Coleção pessoal de testeteste123

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LONGE DE PERTO
(O paradoxo do voo)

Impressionante como, muitas vezes, voamos tão longe e, absurdamente, não conseguimos pousar em lugares tão perto.

Lu Lena / 2026

Reconhecemos que existem diversas limitações, porém, quando nos for questionado sobre a razão de não termos concluído uma tarefa, não devemos apresentar desculpas. Em vez disso, devemos buscar soluções, recorrendo ao apoio dos demais, pois nenhum trabalho em equipa é realizado individualmente.

PÉROLAS DE LUZ
(Quando o pranto se torna constelação)

Cada lágrima derramada, Deus manda um anjo com um cálice para que nela seja transformada em pérola de luz. Com elas, Ele salpica cada estrela no céu, para que, toda vez que olharmos para cima, elas brilhem e nos digam: Deus cuida de você!

Lu Lena / 2026

A política é como uma peça de teatro... Os políticos são um conjunto de atores que interpretam, falam e agem conforme os diretores e roteiristas querem. E os diretores e roteiristas são os banqueiros, investidores, megaempresários, financiadores de campanha, que não se expõem ao público, que estão atrás da cortina, nas sombras, no escuro, apenas escrevendo, ditando e orientando o que os políticos, os atores, devem fazer para entreter e fantasiar a peça para o público. E o público somos nós, que pagamos para ver essa peça diariamente, influenciados pelos cartazes que divulgam essa peça: a mídia. Uma peça que nos distrai, distorce e muda a realidade, para que fiquemos abobalhados, assistindo ao teatro e comentando, intelectualizando apenas o que estamos vendo, que são os atores, esquecendo que quem escreveu, ditou e orientou esses atores, está atrás das cortinas, planejando, investindo, financiando, chantageando e criando novas peças para fantasiar, iludir, enganar, superficializar e imbecilizar o público cada vez mais com um teatro barato, visando o lucro à custa dos seus espectadores.

Mentalmente, toda ilusão negativa que acredito ter em mim, eu naturalmente vou sentir. Quando acredito que estou triste, eu sinto tristeza; quando acredito estar angustiado, eu sinto angústia; se penso que tenho ódio, vou sentir ódio; se acredito estar vazio, vou sentir esse vazio; e se acho que tenho problemas, vou sentir que eles são reais. Toda ilusão que eu acredito ter dentro de mim, se torna uma realidade que experimento.


Mas eu não preciso acreditar que estou mal, porque, na verdade, eu nunca estou mal. Quando me sinto mal, é porque estou acreditando em alguma ilusão que me faz sentir assim. E para deixar de me sentir mal, basta perceber que a sensação de estar mal é apenas uma crença, uma ilusão. Quando eu reconheço isso, percebo que o mal-estar é algo que criei na minha mente e posso escolher não mais alimentar.


Eu posso perceber que o que acredito ser tristeza, na verdade, é alegria dentro de mim, esperando para ser reconhecida; o que eu vejo como angústia, na verdade, é tranquilidade que eu ainda não percebi; o que penso ser ódio, na verdade, é amor disfarçado, esperando para ser entendido; o que vejo como vazio, na verdade, é paz esperando para se manifestar; e os problemas que acredito ter, na verdade, são simples quando os olho sem a distorção da mente.


Tudo que eu acredito ser ruim é, na verdade, uma crença criada pela minha própria mente. Ao perceber isso, posso começar a olhar para tudo com mais clareza, entendendo que o que sinto é fruto do que escolho acreditar.

A verdade

Aquele que descobre uma traição nunca mais amará como antes.

A verdadeira amizade implica também um esforço cordial por compreender as convicções dos nossos amigos, mesmo que não cheguemos a partilhar nem aceitá-las.

Nunca permitas que cresça a erva ruim no caminho da amizade: sê leal.

Volume traz movimento, lealdade traz peso. Às vezes poucos fiéis valem mais que multidões passageiras.

O planeta é minha casa, porque é nele que eu vivo, respiro e vivo tudo o que a vida oferece. Ele me abriga, me sustenta e tudo ao meu redor faz parte da minha vida.


Meu teto é o céu, porque ele está acima de mim e me mostra que faço parte de algo maior. O céu é o limite do que vejo, mas também mostra tudo o que ainda posso alcançar.


