Coleção pessoal de testeteste123

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Pró. Messa....o nome já diz: pró indica uma ação futura...e messa lá no passado era um puxar a barba ou retirar a casca...logo, futuramente alguém vai arrancar essa casca de ferida ou puxar a barba do pirata e tá tudo certo e nada prometido que nào será cumprido, mas lá num futuro longe esquecido. Se é que não dificultei e pouco falei pra me fazer entendido. Muitos prometem que serão até a morte unidos, mas já se separaram faz tempo e ainda continuam vivos. Enfim qual é o valor de uma promessa?

O Senhor é um Deus Justo, e os Seus Julgamentos são Perfeitos; por isso, quem é justo encontra verdadeira segurança em confiar Nele, certo de que cada dia de sua vida está guardado pelo Eterno Amor do Pai.

Vida e a morte

Vida é direção
bússola trêmula apontando para o nunca.
Morte é destino
porto mudo onde o vento se cala.

Vida é teorema insolúvel,
equação escrita em sangue e suor;
morte é o resultado inevitável,
a resposta fria no rodapé do universo.

Vida é sagrado que pulsa,
é templo erguido em carne frágil;
morte é profana aos olhos do medo,
mas sussurra verdades que ninguém ousa ouvir.

Hoje me deitei com a morte.
Não em lençóis,
mas no silêncio.
Toquei sua face pálida
e ela me chamou pelo nome
como uma velha amante paciente.

Vida é divino em combustão,
é turbulência, é queda livre,
é o cotidiano que arranha e exige.
Morte é descanso
colo escuro onde o cansaço repousa.

Tenho fascínio por seus dedos frios,
pela promessa de quietude
após tanto ruído.
A morte é minha célere amiga,
companheira invisível
que caminha ao meu lado
sem jamais se atrasar.

Entre a vida que me rasga
e a morte que me acolhe,
há um romance secreto.
Uma doce união
entre o sopro que insiste
e o abismo que chama.

E eu, feito ponte,
oscilo.

Porque viver é arder
sabendo do fim.
E amar a morte
é confessar
que o descanso também seduz.

Papai

Papai,
por que o senhor faz isso?
Com suas botas negras, ruidosas,
marchando dentro da minha cabeça,
eu vivi à sombra do seu pé
por vinte e dois anos —
pálido, pobre,
quase sem ar.
Eu mal respirava
para não provocar sua ira.
Papai,
eu morri jovem.
Morri antes do tempo.
Não de doença —
mas de ausência.
Pesado como mármore,
carreguei um saco cheio de mágoas,
um banquete de argila na boca,
um espectro de louça suja na memória,
e uma cabeça rachada
pelos seus gritos
e pelo medo.
Eu rezava por redenção.
Mamãe, com o rosário trêmulo,
batia a cadeira no chão
como se pudesse expulsar o demônio
que o senhor chamava de filho.
Mas eram suas palavras, papai,
que doíam mais que seus punhos.
Punhos na mesa.
Punhos na guerra.
Guerras, guerras e mais guerras —
e o nome da cidade era comum demais
para justificar tanto ódio.
Meus amigos invejavam o senhor.
Eu invejava os pais deles.
Nunca fui suficiente.
Nunca firmei o pé na sua terra.
Minha língua apodreceu presa
na armadilha da minha mandíbula.
Nosso amor —
arame farpado.
Eu, eu, eu, eu —
ecoando num quarto sem portas.
Eu mal respirava
para não provocar sua ira.
Papai,
eu pensei que todos os homens
fossem feitos da sua fúria.
Que todo idioma
nascesse como motor engasgado
e palavra obscena.
O senhor me tratava
como se eu fosse o erro da casa.
Comecei a falar como estrangeiro.
A viver como intruso.
A existir como culpa.
Papai, eu fui embora.
Mas esta carta
não é despedida.
É uma autópsia.
O livro negro terminou.
Segue o diário
de um menino
que só queria ser amado.
Fui expulso com asas queimadas,
um anjo caído
na sarjeta da própria família.
Três anos sem vocês.
Três anos tentando arrancar
as botas da minha memória.
Mas o senhor ainda dança,
pisoteia,
marcha dentro do meu peito.
Há uma estaca cravada
no meu coração —
negro de medo,
branco de silêncio.
Eles nunca souberam quem eu era.
Chamaram-me monstro
porque ousei sangrar.
Papai…
o senhor pode descansar agora.
Chega das botas.
Chega do peso.
Chega do medo.
Mas, se ainda houver
um resto de homem
sob esse couro e essa fúria —
me ame.
Porque eu ainda sou
o garoto assustado
que treme
ao som dos seus passos.

Redemoinho


O homem nasce menino
na planície verde e monótona,
onde o tempo mastiga devagar
os ossos das horas.

Tudo é pacato.
Tudo é árido.
O horizonte não traz ameaças.

