Coleção pessoal de testeteste123

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A melhor parte de nossos sonhos é que os sonhos extraordinários e especiais nunca envelhecem.

Por que você não ficou?
Você prometeu…

Prometeu que não ia desistir,
que ia lutar, que ia insistir.
Prometeu que não ia me deixar,
que ia ficar, que ia me amar.

Eu tentei tanto te fazer voltar,
mas foi você quem decidiu soltar.
Eu fui tão irrelevante assim?
Foi por isso que escolheu esse fim?

Você me magoou, eu sei,
mas mesmo assim você prometeu —
e eu acreditei.

Eu ainda te quero,
me sinto patética, confesso.
Ainda sinto sua falta,
mesmo você deixando claro
que não sente a minha.

Não importa quantas pessoas eu beijei,
com nada isso se compara, eu sei.
Caminhar de mãos dadas com você
era tudo o que eu queria reviver.

Eu também errei, eu sei,
mas quem viu as noites que chorei?
Quem ouviu meu peito em dor?
Quem sentiu o peso do amor?

Você realmente se importa?
Ou tudo isso foi só uma história torta?

Aceitar a microevolução implica, inevitavelmente, aceitar a mudança de espécie, mesmo que isso leve muito, mas muito tempo.

⁠A dor é uma verdade inevitável e implacável. O amor é um risco de proporções gigantescas, mas se negar a arriscar é uma grande covardia. Tente, caia, tente de novo, mas, acima de tudo, se ame e siga em frente, você vale a pena e todos merecem uma segunda chance porque não somos perfeitos.

⁠Se a Partida dos que amamos não fosse tão Dolorosa, talvez quiséssemos fazer baderna no céu.


Talvez quiséssemos habitá-lo antes do Tempo de Deus — e sem ao menos nos dar ao trabalho de construí-lo.


Mas a dor existe — e não por crueldade.


Ela é o limite que nos ensina reverência.


É o peso que desacelera a alma para que ela atravesse o mistério com humildade, não com euforia inconsequente.


A Saudade, o Choro e o Silêncio que ficam nos que permanecem, são parte desse rito.


A morte não é um convite à festa, é um chamado ao recolhimento.


Se fosse fácil demais, talvez banalizássemos o Sagrado, transformando o eterno em continuação do ruído que fazemos por aqui.


A dor nos lembra que a passagem é muito séria, que algo imenso está acontecendo.


Ela organiza o caos interior, cala a pressa e quebra o orgulho.


Ensina que não se entra no céu como quem invade um lugar, mas como quem é recebido — desarmado, despido de excessos, sem baderna, sem aplausos.


Talvez seja por isso que dói tanto: para a Eternidade começar em profundo e reflexivo silêncio.

O coração sente.
A razão traduz.


– Jess.

As palavras sempre carregam poder.


– Jess.

Amar exige cautela.


– Jess.

"Chance de ouro"




No soprar do tempo, me apeguei ao raro,


Muitos "quases" e outros "cuidados", foram fundamentais para me definir hoje,


Fui viajante das saudades,


Fui imigrante do incerto,


Fui aventureiro nos abraços,


Curado do orgulho , me recusei a viver de ensaios,


Inflamado pela cura, me agarrei ao que era escondido e escasso e mesmo assim era livre,


O gigante notável não repousa, ele só permite valorizar aqueles que se entregam de corpo e alma.

Eu não sei se é amanhã
que você chega em fúria, desgovernada por dentro,
ou se é depois de amanhã
que você parte, levando o silêncio embrulhado na raiva.
Essa incerteza me confessa um medo antigo,
uma alucinação lúcida de quem ama sem controle do tempo.
Não sei qual versão tua atravessa a porta,
nem qual mulher decide ficar ou fugir.
Há dias em que você é abrigo,
noutros, tempestade que não pede licença.
E eu aqui — firme, vulnerável —
tentando decifrar teus gestos antes que virem ausência.
Não sei qual será tua atitude,
mas sei da minha:
continuar verdadeiro,
mesmo quando teu coração oscila
entre ficar hoje, ir amanhã
ou nunca mais voltar depois de amanhã.
Porque amar, às vezes,
é permanecer mesmo sem garantias,
é enfrentar o caos com o peito aberto
e chamar isso, ainda assim, de amor.

Há uma cena em Encontros no Fim do Mundo que não dá vontade de explicar. Dá vontade de ficar quieto. Um pinguim simplesmente se afasta dos outros, vira as costas para o mar, que é onde está a vida, e começa a caminhar sozinho, em direção às montanhas geladas da Antártida. Um caminho sem volta. Um caminho que, no fundo, aponta para a morte.
Herzog não tenta romantizar isso. Ele só mostra. E, curiosamente, aquilo deixa de ser só sobre um pinguim. Vira sobre a gente.

“Aquele pinguim é o sujeito que rompe.
É o momento em que algo sai do roteiro.”

