Coleção pessoal de testeteste123
0448 "Eu disse (e sempre digo) pois Alguns precisam saber: 'Se vocês acham que o seu problema sou eu, acabem comigo... Ou acabem de vez com o seu problema. Pra que sofrer?' "
Ás vezes é preciso saber rir,sem pensar muito nos certos ou nos errados. Se a gente pensar muito, não encontra nada para rir.Então nos dias de hoje, nem se fala.
0447 "E ainda se acham Espertos e Politizados... Gente que continua acreditando e seguindo 'líderes' e sistemas políticos testados, fracassados e mortos. O que pode ser isso?"
Crônica Abstrata
Demétrio Sena - Magé
Justa ou injusta, moderada ou extrema, o grau de confiança que temos numa pessoa depende apenas de nós. E diz respeito somente a nós. O que não dá para decidirmis conforme os nossos caprichos, é se haverá confiança, e caso haja, qual deverá ser o grau de confiança dessa pessoa, não em nossa pessoa, mas em nossa confiança. Muitos têm essa consciência, cotidianamente; no entanto, às vezes pecam por se assegurarem de pactos nunca feitos.
Não importa o grau de confidencialidade ou aproximação, mesmo tátil, que por acaso tenhamos com quem não temos relação amorosa. Essa pessoa nunca deverá ter de nós qualquer palavra ou gesto que sinalize para uma tentativa inconveniente. Para uma forçação de qualquer natureza. Ninguém tem como saber das nossas expectativas ou intenções; logo, ninguém pode se sentir cobrado, como se devesse uma reciprocidade que não foi prometida. E ainda que tivesse sido, essas questões não são leis; ninguém é obrigado a "cumprir" com o outro o que é de foro íntimo; envolve suas emoções e particularidades.
Algumas vezes nos tornamos armadilhas para nós mesmos, nessa dependência do que julgamos espelhos ou cavernas cujos reflexos ou ecos não estão sob o nosso controle. O outro deve ser sempre visto como o outro. Como indivíduo dissociado de nós. Qualquer associação, verbalizada ou silenciosa, deve ser uma simbiose desarmada; um encontro natural. Esta crônica é abstrata. Pode ser ou não sobre você. Logo, você decide o contexto, o sentido e a conclusão.
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Respeite autorias. É lei
"...e vêm os mortos que estão sempre vivos, falar aos vivos que estão não invariavelmente sempre mortos".
Trecho da palestra proferida por: Marcelo Caetano Monteiro, no ano de 1995 no Centro Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e anos mais tarde repetida no Centro Espírita Manoel Soares.
Tema: Mediunidade.
0446 "Se nunca notaram, fiquem atentos: muitas virtudes e qualidades, sem o H, são ou podem ser falsificações grosseiras. Exemplos: onradez, onestidade, umildade, ombridade..."
0444 "Aquelas certas pessoas deveriam assumir logo o 'limão' que nelas existe... Azedo tentar se passar por doce é inócuo e ridículo!"
" Todos os dias ao amanhecer o sol me dava um pássaro cantante na minha janela, hoje o sol não veio, mas lá esta já preocupante um pássaro. "
0433 "Quando me perguntam (e somente se me perguntam) eu digo: o fotógrafo que eu aprecio e recomendo é o que faz fotos não o que tira fotos!"
Pela lei da correspondência, a vastidão do espaço revela a imensidão que ainda não ousamos explorar dentro de nós.
“Assim como Jesus, decidi no meu coração investir no evangelismo apenas em pessoas que se humilham.”
— Anderson Silva
0432 "Juro que não sou o Maior Escritor da Internet... Nem o Melhor nem o Mais Bonito nem o Mais Letrado. Se há Escritores na Internet que mentem até sobre isso, é lamentável!"
Às vezes, confundimos autoestima com arrogância.
Às vezes, confundimos admiração com inveja.
Às vezes, o que vemos nos outros, é o que somos.
enfrentamos variados acontecimentos climáticos, entre eles um terremoto que acaba desencadeando um maremoto pois um esta ligado ao outro.
Não te quero mais.
Não é fingimento, nem soberba.
É lucidez depois do cansaço.
Não te quero mais.
Não é lembrança, nem dor tardia.
É silêncio onde antes doía.
Não te quero mais.
Não é aparência, nem mentira ensaiada.
É a verdade cansada de se explicar.
Não quero mais é.
Ter a certeza de de liberdade.
Não quero mais é.
Sabe que estou bem.
Mesmo estando longe e só.
Não te quero mais.
Não é engano, nem jogo emocional.
É o fim do teatro onde eu sempre fui plateia.
Não quero mais verdades que não existem,
nem memórias que nunca viraram saudade.
Não quero a paz que não é amor,
nem o abraço que não carrega confiança.
Não te quero mais.
E, dessa vez,
é definitivo como quem se encontra
e não volta atrás.
