Coleção pessoal de testeteste123

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A dignidade de um homem pode ser bem resumida pelo forma que ele trata as mulheres, a todas elas.

Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.

Deus não é uma entidade; é a improbabilidade da existência.

"A mão veio firme contra minha face. Por educação, devolvi com igual intensidade — à face da injustiça, mostramos a mão da justiça."

"Neste enveredar de raciocínio, deram-me munição: com o alvo à frente, é fogo à vontade."

Talvez o patriotismo gestado no berço do ódio ao outro e à opinião contrária — e retroalimentado pela admiração externa — não seja, de fato, o mais genuíno.

Algumas dores não passam... elas apenas aprendem a andar ao nosso lado sem pedir licença.

A dor não nos destrói... ela apenas revela o que já estava quebrado dentro de nós."


— Maycon Oliveira · O Escritor Invisível

Sim, tenho Saudades...
Mas não me entendam mal...


Tenho Saudades de momentos em que vivi
Não de pessoas, mas sim de locais que estive...


Tenho Saudades de experimentar aquelas comidas maravilhosas, mas não de vivenciar algo que passei...


Sinto Saudades principalmente de paz em minha mente, que agora já não tem descanso, sinto Saudades de quando esses sentimentos não me preenchiam...

Às vezes, se sentir sozinho é bom!


Você pensa melhor, reflete sobre sua vida na parte emocional e física.


Mais saiba… você nunca estará sozinho!


Deus é contigo

É melhor conhecer e viver um versículo do que decorar cem, sem praticar nenhum.

"Quando era criança, a vida me deu mamadeira de leite para eu crescer. Aos 3, recebi uma canequinha de plástico, e todo dia a vida a enchia para mim de água doce. Porém, por ser ansioso, acabava derrubando essa canequinha quase todo dia, mas ela, paciente, sempre a pegava e colocava em minhas pequenas mãos. Aos 7, recebi um copo de plástico, o qual era enchido diariamente de água sem gosto, porém refrescante. Ocasionalmente, eu derrubava o copo, mas, dessa vez, eu mesmo tinha que pegá-lo. Aos 12, recebi um copo de vidro, sendo preenchido diariamente como a vida sempre fez, mas, desta vez, por uma água levemente amarga; não era mais refrescante como antes. E, se o derrubasse, teria que juntar os cacos um por um e remendar para tê-lo novamente. Infelizmente, isso aconteceu várias vezes até a maioridade. Enquanto não juntava e remendava os cacos, não conseguia beber da água, mas consegui me virar. Aos 18, a água se tornou inteiramente amarga, não refrescando mais. De tanto remendar cacos, minhas mãos estavam machucadas, mas tentei. Aos 19, cansei. Perguntava-me se em algum momento teria minha canequinha e água doce novamente."

Silêncios, Saudades e Vazio


Silêncio...
Saberás um dia que lutei muito por nós dois.
O eco da casa vazia,
a solidão das noites em claro,
Ah! Tantas madrugadas mergulhada no vazio...


Saudade...
Saudade de algo não vivido,
de um amor leve,
de um amor-próprio esquecido.
Saudade do intenso, do fluido, do suave.
Do canto dos pássaros pela manhã,
do brilho escondido das estrelas clareando a noite...


Apenas saudades...
Das palavras não ditas
e que jamais serão faladas.


Vazio...
Você pode estar cercada de tantas pessoas,
mas se dentro de você não habita amor,
não há calor.
Permanece apenas a sombra de uma imensa solidão.


Por fim,
É no silêncio que se ouve a alma e a voz do coração.
É na saudade que se reconhece o que foi sonho.
E no vazio... que se entende:
ninguém pode preencher o que é nosso por essência.
É no problemas complexos que adquirimos experiência necessária para lidar com as dificuldades da vida.
CARTAS DA ANNY (06/08/2025).

Saudade...


Saudade de algo não vivido.
Saudade de um amor leve.
Saudade do amor-próprio.
Saudade do intenso, do fluido, do suave...


Apenas.... saudades.


Saudade do cantos dos pássaros pela manhã...
Saudade dos dias de primavera.
Saudade do brilho do Sol pela manhã...
Saudade do brilho escondido das estrelas clareando a noite...

Apenas... saudades.

Das palavras não ditas,
E que jamais serão faladas ao acaso.


Apenas... saudades.


CARTAS DA ANNY (06/08/2025).

Busco o amor
Não amor de cinema
Nem amor de livro
Muito menos amor de redes sociais
Busco o amor
Amor real e vivaz
Fruto do tempo e da rotina
rotina doce e não azeda
tempo prospero ou de desgraças
O amor não nasce em um filme
O amor não nasce em um livro
O amor não nasce em uma rede social
O amor nasce de um acumulado de eventos
Que se unem na presença pura
Pura de um? Pura de dois? Não importa
Existem mais amores que pessoas amargas
De que importa limitar a pureza? O amor não tem fronteiras
Se ama o inanimado e o animado
Se ama o frio e o quente
Se ama poucos e muitos
Se ama o nada e o tudo
Se ama a morte e a vida
Então o que limita o amor?
As pessoas.

o pior tipo de droga.....




o amor, é viciante, te deixa ansioso, nervoso, com medo, inseguro, te faz duvidar, ele é o pior tipo de droga que vc pode consumir, e depois, quando tudo acabar, vc vai passar por tanta coisa, vai chorar, vai gritar, vai se perguntar se é bom o suficiente, vai tentar mudar, mas no fim descobre que não valeu a pena chorar.....

Você me atrai
Mas não sei se te atraio

Mas me faz amigo
Mas não se vê como minha amiga
Jogo meu charme e você não desgosta
Nos ajudamos com nosso luto
Luto de amores fracassados
relacionamentos muito amados
amados por um lado só
e só sofremos até unirmos como sofredores
amigos?amantes?irmãos? Não sei
só sei que nesse confuso jogo nos aproximamos.

A nação que atende à vontade do Senhor é feliz e a verdade aparece na boca do povo.

Silêncio...
Saberás um dia que lutei muito por nós dois.
O silêncio da casa vazia,
a solidão das noites em claro,
Ah! Tantas noites sozinha, olhando o vazio...


Silêncios longos,
madrugadas infinitas,
vazios que gritavam bem alto dentro de mim.

De igual forma, os incêndios por causas naturais renovam a floresta e a fortalecem. As dificuldades fortalecem a alma.