Enquanto o grupo representa o seguro, o instinto, o “é assim que sempre foi”, o pinguim solitário faz o oposto. Ele não está perdido. Ele escolhe sair. E isso é o que mais incomoda. Porque ir contra o próprio instinto não é coisa de animal, é coisa de humano.
Quem nunca sentiu vontade de ir embora de tudo? De se afastar do que mantém a gente em pé, mesmo sabendo que pode dar errado? Sair de um lugar, de uma relação, de uma fé, de uma vida inteira… não por ignorância, mas porque ficar dói mais do que o risco de partir.
O pinguim não parece confuso. Ele parece cansado.
Cansado de repetir o mesmo ciclo, o mesmo caminho, o mesmo destino compartilhado. Talvez caminhar para as montanhas seja o último gesto de controle que ele tem. Um jeito silencioso de dizer: “até aqui, chega”.
Herzog fala em loucura, mas talvez seja pior que isso. Talvez seja lucidez demais. Talvez, por um instante, aquele pinguim tenha sentido algo que não deveria sentir: o desejo de ser único, mesmo que por pouco tempo.
Ele não caminha atrás da morte. Ele caminha atrás de algo que ele mesmo não sabe nomear. “A morte é só o preço.” No fim das contas, essa cena incomoda tanto porque ela quebra uma ilusão confortável: a de que todo ser vivo quer sobreviver a qualquer custo. Às vezes, viver do mesmo jeito deixa de fazer sentido.
E o mais estranho não é o pinguim indo embora sozinho. O mais estranho, e mais honesto, é perceber que, lá no fundo, a gente entende exatamente por quê. Só não encontramos as palavras para expressar o que é! Apenas esse aperto é essa agonia ao perceber que aquele pequeno ser nos ensinou tanto enquanto caminhava, cada passo era um passo de sua escolha, um passo de sua decisão, decisão essa que culminaria em sua liberdade!

Essência Indomável

Ela é raiz que sustenta o vendaval,
Chama que arde em meio ao temporal.
Em cada fibra, a história que a forja,
Com a força de quem se refaz e ressurge.
Não é feita de vidro, mas de rocha e luz,
Carrega o destino e o que lhe conduz.
Sua voz é o eco de quem não se cala,
No livro da vida, é ela quem fala.
Cicatrizes são joias de quem já venceu,
O brilho no olhar é o que nunca morreu.
Mulher que floresce no chão mais deserto,
Fazendo do próprio abraço o seu lugar certo.

Lílian Jacksa Villalba

Florescer no caos.

A força não é a ausência da dor que te feriu,
Mas o broto que nasce onde o medo ruiu.
É ver nos destroços um novo caminho,
E saber que, curado, ninguém está sozinho.

A ilusão de pertencimento nas redes sociais barateou o palco, mas destruiu o valor da conquista.


Nas redes, o barulho é recompensado e a mediocridade é aplaudida, enquanto gênios e sábios permanecem invisíveis por optarem pelo silêncio.

Só cansado...




Já fui louco, até descobrir que foi um engano,


Já estive triste, até entender que era somente uma passagem,


Já fiquei preso, até entender que as chaves estavam nas minhas mãos,


Já corri muito olhando para o espelho sem entender que era o sentido contrário o verdadeiro caminho, então parei e entendi que eu estava simplesmente cansado.

O Agora é o Único Altar

A vida é um sopro, um instante sem ensaio,
Não guarde o "te amo" por um dia incerto.
Se há reciprocidade, se o peito inflama,
Não perca o repouso por quem você ama.
O orgulho é pequeno, a saudade é gigante,
Não sofra por bobagem, seja o viajante
Que valoriza o abraço e o laço que cura.
Amar e ser livre é a única aventura.
Permita-se o risco, o riso, a entrega,
Pois quem se esconde, a si mesmo se nega.
O tempo é escasso, a chance é rara:
Seja feliz com quem a alma te ampara.

Quanto mais para o céu vai olhando,
mais desesperado vai ficando.
Humano a depressão terrestre, corpo sem leste.
Acabando com o espaço, voltará ao pó no espaço,corpo celeste.

-(Diego Biggy Monthi) 🛸

Na fé, Deus cria laços que o tempo não desfaz e constrói pontes onde o amor nos ensina a atravessar com esperança.

⁠O Espaço do Novo

Todo fim é semente,
Um ontem que se faz ausente
Para o agora florescer.
É preciso deixar morrer
O que já não nos habita.
Ressignificar é a escrita
De quem entende o sinal:
O encerramento é o portal,
Não o ponto final.
Esvazio as mãos do que foi,
Pois o que fica, me constrói.
E o que parte, abre o lugar
Para o universo me apresentar
O que eu ainda não ousei sonhar.

Amor que grita!




Conheci um amor que criou asas e voou em silêncio pousando como uma borboleta num infinito pulsante de cor vermelha,


No rótulo, vinha escrito sensação de vitória,


Na entrega, o diagnóstico foi de fidelidade,


Já na ciência das entrelinhas, identificaram através de uma lupa o símbolo crescente da felicidade.