Coleção pessoal de testeteste123

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Se você adoecer, não se estresse, use o tempo te resta para criar algo que te faça ser inesquecível.

Adorados

É verdade! Hoje na Assembleia de Deus, há pastores que querem ser adorados! Há grandes teólogos, que se valem da sua posição. Há crentes que olham para eles como ídolos! Estes pastores não sofrem, nem querem sofrer! Muitos apenas amam o dinheiro e não o Senhor! E mais ainda...!

A ignorância mata oportunidades jamais vistas pelo ignorante.

O Tiziu sumiu
porque ninguém
preveniu o alguém
que o destruiu.

Estou me apaixonando novamente, depois de me prometer que nunca mais me entregaria a ninguém. Ele só foi chegando como quem não queria nada, e agora me pego na madrugada pensando em como estou completamente apaixonada....

Na ausência, teu nome é chama, que arde sem se apagar. Cada silêncio é um grito contido, cada noite, um mar sem fim.


Tentei vestir a razão, mas ela se desfaz em tuas lembranças. A maturidade é frágil diante do coração, que insiste em te chamar, mesmo no vazio.


A saudade é amante ciumenta, não aceita despedidas, não conhece limites. Ela invade como tempestade, me arrasta para o centro do teu olhar.


E eu, perdido em tua ausência, te encontro em cada sombra, em cada perfume esquecido, em cada palavra que não disse.


Se o tempo é cruel, o amor é eterno. E mesmo longe, teu abraço é o destino que nunca se desfaz.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Na distância, teu nome arde em mim,
como chama que não se apaga.
Tentei vestir a razão, mas ela se rasgou
diante do toque invisível da tua ausência.


A saudade não pede licença,
ela invade, domina, me consome.
E cada lembrança tua é um beijo suspenso,
um abraço que nunca se desfaz.


Se o tempo insiste em separar,
meu coração insiste em te buscar.
Pois amar é este eterno retorno,
mesmo quando o corpo não pode estar.


Tatianne Ernesto S. Passaes

A Espiritualidade manda recados retos por sonhos tortos.

LUGAR DE MULHER


​Dizem por aí que lugar de mulher
é onde a mulher quiser,
mas essa verdade não é.
​O lugar da mulher ainda é o calar,
ainda é ter que se silenciar
diante de qualquer coisa.
​O lugar da mulher ainda é permanecer submissa
ao olhar masculino que atravessa uma sociedade
que cria homens, ou por que não dizer,
cria covardes para matar.
​O lugar da mulher ainda é acumular tensões,
funções;
é carregar no colo a vida,
os filhos,
o viver e os conflitos.
​É carregar o peso do mundo inteiro.
O lugar da mulher ainda não é onde ela quiser.
​O lugar de mulher ainda é o da discriminação,
do desrespeito,
da falta de reconhecimento.
​Ainda é o lugar da desqualificação,
da fala que diminui,
da palavra que coloca para baixo,
do julgamento que tenta enquadrar.
​É o lugar onde as mulheres,
até as próprias mulheres,
julgam, condenam
e matam com palavras
outras mulheres.
​O lugar da mulher
ainda não é onde ela quiser,
mas será.
​Será se a minha voz não calar,
se a voz de outras mulheres
não silenciar.
​O lugar da Mulher
será onde ela quiser.
​Se, diante da submissão,
da desqualificação,
do tratamento desleal e desigual,
se no lugar de tudo isso
passarmos a plantar respeito,
quem sabe a gente não colhe amor,
desses que enchem o peito?
​O lugar da mulher
é onde a gente lutar para ter.
Porque, aqui neste mundo,
ainda teremos que lutar muito
para alcançarmos o lugar
que acreditamos
e fazemos tanto por merecer.


​Nildinha Freitas

"A melhor opinião é de quem já fez."

O objetivo de um estoico é agir contra a ilusão e sobreviver ao final à própria esperança.

Eu sou tão desprezível que mereço algo igualmente ruim.


Eu sou tão bom que mereço algo excelente.


A verdade é essa.

Cada um tem o que merece, se a exigência for baixa ao aceitar coisas ou pessoas ruins para si, então isso define muito o valor que alguém da para si mesmo.

O conhecimento abre portas que a ignorância mantém trancadas.

Quantos anos de vida útil ainda restam em seu ciclo?

Eu nunca gostei dos mocinhos.
Os vilões sempre me atraíram mais — talvez por trazerem verdade, intensidade, perigo e alma.
E se isso for um desvio de caráter… é o meu desvio favorito.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Meu e seu.
Sem plateia, sem testemunha, sem tradução.


