Coleção pessoal de testeteste123
O Altar da Anarquia
Meus sentimentos são cartas embaralhadas sobre a mesa,
Um jogo sem regras, onde a mente perde a certeza.
Caos, desordem, anarquia? Deem o nome que quiserem,
Mas eu chamo de "vida" os caminhos que os olhos dela sugerem.
Basta o som do seu nome, um sopro, uma menção,
Para que o mundo em volta desabe em completa confusão.
Sou arrancado do agora, levado por um transe hipnótico,
Um labirinto de espelhos, sublime e caótico.
Como um enfeitiçado que perdeu a própria vontade,
Eu não conheço o "não", nem a minha própria autoridade.
Se ela pede o simples, se ela exige o nada,
Eu me torno o servo da sua mais singela jornada.
Sou um mero mortal, de joelhos, sem escudo ou defesa,
Observando a deusa em sua épica e terrível beleza.
Nas mãos dela, sou argila, sou história, sou fado,
Um herói de lendas antigas, por ela subjugado.
Que venha o caos, que a ordem se perca no vento,
Pois habitar essa desordem é o meu único sustento.
Ser escravo desse encanto é o que me faz sentir vivo:
No reino da minha Deusa, sou um súdito... e sou cativo.
Evitar uma conversa difícil é como adiar uma cirurgia necessária: o alívio vem rápido, mas o problema continua avançando. Relações que não suportam esse tipo de intervenção acabam preservando o vínculo às custas do crescimento das pessoas dentro dele
Valorizar a própria cultura e língua materna é o que nos conecta às nossas raízes e à nossa identidade. Ignorar isso pode levar a uma perda de identidade e conexão com a comunidade. Abraçar a cultura e língua local é uma forma de fortalecer quem somos.
A humanidade e a educação transcendem fronteiras, conectam pessoas e constroem um futuro melhor. Com educação, ganhamos conhecimento; com humanidade, empatia. Juntas, são a base para um mundo mais justo.
Me faça ver Tire minha cegueira
Me faça entender
Que eu sou rico
E não tô falando do que tem na minha carteira
É que eu tenho Você
Deus, Você me dá tudo que eu preciso em mim
Só Você me dá paz
Agora foi que eu entendi
Entendi que pra mim
Você é a Cura
Majo y Dan
Os políticos têm o papel de criar condições para o desenvolvimento do país, mas cada um de nós também precisa fazer a sua parte, seja cuidando da educação, trabalhando, pagando impostos ou participando na comunidade. É uma questão de responsabilidade compartilhada.
Deus é um refúgio de paz e força, presente em desafios, alegrias e tristezas, lembrando que não estamos sós.
A família e os amigos são um suporte emocional incrível nos momentos difíceis. Eles oferecem apoio, compreensão e amor incondicional, ajudando a superar a tristeza e a encontrar forças para seguir em frente. Ter pessoas que se importam faz toda a diferença.
Muitos sonham com riqueza, mas poucos estão dispostos a fazer o esforço necessário. O trabalho duro, a dedicação e a persistência são fundamentais para alcançar objectivos financeiros. É preciso transformar sonhos em planos e planos em ações concretas.
Armado para o silêncio
"Sabe, eu nunca fui o porto seguro de ninguém. Nunca fui o cais onde se ancora a confiança ou a paz. Eu sou, na verdade, o cão de guarda que soltam quando os invasores aparecem. Sou o vilão necessário, o anti-herói que empunha a pá e o taco quando o serviço sujo exige mãos dispostas. O problema é que, de tanto me usarem como arma, esqueceram que eu sangro. Esqueceram que sou humano e que, por trás de todo esse caos que carrego, eu também imploro por um pouco de silêncio.".
Vamos cultivar a espiritualidade através da oração, conexão com o divino e autoconhecimento. E ao mesmo tempo, vamos trabalhar activamente para melhorar nossas vidas, estabelecendo metas, cuidando de nós mesmos e contribuindo para o bem-estar dos outros. É um equilíbrio entre fé e acção.
Você é tão linda, tão linda e fica mais admirável ainda, porque você cresceu como mulher, se desenvolveu, está se encontrando a cada dia, cada dia você tem um encontro novo com o seu eu e com isso você vai longe, todo o sucesso do mundo é o que te desejo.
Voa, princesa.
Vai, ser feliz!
NÃO É POEIRA, SÃO CINZAS DE MENINO.
