Coleção pessoal de testeteste123

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Sou feita de extremos.


– Jess.

Sou grata apesar de tudo.


– Jess.

A memória é meu lugar secreto.


– Jess.

Há quem possua inteligência superior à dos grandes filósofos da Antiguidade, mas a ausência de busca pelo saber o rebaixa ao nível de um ignorante munido de alguma informação.

“O cinema pode contar histórias, mas um projeto sólido pode mudar destinos.”

"Aqueles que lhe prenderam na masmorra vão querer saber o que fizeste com o dragão para se tornar rei do castelo."

O espaço que parece vazio

Quando um vínculo termina, quando um ciclo se rompe ou quando uma estrutura que nos acompanhou por anos se desfaz, a primeira sensação que surge quase sempre é a de ausência.
Um silêncio estranho.
Um espaço que antes estava ocupado e agora parece vazio.

Chamamos isso de solidão.
Mas, na maioria das vezes, não é.

Durante muito tempo, esse espaço não era ocupado por amor, paz ou leveza. Ele era ocupado por conflito, por inconformidade, por tensões silenciosas que exigiam energia constante para serem sustentadas.
Mesmo quando tudo parecia “funcionar”, havia um custo interno. Um esforço invisível para se adaptar, tolerar, justificar, suportar.

O ser humano se acostuma até ao que dói.
O corpo, a mente e o sistema emocional aprendem a conviver com o desconforto como se ele fosse parte da paisagem. Com o tempo, o conflito deixa de ser percebido como algo estranho e passa a ser apenas “o normal”.

Quando esse conflito é retirado — quando há um rompimento, uma decisão firme, um limite respeitado — o espaço que ele ocupava se esvazia de repente.
E esse vazio assusta.

Não porque algo bom foi perdido, mas porque algo pesado foi retirado.

A mente, ainda habituada ao ruído, interpreta o silêncio como falta.
O corpo, acostumado à tensão, estranha a ausência dela.
E o coração, desacostumado à calma, pergunta: “o que está faltando?”

Na verdade, nada está faltando.
O que está acontecendo é uma reorganização interna.

Esse espaço aberto não é um buraco.
É um território em limpeza.

É o novo eu se acomodando, recalibrando, reaprendendo a existir sem precisar se defender o tempo todo. É o sistema emocional entendendo que já não precisa permanecer em alerta. É a vida interna se ajustando a um estado mais coerente com quem a pessoa se tornou.

Por isso, esse momento não pede pressa.
Não pede substituições rápidas.
Não pede preenchimentos artificiais.

Ele pede presença.

Com o tempo, aquilo que parecia vazio começa a revelar sua verdadeira natureza: espaço fértil.
Espaço para vínculos mais saudáveis.
Para experiências mais alinhadas.
Para uma paz que não depende de comparação, validação ou resistência.

O silêncio deixa de incomodar.
A ausência deixa de doer.
E o espaço passa a ser percebido como aquilo que sempre foi:
um lugar limpo, pronto para receber apenas o que soma.

Não é solidão.
É libertação em fase de acomodação.

E isso, embora desconcerte no início, é um dos sinais mais claros de crescimento emocional real.

Os algoritmos decidem as nossas vidas


A sociedade está cada vez mais polarizada e confrontacional (agressiva) nas redes sociais. Se eu pesquisar sobre 'venda de automóveis´, nos momentos seguintes o algoritmo do facebook encarrega-se de publicitar tudo sobre venda de automóveis.
Se eu pesquisar sobre um candidato politico, nos momento seguintes serei bombardeado com inúmeras opiniões e defesa de posições assumidas por esse candidato e de seus apoiantes. O algoritmo irá escolher o que eu devo ver e irá filtrar todas as posições contrárias às defendidas por esse candidato. o contraditório (mesmo que absurdo) excluídos. Imaginem isto durante semanas, meses ou anos e que resultado esperamos?

Amar é direcionar energia com a intenção consciente de promover o bem, sem expectativa de retorno.

A incondicionalidade do amor não nasce da emoção, mas do entendimento profundo do que é o bem e de sua aplicação prática.

Assim, o amor incondicional só pode emergir como resultado da fusão entre amor, conhecimento e ação.

Tacamos uma pedra
não pra acertar alguém
mas pra ver até onde o silêncio aguenta.

E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?


Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar


ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.

Às vezes as pessoas esquecem amigos que os ajudaram em momentos difíceis ao alcançar sucesso. Isso é sinal de ingratidão e falta de humildade. Amigos verdadeiros estão ao nosso lado, independentemente do que aconteça. É importante valorizar quem esteve presente. Gratidão é fundamental.

Família.
Não é quem divide sangue. É quem divide silêncio sem constrangimento.
Quem fica quando não sobra nada bonito pra oferecer.
Quem te chama à razão sem te diminuir.
Quem segura a barra quando você já largou tudo por dentro.
Família não é perfeita, é funcional.
Se dói o tempo todo, não é laço, é peso.
Se exige que você se apague, não é amor, é controle.
O resto é discurso pra enfeitar abandono.

Quem controla o tempo, controla o jogo. Quem controla a mente ganha o jogo.

Ninguém nasce forte, a gente vira, no atrito entre a dor e a decisão de continuar.

Os abacates do meu quintal 🥑🥑🥑


Ó bendita terra fértil,
onde caroços e sementes germinam,
fazem-se árvores robustas🌳🌳🌳
sob o sol e a chuva☀️🌧
e me doam, com imensa generosidade,
sombra, frescor e frutos
que alimentam o meu corpo
e inspiram minha veia poética.✍


Agradeço à Natureza por tamanha bênção.
É um verdadeiro privilégio
compartilhar a existência
com a riqueza do simples
e do natural.
✍©️@MiriamDaCosta

É preciso muita calma
e alguma destreza
para manter-se são neste mundo…


e muita Alma
para viver a Natureza
no mais profundo.
✍©️MiriamDaCosta

Às vezes o diferencial é não se perder de si para caber no outro.

O que eu sinto não é o que eu digo.
O que eu digo não é o que outro escuta.
E o que o outro escuta quase nunca é o que eu quis comunicar.


Entre minha intenção e a sua percepção, existem duas vidas inteiras de experiências acumuladas que raramente coincidem na mesma tradução.

Sou o lugar onde você pensa em voz alta sem ser julgada, quando o mundo falha em escutar.