua epilepsia infantil.
A situação foi devastadora para a família toda, mas principalmente para o pai do menino, J. R. Storment, empresário e viciado em trabalho.
Storment levava uma vida parecida com a de muitos de nós. Dedicava muitas horas do dia ao trabalho e sem perceber passava mais tempo dentro da empresa do que com a própria família. Não tirava férias havia oito anos, desde o nascimento do filho que perdeu.
Dono do próprio negócio, uma empresa de tecnologia, ele passava a maior parte do dia no trabalho, mal aproveitava o tempo com a esposa e os filhos. Foi em um desses dias que Storment recebeu a pior notícia de sua vida por meio de uma ligação: seu filho havia morrido afogado durante o sono.
No momento, o empresário estava em uma conferência com mais 12 pessoas e deixou tudo para trás para ir cuidar de sua família. Precisou ainda esperar 2 horas para despedir-se do pequeno Wiley, uma experiência que mudou completamente sua maneira de viver a vida.
Depois de todo o trauma, Storment passou a dedicar-se a orientar outros pais a prestarem mais atenção em sua família e aproveitarem mais momentos juntos para que não passassem pelas mesmas dores que ele.
Storment contou sua experiência por meio de uma publicação no LinkedIn, propondo uma reflexão muito profunda sobre o uso do tempo dos pais.
“Muitos perguntam o que podem fazer para ajudar. Abrace seus filhos. Não trabalhe até tarde demais. Muitas das coisas com as quais você gasta seu tempo provavelmente se tornarão um arrependimento quando não tiverem mais tempo. Acho que você tem reuniões o dia todo com as pessoas para quem trabalha. Você tem esse horário regularmente marcado com os seus filhos? Se há alguma lição a tirar disso, é lembrar aos outros, e a mim mesmo, a não perder as coisas importantes.”
Sobre os últimos momentos com o filho, ele disse: “Deitei ao lado dele na cama, segurei sua mão e repeti: ‘O que aconteceu, amigo? O que aconteceu?’ Ficamos com ele por cerca de 30 minutos e acariciamos seus cabelos antes que voltassem com uma maca para tirá-lo. Puxei-o para fora, segurando sua mão e sua testa através da bolsa enquanto o carregavam para a saída da garagem. Os carros foram embora. O último a sair foi a minivan preta com Wiley.”
A mãe de Wiley, Jessica Storment, compartilhou a publicação do marido no LinkedIn, reforçando o apelo de Storment e convidando os pais a estarem mais perto de seus filhos:
Se aprendemos alguma coisa, é que a vida é frágil e o tempo pode ser cruelmente curto. Se você é pai e tem a capacidade de passar mais tempo com seus filhos, faça-o. Quando tudo acaba, restam apenas fotos. O tempo não está mais disponível para você. É inestimável e não deve ser desperdiçado. Tire suas férias e saia com eles. Você não vai se arrepender dos e-mails que você esqueceu de enviar.
Storment aprendeu a lição da maneira mais triste possível, mas hoje pode fazer o seu melhor pelo filho que ainda está vivo. Lembre-se dessa história todas as vezes em que perceber que está colocando o trabalho na frente da família. Uma ligação ou e-mail podem ser enviados no dia seguinte, mas muitas vezes você não terá a oportunidade de abraçar seu filho ou colocá-lo para dormir uma última vez.
Não desvalorize o tempo com seus filhos e sua família, porque ele pode não voltar.
A fé move montanhas, a reflexão nos leva à fé. A Páscoa é uma época de refletir sobre nossa aliança com o Salvador e fortalecer nossa fé sobre seus ensinamentos. Uma pessoa que tem fé pode realmente mover montanhas, é chegada a hora de movê-las.
Feliz dia da Páscoa!
É tempo de reflexão. Vejamos o que construímos de bom para a humanidade e em todo Natal façamos esta reflexão para que possamos construir um mundo melhor.
A data do nosso aniversário é mais uma chance que Deus nos dá para uma reflexão, apreciando tudo o que já nos foi oferecido e de esperar com alegria o melhor que o futuro ainda nos trará! Felicidades!
Menos drama, mais sorrisos, menos exibições, mais momentos de reflexão e introspeção, menos álcool, mais água, menos balada, mais teatro, menos rua, mais casa, menos trabalho, mais meu filho, menos computador, mais livro, menos cigarro, mais yoga, menos bagunça, mais cabeça no lugar, menos quem quero ser, mais quem eu sou mesmo.
REFLEXÃO DE SOBRE A MORTE.
SIGA EM FRENTE, A VIDA CONTINUA.
A morte não é nada.
É somente uma passagem de uma dimensão para outra.
Eu somente passei para o outro lado do caminho. Eu estou, agora em uma outra vida, não podem atormentar essa minha passagem com tristeza e lágrimas.
Eu tenho que ter muita paz para purificar minha alma e andar tranquilo pelos jardins da dimensão que me encontro.
Vocês são vocês. Estão vivos, a vida não pode parar porque um membro da família partiu. O que eu era para vocês, eu continuarei sendo.
Se dei bons exemplos, siga-os, se fui bom imitem-me, se deixei vocês com saudades, quando se lembrarem de mim façam uma oração, peçam meu descanso, meu repouso e que meu encontro com Deus, seja minha glória.
Me dêem o nome que vocês sempre me deram, falem comigo como vocês sempre fizeram.
As lágrimas de vocês me fazem um enorme mal, cada um de nós tem seu dia marcado, o meu veio agora.
Pensem simplesmente que nos encontraremos mais cedo ou mais tarde.
Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim.
Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem diferença por eu não estar presente, não sai da vida de vocês porque quis, mas sim porque Deus determinou, aceitem para que eu não lamente, estar sendo motivo de sofrimento, pois jamais os magoaria por minha vontade.
Não tenham revoltas, não lamentem, apenas tentem compreender. Se não lembrarem de mim com alegria, vou ficar no meio do caminho, sem poder ir para onde tenho que ir, sabendo que nada posso fazer para voltar para vocês.
Não quero tristeza, não quero lágrimas, quero orações.
A vida significa tudo o que ela sempre significou, o fio não foi cortado.
Por que eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas?
Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho...
Vocês que ficaram, sigam em frente, a vida continua linda e bela como sempre foi.
