Coleção pessoal de testeteste123
Quando seus olhos ardem de preocupação, os olhos do Pai brilham com proteção.
Quando o medo bate à porta, Ele sussurra: “Estou aqui. Não temas.”
Você vai florescer no meio da dor, Descanse no Deus que livra, que cura e que transforma todo mal em bênçãos.
“Não quero um amor de aparências, quero ser amado pela minha essência. Que me vejam além do que os olhos alcançam, que escolham minha alma, e não o que tenho ou aparento ser.”
— Priscila de Araújo
Como fugir de mim mesmo? Como fugir dos meus próprios pensamentos? Para onde eu for, eu estarei lá, e esse é o problema.
- Priscila de Arau
Ele não caiu para ser marcado pela dor.
Ele caiu… mas se levantará com testemunho de livramento.
A queda não será o fim da história, será o começo de um movimento de cura e proteção, o que hoje está ferido, amanhã será sinal da graça que sustentou.
Ele não deixou a queda vencer. Ele não permitiu o pior. Ele interveio.
Deus ainda é Jeová Rapha, o Deus que cura.
Deus ainda é Jeová Shalom, o Deus que traz a paz.
você só não realiza os seus sonhos porque não é a tarefa se fosse uma tarefa você já tinha entregue antes do prazo.
"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo...”
(Salmo 23:4)
Deus não se ausenta na dor. Ele se aproxima. Ele não apenas vê, Ele sente contigo.
A vida adulta seria mais plena se preservasse a habilidade infantil de tornar o cotidiano uma aventura. Contudo, o conhecimento, ao iluminar, dissipa a penumbra onde a magia habita.
A obtusidade entrou em erupção, nos lóbulos frontais dos apaixonados por políticos...
SOCORRO, SOCORRO...Tem alguém aí...
Como dói, aí, como arde.
Dores inexplicáveis fazem seu dia ficar adiado.
Tudo se passa, todos dizem,
mas, na verdade, não passa — apenas resistem.
De uma maneira sonhadora,
de um dia passar, posso se dizer enfermo.
Mas de enfermo, só a dor daquilo que não sinto:
ódio, e sim do coração.
. Leandro Topi
Como doi, aí como arde dores inexplicáveis faz seu dia ficar adiados, tudo se passa todos dizem mais na verdade não passa apenas resistem, de uma maneira sonhadora de um dia passar posso se dizer enfermo, mas de enfermo só a dor daquilo que não sinto ódio e sim do coração
Leandro Topi
A dor de um passado se revolta com a dor do futuro, se colocando-a em prioridade e deixando leve como uma pena.
A PERMANÊNCIA DA ORIGINALIDADE E DA CULTURA LOCAL
A cultura de um povo é seu alicerce, sua identidade, aquilo que o torna único em meio a tantas influências externas. Manter essa originalidade não significa rejeitar referências de fora, mas preservar o que nos distingue, o que faz parte de nossa essência e de nossas tradições.
Em um mundo cada vez mais globalizado, é comum que elementos culturais se misturem e que novas influências cheguem até nós. No entanto, é fundamental compreender que valorizar o que é nosso não exige que nos moldemos ao que vem de outras cidades ou regiões para sermos reconhecidos. Pelo contrário, é no simples, bem feito, na constância e na organização que a verdadeira beleza das nossas raízes se fortalece.
A preservação cultural não é apenas uma questão de estética ou de manter costumes antigos por tradição. Ela é um ato de resistência e de identidade. Quando cuidamos das nossas práticas, festas populares, histórias e expressões artísticas, estamos assegurando que nossa essência continue viva e seja transmitida às próximas gerações.
Manter a originalidade é valorizar a memória coletiva, é reconhecer que cada canto do país tem suas próprias narrativas, símbolos e manifestações que merecem ser respeitados. A diversidade cultural brasileira é justamente o que a torna tão rica, e cada povo tem um papel essencial nesse mosaico.
Defender nossa cultura é investir em pertencimento, é criar laços entre passado, presente e futuro. É garantir que o que nos torna singulares não se perca em meio às influências passageiras. Ao respeitar e fortalecer nossas tradições, não apenas preservamos nossa identidade, mas também oferecemos ao mundo um exemplo genuíno de quem somos.
É essa permanência da originalidade que mantém viva a alma de um povo e dá sentido à sua história.
“O vazio é inevitável, mas o conteúdo com que o preenchemos é uma escolha.
Alguns colocam dor, outros escondem tristeza sob vícios, e há quem só consiga viver no caos.
Uns buscam anestesias passageiras, outros se afundam em sentimentos corrosivos.
Mas há quem transforme o vazio em espaço para crescer, amar e recomeçar.
Que se preenchem de luz, amor e coisas boas.
O que colocamos dentro de nós molda o que somos por fora.
O rumo da vida depende do que permitimos habitar em nós.”
- Priscila de Ara