Então chega o dia
em que ele se confronta com o furacão.
O tufão do Atlântico e do Pacífico,
carregado de cores, ruídos, promessas,
vidas demais até para mil existências.

O giro tempestuoso desloca o mundo.
Arranca o que era chão.
Semeia o que já nasce morto.

Nada permanece.
As coisas não amadurecem,
apenas surgem
e se dissolvem
sem parto
e sem luto.

O homem-menino abre os braços.
Quer o clarão,
quer o excesso,
quer o impossível.

E o redemoinho o aceita.

Engole seus sonhos frágeis,
mistura artefatos, rostos, desejos
em uma nuvem de poeira disforme.

Agora é homem.
O menino ficou para trás
como um retrato esquecido na estante,
como letras gravadas na velha árvore.

Está no olho do furacão.
Silêncio dentro.
Caos ao redor.

Já não acompanha o giro.
A mudança o ultrapassa
como um trem que não para em nenhuma estação.

Olha ao longe
as pradarias de onde veio.
Vinhas imaginárias.
Um tempo sem gritos.
Um tempo sem pressa.

Mas descer já não é gesto.
É amputação.

Ele tornou-se o próprio vento
que o desfaz.

A cada segundo
um pouco menos sólido,
um pouco mais vapor.

Ao homem sempre restará
esse vício antigo:

abandonar o simples
e, tarde demais,
implorar pela simplicidade.

Ela era lavadeira, cantadora
e fazia do coração grande
um altar como devota
zelosa de Nossa Senhora;
A criançada gostava
de ajudar a pendurar
as roupas só para ouvir
a saudosa Idalina cantar.


Ela era nordestina e irmã
presente das vizinhas,
que oferecia sempre
o melhor para alegrar,
Coragem naquela mulher
tinha para esbanjar.


Nunca esqueci do dia
que ela pediu ao marido
colher côcos para uma
surpresa nos preparar,
Os anos se passaram,
e nada da memória
conseguiram apagar.


De um dia para o outro
quando voltamos como
de costume para ouvir
ela cantar enquanto
as roupas ela lavava,
A gente também cantava
se importar com nada.


Era somente a gente
naquele distante lugar,
não havia ninguém
para da algazarra reclamar
e o tempo passava
por nós sempre devagar.


Assim que terminou
de lavar as roupas
que não eram poucas,
Nos chamou até a sala,
vimos a mesa arrumada
com uma bela toalha
e guardanapos rendados,
Como a realeza viesse
ali conosco se sentar.


Ela pediu para esperar,
fez a criançada rezar,
E foi assim que não fui
somente eu que provei
o mais autêntico Manjar,
que deixou essa memória
bonita para compartilhar.

Seja discreto,
Aceite a solidão e
dê um jeito na sua vida.
Ninguém virá te salvar. Sua
vida é 100% sua responsabilidade.

Carnaval


Vamos encher a cara de alegrias e
Amores, sempre obedientes à
Lei: viver cada emoção na folia!


Vamos que vamos, colombina,
À diversão com a fantasia que nos
Liga e mistura e diverte e rima!


Vai e vem, pelo amor de Momo!
Aqui tem sedução, bom humor e
Lição: minha dona, seu homo!


Vai muito bem nosso Carnaval:
Assim e assado nós na avenida!
L&P: sou seu bem, és meu mal!

Navego o deserto de almas vazias sob a bússola do impossível, pois prefiro o açoite do vento que sopra do norte à mansidão de um rio que me arrasta para longe de quem eu sou.

​Perdido entre o silêncio dos ossos secos e o eco de almas vazias, busco no norte o caminho do vento para, enfim, ter o ímpeto de navegar contra a correnteza que tenta me levar de mim mesmo.

Felicidade saúde paz amor espada romance lutando com a mistura de uma pessoa maravilhosa que mais deixa marca noso como que mais toca mais deixa marca no coração ❤️❤️❤️❤️❤️❤️

Eu te observo e o mundo ganha outro tom,
não pelo que vejo, mas pelo que sinto vir de você.
Há no teu jeito um mistério que é raro e é bom,
uma bondade que faz a gente querer crer.
Admiro a luz que você espalha sem notar,
essas pequenas virtudes que moram no teu olhar.
Ter você por perto é como encontrar um lugar,
onde o coração finalmente aprende a descansar.
Ainda não somos o "nós" que eu tanto imagino,
mas teus passos já desenham o meu caminhar.
Pois uma alma assim, com esse brilho divino,
é o destino mais bonito que eu poderia buscar.
Quero ser mais que um olhar que te admira ao longe,
quero o privilégio de cuidar desse teu bem.
Porque quem tem tua paz, no fundo, já tem hoje
o que o mundo procura e quase ninguém tem

Lá fora, a água desenha o caminho,
enquanto aqui dentro eu desenho você.
Penso em como o mundo seria sozinho,
sem a doçura que seu gesto oferece.
Não é só o brilho, é a firmeza do passo,
essa bondade que não pede vitrine.
Onde muitos cansam, você faz o abraço,
e faz com que a fé em nós dois se ilumine.
Suas virtudes não são ouro ou prata,
são flores que crescem no meio do vento.
Uma alma tão nobre, que o tempo não gasta,
que é porto e abrigo em todo momento.
A chuva lá fora só molha o caminho,
mas o seu coração é o que faz o jardim.
Te amar é saber que nunca estou sozinho,
é ter o melhor da vida em mim.

