Coleção pessoal de testeteste123

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Ontem eu tinha tudo, porque não sabia que algo me faltava. É bendita a ignorância...

Grandes coisas levam tempo. Se o caminho está difícil, é porque você está subindo de nível.

O que define as pessoas é o combate entre a delicadeza e a brutalidade.

As quedas servem para nos ensinar a levantar mais fortes. O segredo não é não cair, mas nunca aceitar ficar no chão

Aditivo


E tu és lutador vitorioso
E a dor não te bloqueia o movimento
E tens do medo insano o livramento
E não te fechas ao maravilhoso


E não te rendes ao que é vicioso
E da justiça és um instrumento
E frente ao incerto e ao duvidoso
Não paralisas o teu pensamento


Nem abres mão da tua a alegria
E a verdade dá perseverança
E da fraternidade é motor


E movimenta toda utopia
E leva a toda bem aventurança
E o seu combustível é o Amor

Dormindo acordado


Quem é humilde não sabe que é humilde.
Quem é feliz não sabe disso.
Quem conhece, não conhece.
Quem é, é.

Não é sobre a natureza, mas "uma natureza": o ambiente insiste em moldar a essência de alguém independente de sua cultura, exceto o de um caráter!
A "natureza" da vida se forma com sementes, que germinam, e para não se misturar com ervas daninhas do mundo e se abater, é necessário às vezes olhar para trás e perceber o quanto progrediu!
O "ambiente" do mundo é um tronco seco de indiferença, pois ignora a dignidade de alguém, que quando não "propaga incêndio" em sonhos, suas partes são utilizadas em "cabos de machado" para a esperança!
Mundo versus vida: existe uma tensão, entre liberdade e interesse, com o risco de o ambiente "colonizar" a natureza da gente!

Eternamente eu irei para o banho e o shampoo estará no fim. Então escreverei sobre a minha desgraça, e, depois, escreverei sobre os meus escritos, eternamente. É a tirania do momento. Este instante foi, é, será toda a minha vida. É a consciência do limite, que não pode ser ultrapassado. O momento não termina nunca, por isso é muito difícil de ser percebido.

Toda tropa possui uma elite, não definida pela força bruta, mas pela consciência.
Uma nação cujo povo não busca excelência — no conhecimento, no exercício da cidadania e na defesa de seus direitos — torna-se vulnerável.
Um povo que não luta por ideais é facilmente moldado, conduzido e dominado, como ocorre na guerra quando o inimigo subjuga mentes antes de conquistar territórios.
Onde não há elite de consciência, há servidão disfarçada de ordem.

Eu já morri, mas, lá, não tinha sorvete de baunilha.

"Quem gosta de torresmo suporta o cheiro do chiqueiro."

⁠A inquietação das almas carentes costuma ser muito mais barulhenta do que qualquer diagnóstico.


Há inquietações que gritam, mesmo quando não dizem nada com clareza.


São almas carentes tentando preencher vazios que nenhum laudo consegue medir.


Enquanto o diagnóstico procura nomear a dor, a carência apenas a expõe — sem filtro, sem pudor, sem silêncio.


Por isso, faz barulho: não para ser compreendida, mas para ser percebida.


A inquietação da alma não pede rótulos, pede presença.


Não exige explicações, clama por sentido.


Talvez por isso incomode tanto: porque revela que há dores que não são patológicas,
são existenciais.


E estas, por mais incômodas que sejam, só se aquietam quando alguém aprende a escutar —
não o ruído,
mas o vazio que o produz.


Que o Médico dos médicos tenha misericórdia de todas as almas carentes!


Amém!

Estou em dúvida entre duas possibilidades: Deus me ama a ponto de não se importar com o que digo, ou ele realmente não existe, confirmando a validade dos meus argumentos.

A carência é um prazer que se termina com a saciedade.

Quando a distância é longa, a saudade é cada vez mais curta
E no coração, um nó que não desata.
A mente viaja, a alma se acalma.
E no silêncio, um nome se multiplica.

A cada dia, um pouco mais perto
do momento em que vou tentar te esquecer.
A ansiedade aperta, o tempo acelera os dias.
E a saudade, um fogo que arde e não sacia.

Mas na memória, um sorriso.
E a esperança de um flerte se avança.
E mesmo sufocado, um brilho se acende.
É a certeza de que o amor não se rende.
(Saul Beleza)

Um coração confuso, uma mente alucinada
E eu querendo a ti cada vez mais e mais.
Chamo a ti, e nem assim me espia.
E a solidão se torna minha companhia.

A noite cai, a escuridão me envolve,
e a tua ausência me judia.
Tento esquecer, mas não consigo deixar de pensar em ti.

Me perco em sonhos, me encontro em teus olhos, mas ao acordar, a realidade me golpeia
e a dor da saudade me açoita,

A espera é longa, o tempo não para,
e a esperança se esvai, como areia na mão.
Mas mesmo assim, eu te quero, eu te espero,
e a tua falta é um vazio que não some, não enche.
(Saul Beleza)

Mãos de cinza, pés de barro, um corpo frágil.
No peito, um coração que esconde uma relíquia guardada, talvez o amor.
Um tesouro que não se perde, um fogo que arde sempre, mesmo na mais fria das noites, mesmo na dor do abandono.

A vida pode quebrar, pode machucar,
porém o amor resiste, não se desfaz.
É a chama que ilumina, é a força que me faz um refúgio seguro, um porto no mar cheio de conflitos.
(Saul Beleza/Leni Freitas)

⁠Quando as demandas ignoradas viram costume, basta alguém fingir preocupação para despertar a paixão do povo.


Ano eleitoral costuma ser tratado como tempo de promessas, mas deveria ser, antes de tudo, tempo de vigília.


Quando demandas ignoradas viram costume, o povo se acostuma a sobreviver com a ausência desenfreada.


E, nesse cenário de carência prolongada, basta alguém fingir preocupação para parecer o grande salvador.


Não é a solução que encanta — é a encenação do cuidado que seduz corações cansados.


A paixão política, quase sempre, nasce menos da razão e mais da fome: fome de atenção, de escuta, de dignidade.


Quem nunca foi ouvido, tende a se apaixonar por quem ao menos finge ouvir.


E assim, o abandono repetido pavimenta o caminho da ilusão coletiva.


Por isso, ano eleitoral exige menos euforia e mais memória.


Menos discursos inflamados e mais perguntas incômodas.


Quem só demonstra zelo quando o calendário aperta, não descobriu o povo — apenas a sua utilidade.


Vigiar é lembrar.


Refletir é comparar.


E escolher com lucidez é o único antídoto contra a velha armadilha: confundir preocupação encenada com compromisso verdadeiro.

Tenha o pensamento flexível sobre as coisas, mude de ideia se for preciso.

Quando não houver mais nada a dizer, eu ofereço o meu doce silêncio.