O que escrevemos aqui não pertence ao tempo,
nem ao olhar de ninguém —
é só a marca do que foi sentido na carne,
na calma dele e na minha intensidade.


Eternizei porque doeu bonito,
porque curou devagar,
porque amou sem pedir licença.


Este registro não é público:
é relicário.


Se um dia o mundo for barulho,
que estas páginas sejam refúgio.


Meu e seu.
Para sempre no que não precisa ser dito,
mas só reconhecido.


Tatianne Ernesto S. Passaes

A LÂMPADA PERPÉTUA DO ESPÍRITO EM ASCENSÃO.

No solo fértil do Espiritismo, o campo moral revela-se como uma primavera constante, onde indagações e buscas se movem em harmonia com a lei do progresso. A estação que retorna, sempre mais clara, reflete o desvanecer gradual do homem velho, cuja sombra se afasta diante da luz cristã que se projeta com rigor e serenidade.

A marcha do Espírito delineia-se como processo de depuração contínua, sustentado pela disciplina íntima e pela ordem moral que atravessa os séculos. A coerência torna-se patrimônio sagrado, herança que não pode ser negligenciada. A geração vindoura aproxima-se, ávida por fundamentos sólidos, exigindo que o legado seja transmitido com gravidade, lucidez e fidelidade aos princípios revelados.

Nenhuma doutrina se mantém viva apenas pelas teorias que abriga; sustenta-se pela integridade que lhe confere substância. A continuidade do ensino espiritual requer firmeza ética, clareza de pensamento e respeito à tradição que moldou a consciência racional e sensível do Espiritismo. Cada gesto coerente ergue um marco, cada palavra reta preserva a lâmpada moral que deve seguir acesa através das eras.

A marcha coletiva segue adiante, silenciosa e austera, conduzida pelo brilho das leis universais. Que o fulgor dessa trajetória mantenha acesa a chama que, ao ultrapassar os limites do tempo, reafirma a vocação luminosa do Espírito rumo à sua perpetuidade ascendente.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

⁠Para alugar as cabeças dos seus asseclas, os políticos-influencers são capazes de qualquer coisa, inclusive deixá-los acreditar que ainda pensam.

A Vertigem da História e o Sussurro do Amanhã


Vivemos sob o despotismo do Agora, mas ele é um tirano feito de instabilidade. A História, que antes avançava a passos largos de eras e impérios, hoje corre em um galope tecnológico, medido em ciclos de software e manchetes. Esta é a velocidade da História: não uma linha, mas uma espiral que se comprime, obrigando-nos a processar o século em uma década, o ano em um mês. O passado não se afasta; ele se torna obsoleto com uma rapidez vertiginosa.
É dessa aceleração que nasce o espanto do tempo.
O espanto não é apenas a surpresa, mas a vertigem existencial de quem se sente estrangeiro na própria contemporaneidade. O que era firme e fundamental ontem — a estrutura de um mercado, o modo de uma comunicação, a certeza de uma fronteira — desmorona sem aviso. O espanto é o choque entre a brevidade da vida humana individual e a violência da transformação coletiva. Sentimos o futuro nos ultrapassando antes mesmo que tenhamos compreendido o presente. É a sensação de que o chão da realidade é feito de areia movediça.
Mas a História, apesar de sua pressa, não é totalmente cega. Ela deixa sinais pelo caminho.
O futuro não chega com trombetas, mas como um ruído discreto nas margens do presente. Os sinais estão nas tecnologias marginais, nas ideias políticas consideradas radicais, nas fraturas sociais que ainda parecem pequenas demais para importar. São os precursores, as tendências incipientes que, ignoradas hoje, serão a regra amanhã.
O futuro não é algo que virá, mas algo que já está aqui, encapsulado como potencialidade dentro das fissuras do nosso Agora. Ele se manifesta como o paradoxo: quanto mais acelerado o tempo, mais urgente se torna a nossa capacidade de pausar e escutar os sussurros do amanhã no meio do turbilhão.
A sabedoria, portanto, não está em tentar parar o galope, mas em desenvolver a lucidez para identificar esses sinais quietos. É aceitar o espanto do tempo, reconhecer o trânsito veloz, e ainda assim, encontrar a âncora no presente para ler os avisos que o futuro, por pura necessidade lógica, é obrigado a deixar para trás.
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