Coleção pessoal de testeteste123
A vida adulta seria mais plena se preservasse a habilidade infantil de tornar o cotidiano uma aventura. Contudo, o conhecimento, ao iluminar, dissipa a penumbra onde a magia habita.
A obtusidade entrou em erupção, nos lóbulos frontais dos apaixonados por políticos...
SOCORRO, SOCORRO...Tem alguém aí...
Como dói, aí, como arde.
Dores inexplicáveis fazem seu dia ficar adiado.
Tudo se passa, todos dizem,
mas, na verdade, não passa — apenas resistem.
De uma maneira sonhadora,
de um dia passar, posso se dizer enfermo.
Mas de enfermo, só a dor daquilo que não sinto:
ódio, e sim do coração.
. Leandro Topi
Como doi, aí como arde dores inexplicáveis faz seu dia ficar adiados, tudo se passa todos dizem mais na verdade não passa apenas resistem, de uma maneira sonhadora de um dia passar posso se dizer enfermo, mas de enfermo só a dor daquilo que não sinto ódio e sim do coração
Leandro Topi
A dor de um passado se revolta com a dor do futuro, se colocando-a em prioridade e deixando leve como uma pena.
A PERMANÊNCIA DA ORIGINALIDADE E DA CULTURA LOCAL
A cultura de um povo é seu alicerce, sua identidade, aquilo que o torna único em meio a tantas influências externas. Manter essa originalidade não significa rejeitar referências de fora, mas preservar o que nos distingue, o que faz parte de nossa essência e de nossas tradições.
Em um mundo cada vez mais globalizado, é comum que elementos culturais se misturem e que novas influências cheguem até nós. No entanto, é fundamental compreender que valorizar o que é nosso não exige que nos moldemos ao que vem de outras cidades ou regiões para sermos reconhecidos. Pelo contrário, é no simples, bem feito, na constância e na organização que a verdadeira beleza das nossas raízes se fortalece.
A preservação cultural não é apenas uma questão de estética ou de manter costumes antigos por tradição. Ela é um ato de resistência e de identidade. Quando cuidamos das nossas práticas, festas populares, histórias e expressões artísticas, estamos assegurando que nossa essência continue viva e seja transmitida às próximas gerações.
Manter a originalidade é valorizar a memória coletiva, é reconhecer que cada canto do país tem suas próprias narrativas, símbolos e manifestações que merecem ser respeitados. A diversidade cultural brasileira é justamente o que a torna tão rica, e cada povo tem um papel essencial nesse mosaico.
Defender nossa cultura é investir em pertencimento, é criar laços entre passado, presente e futuro. É garantir que o que nos torna singulares não se perca em meio às influências passageiras. Ao respeitar e fortalecer nossas tradições, não apenas preservamos nossa identidade, mas também oferecemos ao mundo um exemplo genuíno de quem somos.
É essa permanência da originalidade que mantém viva a alma de um povo e dá sentido à sua história.
“O vazio é inevitável, mas o conteúdo com que o preenchemos é uma escolha.
Alguns colocam dor, outros escondem tristeza sob vícios, e há quem só consiga viver no caos.
Uns buscam anestesias passageiras, outros se afundam em sentimentos corrosivos.
Mas há quem transforme o vazio em espaço para crescer, amar e recomeçar.
Que se preenchem de luz, amor e coisas boas.
O que colocamos dentro de nós molda o que somos por fora.
O rumo da vida depende do que permitimos habitar em nós.”
- Priscila de Ara
👉🏼 Coragem para Viver Livre
“Em meio a um mundo cheio de barulho e ideias que aprisionam, manter a liberdade interior é um ato de coragem verdadeira. Prosperar de verdade começa quando você abre a mente e liberta o espírito. Está na hora de deixar para trás tudo o que te prende e escolher o que faz sua alma crescer. O equilíbrio nasce quando a sua verdade interior fala mais alto que o caos externo.”
Nenhuma lágrima é desperdiçada. Se doeu, ensinou. Se ficou, fortaleceu. Se partiu, libertou. E mesmo sem entender agora, uma hora tudo se encaixa. Porque o que é plano de Deus resiste ao tempo, atravessa os desvios e te encontra no tempo certo.
Nenhuma lágrima é desperdiçada. Se doeu, ensinou. Se ficou, fortaleceu. Se partiu, libertou. E mesmo sem entender agora, uma hora tudo se encaixa.
O destino não é uma linha reta. É cheio de voltas, curvas, pausas e silêncios. Mas nenhuma dor é em vão.
Tem coisa que parece desvio, mas é direção. Porta que fecha, pessoa que vai embora, sonho que desaba. E você pensa que perdeu o rumo, mas Deus só tirou o que te atrapalhava de chegar onde Ele queria.
Tem coisa que parece desvio, mas é direção. Porta que fecha, pessoa que vai embora, sonho que desaba. E você pensa que perdeu o rumo, mas Deus só tirou o que te atrapalhava de chegar onde Ele queria. O destino não é uma linha reta. É cheio de voltas, curvas, pausas e silêncios. Mas nenhuma dor é em vão. Nenhuma lágrima é desperdiçada. Se doeu, ensinou. Se ficou, fortaleceu. Se partiu, libertou. E mesmo sem entender agora, uma hora tudo se encaixa. Porque o que é plano de Deus resiste ao tempo, atravessa os desvios e te encontra no tempo certo.
A natureza dos vínculos se desvela quando renunciamos ao papel de arquiteto do primeiro movimento. Na quietude que se segue, aprendemos a distinguir entre os ecos que retornam por hábito e as vozes que verdadeiramente desejam conversar com a nossa solidão.
(Leonardo da Silva Garcia)