Quem vive de barulho precisa de plateia

O mundo lá fora se lava aos poucos,
enquanto admiro a alma que você tem.
Um coração que não se perde em jogos,
e que, de tanto afeto, me faz tanto bem.
É raro encontrar tamanha integridade,
alguém que faz da entrega o seu destino.
Tua bondade é a minha claridade,
teu abraço é meu porto e o meu hino.
A chuva cai, mas o peito está aquecido,
pois te amar é onde enfim encontrei paz.
Teu brilho é o meu presente mais bonito,
que o tempo guarda e o amor só satisfaz.

Lá fora o mundo se desfazia em cinza,
chovia e eu pensava em você,
enquanto cada gota que batia no vidro
parecia querer ditar o ritmo do que sinto.
Não era uma saudade triste, dessas que apertam,
era um desfile de memórias bonitas,
daquelas que aquecem meu coração
mesmo quando o vento lá fora sopra frio.
Pensei na luz que você carrega sem notar,
nessa bondade rara que transborda em gestos,
e em como suas virtudes desenham um abrigo
onde a maldade do mundo não consegue entrar.

O céu hoje decidiu se demorar,
e nesse cinza que lá fora insiste,
minha mente encontrou o seu lugar:
a luz que em toda a sua calma existe.
Observo o mundo se lavar aos poucos,
enquanto admiro a alma que você tem.
Um coração que não se perde em jogos,
que só conhece o dom de fazer o bem.
É raro encontrar tamanha integridade,
alguém que faz da entrega o seu destino.
Sua bondade é a minha claridade,
meu porto seguro, meu norte e meu hino.
A chuva cai, mas o peito está aquecido,
pois ter você por perto é ter a paz.
Seu brilho é o presente mais bonito,
que o tempo guarda e o amor satisfaz

MISTÉRIO EM OFFLINE

Coleciono fragmentos do que ninguém vê
— assim como você.
Sou alma antiga reconstruindo versos em novos capítulos,
onde o mistério habita em offline para dar vazão às letras.
Elas se esbarram e se confundem no infinito;
tímidas, mas ao saírem do casulo, de mãos dadas,
dão pulos de alegria ao formatarem mais uma poesia.

Lu Lena / 2026

Descamuflando o ego para viver o propósito

Vivemos numa sociedade que romantiza a ignorância e desconfia da inteligência. Buscar conhecimento passou a ser confundido com vaidade, enquanto a superficialidade ganhou status de normalidade.
Hoje, pensar virou excesso. Refletir virou perda de tempo. Questionar virou ameaça.
Criou-se uma cultura de respostas rápidas, onde compreender profundamente parece desnecessário. O pensamento crítico foi substituído por opiniões imediatas, e a construção de ideias cedeu espaço à reprodução automática de discursos prontos.
Nunca estivemos tão informados — e tão pouco conscientes.
O conhecimento foi transformado em produto, em vitrine, em performance. Aprender deixou de ser um processo interno e virou algo que precisa ser mostrado. Enquanto isso, o verdadeiro saber, silencioso e profundo, segue sendo negligenciado.
Criou-se um ambiente onde quem aprofunda é visto como complicado, e quem permanece raso é considerado prático.
Mas pensar exige coragem.
Exige desapego de certezas.
Exige humildade para admitir que não se sabe.
Conhecimento real não serve para impressionar — serve para transformar.
Não alimenta ego — organiza valores.
E talvez o maior problema do nosso tempo não seja a falta de acesso à informação, mas a recusa em amadurecer a consciência.
Porque num mundo que se acostumou ao raso, escolher a profundidade não é vaidade.
É posicionamento.

Nem antes, durante ou depois,
nunca haverá outro Deus
que não seja o nosso Criador,
Em mim para Ele há um
autêntico roseiral de amor,
Quem disser o contrário
é apenas um mero inventor.


O nosso Deus majestoso
é o que origina e dá
forma à todo o tipo de vida,
A Lua Crescente que inspira
e ao amor além dos trinta dias
escrito como autêntica poesia.


Ele é o nosso perdoador,
e o único dominador
dos exércitos que existem
que subjugam os povos
aos piores tipo de dor,
Crer n'Ele garante a proteção
e a vitória ante a qualquer destruidor.