Minha família é toda a humanidade, porque todos nós estamos ligados. Não é só sobre parentes, mas sobre respeitar, ajudar e cuidar uns dos outros. Cada pessoa importa, e todos nós temos que cuidar uns dos outros e do mundo em que vivemos.

A arrogância bloqueia a inteligência. Quando alguém se considera superior, acaba fechando a mente para novas ideias. Ao acreditar que já sabe tudo, perde a capacidade de enxergar a realidade. Seu ego distorce os fatos, fazendo com que ela veja apenas o que convém. Em vez de aprender com as situações, a pessoa arrogante só as usa para se sentir mais importante. Por isso, a arrogância atrapalha os relacionamentos e impede a pessoa de entender como a vida e as pessoas realmente funcionam.

Se ela não puser o batom vermelho, eu não saio.

Se amanhã, tiver lua cheia, namore.

Se não poder resolver Deixe nas mãos de Deus e cuida Fassa a sua parte que o Resto acontece

Infelizmente na contemporaneidade, a humanidade regrediu para dentro de si mesma, sendo assim, precisamos de uma boa parcela de egoísmo, para termos alguma chance, de alcançarmos a tão sonhada felicidade.

É satisfatório quando você não tenta provar nada pra ninguém e tem atitude pra fazer acontecer e mostrar resultados do nada, sem prometer nada, no silêncio e na moral...

Humildade é uma virtude quando provém de quem reconhece o próprio valor sem utilizá-lo para subjugar terceiros. No entanto, quando exigida como forma de auto anulação, torna-se prejudicial. Não se deve aceitar tal condição, mas sim exercer a coragem de assumir a própria excelência sem que isso diminua a condição humana. Se a grandeza individual causa desconforto a outros, o fato reflete a limitação daqueles que não suportam presenciar a ocupação de espaços que lhes falta audácia para conquistar.

Reencarnação espiritualista ou sintonia mental de uma freqüência ancestral, eis a questão entre os princípios religiosos e a física quântica cientifica, querendo conceituar a mesma coisa.

⁠Onde parece mais fácil culpar a vítima, quase sempre se romantiza a separação, mas nunca se normaliza o direito da mulher viver depois dela.


Há uma curiosa habilidade social em transformar rupturas em narrativas poéticas quando elas não nos ameaçam.


Fala-se da separação como um recomeço bonito, como um gesto de coragem, como um capítulo necessário da vida.


Mas essa romantização costuma durar apenas até o momento em que a mulher decide, de fato, viver depois dela.


Viver com autonomia, viver sem pedir licença, sem aceitar voltar para o lugar onde a violência, o controle ou o desprezo estavam naturalizados.


Nesse ponto, a poesia desaparece e começa o tribunal informal das culpabilidades.


Perguntam o que ela fez, o que deixou de fazer, o que provocou…


O que poderia ter suportado mais um pouco.


A mesma sociedade que aplaude discursos sobre liberdade, passa a exigir dela uma espécie de penitência silenciosa por ter rompido.


Porque, no fundo, há uma conveniência histórica em romantizar a separação — desde que ela não desorganize as estruturas em que sempre esperaram que as mulheres permanecessem.


Romantizar a separação é confortável.


Normalizar que uma mulher tenha o direito de continuar viva, inteira e livre depois dela é profundamente desconfortável para quem sempre precisou que ela permanecesse dependente, culpada ou quebrada.


Por isso, em muitos casos, não se discute a violência que antecedeu a ruptura, mas o comportamento da mulher que decidiu não morrer — nem física, espiritual ou emocionalmente.


E talvez seja justamente aí que esteja o verdadeiro problema: ainda há quem tolere a ideia da separação, mas não suporte a ideia da sobrevivência feminina que vem depois dela.


Porque uma mulher que continua viva, consciente e livre depois de sair de uma relação, deixa de ser personagem de tragédia… e passa a ser autora da própria história.

( ) Olhar a roupa com os olhos da mente.
( ) Ver o corpo com os olhos da terra.
(X) Enxergar a alma com os olhos de Deus.

Os dias bons passam bem rápido, enquanto os dias ruins passam vagarosamente. Mas enfim tudo pelo tempo passa, mesmo que alguns deixam tristezas e outros deixam saudades. O tempo não para.