Me desculpem a poeira:
estou sacudindo as cinzas de menino.
A vida obrigou-me a atear este incêndio, que consumiu a minha inocência.
Hoje, o menino se foi. Dele restaram apenas cinzas.
O Homem reergue-se. Não por opção mas por dever. O dever antigo e mudo de ser Homem.
Um dever que…
não se aprende nos livros.
Não se herda do pai.
Não se ganha com idade.
A gente vem ao mundo marcado.
A sina vem na primeira respiração, um peso nos ombros que ainda não têm largura para carregá-lo.
Chamam-nos de Homens quando ainda somos meninos de sapatos de veludo.
O mundo espera guerreiros onde há apenas olhos assustados.
Exige provedores de mãos vazias.
E a vida, com sua gentileza cruel, vem buscar o que é seu.
O colo da mãe vira memória téria.
O aconchego, dívida.
As 8 horas de trabalho, deixam de ser simplesmente “tempo”: é um túnel que se escava todos os dias com as próprias unhas cravadas no solo, rumo a prosperidade:
E que prosperidade?
O salário é um cálcio magro no fim do mês, um suspiro curto antes de fechar os olhos e recomeçar.
A dor não se partilha.
O cansaço não se mostra.
O medo não tem voz.
É assim.
Não por escolha, mas por lei antiga escrita no sangue e no suor dos que vieram antes.
Carregamos a culpa de não sermos fortes o bastante e a vergonha de precisarmos sê-lo.
Mas ouça bem:
Não é sobre não chorar.
É sobre segurar o mundo nos braços enquanto as costas arrebentam, e mesmo assim não deixar cair.
Não é sobre não ter medo.
É sobre ouvir o filho chorar no escuro e, com a mesma mão que treme, aconchegá-lo nos braços.
É sobre olhar para o espelho e não se encontrar, e no desespero perguntar-se:
em que momento é que comecei a me perder?
É olhar no espelho e ver o menino perdido, e ainda assim amarrar os ténis e ir à luta.
Porque o homem não surge do nada.
As cinzas estão lá, o pó sempre esteve lá.
O menino não morre.
Ele é enterrado vivo.
E todos os dias, à mesma hora, ele ergue uma pá e cava.
Cava para encontrar ar.
Cava para encontrar sentido.
Cava para provar, só para si mesmo, que mesmo enterrado, ainda respira.
A vida não pergunta.
Entrega o peso e espera.
O mundo não aplaude.
Apenas consome.
E nós?
Nós fazemos.
Porque nascemos para isso.
Na marra.
Na garra.
Na angústia muda de quem sabe que o amor, às vezes, tem o peso de uma pedra e o nome de obrigação.
Não é missão.
É destino.
Não é glória.
É chão.
Não se ensina.
Apenas se vive.
Até que um dia, os pés descalços e calejados descobrem que o caminho, por mais duro, foi o único possível.
E nesse dia, sem fanfarras, o menino e o homem olham-se no espelho.
E finalmente, um acena para o outro.
Dois estrangeiros que, no fim da jornada, aprenderam a habitar o mesmo corpo.
Ser homem é isso:
Assinar, todos os dias, com a própria vida, um contrato que nunca se leu, mas que se cumpre com um suor sagrado.
A sina está cravada.
Agora meu caro, caminhe.
Pouco a pouco fui te doando o que eu era,
sem reservas, sem plateia, sem defesa.
Pouco a pouco deixei de existir em mim,
porque amar você era sempre até o fim.
Você virou um palco de interesses rasos,
onde aplauso valia mais que abraço.
Eu era verdade nos bastidores da tua cena,
enquanto muitos disputavam teu sorriso em pena.
Promessas viraram falas decoradas,
gestos vazios, emoções ensaiadas.
Meu amor era inteiro, o teu era repartido,
dividido em olhares, curtidas e ruídos.
Refrão
Pouco a pouco
você desmontou quem é.
O amor que te doei
você espalhou pra plateia.
Não tem perdão, nem reversão,
o que quebrou não volta a ser.
Fiquei esquecido na plateia
esperando uma vez que não vem.
No desespero, conflitos e dilemas se encerram,
quando a verdade chega, as máscaras caem e sangram.
Adeus — pode ficar com o meu amor,
mas leva pra longe de mim essa dor.
Na verdade.
Um amor triste lamentável.
Exposto fracassado.
Não deseja volta.
Seguir em frente é o único conforto.
Na sua vida e no coração.
